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A arte de ser Low Profile
#61
(08-10-2017, 12:50 PM)_Blake_ Escreveu: Quem precisa ostentar é porque precisa provar alguma coisa para alguém. Essa é a minha opinião. Quer alimentar o ego e a vaidade para cobrir alguma carência ou falta de auto-estima. Quer dizer você pode ter coisas boas e feitos incríveis, mas para que falar sobre isso? Qual a necessidade? Temos que levar em conta que vivemos em um país muito desigual também, a inveja e a cobiça rolando solta, para que se tornar alvo? Concordo com o tópico e digo mais, se não vale ostentar nem no resto do mundo, imagina no Brasil? Coisa de doido.

Quem tem dinheiro tá cagando pra isso, mete uma bmw e foda-se. Se vc é "rico" n precisa falar, as pessoas percebem que vc tem dinheiro, se vc chega num Mustang ou BMW o que elas vão achar?

As pessoas tiram conclusões com base num carro e viajem, essa coisa de low profile n funciona na prática. Se vc tem dinheiro, fatalmente as pessoas vão saber..ninguém é idiota como vcs acham..ainda mais sobre dinheiro kkk

Imagina a situação:

-pow Juiz, onde vc tava? Sumiu nas férias.

-Ah, tava viajando.

-Bacana, pra onde?

2 alternativas--

-Ah para a casa da minha mãe no interior (mentir)

-ah, fui pra Itália
--------------------------------------

Seu low profile foi pras picas, as pessoas vão achar, mesmo que você n seja, que é rico.

Outra situação é perguntar onde vc trabalha..o low profile na prática é inibir que terceiros, nego de fora do seu circulo saiba que vc tem um certo destaque, de resto esse ser invisível n funciona no seu circulo. Vocês acham mesmo que seus colegas n comentam pra terceiros que vc é "montado"?
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#62
Uma vez perguntei para meu ex-patrão (Advogado, empresário) se ele não tinha medo de ficar sendo "alvo" da bandidagem e de pessoas interesseiras e tal. Durante a semana anda com os melhores ternos, carros de alto padrão e bons relógios. Enfim, High Profile. Ele comentou que ele andava assim para atrair clientes, pois, segundo uma analogia que ele fez, as pessoas dariam mais credibilidade a quem estivesse no "High Profile" do que ao contrário. Eu lembro que durante alguns segundos, eu esqueci esse texto do Rover (Tinha lido há muito tempo no PFL) e concordei com meu ex-patrão. 

A analogia era: Se você vai procurar um advogado e você vê um com uma BMW na garagem do mesmo e outro advogado com um Uno, você vai preferir ir em quem ? Por respeito para evitar discussão, eu acabei respondendo a primeira opção. O que é falso. Pois procuramos um profissional plenamente capacitado e de boa reputação. Quem me garante que aquela BMW ele garantiu através de contatos fraudulentos que o advogado tem?


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#63
Entendi o que o Rover colocou em pauta, porém não sou adepto a esse "estilo" de ser. Eu não gosto de ostentar, de usar relógio que nem o do Faustão ou o último modelo de celular. Mas eu gostaria de ter um Audi A4 ou uma Harley Davidson, enxergo low profile como você viver uma vida medíocre por medo dos outros, de atrair inveja ou bandidos, você tá abrindo mão do conforto pra andar em condições muito abaixo do que você pode viver.

Se eu quero ficar rico, no futuro eu pretendo elevar o meu padrão de vida, e não viver pior do que quando comecei a ralar atrás do dinheiro. Acredito que devemos buscar o que seja confortável pra gnt, é aí que entra a frugalidade, gastar dinheiro com aquilo que lhe for útil, e economizar em aquilo que não te interessa.

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#64
(08-10-2017, 12:50 PM)_Blake_ Escreveu: Quem precisa ostentar é porque precisa provar alguma coisa para alguém. Essa é a minha opinião. Quer alimentar o ego e a vaidade para cobrir alguma carência ou falta de auto-estima. Quer dizer você pode ter coisas boas e feitos incríveis, mas para que falar sobre isso? Qual a necessidade? Temos que levar em conta que vivemos em um país muito desigual também, a inveja e a cobiça rolando solta, para que se tornar alvo? Concordo com o tópico e digo mais, se não vale ostentar nem no resto do mundo, imagina no Brasil? Coisa de doido.

Muito bom post. Essas pessoas são um nojo. O hilário é quando isso acontece na internet. É muito comum na anonimidade da internet ver sujeito dizendo ser rico, alto, pegador (só pega modelos internacionalmente renomadas), formado em Harvard, etc.

Sendo que muitas vezes o cara não é nada disso. Ele cria uma realidade que nem sequer existe. Ele ostenta bens materiais/pessoas que ele sequer possui.
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#65
Tem um colega meu que o vulgo dele é "Neymar", só que sem o dinheiro dele. E pior, ostenta com as coisas dos outros. Ai é foda... Ele não é o único, em comunidade e até entre os riquinhos, é muito comum eles ficarem emprestando as suas roupas, acessórios e os caralho para os amiguinho pagar de ostentador.


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#66
Se vc entende o low profile assim, entendeu errado Pedrosa. O low profile é justamente ter uma boa vida sem precisar mostrar pros outros. Foi viajar pra fora e fica postando fotos no instagrao? Trocou carro ou moto e ja coloca no fb "meu brinquedo novo"?

Eu nao preciso me autoafirmar fazendo isso, faco pra mim.

Concordo com o ex. Do advogado ali em.cima, algumas profissões o "high profile" é valido e as vezes necessario, como vender negócios em pirâmide. Yaoming

Sem cagar regra de como devem viver sua vida, vai do perfil de cada um. Vivam e nao apenas teorizem.

Eu aplico isso na minha vida, é bem diferente de ter uma opinião e ACHAR o que é melhor ou não.  Facam o msm.
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#67
(08-10-2017, 02:24 PM)Juiz Federal Escreveu:
(08-10-2017, 12:50 PM)_Blake_ Escreveu: Quem precisa ostentar é porque precisa provar alguma coisa para alguém. Essa é a minha opinião. Quer alimentar o ego e a vaidade para cobrir alguma carência ou falta de auto-estima. Quer dizer você pode ter coisas boas e feitos incríveis, mas para que falar sobre isso? Qual a necessidade? Temos que levar em conta que vivemos em um país muito desigual também, a inveja e a cobiça rolando solta, para que se tornar alvo? Concordo com o tópico e digo mais, se não vale ostentar nem no resto do mundo, imagina no Brasil? Coisa de doido.

Quem tem dinheiro tá cagando pra isso, mete uma bmw e foda-se. Se vc é "rico" n precisa falar, as pessoas percebem que vc tem dinheiro, se vc chega num Mustang ou BMW o que elas vão achar?

As pessoas tiram conclusões com base num carro e viajem, essa coisa de low profile n funciona na prática. Se vc tem dinheiro, fatalmente as pessoas vão saber..ninguém é idiota como vcs acham..ainda mais sobre dinheiro kkk

Imagina a situação:

-pow Juiz, onde vc tava? Sumiu nas férias.

-Ah, tava viajando.

-Bacana, pra onde?

2 alternativas--

-Ah para a casa da minha mãe no interior (mentir)

-ah, fui pra Itália
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Seu low profile foi pras picas, as pessoas vão achar, mesmo que você n seja, que é rico.

Outra situação é perguntar onde vc trabalha..o low profile na prática é inibir que terceiros, nego de fora do seu circulo saiba que vc tem um certo destaque, de resto esse ser invisível n funciona no seu circulo. Vocês acham mesmo que seus colegas n comentam pra terceiros que vc é "montado"?

Por isso que eu falo, o low profile só serve pra pobre, não pobre miserável, mas aquele pobre que tem que se matar pra  ganhar seus 6k/mês  como eu.

Rico mesmo não tem como ser low profile, o cara tem que fazer malabarismo pra esconder a vida dele.
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#68
(08-10-2017, 03:01 PM)Pedrosa Escreveu: Entendi o que o Rover colocou em pauta, porém não sou adepto a esse "estilo" de ser. Eu não gosto de ostentar, de usar relógio que nem o do Faustão ou o último modelo de celular. Mas eu gostaria de ter um Audi A4 ou uma Harley Davidson, enxergo low profile como você viver uma vida medíocre por medo dos outros, de atrair inveja ou bandidos, você tá abrindo mão do conforto pra andar em condições muito abaixo do que você pode viver.

Se eu quero ficar rico, no futuro eu pretendo elevar o meu padrão de vida, e não viver pior do que quando comecei a ralar atrás do dinheiro. Acredito que devemos buscar o que seja confortável pra gnt, é aí que entra a frugalidade, gastar dinheiro com aquilo que lhe for útil, e economizar em aquilo que não te interessa.

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Penso assim também

Adoro carros, se eu pudesse teria uma Ferrari mesmo pra andar por aí e foda-se, mas não pra me amostrar e sim pq eu gosto de carro e quero andar na minha Ferrari onde eu quiser! Isso não é ostentar, não gosto de usar ouro, relojão, ficar postando fotinha em rede social (nem tenho essas merdas) e outras babaquices de gente que adora se amostrar.
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#69
Tendo grana por mais discreto q vc seja as pessoas ao seu redor vão descobrir (dependendo do seu salário) as pessoas no huezil gostam de especular e fofocar sobre fulano, gostam de saber sobre as condições financeiras de ciclano.
Eu também quero ter carrão, não pra postar fotinha no face, e sim pq eu me sentiria bem num Foreign Car.
Quero portar Rothco, Presto. Não pra se exibir e sim pq eu gosto dessas marcas.
Se eu fosse ricão não sairia por aí espalhando meus feitos aos 4 cantos, mas querendo ou não, as pessoas iriam descobrir algo sobre mim.
Chaotic Mind - Benji Chasin
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#70
Resumindo o tópico então: não poste sua vida nas redes sociais.

Pq se você curte um carro caro, as pessoas vão ver você com ele na rua ou na garagem do prédio, se curte relógios de marca, você irá usá-los quando for sair, se no trabalho você usa terno ou precisa estar com roupas sociais, quando você sair do trabalho as pessoas irão associar suas vestimentas com uma pessoa com um bom salário, se você faz academia, você chamará atenção nas ruas ( se for forte, claro), se você usa um bom perfume igualmente, poderia ficar o dia citando exemplos aqui.

No meu caso, eu não vejo objetivos meus como algo a mostrar a alguém, mas sim por conforto, por desejo de possuir aquele bem ou até mesmo por mérito.


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#71
(09-10-2017, 08:52 PM)Pedrosa Escreveu: Resumindo o tópico então: não poste sua vida nas redes sociais.

Pq se você curte um carro caro, as pessoas vão ver você com ele na rua ou na garagem do prédio, se curte relógios de marca, você irá usá-los quando for sair, se no trabalho você usa terno ou precisa estar com roupas sociais, quando você sair do trabalho as pessoas irão associar suas vestimentas com uma pessoa com um bom salário, se você faz academia, você chamará atenção nas ruas ( se for forte, claro), se você usa um bom perfume igualmente, poderia ficar o dia citando exemplos aqui.

No meu caso, eu não vejo objetivos meus como algo a mostrar a alguém, mas sim por conforto, por desejo de possuir aquele bem ou até mesmo por mérito.


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Não se trata apenas de "não postar sua vida nas redes sociais". Trata-se também de: fazer ou obter algo porque gosta, não pra que você busque aceitação social em cima daquilo.

Quer ter um carro bom ? ok. Uma roupa boa ? ok também. Só não faça a sua vida girar em torno disso.
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#72
Esse texto é bom pra cacete. Mas acho que a questão é não "se exibir". Se os outros "descobrirem", paciência. Ser low-profile é diferente de virar um ermitão.
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#73
O bom de ser low profile é que você consegue ver quem as pessoas realmente são. Quer saber quem uma pessoa realmente é? Lhe dê poder. Ou finja que ela tem poder ao se fingir de menos poderoso. Nessa caminhada low profile eu cheguei a duas conclusões: a de que a humanidade não tem salvação e a de que seremos nossa própria destruição. Já ouviram falar do Paradoxo de Fermi? Em um universo aparentemente abundante em vida, porque até agora seres de outro planeta não nos visitaram? Uma das hipóteses é que eles tenham destruído a si mesmos.

A Real sob uma perspectiva científica.
Um novo artigo a cada semana (ou não).
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#74
(12-10-2017, 09:44 AM)KiichiChaos Escreveu: Esse texto é bom pra cacete. Mas acho que a questão é não "se exibir". Se os outros "descobrirem", paciência. Ser low-profile é diferente de virar um ermitão.

Com toda certeza. Ser Low Profile não tem nada a ver com virar ermitão. 

O Low Profile é discreto e por isso não ostenta seus bens/conquistas.

O cara pode ter um tanque de guerra em seu quintal, mas não sairá por aí contando a todos sobre sua aquisição. 

O sujeito pode ter dado a volta ao mundo,  mas não fará questão de entupir seu Facebook/Instagram de imagens da sua viagem.
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#75
Eu sou low profile com certeza.....
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#76
Este aqui é Low Profile: 



Bilionário quase anônimo, banqueiro é dono de patrimônio de R$ 5 bilhões

Estadão Conteúdo
01.10.17 - 08h11

No mês passado, os rumores sobre a investida de um desconhecido Banco Clássico para comprar os 20% de participação da Andrade Gutierrez na Cemig trouxe o nome do banqueiro José João Abdalla Filho, dono de 99,99% da instituição, de volta às rodas do mercado financeiro. Aos 72 anos, o investidor é uma figura folclórica no mercado empresarial. Todo mundo já ouviu falar dele, mas poucas pessoas o conhecem pessoalmente.

Apesar de ter um patrimônio de R$ 5 bilhões, o dono do Banco Clássico é “exageradamente” discreto. Não aparece em nenhuma lista de bilionários, não dá entrevistas, não tem registro fotográfico e nunca sai em colunas sociais, mesmo sendo sócio do clube mais seleto da elite carioca, o Country Club do Rio.

Chamado de Juca Abdalla, ele é acionista de algumas das mais importantes empresas do Brasil, como Petrobrás, Eletrobrás, Cemig, Engie Energia (antiga Tractebel) e CEG Rio. O último movimento do banqueiro para ampliar sua participação na Cemig, da qual já tem 12% das ações, parece não ter decolado. Mas ainda é cedo para dizer que o investidor desistiu por completo do negócio.

Ao contrário de um investidor especulativo, ele gosta de comprar ações e continuar com elas durante anos, só recebendo dividendos. Por isso, se especializou no setor de energia – tradicionalmente um grande pagador de bônus – e multiplicou sua fortuna. Uma fonte do mercado financeiro afirma que ele estuda muito o segmento energético e sempre procura “galinhas mortas” – ações que estão muito baratas na bolsa.

No último balanço do Banco Clássico, de junho deste ano, o executivo somava R$ 8 bilhões em ativos, sendo a maioria em ações e títulos mobiliários (descontados dívidas e outros compromissos, chega-se ao patrimônio de R$ 5 bilhões). Ele também coleciona imóveis de todos os tipos, como casarões e prédios comerciais, além de terrenos. Solteiro, o banqueiro evita mostrar sinais de riqueza no dia a dia. Prefere os veículos populares aos modelos importados e opta pelos restaurantes por quilo. Em vez de ternos bem cortados, gosta mesmo é de usar calça e sapatos brancos – um estilo de quem é apaixonado por carnaval e pela escola de samba beija-flor.

Parque Villa- Lobos

A fortuna de Juca Abdalla tem origem na década de 90 com a maior indenização já paga por uma desapropriação no País. A família do banqueiro recebeu uma bolada de cerca de R$ 2,5 bilhões do governo paulista pela desapropriação da área que hoje abriga o Parque Villa- Lobos, na capital paulista.

Juca é filho do polêmico empresário J.J Abdalla, que chegou a ter 32 empresas, foi preso por não pagar impostos e teve bens e ativos confiscados pelo governo. Respondeu a mais de 500 processos por irregularidades empresariais, crimes contra a economia popular e leis trabalhistas. Apesar disso, foi secretário do governo de Ademar de Barros, na década de 40, vereador e deputado estadual e federal. Morreu em 1988, deixando para os herdeiros a briga que travou com o governo estadual pela área do Villa-Lobos.

Juca Abdalla ficou com 70% da indenização – recebida em dez parcelas, entre 1999 e 2009. O primeiro investimento foi em ações da então recém-privatizada Gerasul, hoje Engie Energia, da qual detém 10%.

Mas nem sempre ele acerta. Juca também teve altos prejuízos com suas escolhas. Uma delas foi a Eneva, empresa que já foi do antigo império de Eike Batista. O banqueiro elevou sua participação da companhia durante o processo de recuperação judicial e acabou perdendo cerca de R$ 150 milhões.

Os investimentos de Juca são feitos por meio do banco – que tem apenas oito funcionários – e por fundos de investimentos. Sua discrição é tamanha que até nas empresas em que é sócio ele quase não aparece. Elege alguns conselheiros que fazem o trabalho por ele, como o vice-presidente do banco José Pais Rangel, um ex-funcionário do Banco Central, que virou seu braço direito.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/...0002022463
“A honra, a integridade e a verdade precisam ser guardadas, custe o que custar ao próprio eu.” Obreiros Evangélicos, pág. 447
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#77
Sábio Seu Juca.

Não fosse pela idade, o perfil se encaixaria perfeitamente com o @Rover. Yaoming
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"Facts don't care about your fellings!"

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#78
O mais engraçado da Matrix é que seus conhecidos a protegem inconscientemente e ainda tentam te puxar de toda a forma.

Hoje no trabalho estavam falando de carros, citaram Touareg, Cayenne, Golf, até aí tudo bem, até mandarem que carro bom mesmo está acima de 80 mil e devemos comprar um desses mesmo parcelando, quem me falou isso possui um de tabela a 70 mil parcelado até a alma + seguro de 4k, e nem casa própria tem.

Li uma vez, não sei se procede mas faz sentido para mim, que devemos ter um carro do tamanho de nossa família, e que atenda nossas necessidades básicas, nem mais nem menos, mas que, se precisássemos pôr um teto de valor coerente para compra, ele não poderia ultrapassar 20% de nosso patrimônio pessoal, leia-se imóveis + dinheiro em caixa. Exemplo 250k de patrimônio: Carro de até 50k.
Se o machado está cego e sua lâmina não foi afiada, é preciso golpear com mais força. Agir com sabedoria assegura o sucesso. - Salomão em Eclesiastes 10.10.
Muito cara legal foi parar debaixo de uma ponte por causa de uma mulher. - Bukowski.
As maiores redpills ouvimos da boca de mulheres.
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#79
20% ainda é muito para um bem que só te trará custos. desvalorização e nenhum dividendo.

nessa conta, meu carro custou 5%, e isso quando 0km, quando eu o comprei. se o cara quer mesmo ter uma IF, não deveria ultrapassar os 10%, o que ainda acho muito. carro no brasil é pra rasgar dinheiro, se a pessoa pode rasgar, que vá em frente, eu não posso.
Spoiler Revelar
"Facts don't care about your fellings!"

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#80
Carros em grandes capitais está se tornando insustentável. Ao menos em SP por exemplo os estacionamentos estão um absurdo, fora a gasosa, IPVA alto pra cacete e o risco de ser assaltado por um zé-bostola. 

Por isso que eu estou optando por uma moto de 10,15 anos atrás, carro talvez em última necessidade. Deus me livre de pagar um fígado e dois rins em carro novo que desvaloriza em 50% depois de sair da concessionária, fora os itens que listei acima.
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