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[RELATO] Chegando ao fim de um relacionamento
#1
Big Grin 
Citação:Olá, galera,  estarei postando aqui um relato recente meu a título de ilustração da prática de conhecimentos da Real, além de conter várias dicas de abordagens minhas que usei para lidar com a situação. É um relato de experiência de batalha que espero que seja de utilidade aos demais.

Ele é um recut/edit (com várias edições e contado de outra maneira) do seguinte relato ocorrido em "tempo real", que postei no fórum do Búfalo há pouco mais de dois meses: http://forum.bufalo.info/showthread.php?tid=9667 e sua continuação que ocorreu faz nem um mês: http://forum.bufalo.info/showthread.php?tid=9689 . Sim, filme de terror é ruim, mas sempre tem uma continuação que é pior que o original...

Quem ainda não viu lá, recomenda que não veja, pois aqui passarei ele a limpo, melhor corrigido e mais coeso e bem organizado. Vou postar a medida que for escrevendo/editando texto suficiente. Vou dividir cada tópico daquele meu relato como se fosse um filme diferente e ir acrescentando os atos aos poucos seguindo uma estrutura pré-determinada. No último ato de cada filme eu vou resumir melhor as lições dele e explanar os estratagemas usados. Sem mais delongas, vamos ao filme, peguem a pipoca e divirtam-se.

CHEGANDO AO FIM DE UM RELACIONAMENTO I
O Início do Tormento

Sinopse

Esse é o tipo de cara que eu sou: um bobo que podem passar em cima pra quase tudo, mas que tem uma ou duas coisas que defende veementemente. Compromisso com a Verdade é uma delas. Essa é mais uma parte da minha saga contra a insinceridade feminina característica que tanto me aterroriza. Vou contar meu tortuoso caso mais recente de como terminei namoro com uma mentirosa premeditadora das suas vigarices e como saí dessa bagunça toda.
Gênero: Terror, Comédia Big Grin

Prólogo

Quem leu meu primeiro relato num fórum da Real (de mais de 5 anos atrás) sabe quanto me adoece a falta de sinceridade feminina. Simplesmente me adoece a alma pois eu sou uma pessoa que preza por sinceridade, já que sempre procurava me manter na linha e ser um cara honesto e certinho. Uma simples mentirinha acumulada por muito tempo, na ocasião do relato da BM, me fez um mal muito grande e eu por não conseguir lidar com isso acumulei raiva por muitos meses. Por sorte descobri a Real e essa pode ter me safado de fazer uma grande besteira.

Em tempos recentes, já havia algum tempo vinha relatando como a vida tem sido bem mais tranquila no último relacionamento pois foi o primeiro que de fato entrei no modo Full Real. Algumas flags, atitudes estranhas, mas nada comprometedor. Não era um relacionamento perfeito, mas não entrei de cabeça e evitei muitas dores, graças aos ensinamentos da Real. Só que mesmo com aplicações dos referidos mestres, isso nunca nos dá garantia 100% de que não seremos tapeados por uma espertinha, e é isso o que veremos agora como aconteceu. É que descobri graças a um pouco de astúcia combinada de sorte, que as coisas não eram exatamente bem como pareciam.

Parte 1 – Ato 1 – Apresentação: Todo o horror talvez já fosse esperado

Pra dizer logo a queima roupa: descobri que a namoradinha do Wild aqui não só abriu brecha para outro macho, como mentiu sobre o fato de não estar namorando para ele e queria encontrá-lo pessoalmente. É...

Mas antes dos pesares, vejamos um pouco de background: Ela trabalha o dia todo e tem aula à noite em certa faculdade. Numa pesquisa rápida no FaceCu da vida descobri que o camarada estuda na mesma faculdade que ela, só que outro curso diferente. Depois por meio de algumas informações inferi que provavelmente a conheceu no trabalho dela; eles não haviam se encontraram ainda por que ainda tinham trabalhos da faculdade e só deveriam se ver dentro de duas semanas da data do relato.

Como eu descobri que existia esse camarada? Vou colocar vocês na cronologia. Esse fim de semana viajamos eu e ela juntos de uma galera pra capital, programa relativamente normal para um fim de semana. Em determinado momento quando estávamos no shopping, fim de tarde, na hora dela mexer o celular vi algo suspeito dela arrastando mensagens de um tal. Fiquei desconfiado, mas permaneci quieto. Daí pouco depois tive a chance de pegar o celular dela desbloqueado pra tirar uma foto que ela pediu. Na primeira brecha que achei, guardei o celular dela no bolso e disse que precisava ir ao banheiro (e precisava mesmo). A desconfiança se pagou, de certa forma.

Lá no banheiro, consegui ver o converseiro no Instagram. Tirei fotos com o meu celular pra guardar de prova (spoiler: não precisei usar elas até hoje nem nunca espero usar!), não comentei nada com ela, depois apenas devolvi o celular. Sangue de barata na veia, segui normalmente a programação como se nada tivesse acontecido. Ela parecia estar um pouco mais nervosa que de costume, mas não dei nem um pio e ela também não. Já de noite, na volta quando estávamos na van, passamos por mais 6 horas de viagem, hora eu no colo dela, ora ela no meu, e eu só processando a situação toda. Haja sangue de barata, paciência e dissimulação da minha parte, foi bem tenso, mas mantive o cool.

Esse tipo de situação é aquela que a gente sabe o quanto o sujeito está fudido de apego ou não: um cara descontrolado teria estragado o clima da viagem da galera, teria polemizado, ido tirar satisfação, brigado, gritado, esperneado, talvez até espancado a moça... Claro, não fiz nada disso, fiquei na minha, só esperando o tempo passar, e ele estava passando anormalmente devagar, parecendo que queria me torturar.

Durante o tempo vago pensando, na nossa cabeça se passa mil coisas, quem já viveu sabe como é: pensava conversar com ela, conversar com o cara dizendo que ele foi enganado, conversar com a mãe e o pai dela, conversar com minha mãe e com minha família pra explicar a situação, bolar uma tramoia pra pegar ela em contradição, e por aí vai.

No fundo disso tudo sempre tem aquela pontinha de esperança: o cara quer acreditar que isso é mentira ou armação, que aquilo não está acontecendo. Isso é perigoso pois a mente do cara pode querer sabotá-lo. Ou seja, a mente do cara pode entrar em estado de negação da realidade patente. A realidade tá vomitando na sua cara e você a ignora com fosse invisível... Felizmente sou centrado e não me excedi em nada, com todo treino da Real, eu só pensava em dar um fim o menos escandaloso o possível, apesar de uma pontinha de nervosismo.

O fato concreto é que esse tipo de atitude (dar brecha, mentir que não namora, marcar de encontrar com outro cara) é inaceitável sob nenhuma hipótese e ela comprou o término do nosso relacionamento, simples assim. Ela o condenou ao fim. O fim por si só é pra ser irreversível e isso precisa ficar bem gravado na cabeça da mulher... Falar em cabeça, naquela hora minha cabeça estava a mil, eu até sabia o que devia fazer e iria fazê-lo, mas precisava acertar os detalhes. Ao chegar em casa não consegui relaxar, fui ouvir a voz da experiência, relatando aos meus caros confrades do Fórum do Búfalo.

Parte 1 – Ato 2 – Conflito: Se preparando para combater a assombração

Tudo isso eu tinha relatado de sangue quente, sem conseguir dormir, imediatamente após o ocorrido. Ao falar com os búfalos é notável o esforço na qual eles vêm para ajudar um cara no momento de necessidade. Sim, esse era eu, mesmo com toda a Real, administrando um relacionamento tranquilamente com calma estoica e pouco apego, precisei de dar um fallback e tirar um tempo pra repensar as estratégias.

Com um pouco de pensamento consegui em primeiro lugar mitigar aquela primeira raiva e vontade xingar que aparece logo depois que você pode virar as costas para a situação. Relatar tudo no fórum ajudou muito neste feito, pois daí pude parar pra examinar a situação mais racionalmente no momento que transmitia o que houve com palavras.

Uma vez botada em ordem os acontecimentos e eliminado a raiva primordial, vem os raciocínios que o ajudam a colocar de volta na realidade: Não, não era brincadeira, se fosse mentira, seria de mau gosto e o fim seria o mesmo. Agora tudo o que faltava era eliminar da cabeça o que fosse desnecessário e bolar o plano de ação com ajuda dos confrades. Tendo postado consegui desabafar e relaxar um pouco. Daí tirei a noite para descansar e esperar as respostas dos amigos búfalos com as sugestões e palavras de apoio.

Ainda bem que consegui dormir, no outro dia eu já estava bem melhor e podia pensar com mais clareza. Cheguei a algumas conclusões provisórias: Em primeiro lugar o ideal era continuar no tom de envolver o mínimo de gente possível, só pelo fato de eu ter me segurado por tantas horas já foi um teste de paciência descomunal, eu não podia estragar os resultados de tudo até então. Então nada de falar com o cara, com a mãe ou o pai dela, nem fazer nenhum tipo de alvoroço ou de plano pra sabotar o encontro dos dois diretamente. A ideia era bem simples: Terminar com ela na tranquilidade. Se alguém depois perguntar eu só digo que acabamos e no máximo dar alguma satisfação pra minha família.

 A princípio eu queria esperar uma semana, medida de tempo padrão dos contatos, e régua de tempo que eu usava para reavaliar meu apego e corrigir o curso do relacionamento, já que a gente só se via aos finais de semana (e eu tinha todo o resto da semana para trabalhar meu lado interior e por meio de mensagens retificar algumas coisas. Sempre usando o tempo a meu favor, lição importante essa que já destaco aqui). Só que por insistência dos confrades, estes me recomendaram não teria motivo para espera neste tipo de situação e acabei concordando.

Tirei também da cabeça qualquer peninha que eu tinha do cara, que no fim das contas era não apenas um enganado: era um lambedor de salto, um caso perdido. As mensagens dele pra ela chegavam a dar nojo. Pela pouca conversa que eu vi dos dois, o cara era um bobalhão apegadinho que não para de elogiar ela como se fosse uma deusa. Era de dar dó, eu confesso que bem que queria contar a verdade a ele, ao menos para romper esse ciclo dela enganando a mim e a ele.

Mas é aquela coisa, não fosse ele, seria outro, a culpa também é do cara ao se submeter nesse tipo de situação. É óbvio que ela tava usando-o pra inflar o ego, e provavelmente só ia se aproveitar do coitado dando falsas esperanças. A minha fala completa (gostei bastante dela, vale conferir) pode ser vista aqui:
http://forum.bufalo.info/showthread.php?tid=9667&pid=234130#pid234130

Depois de descansado e balizado o pensamento, era chegada a hora de botar o plano em execução. Eu já tinha marcado as condições e estava com todas as cartas que eu precisava em mãos.

Continua!

Parte 2 – Ato 3 – Clímax: É chegada a hora do exorcismo
(em breve!)

Parte 2 – Ato 4 – Conclusão: Entre mortos e feridos, no final temos que...
(em breve!)

Epílogo
(em breve!)

E com isso devemos acabar o primeiro filme. Mas lembram do que falei lá em cima? Terá mais...

Spoiler Revelar
Chegando ao fim de um relacionamento II - O "quase-retorno"
Uma Produção Wild Bear Filmes
Diretor Fulano de Tal
Produção Fórum do Búfalo Filmes
Em breve em cartaz no circuito Legado Realista!
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
Responda-o
#2
Parte 2 – Ato 3 – Clímax: É chegada a hora do exorcismo

Bom, é chegada a hora do embate. É necessário manobrar com cuidado e agir com toda a precisão. Cheque-mate! Consegui concluir as coisas até melhor que o planejado. Eu fiquei assustado e impressionado comigo mesmo, foi um show de frieza e tranquilidade, cordialidade e bondade até.  Deixem-me contar minha tática para vocês...

Era necessário que eu ouvisse algumas coisas da boca dela pois assim ela abriria a guarda e entraria em contradição. A princípio perguntei o que sentia por mim, pedi pra ela falar. Ela falou que gostava, aquela coisa bonita e tal. Depois falei que estava achando que tudo no nosso relacionamento tava indo muito bem, que curti a nossa viagem e por aí vai, e que tinha ideia de começar a anunciar nas redes sociais o nosso namoro. E perguntei se ela concordava, ela disse que sim, mas logo acrescentou que preferia esperar mais um pouco, ter 1 ano de namoro. Eu concordei.

Vocês já devem ter notado aí a primeira armadilha: colocar isso em público botava abaixo o plano dela sair com o outro carinha, mostraria que ela está ou mentindo ou era comprometida, ou a realidade: ambos. Por isso ela quis esperar mais. Consegui pegar a reação dela, até então mantendo a fachada. Detalhe que não há fotos nossas nas redes nem nada é anunciado, o máximo que apareci junto dela no passado em alguns stories do Insta e mesmo assim nada muito romântico, quem visse de longe pensaria que sou só mais um amigo (muitas vezes no meio de outros amigos), ela conseguiria enrolar qualquer um nessa condição. Ela é especialista em fazer esse tipo de coisa, postar fotos das nossas situações a dois da maneira mais disfarçada o possível, coisa de gênio. Fazia um tempo que ela não postava nada nosso.

Eu já tinha o que queria, mas precisava cavoucar mais... Comecei a puxar assunto de uma conversa inacabada que tivemos, meio que uma briga mal resolvida de uns dias atrás. Quando então ela me questiona por que eu queria, naquele momento ruim pra ela, conversar aquilo (ela tinha saído do trabalho e ia pra faculdade fazer uma prova em pouco tempo). Claro que a curiosidade de falar comigo foi mais forte do que me fazer esperar quase uma semana pra gente se ver, como era de costume da gente. Como falei, tive que ser malandro e jogar com isso. Disse a ela que já ia explicar o motivo de ser naquele momento...

Uma vez contextualizado tudo e dada a abertura, pergunto quem era o tal do sujeito e o que conversavam, ela dizendo que é um cara que havia conhecido enquanto trabalhava e tal, mas não fala nada revelante até aí. Daí falo que vi uma notificação de mensagem dele no celular dela, ela retruca dizendo que adicionou ele no Instagram e que isso não tem nada demais. Depois digo que o cara estudava na faculdade tal, daí ela me revela que é "um amigo normal e que conversa como qualquer outro". Reparem bem na estratégia: Fui sempre soltando uma pequena informação nova, e ela sempre informando um detalhe, justificando, omitindo ou inventando, mas sem deixar cair a fachada nem falar tudo de vez. E eu ia aprofundando cada vez eu mais e ela se segurando, por dentro provavelmente implorando para eu não saber demais.

Continuando: Depois falei que vi a conversa dos dois no celular, e ela me diz na cara dura que apenas "queria saber quais as intenções dele". Mentira deslavada, claro. Daí eu falo que eu não era besta, vi que ela mentiu pra ele dizendo que não tinha namorado e estava marcando de sair com ele. Ela começa a ficar sem reação, aos poucos percebe que eu já sabia demais, tenta se esquivar dizendo não ter tido tempo de ter comunicado a mim o que houve, mas também retruco dizendo que essa conversa já tem acontecido há vários dias e era pra ela ter comunicado algo assim imediatamente.

Como podem ver o negócio ficou arriscado. A depender da garota, podia ter surtado alí mesmo por ter sido pega em contradição. Já essa, tava mantendo a fachada, sempre inventando mentiras e justificativas e segurando a barra bem. Eu, que não sou burro, aproveito de toda desculpa dela e as destruo com uma delicadeza impressionante. Fineza, autocontrole, calmamente e olhando nos olhos.

Ela não tinha pra onde correr a não ser tentar inverter a culpa questionando minha atitude. Eu respondo também que não achei correto, mas que eu merecia saber a verdade. Quando terminei de falar tudo e que sabia que ela tinha mentido pra ele e pra mim, e que uma garota compromissada falar que não namora e querer sair com outro é dose, não tive muito pra onde correr, disse que estávamos num impasse e que não tinha jeito a não ser terminar, pois ela tinha ido longe demais. A partir do momento que ela diz para um homem que está solteira, é por que estava mesmo, e que ela me deu salvo conduto para fazer o mesmo que ela.

Em suma deixei bem claro que foi ela própria que fodeu com o relacionamento e que eu não tinha escolha. Ela meio que tentou contra-argumentar pra pedir um tempo, mas já havia falado antes o que significava dar um tempo pra mim (término definitivo pelo que acordei com ela antes de namorarmos, problemas no relacionamento se resolvem nele, não fora, ou procurando "um por fora"). Queria que eu tivesse falado na hora que descobri (no meio da viagem), mas contra-argumentei que não queria estragar o clima na frente lá do pessoal. Ou seja, ela foi ficando sem opções, cerquei ela por todos os lados, foi um encurralamento psicológico, coisa que não funciona com todas as mulheres, fique bem claro.

O impressionante aqui foi que ela manteve a frieza (aparentemente) sem chorar nem escandalizar e tentou segurar a fachada até o fim. Ela não tentou nem discutir pois sabia que eu desmancharia qualquer coisa no ato, vide as vezes que ela tentou falar algo e argumentei contrariamente com precisão cirúrgica pra desmanchar o argumento numa raquetada só, como um tenista estilosamente fazendo um match point. A mesma não estava só em contradição como também totalmente desmoralizada e não podia dar nenhum pio. O Hamster dela devia estar a mil tentando racionalizar a situação.

Tive que comer pelas beiradas até ela se entregar totalmente em toda a sua mentira e farsa. Consegui pegar ela desprevenida (curiosidade + guarda baixa), cabeça-cheia (cansada e cabeça ocupada com outras também) depois de ter amaciado ela (fazendo ela admitir que gosta de mim e tal), e depois desmanchando ela criteriosamente com cuidado de quem cerca cada uma das saídas possíveis. Em suma, descasquei a laranja numa peça de casca única.

O lugar de encontro também favoreceu, era um lugar aberto e público, na calçada na frente da cassa de um amigo. Além do mais eu ainda tinha as provas, que graças a Deus não precisei usar. Ela nem imagina que eu tenho fotos registrando, deixemos isso como um trunfo que espero nunca precisar. Claro que no processo fui muito gentil o tempo todo, não perdi a calma nem a compostura e o tom de voz, e olhei nos olhos dela por maior parte do tempo. Comecei carinhoso, mas depois fiquei mais frio e distante.

Ela em momento nenhum admitiu seus erros, se desculpou, me tentou acusar muito fracamente mas não conseguiu tirar absolutamente nada de mim. Acho que o fato de estar exausta de tudo (viagem, trabalho, sermão) e todo o trabalho pra manter a pose acabaram com toda e qualquer reação possível dela. Ela por dentro devia estar arrasada. (Será que estava?) Ao fim, na hora de ir embora, eu notei que ela estava com a voz meio embargada, talvez à beira de chorar, mas se manteve firme até o final. Essa é uma garota durona mesmo... E mentirosa da pior espécie também.

Ter feito isso às pressas e “no cansaço” foi a coisa mais acertada que fiz. Tão tranquilo como sempre fui, eu fui neste dia fatídico. Apesar de eu ter podido ter falado tantas coisas (leia-se: xingar, polemizar, brigar, etc.), me ative só a estratégia e tudo deu certo. Em suma, foi um espetáculo, mas foi bem tranquilo, parecia uma conversa normal, só que falei tudo o que precisava sem ofender nada nem ninguém. Fiquei positivamente impressionado com minha atuação, huahua. Era hora de reportar os resultados pra galera da Real e rolar os créditos.

Continua...
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
Responda-o
#3
Acompanhando o relato e aguardando as próximas partes.
“A honra, a integridade e a verdade precisam ser guardadas, custe o que custar ao próprio eu.” Obreiros Evangélicos, pág. 447
Responda-o
#4
Parte 2 – Ato 4 – Conclusão: Entre mortos e feridos, no final temos que...

Chegado para relatar a pequena vitória aos confrades, por alguns sou bem recebido pela atitude calma e agir com frieza e tranquilidade, enquanto por parte de outros há críticas por eu ter me estendido demais, feito muito espetáculo ou que poderia ter me exposto demais, mas a verdade é que foi tudo risco calculado, e foi uma ação rápida e cirúrgica. A crítica de ter demorado demais até faz sentido, é justa e correta, afinal para quê gastar energias com uma garota desonesta? Mas dada a ocasião, meu jeito de agir e o jeito dela, provavelmente foi a melhor saída.

Uma coisa importante de se notar é justamente este fato da estratégia ter sido improvisada na hora, instintivamente, eu só tive tempo de escolher bem o ambiente, então realmente o fiz não por questões de ego, mas sim por que tem coisas que eu prefiro ouvir e algumas que eu não posso deixar de falar. Para o bem ou para o mal, esse é meu jeito. Eu sabia que podia ser algo arriscado, mas em maior ou menor grau todo relacionamento é assim. Como falei:
http://forum.bufalo.info/showthread.php?...#pid234177

Também comento que o interessante pra mim era o jogo, mais do que os resultados, no momento eu tive tempo e paciência de fazer as coisas do jeito tal e ver o que poderia acontecer. Acho que é o que chamam de “espírito de cientista”, não importa se dê certo ou errado, mas sim que aconteça algo e que dê para tirar conclusões disso. Evidente que agora tenho disponibilidade, tempo e saco para poder fazer manobras como essa. Em relacionamentos futuros e outros casos é capaz que eu não tenha a mesma disposição.

Após o fim, era chegada a hora de botar em ordem as coisas na minha vida. Assim que cheguei de volta em casa removi todas as fotos e saí cortado contato na maior parte das redes sociais, deixando apenas o mínimo para contato para eu pegar minhas coisas na casa dela depois. Enquanto na hora ainda havia alguma raiva e rancor de ter os sentimentos feridos, aos poucos isso foi se esvaindo. Até hoje (bem, tem dois meses só) ainda me pego muito raramente processando as coisas de toda essa situação, mas nada que me atormente.

Mas o mais importante não é apenas o que sobrou de lição do relacionamento, mas sim o que eu nunca perdi por conta dele: Como nunca abandonei meus afazeres, hobbies e trabalhos, nem minha família, nem meus amigos e colegas por conta dela (coisa que fiz muito no relata no passado com a BM), posso me gabar dizendo que agora posso continuar fazendo o que me faz bem sem muitas perdas, ao invés de quebrar a cabeça com a garota mentirosa e premeditadora que eu tinha antes. Então eu saí por cima, de certa forma, eu mesmo terminei com atitude honrada e hombridade, saí na vantagem psicológica.

Eu poderia ter encerrado tudo alí e ter tido paz duradoura, mas deixei algumas pequenas brechas e isso pode ter sido um erro. Ou não. É óbvio que ela iria usar delas cedo ou tarde, então seria oportunidade para outra armadilha minha? Ou era só meu apego falando alto? E por fim: Por quanto tempo iria durar minha paz se a situação não estava totalmente efetivada? Isso veremos no próximo relato.


Epílogo

Neste relato podemos tirar várias lições para os novatos ou menos experientes. Vou resumir aqui alguns pontos:

Em primeiro lugar, saber gerir o tempo é essencial. A gente só se via uma vez por semana e isso era uma dádiva perto de relacionamentos anteriores onde eu via a guria sempre que sobrava uma brecha, se fosse o caso, todo santo dia. Isso desgasta o relacionamento, fortalece o apego rapidamente e não permite tempo para você analisar e corrigir suas falhas.

O segundo eu acho que eu poderia citar a questão da desconfiança, sempre dar ouvidos a sua consciência e sexto sentido. Beleza, não quer dizer que o cara tenha que ser um ciumento paranoico que coloca vigilância na amada 24h, mas sim que ele não pode ignorar sinais as vezes óbvios. Muito cara é feito de trouxa e simplesmente ignora, não procura por se acovardar pois sabe que pode achar. Como falei de outras vezes, usar de outras mulheres (mãe, irmã, tia) para ajudar a atinar pode ser uma boa, pois mulheres sentem o cheiro de vadiagem de muito longe.

Terceiro é a questão da paciência e do autocontrole. Acho que nem preciso me prolongar nesse tópico aqui, todo mundo já sabe bem quais efeitos pode ter um cara que não sabe se controlar. Na dúvida eu tomo por abordagem padrão nem a otimista, nem a pessimista, mas sim a realista: espere o melhor, se prepare para o pior. Tudo de ruim que acontece com outras pessoas pode acontecer com você, ainda mais quando o assunto é mulheres e costumamos encontrar várias ao longo da vida.

Outra dica que aprendi ao longo dos anos, que parece óbvia, mas custou para eu atentar, é a questão de nunca deixar nada mal resolvido ou esconder debaixo do tapete. Fiz muito isso no passado, escondendo brigas, evitando conflitos, me omitindo... No fim isso só me fez mal. O quanto antes resolver, o melhor. Muitas vezes não temos reflexos condicionados o suficiente para poder responder bem as situações que as garotas nos impõem, mas ao menos com essa, consegui nessa (e em outras ocasiões que não relatei) me reagrupar e ter uma boa resposta ou atitude a altura já no dia seguinte.

Por fim é claro e óbvio, ter firmeza, pulso e sangue frio para poder terminar um relacionamento no primeiro sinal de uma falha grave. Primeiro você precisa deixar as regras bem claras. Depois, é preciso ser benevolente, mas também justo, correto e implacável na aplicação do combinado. Não pode se esperar que isso se alastre nem ser leniente com certas situações, você só se expõe, ela tirará vantagem disso e por não cortar o mal pela raiz você pode se arrepender amargamente depois. Lembre-se: você pode estar sendo bonzinho agora, mas isso não será reconhecido pois mulheres por padrão não possuem compaixão conosco.

Eu acabei sendo um pouco brando por certos motivos e isso abre brecha para uma continuação que vou editar melhor em breve para passar para vocês. No segundo “filme” eu vou contar o que houve. Mas por hora fechemos essa parte. Neste relato eu acho que deu para deixar bastante coisa para vocês lerem e para os novatos refletirem. Estamos aqui para que nosso sofrimento não seja em vão e que ajude a nova geração de juvenas nesse mundo cada vez mais louco.

Aos confrades, força e honra!

Fim do 1o filme!
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#5
Um filme pra terminar o relacionamento, deuzolivre.
"Há um amplo fosso de aleatoriedade e incerteza entre a criação de um grande romance – ou joia, ou cookies com pedaços de chocolate – e a presença de grandes pilhas desse romance – ou joia, ou sacos de biscoitos – nas vitrines de milhares de lojas. É por isso que as pessoas bem-sucedidas em todas as áreas quase sempre fazem parte de um certo conjunto – o conjunto das pessoas que não desistem." O andar do bêbado.
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#6
[Image: claquete.gif]

Vocês já devem ter notado aí a primeira armadilha: colocar isso em público botava abaixo o plano dela sair com o outro carinha, mostraria que ela está ou mentindo ou era comprometida, ou a realidade: ambos. Por isso ela quis esperar mais. Consegui pegar a reação dela, até então mantendo a fachada. Detalhe que não há fotos nossas nas redes nem nada é anunciado, o máximo que apareci junto dela no passado em alguns stories do Insta e mesmo assim nada muito romântico, quem visse de longe pensaria que sou só mais um amigo (muitas vezes no meio de outros amigos), ela conseguiria enrolar qualquer um nessa condição. Ela é especialista em fazer esse tipo de coisa, postar fotos das nossas situações a dois da maneira mais disfarçada o possível, coisa de gênio. Fazia um tempo que ela não postava nada nosso.


O confrade do relato estava namorando fazia 1 ano, conheciam as famílias  e a mocinha sequer colocou isso no status das redes sociais, e nem na fotinha do whatsapp a fotinho dos rostos coladinhas  Heart Big Grin .


[Image: pode-isso-arnaldo.png]


Não pode, mulher quando assume namoro muda o status das redes sociais e cobra isso do macho. Senão fizer é sinal de alerta, a pratica da mulher moderna é ter um banco de reserva mangina nas redes sociais e estar livre para que possíveis alfas e cafajestes possam assedia-la, é uma reserva que põe em risco a consolidação da fidelidade e de algum vinculo. Para as mulheres modernas tempo não é namoro, mas hipergamia emocional e financeira. Se aparecer alguém 10% melhor ainda que indigno de figurar como o alfa das redes sociais, elas  trocam sem dó.

Elas dizem: não estou namorando, é meio que um rolo sabia, uma história longa... Troll-feminino



Parece que o confrade saiu de uma situação lanchinho zone para namoro,e acreditou que a discrição associada a frieza iria manter moça presa e adestrada,  Facepalm  a não atualização de status na redes sociais indica que a namorada o continuava a vê-lo como algo temporário. Ruge  A castidade FEMINISTA e a imagem de boa moça de familia  Joinha giram em torno das redes sociais, o feminismo hibrido inovou nesse sentido. Enquanto estiver solteira serei um valor atrativo, numa espécie de virgindade digital e pureza...Enquanto isso rodam a banca... Yaoming


Namoro sem status público é rolo e lanchinho zone, não notar isso é suprimir o instinto  territorialista de macho que deve ser exercido no espaço virtual, uma extensão do mundo real.


Erro primário para um cara que disse que conhece a REAL, vacilou, nem percebeu a ressalva indicativa de má-fé

FAIL....

[Image: giphy.gif]
Responda-o
#7
Comentando pra ler tudo quando estiver todo terminado.
Responda-o
#8
Agradeço de já os comentários da galera que se dispôs a ler. O texto é longo mas faço pelo prazer de digitar mesmo, penso em ter um blog em dias futuros.

@Bean
O filme foi só a forma de contar a história. Vi tudo o que precisava em 10 minutos, e terminei a conversa com ela em outros 10. Foi mais rápido que uma partidinha minha típica de Fifa. E olha que nem gosto tanto de Fifa assim.

Não ache só por que o relato foi longo que a história foi muito enrolada não kkkkkk

Todo mundo acha isso, acho que brasileiro é assim mesmo, não tem paciência pra ler muito no geral.

Espero que esteja curtindo a leitura ao menos kkkk.

@Minerim
Grande Mineirim, talvez não me conheça, mas já ri muitos das suas peripécias por aqui. Já tenho um tempo de leitura daqui, pena que só fiz o cadastro tão tarde.

Me permita dizer algo, conhecer a Real é uma coisa, ela é atemporal e não muda de lugar pra lugar, já aplicar isso em redes sociais (real aplicada kkk), coisa que sou admitidamente inexperiente, é outra. Perdoe minha indelicadeza, mas acontece que pois eu era ignorante no assunto mesmo, tem nem muito o que eu fazer pra me defender, eu admito meu desconhecimento.

Eu posso até concordar que foi um erro basal, mas eu nunca fui de colocar nada nas redes sociais de relacionamentos anteriores. No caso da BM por exemplo, por mais matrixiano atolado na merda que eu era, nunca coloquei essa informação por instinto mesmo, pois não gosto de não ter gente fuçando sabendo detalhes da minha vida particular. Na verdade mal entro naquela bosta, nunca gostei de redes sociais e fiz só pra comunicação com gente realmente inacessível de outra forma, como parentes do outro lado do país ou até do mundo e só aprendi mais a entrar por causa da dita cuja da ex mais recente. Fazer o quê, se virou o mais novo meio de malandragem? Precisei aprender essa lição na marra.

Má-fé é óbvio que era, pois já havia questionado isso com ela antes. Uma ou outra atitude já entregava que ela era potencial lanchinho-somente. Na verdade acho que me expressei mal. Fazia um ano que a gente passou a ficar, mas estávamos namorando há uns 6 meses. Apesar de tudo ela conseguiu de alguma forma passar nos meus critérios durante os 6 primeiros meses de teste drive. Mas quer saber, isso pouco importa, você tá certo e com certeza ela agia de má fé, tem mulheres que conseguem esconder as garrinhas por anos a fio. Eu não duvido mais de nada. Não queria ser o chato de cobrar algo que eu não gosto de fazer, mas se for o jeito daqui pra frente terei que fazê-lo e cobrar isso também.

Valeu pelo comentário!

@Loki e @Libertador
Assim que der eu trago a saga do que deu tentar marmitando a moçoila do relato, ou seja, a parte 2. Pra já dar o spoiler logo, já aviso que tentei aproveitar um pouco a situação, mas quando achava que tava em rumo de conseguir levar o plano na maciota (explico melhor depois) ela consegue ser ainda mais traiçoeira e premeditadora do que antes. Dessa mina eu não duvido é mais nada, tenho é medo kkkkk

A sequência deve ser mais fácil de editar, espero eu. Como foi só um relato de campo o texto vai estar bem mais próximo do final do que este que adaptei meio às pressas e ainda ficaram uns errinhos.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#9
@Wild

Eu vi o seu relato no FdB, é de se elogiar a sua calma e sua frieza, mas eu não aguentaria tal coisa, acho que a melhor maneira de 'gerenciar os danos' disso tudo era um término rápido.

Força e honra!
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#10
Enrolado e desnecessário poderia ter durado 1 minuto, entrou falou e saiu.

Não precisa explicações, não precisa velório, não precisa justificativas, não precisa perguntar nada e muito menos responder. Entrou, falou: Estamos terminando(se quiser explicar seja rápido, por isso e ponto final) de meia volta e vá embora.

Agora ficar fazendo cena para outros assistirem é perda de tempo.

Veja... no próprio relato 
Era necessário que eu ouvisse algumas coisas da boca dela pois assim ela abriria a guarda e entraria em contradição. A princípio perguntei o que sentia por mim, pedi pra ela falar. - Desnecessário, qual a finalidade de saber isso uma vez que o término está eminente ?


"...mostraria que ela está ou mentindo ou era comprometida..." Quer ouvir choros e lamentos ?

"...mas precisava cavoucar mais... Comecei a puxar assunto de uma conversa inacabada que tivemos..." Piti de mulher histérica.

"...Quando então ela me questiona por que eu queria..." Parece que o autor do tópico não tem o que fazer e ficar de lenga lenga com ex.

"...pergunto quem era o tal do sujeito e o que conversavam..." quis verificar quantas vezes foi corneado ? Pra sair de vítima ?

"... A depender da garota, podia ter surtado alí mesmo por ter sido pega em contradição..." Queria mostrar o show pros amigos ?

E assim continua até o final...

Tá maluco ? quem faz isso é mulher que quer ver o cara se humilhar e sair da relação com o ego inflado e como vítima.

Esse negócio de ficar querendo mostrar "frieza e tranquilidade" para os outros é uma baita de uma viadagem.

Simplifiquem a vida, não façam tempestade em copo de água.

Parece que o término durou mais que uma foda, só se viam no final de semana durante um ano com pouco tempo de relacionamento e pra terminar precisa de todo esse sentimentalismo para demonstrar o seu amor para ela e como ela pisou feio na bola com o homem mais másculo do mundo.






----

Façam uma tatuagem com a mensagem do Minerim, se você pedir a mulher em namoro e no MESMO DIA ela não mudar o status do facecú e no dia seguinte não solicitar que você faça o mesmo seu namoro já começou fracassado. Caso você não tenha ela vai pedir para você fazer um facecu apenas para te marcar.
"Há um amplo fosso de aleatoriedade e incerteza entre a criação de um grande romance – ou joia, ou cookies com pedaços de chocolate – e a presença de grandes pilhas desse romance – ou joia, ou sacos de biscoitos – nas vitrines de milhares de lojas. É por isso que as pessoas bem-sucedidas em todas as áreas quase sempre fazem parte de um certo conjunto – o conjunto das pessoas que não desistem." O andar do bêbado.
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#11
Então, caro Mister @Bean

Vamos botar os pingos nos is. Chega cá.

Em primeiro lugar não armei espetáculo público para me amostrar, só fiz o que fiz por que é meu jeito. Como na fala que apresentei, o espetáculo foi uma provação pra mim, não pra ela. Não venha advogar como se só existisse um jeito "único, correto, machão e viril". Cada um age com os meios que tem, com base na sua situação atual. Também não me venha dizer o que eu deveria ter feito ou não, que nem conselho estou pedindo, isso é só um relato de campo do que já passou, com finalidade educativa para alguns pontos específicos, e esse nem é um dos principais.

Enquanto esse estratagema que chamo de "descascar a laranja" é algo complicado de colocar na prática, ele pode ter aplicação prática real. Não é o principal, tanto que na última postagem do relato relatei as lições mais valiosas que tirei da situação e isso nem está listado lá.

Enquanto sua colocação de terminar de maneira sucinta é válida e provavelmente a melhor para a grande parte dos casos (e até agradeço a disposição do confrade por ela), já me fizeram ela mil vezes no FdB e sabe de uma? Agora que já passou não tem mais como eu fazer, vai ter que ficar para a próxima.

Segundo que isso é uma narrativa romanceada do que houve, descrevendo as coisas em detalhes. Eu poderia ter simplesmente descrito tudo aquilo num único parágrafo e você não ia nem se importar. Mas não era esse meu intuito, de escrever de forma resumida, e sim de estender o texto para esclarecer as nuances da situação.

Eu sou dos que gosta de ler os relatos e justamente os relatos mais detalhados são os que eu mais gosto pois eles são os mais envolventes. Sinto muito se você leu tudo e se sentiu enganado com isso, cara, aqui não estou anunciado que descobri a cura para o câncer, é só um relatinho besta contado por extenso. Me desculpe por fazer você perder o seu tempo, sério mesmo.

Terceiro que já frisei isso no tópico lá e vou frisar aqui também: Meu relato está a nível de experiência pessoal, não é uma cartilha de como você, fulano ou beltrano devem seguir. Não estou advogando o meu jeito como jeito "único, correto, machão e viril", é apenas mais uma das muitas possibilidades de desfecho.

Por fim, como falei, isso foi uma batalha pessoal, então não vou esperar mesmo que você entenda isso. Duvido que você saque meus motivos ou meu jeito de agir. Chame de viadagem ou do que quiser, eu posso até concordar que foi desnecessário, mas o que importa pra mim é que mantive a frieza e a postura, venci meus demônios internos (pra quem tinha ficado louco com uma simples mentirinha 5-6 anos atrás) e superei a situação apresentada no momento. Quem conhece meu estilo e minha história de vida até então teria me dado razão.

No mais agradeço muito, mas muito mesmo a sua disposição de vir cá opinar. Vou seguir a risca a dica de mudar o status das Redes Sociais, pode deixar.

Força e honra!
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#12
(26-11-2018, 04:11 PM)Wild Escreveu: (...)
Também não me venha dizer o que eu deveria ter feito ou não, que nem conselho estou pedindo
(...)
GargalhadaGargalhadaGargalhada

Ele falou muito ainda @Wild
Normalmente vem com um "vai capinar um lote"
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Responda-o
#13
(26-11-2018, 04:34 PM)Reddington Escreveu: GargalhadaGargalhadaGargalhada

Ele falou muito ainda @Wild
Normalmente vem com um "vai capinar um lote"
Não tenho nada contra o confrade Bean, ele falou certo e bonito pra situação, só não pegou o contexto da coisa.

Mas é aquela coisa, desculpa a rudeza da resposta, meu objetivo não é desqualificar ninguém, nunquinha, de forma alguma.

Já li muito do que o Bean escreveu aqui e respeito pra caralho a história de vida do cara.

Acho que estou muito respondão, é bom que ele me venha mandar eu capinar um lote mesmo pois seria bem merecido kkkkkk
Yaoming

Esse é o melhor remédio pra tudo, aprendi com o grande mestre Barão Kageyama.

Só fiquei pensativo agora se eu devo continuar a escrever o relato ou não. Longe de ficar fazendo cu doce literário, talvez fosse melhor eu elaborar o material de outro jeito pra galera entender melhor qual minha proposta com os textos.

=================================


Falar nisso, vou fazer um resumo do filme pra confraria agora:

CHEGANDO AO FIM DE UM RELACIONAMENTO I
Versão para gente apressada - Resumo

Namorava uma garota fazia uns meses, contudo certa vez numa viagem desconfiei que ela tava de papinho com outro macho, quando tive oportunidade de pegar o celular dela descobri que ela mentiu dizendo que não namorava pra esse cara e queria marcar de sair com ele. Chegando em casa comuniquei o relato pra galera do FdB. No outro dia com a cabeça melhor e munido das dicas dos confrades, fui decidido a terminar com ela, mas para isso fiz com que ela mostrasse que tava usando de má fé comigo, sempre me escondendo algo, tentando me enrolar até o último instante. Depois disso apenas terminei com ela mostrando que foi por culpa exclusiva dela. Fim da história.


Acho que nem ficou tão ruim assim, vai ver eu que falo demais mesmo.
Gargalhada Gargalhada Gargalhada

Aos confrades, força e honra.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#14
(27-11-2018, 04:07 AM)Wild Escreveu: Falar nisso, vou fazer um resumo do filme pra confraria agora:

CHEGANDO AO FIM DE UM RELACIONAMENTO I
Versão para gente apressada - Resumo

Namorava uma garota fazia uns meses, contudo certa vez numa viagem desconfiei que ela tava de papinho com outro macho, quando tive oportunidade de pegar o celular dela descobri que ela mentiu dizendo que não namorava pra esse cara e queria marcar de sair com ele. Chegando em casa comuniquei o relato pra galera do FdB. No outro dia com a cabeça melhor e munido das dicas dos confrades, fui decidido a terminar com ela, mas para isso fiz com que ela mostrasse que tava usando de má fé comigo, sempre me escondendo algo, tentando me enrolar até o último instante. Depois disso apenas terminei com ela mostrando que foi por culpa exclusiva dela. Fim da história.

Obrigado.

Nem a pau que eu ia ler todo esse relato "mais do mesmo". Yaoming é só uma teoria mais eu acho que vcs querem o "protagonismo da real" por isso essas odisseias Gargalhada Gargalhada Yaoming


(27-11-2018, 04:07 AM)Wild Escreveu: Acho que nem ficou tão ruim assim, vai ver eu que falo demais mesmo.

Mas com toda certeza ...
"Compreendi o tormento cruciante do sobrevivente da guerra, a sensação de traição e covardia experimentada por aqueles que ainda se agarram à vida quando seus camaradas já dela se soltaram."  (Xeones para o rei Xerxes)

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#15
Eu iria mandar um "me avisa quando virar filme", mas o resumão ali ajudou bastante.

A questão aqui é que tempo é precioso, só isso, apesar de ser bem escrito.

Em relação a sua atitude: você demonstrou muito respeito e consideração a uma sacana que não te respeita. Não é errado de toda forma, mas eu a deixaria a ver navios. Haja sangue de barata.
Spoiler Revelar
"Facts don't care about your fellings!"

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#16
(27-11-2018, 07:43 AM)Héracles Escreveu: Obrigado.

Nem a pau que eu ia ler todo esse relato "mais do mesmo". Yaoming é só uma teoria mais eu acho que vcs querem o "protagonismo da real" por isso essas odisseias Gargalhada Gargalhada Yaoming
Grande Héracles!

Bom, não enganei ninguém, todos foram avisados. É só que eu gosto de escrever pois eu sei que há quem goste de ler (e eu sou um deles).

(27-11-2018, 09:35 AM)Trglodita Escreveu: Eu iria mandar um "me avisa quando virar filme", mas o resumão ali ajudou bastante.

A questão aqui é que tempo é precioso, só isso, apesar de ser bem escrito.

Em relação a sua atitude: você demonstrou muito respeito e consideração a uma sacana que não te respeita. Não é errado de toda forma, mas eu a deixaria a ver navios. Haja sangue de barata.
Bom, não sei se o correto é combater o fogo com fogo, mas que ela bem que merecia, isso merecia. Descaso, desconsideração e desprezo talvez seja bom pagar na mesma moeda.

Mas acho que vai de cada um, para certos casos (falo no geral, não nesse aqui) não acho que vale a pena me equiparar com gente de estatura mais baixa moralmente falando. Não é posar de superior, mas só deixar claro que não precisa recorrer a métodos tão baixos e mesquinhos. É só deixar transparecer quem você é sem deixar ser feito de otário.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#17
Já acabou? Posso começar a ler? Não estou abrindo nem os comentários pra evitar spoiler, rsrs
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#18
(27-11-2018, 08:17 PM)Loki Escreveu: Já acabou? Posso começar a ler? Não estou abrindo nem os comentários pra evitar spoiler, rsrs
Então, caro Loki, essa parte tá encerrada já. A outra nem sei se vou postar. Pela reação dessa já fiquei meio cabreiro com a situação, a recepção não será das melhores ao certo. Lá no FdB rendeu uma discussão interessante mesmo que não muito relacionada ao tema, mas já aqui não sei no que pode dar.

Então que já te adianto que o texto não é lá grande coisa, é só um relato rápido (veja a versão resumida posts atrás) contado em detalhes com finalidade educativa. É um relato de campo para deixar como experiência para os novatos.

Vou até te resumir o que eu ia escrever na continuação, se eu a fizesse:

Mantendo contato ela foi tentando se reaproximar e apesar de nem passar pela cabeça a ideia de reatar ela ia tentar, do jeito dela, e eu ia usar da oportunidade pra tentar dar uma quebrada no ego dela e marmitar. Ideia de jerico, mas que não ia custar nada ver aonde dava. Acontecem uns estresses ou outros, mas nada demais. Até que numa oportunidade bela e maravilhosa quando tudo parece estar caminhando magicamente pro lado dela, nas vésperas de uma viagem onde tudo seria decidido após ela voltar (ao menos na cabeça dela), acabo descobrindo mais coisa que ela escondia, só que dessa vez ela consegue ser ainda pior, ir ainda mais fundo, cavar ainda mais o buraco da cova dela até bater na rocha. Aí que ela acaba de se enterrar para todo o sempre a chance de se relacionar sério com esse aqui.

O resto você pode ler lá no FdB, mas nem sei se valeria a pena. Ainda tem mais uns detalhes da história que vou acrescentar lá e depois eu verei se coloco aqui, mas vá por mim, você não perde muita coisa não.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#19
"a chance de se relacionar sério com esse aqui" Ta maluco ? Fez toda essa cena pra ficar de conversinha mole ? Cadê suas bolas ? Parte pra outra rapaz, se fosse pra marmitar continuasse "namorando" uma vez que só você sabia disso mesmo. Saísse com outras por fora, simples, honesto e prático.

Regra básica. Terminou, terminou. Cada um para o seu lado, tchau e benção. Não tem contato, não tem mensagem, não tem visualizar foto não tem NADA.

No final quem tomou no cu foi você.

Sabem o que é isso ? Falta de lote pra carpir.
"Há um amplo fosso de aleatoriedade e incerteza entre a criação de um grande romance – ou joia, ou cookies com pedaços de chocolate – e a presença de grandes pilhas desse romance – ou joia, ou sacos de biscoitos – nas vitrines de milhares de lojas. É por isso que as pessoas bem-sucedidas em todas as áreas quase sempre fazem parte de um certo conjunto – o conjunto das pessoas que não desistem." O andar do bêbado.
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#20
MGTOW híbrido ou relacionamento meia boca. Acredito que esse será o novo update da Real, muito em breve.
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