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JUVENAS: Guia para lidar com mulheres pt.1
#10
Parte 4 - Por que não adianta discutir com mulheres

Me permita quebrar minhas próprias regras e introduzir esse tema primeiro na esfera maior da sociedade, para depois chegarmos na individual. Isso será um desvio de curso, mas será importante para que dê para passar os pontos mais adiante.

Acho que não é novidade para ninguém que chegamos num estágio de sociedade que a divisão entre homens e mulheres só aumenta e não tem nenhum caminho óbvio de volta. Uma sociedade enfraquecida, estremecida pela violência e pela desconfiança entre os sexos é prato cheio para globalistas e para governos autoritários.

Com tamanho emasculamento dos homens, propaganda feminazi, epidemia de falsas acusações, narrativas muito bem financiadas por ONGs e governos de que o homem é um agressor, potencial estuprador, machista opressor e todas essas merdas que vocês já estão cansados de ouvir, não é de se estranhar que o estado de hostilidade do homem seja o padrão. As feminazis por favor não venham me encher o saco, chamar uma mulher de vadia é um simples xingamento, algo de muitas ordens de magnitude menor do que acusar um homem de um crime grave.

Não tá fácil pra ninguém. Tanto que nem homens com mais status estão a salvo e apesar de ser numa proporção bem menor, também sofrerem os efeitos, em especial das espertinhas que tentam enquadrar esses caras, como no caso do Neymar, por exemplo, que só se safou por conta das provas gravadas. Já dá para tirar muitas lições daí, mas vamos focar numa mais importante.

Mesmo com um número modesto de mulheres do nosso lado, mesmo considerando as convervadias como aliadas ao menos para efeitos ideológicos, acredito que passamos muito do ponto em que pode haver diálogo entre os sexos. A primeira onda do feminismo abriu a porta do diálogo (mesmo com alguns problemas), mas a segunda onda do já feminazismo a fechou e as subsequentes só reforçaram com barricadas toda essa chance, até hoje chegarmos numa barreira impenetrável. Não dá mais para conversar com as mulheres, em especial negociar questão dos papéis de cada um (irônico visto que elas quem mais reclamam de terem recebido um papel pior e de que papeis de gênero não podem ser pré-definidos!), impossível de conversar as questões reprodutivas (anticoncepcionais, dsts, aborto, etc), e muito difícil se falar de quaisquer outras situações sociais e até mesmo familiares (divisão de bens, guarda dos filhos, etc).

É impossível conversar com as mulheres. Isso por que elas não estão dispostas a negociar a sua "soberania" em especial no que tange essas questões. Quem já leu o que eu escrevo já sabe o motivo, se não tiver entendido deixa aí um comentário que eu explico depois.

As mulheres temiam ser chamadas de "o segundo sexo" ou "o sexo inferior", mas hoje em dia o papel social da mulher se resume a tentar emular um certo padrão de homens, e elas não tem conseguido bem, por terem escolhido as carreiras, se tornaram mulheres tristes e não realizadas, não importando a posição que alcançassem ou o dinheiro que ganharam. Tire suas conclusões daí se elas não se tornaram exatamente o que diziam estar lutando contra. Mas eu digressei um pouco aqui, me permita retomar o ponto.

Qual o resultado disso?

Isso tem como efeito imediato desde a morte das cantadas toscas, até da possibilidade de você cortejar qualquer mulher que não tenha interesse em você sem ser considerado um assediador, tornando toda comunicação que deveria ser natural num jogo tenso onde você pode estar arriscando arruinar sua vida justamente por falar com determinada mulher. Faça as contas, homens emasculados + mulheres arrogantes + sociedade misândrica. Pode parecer óbvio o que estou falando aqui, mas em geral o pessoal esquece de levar essa análise até as últimas consequências lógicas.

Com o corpo de leis atuais, clima de tensão entre os sexos, supostamente criados para defender as mulheres e as famílias, vemos sem nenhum surpresa o efeito contrário de um número cada vez menor de famílias estáveis, muitos filhos de mães solteiras criadas sem a referência psicológica de um pai, essencial para a formação do seu caráter e personalidade. Entre outros fatores diversos que os confras já falam aqui todo dia, evidente que é uma equação complexa. Mas como resultado final vemos mais criminalidade, mais miséria, menos desenvolvimento. Sem a família como célula base da sociedade, alguma outra coisa vai ocupar esse vácuo, só não me pergunte o quê, mas coisa boa não será.

Com essa tensão não é de estranhar que o número de divórcios aumente, o de casamentos caiam, que a taxa de natalidade também caia. Pensa bem, como isso já são problemas sociais enormes. E os problemas são como juros compostos, se juntam uns aos outros. Some esses problemas ao do parágrafo anterior: menos filhos de famílias estáveis num cenário onde ele vão ter que estar no mesmo espaço da outra categoria, como eles serão presas fáceis num mundo onde ativistas e sabe lá quantas ondas de lavagem cerebral ideológica vão tentar colocar na cabeça dos seus filhos. É bem como diz o ditado por aqui "Casa que é bom". Não há mais esperanças românticas para os pobres matrixianos que sonham formar família e quiçá ter filhos, o casamento é uma instituição falida e a tendência é só piorar.

Como resultados do rastro de destruição das ideologias nefastas já vimos nos anos anteriores as carreiristas reclamando que não recebem mais a atenção que queriam, que se arrependem de não ter escolhido ter famílias, que não acham "homem que preste" (para seus padrões absurdos e irreais), algumas tontas vão começar a espalhar que homens não querem mais saber das mulheres, apesar disso ser inexato tem um fundo de realidade. 

Ainda não é assim, nem irá ser jamais enquanto elas tiverem uma horda de homens escravizados por migalhas de buceta, mas haverá a minoria dos homens realmente desejáveis, uma outra parte menos desejável correndo atrás do desenvolvimento, e nenhuma dessas vai querer se misturar com qualquer mulher. Como resultado as mulheres sofrerão também, ficarão com o lixo dos homens, filas e mais filas de homens sem bolas, feministos, esquerdomachos e afins. Das duas uma, ou se adaptam tentando pegar os homens em desenvolvimento, se tornando melhores ou melhorando suas técnicas de disfarce, ou baixam o nível da régua para não ficar encalhadas, apesar de que ambas hipóteses são igualmente difíceis de ocorrer face a hipergamia delas.

Nessahan Alita já mostrava como é inútil tentar botar razão na cabeça de uma mulher "espertinha" quando se trata de uma relação amorosa, e que argumentar com elas era inútil pelo uso da lógica emocional própria delas ser diferente. Elas vão distorcer a lógica convencional e fazer todo tipo de exercício mental para justificar o injustificável, incluindo suas atitudes daninhas. Aqui quero expandir isso para o contexto geral, não só de discutir a relação, as infames DRs, mas expandir para a maioria das interações sociais e até as particulares que terão com as moças, em especial as trapaceiras amorosas que podem te esfaquear pelas costas a qualquer segundo: Não dá para tratar as mulheres de maneira "debativa" sob nenhuma hipótese, então por tabela é impossível de negociar. Acabei de falar ei que não dava pra levar a sério o que mulheres falam, né? Retiro o que disse, hoje em dia não dá para sequer estabelecer conversa para nenhum assunto que seja sério para os dois, imagina perder tempo tentando acertas as diferenças. Certos tipos de mulher são imunes ao diálogo e em caso de desavenças inconciliáveis só recomendo apenas se afastar e procurar outra mulher.

E não é por conta de medo mesmo tendo um fator de risco, não é por conta de que não se deve interagir mais com mulheres, como diria algum MGTOW tolo. Nós teremos que interagir com o sexo oposto, isso é inevitável, então que otimizemos isso da melhor forma. O que creio que o motivo que mais conta é por que é inútil tentar dialogar e colocar qualquer ideia racional na cabeça delas, não enquanto elas estiverem embriagadas por feminazismo rampante prometendo-lhes ilusões, ou por poderem tirar vantagem de qualquer situação bastando apenas a sua palavra, ou pela incapacidade de ceder nas questões reprodutivas, de negociar os papeis numa relação. Quem quiser ter relacionamentos daqui para a frente vai ter que se atentar muito ao tipo de mulher que tem na frente, e aconselho não gastar energias com certos tipos, o que dirá tentar debater ou discutir, e terá que tentar salvar a sua própria sanidade.

Capítulo 2 - Influencia das redes sociais no jogo dos relacionamentos

Parte 1 - As redes e a explosão da Hipergamia

Continua...
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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RE: JUVENAS: Guia para lidar com mulheres pt.1 - de Wild - 22-12-2024, 02:02 AM

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