04-03-2025, 07:04 PM
(04-03-2025, 12:48 PM)Concurseiro Escreveu: passavam pirulito no pau e passavam na boca dos outros, gozavam em folha de caderno e colavam na carteira
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk PQP olha o nível desses babuínos.
Como morador contumaz de favelas, o que eu posso dizer é que existem 2 "brasis" no Brasil, basicamente.
Eu não sou oriundo da favela, sou do interior, e as vezes preciso ficar nesses buracos de rato quando estou em SP, pelo custo-benefício. O único estado onde as favelas ainda são tankáveis, é SP.
Esse problema começou no início da república; até a época do fim definitivo da escravidão, o povo brasileiro possuía valores morais bastante parecidos, tanto os portugueses, quanto os cristãos novos, os índios catequizados e os negros que foram sendo alforriados no decorrer do tempo, apesar das diferenças culturais.
Quando iniciou-se a era republicana, e o plano de integração dos negros na sociedade falhou, sugiram as primeiras favelas, mas até então em caráter de pessoas refugiadas. Mesmo os escravos semi-libertos da época, já eram bastante integrados à cultura dominante majoritariamente católica.
Passado algum tempo, veio o boom populacional no RJ e em SP, e veio com ele a segunda geração de favelados, estes oriundos do nordeste, mas mesmo assim pessoas com valores familiares, trabalhadores, católicos e etc.
Só que nas décadas de 60/70, explodiu a criminalidade nessas capitais, à princípio era um tipo de crime que tinham origem na problemática social de abandono e ausência tanto do estado quanto do resto da sociedade. Esses primeiros criminosos, pavimentaram o caminho para o cenário atual, e de lá pra cá, a coisa foi piorando cada vez mais. A esquerda viu nisso uma oportunidade para se estabelecer no poder, e criou diversos mecanismos para a manutenção desse cenário: assistencialismo sem fim, liberação sexual, desarmamento, o ECA e mais alguns outros; favela virou algo cultural. Eles criaram dentro do Brasil, um povo à parte com seus costumes, sua estética e seus valores. Diferente da Europa, onde os povos problemáticos são facilmente identificados por serem geralmente de etnias bem definidas, aqui no Brasil esse novo povo não tinha uma cara, e a cultura desse povo foi moldada de forma artificial e proposital. O favelado padrão surgiu aí. Esse processo já se concretizou, agora eles estão trabalhando numa engenharia social de contaminar o "segundo Brasil" com essa cultura porca que se assemelha muito à cultura pagã da época da cristianização. Por isso é bastante comum ver pessoas de famílias tradicionais, se comportando igual favelados. A bandidolatria que começou nos anos 90 e era algo restrito apenas à essa classe de favelados, agora virou regra dentro das famílias tradicionais. Pouco tempo atrás, o cara virava criminoso geralmente por falta de estrutura familiar e por ter dentro dessa família deficiente, exemplos de criminosos mais velhos (pai, irmão, tios). Hoje em dia, o garoto de classe média cujo o pai é / sempre foi trabalhador, e a mãe dona de casa; sem nenhum exemplo próximo que fundamente a fixação dele pelo crime, está adentrando cada vez mais nas drogas e no crime. Sem falar que o crime organizado está praticamente em todas as esferas culturais da sociedade: músicas, séries, novelas, carnaval.
Eu falo que existem 2 "brasis", porque até mesmo nas favelas que convivi, me deparei com famílias tradicionais de valores, que eram oprimidos por essa maioria de pessoas amacacadas; eu falo maioria porque mesmo o cara que trabalha, ele imita o comportamento dos vagabundos. Inclusive, a maioria dos problemas que eu tive morando nesses lugares, foram com pessoas trabalhadoras clt, o famoso "peão"; é o cara que vai colocar carro de som na sua porta, é o cara que vai arrumar briga com o outro bêbado na porta de bar, é o cara que alimenta o tráfico de drogas e etc, etc. Felizmente eu não tive o desprazer de estudar toda a minha juventude em escolas convencionais, então não tive muito contato com essa molecada que o OP citou, mas o pouco que eu fui, já era notório saber que 90% eram futuros assalariados, mães solteiras, drogados, criminosos e etc. O que é uma coisa bizarra, porque na época dos meus pais, no interior do nordeste, nego matava e morria pra ter a chance de simplesmente estudar. O cara cuidava mais dos livros do que da própria casa, vaga em escola era algo extremamente raro; não era incomum ver a garotada caminhando longas distâncias ou viajando nos famosos pau-de-arara, só pra terem a chance de pelo menos aprenderem à ler e a escrever. Hoje em dia, o cara tem o direito absoluto de frequentar a escola, tem acesso à materiais que, por mais que haja muita doutrinação, são materiais bons ainda no que se diz respeito à matérias de ciências exatas (tu não vai arrumar emprego de "filósofo" ou "historiador"), e esses macacos simplesmente cagam em cima de tudo isso.
Então tem esse Brasil composto por uma nação de favelados com valores morais totalmente deturpados, e há o outro Brasil que é o Brasil das pessoas trabalhadoras, com valores individuais bem definidos, minimamente civilizados e é o Brasil que carrega esse outro Brasil nas costas, porque somos nós quem mais produz riqueza. Enquanto um zé roela pagador de pensão se mata por 12 horas pra receber um salário mínimo, torra metade do salário no final de semana com bebida e putaria, e recebe assistencialismo do governo (bolsa família e agora esse novo programa pra dar dinheiro pra molecada estudar); há um outro cara que, assim como a maioria dos que eu conheço, por mais que trabalhe num emprego bosta, já está planejando o futuro, o cara que sonha em viver fora, em trabalhar numa profissão que ele gosta e sabe que vai render, o cara que fala de investimento, que junta grana e etc. E esse cara que produz, tem que viver todos os dias com a possibilidade de um cidadão da outra classe que eu citei, a classe parasita, vir na reta dele e matá-lo por causa de um celular.
Pelo menos eu enxergo dessa forma, e isso não se reduz apenas ao sudeste. Poucos lugares que eu estive no Brasil, não eram completamente dominados por essa cultura de favelas, lugares muito bons como algumas cidades do interior de SP, interior do Paraná, interior do ES; até poucos anos atrás, no interior da Bahia também tinham lugares bons, mas infelizmente não existem mais. As grandes capitais mesmo estão todas tomadas, no Rio Grande do Sul, eu conheço pessoas que dizem que as cidades grandes estão virando verdadeiros infernos.
Mais cedo ou mais tarde vai rolar um banho de sangue no Brasil, ou a classe dos favelados vai engolir tudo com apoio da esquerda.