Avaliação do Tópico:
  • 0 Voto(s) - 0 em Média
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
Homem Honrado do mês de Agosto - 2019
#1
Homem Honrado do Mês de Agosto - 2019


Citação:Essa seleção é importante por promover comportamentos masculinos honrados, exaltando a figura de homens de valor, que atualmente é esquecida de propósito pela mídia, que só pensa em exaltar a figura feminina e demonizar a masculina. Então iremos resgatar e exaltar a figura masculina como algo de valor e honrado! - Libertador




Vamos à oitava votação mensal para os Homens Honrados de 2019. A cada mês, até novembro será eleito um HH, que no final concorrerá com os demais para o título de HH de 2019, na votação a ser realizada em dezembro/19. Qualquer usuário com patente de soldado ou superior poderá organizar os tópicos, com liberdade para escolher os candidatos, abrir o tópico a indicações de candidatos, ou criar temas para as votações caso seja de seu interesse. Caso dois ou mais usuários manifestem interesse em criar um tópico, os usuários com maior reputação e patente terão prioridade.



Vencedor de 2018 foram os Pracinhas da FEB. Vejam o tópico criado pelo Fernando_R1 para mais detalhes de sua história.


Vencedor de fevereiro de 2019 foi Jair Messias Bolsonaro.
Vencedor de março de 2019 foi Bruce Lee.
O vencedor de abril de 2019 foi Tommy Robinson.
O vencedor de maio de 2019 foi Miyamoto Musashi.
O vencedor de junho de 2019 foi Nessahan Alita.
O vencedor de julho de 2019 foi Alberto Santos Dumont.



[Image: statue-of-patriot-and-national-hero-paul...DDJR17.jpg]





Os Patriotas


A votação desse mês terá como tema homens que amavam (ou amam) suas nações, povo, língua, ou costumes, e demonstraram isso através da Honra. As indicações ficaram abertas até o dia 18/08 e no dia 19/08 será aberta a enquete.

E já vou indicar de cara o presidente húngaro Viktor Órban

[Image: lead_720_405.jpg?mod=1557506298]

Viktor Orbán será atualmente o líder mais controverso da Europa. Um politico impossível de ignorar, tanto pela forma como desafia as regras europeias, como pelas leis que adota no próprio país. Provavelmente é o único líder da Europa de leste de quem conhecemos o nome.
Nascido em 1953 numa vila do norte da Hungria, Viktor Orbán é filho de um agrónomo e de uma educadora do ensino especial e terapeuta da fala. O atual chefe de Governo é o mais velho de três irmãos. Durante a infância, a família mudou várias vezes de localidade. O jovem Viktor foi saltando de terra em terra. Enquanto frequentava o ensino secundário inscreveu-se na juventude comunista, já que essa era a única forma de ter acesso à universidade.

Antes de ingressar na faculdade de direito, cumpriu dois anos de serviço militar. Em 1986, Orbán casou-se com Anikó Lévai e juntos tiveram cinco filhos, quatro raparigas e um rapaz. Dois anos depois, tornou-se um dos criadores da Aliança dos Jovens Democratas, o partido que hoje é conhecido por Fidesz. Nos primeiros anos de existência, este era um partido liberal com a particularidade de, até 1993, só aceitar que se filiassem as pessoas com menos de 35 anos. Orbán tornou-se rapidamente porta-voz da formação, mas a carreira politica começou a ganhar notoriedade quando, em 1989, discursou na cerimónia que marcou o enterro oficial de Imre Nagy, líder da revolução de 1956.

O futuro primeiro-ministro húngaro, com 25 anos, falou em nome da juventude da Hungria e exigiu a retirada das tropas soviéticas do país. Orbán defendeu que o comunismo e a democracia eram incompatíveis e denunciou a invasão soviética de 1956 em termos que não eram habituais para a época. Perante 250 mil pessoas, reunidas na praça dos heróis, considerou que as consequências da forma sangrenta como os soviéticos esmagaram a revolução húngara ainda se faziam sentir e que estava na altura de o país se libertar. Viktor Orbán criticou duramente os líderes húngaros, acusando-os de hipocrisia por dizerem defender as reformas do homem que tinham condenado à morte.SUBSCREVER

A par da política, Viktor é um apaixonado pelo futebol. O atual primeiro-ministro húngaro chegou a jogar a nível profissional no "Felcsut FC". O filho seguiu-lhe as pisadas e os dois ajudaram a criar uma academia para formar jovens futebolistas húngaros.
Antes de se dedicar à politica a tempo inteiro, Orbán ganhou uma bolsa de estudos num grupo de pesquisa sobre a Europa Central e Oriental, patrocinado pela Fundação Soros. Em 1989, recebeu uma outra bolsa da mesma fundação para estudar filosofia política na Universidade de Oxford. George Soros, o milionário que criou a Fundação, é hoje o maior inimigo de Orbán que o considera responsável por grande parte dos males do país.


Em 1990, Viktor Orbán foi eleito para a Assembleia Nacional e três anos depois chegava a líder do Fidesz. Nas eleições de 1994, o partido perdeu representação parlamentar e o líder reorientou-o para o centro-direita. Quatro anos mais tarde, o Fidesz e os seus aliados (de centro-direita) conquistaram o maior número de deputados e Orbán chegou a primeiro-ministro. Como chefe de Governo deu os passos necessários para que a Hungria adotasse uma economia de mercado. Ao mesmo tempo, reivindicou um papel ativo para a Hungria nos assuntos europeus e supervisionou a entrada do país na Organização do Tratado do Atlântico Norte.
No virar do milénio, Orbán acabou por ser afastado da liderança do Fidesz, e depois da chefia do Governo, quando o partido sofreu uma derrota eleitoral nas legislativas. Mas não ficaria muito tempo no "desemprego" porque foi eleito vice-presidente do Partido Popular Europeu. Em 2003, voltou à liderança do Fidesz, mas, quando a formação perdeu novamente as eleições, ouviram-se vozes a pedir-lhe que abandonasse o cargo. A popularidade de Orbán regressou quando se descobriu que o partido vencedor das legislativas tinha apresentado dados falsos sobre a economia para conquistar votos.
Os húngaros não gostaram de se sentir enganados e saíram para a rua. Num primeiro momento Orbán apoiou os protestos, mas quando os manifestantes começaram a recorrer à violência afastou-se. Em abril de 2010, depois de mais uma vitória eleitoral, voltou ao cargo de primeiro ministro. É a partir dessa altura que se torna mais evidente a rutura com Bruxelas.
Defende de forma intransigente a soberania nacional e não esconde a desconfiança em relação à União Europeia e a outros governantes da Europa. Orbán faz eco dos ressentimentos das que antes eram conhecidas como "classes operária e camponesas", pessoas amarguradas com a crise económica e ressentidas com uma classe política cada vez mais distante. É um populista económico e um conservador social, que não se importa de invocar os valores cristãos e de deixar claro o desprezo que sente pela corrupção, pelo sexo e pela violência que, segundo ele, marcam as sociedades ocidentais.
Viktor Orbán diz que em 90% dos países europeus existe uma lacuna gigantesca entre a opinião do povo e a política adotada pela elite. Para muitos analistas, ele é o responsável pelo surgimento das políticas iliberais na Europa defendendo que a democracia liberal não vai continuar a ser globalmente competitiva. Para Orbán é preciso entender como é que sistemas que não são democráticos, ocidentais ou liberais podem construir países bem-sucedidos e dá o exemplo de Singapura, Rússia, Turquia e China.
Orbán tem feito também das migrações e do islamismo um cavalo de batalha que, muitas vezes, o coloca em rota de colisão com diversos países europeus.Durante a crise migratória de 2015, foi rápido a construir um muro de arame farpado para impedir a entrada no país daqueles que, ilegalmente, entravam na Europa a partir do Mediterrâneo. O chefe de Governo é claro a dizer que não quer estrangeiros que possam de alguma forma alterar a estrutura social e cultural do país. Entre os estrangeiros, os muçulmanos são os mais indesejados.
Orbán é ainda defensor do restabelecimento da pena de morte, de um controlo efetivo da liberdade de imprensa e tem tornado muito difícil a sobrevivência na Hungria de todas as organizações e instituições com ligações ao estrangeiro. No centro das atenções está qualquer possível ligação a George Soros. Ao longo dos anos, o milionário norte-americano nascido na Hungria, gastou centenas de milhões de dólares para financiar projetos de educação e da sociedade civil na Hungria, através da Open Society Foundation. Depois tudo mudou em 2015.
A reputação do milionário foi seriamente afetada quando defendeu o tratamento humano dos refugiados, afrontando diretamente o que estava a ser feito por Orbán. A partir daí, a campanha contra Soros foi subindo de tom, com o primeiro-ministro a acusá-lo de ter arruinado a vida de milhões de pessoas através de especulações monetárias. Recentemente, nas ruas do país surgiram cartazes com as caras de Soros e de Juncker e acusações de estarem a preparar um plano para obrigar os países da União Europeia a aceitarem refugiados.
Esta campanha foi a gota de água para o Partido Popular Europeu. Esta semana, o PPE suspendeu o Fidesz e impôs um conjunto de condições para evitar a abertura de um processo que pode conduzir à expulsão. Além disto, o Partido Popular Europeu exigiu esclarecimentos sobre o encerramento da Universidade Central Europeia (financiada por Soros) e sobre a campanha que visa diretamente o presidente da Comissão Europeia e membro do partido, Jean-Claude Juncker.
  • Citação:Sem a visão de um objetivo um homem não pode gerir a sua própria vida, e muito menos a vida dos outros.
Leia: Nuvem de Giz
Responda-o
#2
Agora é a hora e vez de Donald Trump.

Donald John Trump (Nova Iorque, 14 de junho de 1946) é um empresário, personalidade televisiva e político americano, sendo atualmente o 45.º presidente dos Estados Unidos. Trump é descrito como não-intervencionista e nacionalista.Ele apoia uma política "America First".

[Image: trump-2.jpghttp:]

Algumas características patrióticas:

> Lema de campanha: Make America Great Again!

Política anti-imigração, com a pretensão de construir um muro na fronteira com o México;

> Medidas protecionistas, incluindo tarifação das importações da China, o que gerou uma guerra comercial com o país asiático;

> Aumento do orçamento para gastos militares;

>  Anunciou a retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris, tornando os EUA a única nação do mundo a não ratificar o acordo de proteção ambiental.

[Image: make.jpg]
Responda-o


Possíveis Tópicos Relacionados...
Tópico Autor Respostas Visualizações Última Postagem
  Homem Honrado do Mês de Julho - 2019 Mr. Rover 16 728 07-08-2019, 02:40 PM
Última Postagem: Temujin
  Homem Honrado do Mês de Junho - 2019 Libertador 10 462 15-07-2019, 10:20 AM
Última Postagem: Jagunço
  Homem Honrado do Mês de Abril - 2019 Temujin 18 503 09-07-2019, 05:51 PM
Última Postagem: Jagunço
  Homem Honrado do Mês de Maio - 2019 Raynor 9 393 18-06-2019, 08:43 PM
Última Postagem: Mr. Rover
  Homem Honrado de Março - 2019 Temujin 15 578 02-04-2019, 11:00 AM
Última Postagem: Temujin

Pular fórum:


Usuários visualizando este tópico: 1 Visitante(s)