22-03-2016, 10:19 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 22-03-2016, 10:21 PM por Remy LeBeau.)
Romantismo como algo benéfico ao homem moderno? Mentira. Isso nada mais é do que um efeito placebo, para um suposto medicamento a uma realidade deturpada, além de uma coleira, que o mangina não percebe e não vê.
Desde a mais tenra idade ocorre uma verdadeira lobotomia no cérebro do homem para acreditar na castidade e pureza da sociedade, mas principalmente nos relacionamentos modernos. É como uma programação mental. A depressão é um reflexo da literal destruição das expectativas plantadas na cabeça dele, já que ele rema-rema-rema e não sai do lugar, acabando na pior, e não compreendendo o porquê das coisas acontecerem daquela forma, se a criação dele dizia o contrário. E o texto é um clássico, apesar do vitimismo, por racionalizar o turbilhão de emoções que o homem sente, quando retira a venda dos olhos e se revolta com tudo que ocorreu e lhe foi ensinado. É aquele sentimento inicial, após tomar conhecimento da Real, ler o material e fazer aquela reflexão introspectiva.
A tal cura do romantismo como cura da depressão, eu entendo que é romper de vez com a crença manginística de que um homem é medido pela mulher, pela quantidade de mulheres, pela quantidade de sexo disponível e também pelo excessivo valor dado ao sexo feminino, tornando-o liberto. E aqui a crítica ao vitimismo do The Truth, que foge dessas conjecturas, e projeta as frustrações e dificuldades do homem apenas para os elementos externos e fugia das responsabilidades individuais de cada um (aliás, ele rodeou na conclusão e terminou o texto fazendo comparações entre a depressão feminina e masculina, quando ele tinha que discorrer sobre a depressão do sexo masculino) . Ele teoriza o problema, descreve, aponta, dá exemplos, mas na conclusão, ao invés de romper com o velho e propor o novo, ele recorre aos velhos raciocínios e hábitos da Matrix: medir o homem pelo sexo feminino.
Não se trata de desmerecê-lo, criticá-lo ou descreditar o seu trabalho, mas sim alertar para os novos pensamentos que permeiam a Real, e que trazem "dificuldades" em adaptar os seus artigos para essa nova realidade.
A lógica de hoje é o Desenvolvimento Pessoal: independência/liberdade, seja emocional, econômica, cultural, espiritual e etc. Racionalizar sentimentos antigos, dos tempos da Revolta já foram. Na época todos estavam nivelados daquela forma, sentindo raiva, dificuldade e desespeança sobre o que fazer com o conhecimento da Real, hoje, não mais. Por isso o "envelhecimento" do material, que é perfeitamente natural diante dos novos tempos.
Truth procura explicar e apresentar fenômenos e problemas, mas não apresenta respostas e soluções. Não é culpa ou demérito dele, mas sim porque os seus textos envelheceram, e demais conceitos foram desenvolvidos ou criados.
Desde a mais tenra idade ocorre uma verdadeira lobotomia no cérebro do homem para acreditar na castidade e pureza da sociedade, mas principalmente nos relacionamentos modernos. É como uma programação mental. A depressão é um reflexo da literal destruição das expectativas plantadas na cabeça dele, já que ele rema-rema-rema e não sai do lugar, acabando na pior, e não compreendendo o porquê das coisas acontecerem daquela forma, se a criação dele dizia o contrário. E o texto é um clássico, apesar do vitimismo, por racionalizar o turbilhão de emoções que o homem sente, quando retira a venda dos olhos e se revolta com tudo que ocorreu e lhe foi ensinado. É aquele sentimento inicial, após tomar conhecimento da Real, ler o material e fazer aquela reflexão introspectiva.
A tal cura do romantismo como cura da depressão, eu entendo que é romper de vez com a crença manginística de que um homem é medido pela mulher, pela quantidade de mulheres, pela quantidade de sexo disponível e também pelo excessivo valor dado ao sexo feminino, tornando-o liberto. E aqui a crítica ao vitimismo do The Truth, que foge dessas conjecturas, e projeta as frustrações e dificuldades do homem apenas para os elementos externos e fugia das responsabilidades individuais de cada um (aliás, ele rodeou na conclusão e terminou o texto fazendo comparações entre a depressão feminina e masculina, quando ele tinha que discorrer sobre a depressão do sexo masculino) . Ele teoriza o problema, descreve, aponta, dá exemplos, mas na conclusão, ao invés de romper com o velho e propor o novo, ele recorre aos velhos raciocínios e hábitos da Matrix: medir o homem pelo sexo feminino.
Não se trata de desmerecê-lo, criticá-lo ou descreditar o seu trabalho, mas sim alertar para os novos pensamentos que permeiam a Real, e que trazem "dificuldades" em adaptar os seus artigos para essa nova realidade.
A lógica de hoje é o Desenvolvimento Pessoal: independência/liberdade, seja emocional, econômica, cultural, espiritual e etc. Racionalizar sentimentos antigos, dos tempos da Revolta já foram. Na época todos estavam nivelados daquela forma, sentindo raiva, dificuldade e desespeança sobre o que fazer com o conhecimento da Real, hoje, não mais. Por isso o "envelhecimento" do material, que é perfeitamente natural diante dos novos tempos.
Truth procura explicar e apresentar fenômenos e problemas, mas não apresenta respostas e soluções. Não é culpa ou demérito dele, mas sim porque os seus textos envelheceram, e demais conceitos foram desenvolvidos ou criados.

