12-09-2021, 02:49 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 12-09-2021, 02:55 AM por SteveMcQueen.)
A questão não é dar opinião; mas dar opinião embasada.
Há muitas coisas nos bastidores que não sabemos.
O fato é que Bolsonaro quer a reeleição e para isso basta um partido.
Por outro lado, caso tente uma quebra constitucional envolvendo fechamento do STF (E do Congresso por consequência, pois não haverá acordo depois disso), pode levar a todo tipo de dor de cabeça no país, incluindo ondas de violência.
A oposição contra ele é forte: sindicatos, grupos trabalhistas, trabalhadores afetados pela reforma da CLT e privatizações + os esquerdistas + a mídia em geral e grupos estudantis. Já pensou outro movimento do tamanho das "Diretas Já" pedindo "STF Já"?
Enfim. É uma dor de cabeça que ele quer evitar. Se eu fosse o PR tentaria, pois é melhor fazer uma cirurgia dolorida e tirar um furúnculo do que carregar o incômodo por anos à fio.
O Brasil precisa de reformas em várias áreas, reformas as quais o nosso Congresso é incapaz de fazer; logo, nada melhor que um Homem a tomar a responsabilidade e fazer o que deve ser feito.
Sei que há opiniões contrárias, mas vejo como da própria personalidade: algumas pessoas vão para cima, outras ponderam mais.
Creio que as F.A preferem esperar as eleições de 2022 para analisar a situação do país, visto que o Brasil está deixando de guinar à esquerda e se voltando a direita. (Provavelmente por isso não apoiariam o Bolsonaro caso tentasse fazer algo contra a CF, preferem atuar no longo prazo).
Não concordo com as F.A, mas entendo que não querem dor de cabeça. Entretanto, o que é melhor? Parar o país e fazer as reformas educacionais e políticas que faltam, ou deixar as coisas prosseguirem até não termos mais país? Infelizmente com tanta dívida pública acabamos ficando na mão do capital internacional, depois ONU e de outros grupos. Nossas reservas de minerais e biológicas estão indo para a mão de estrangeiros. Nível educacional só decaindo ano após ano. Se algo não for feito daqui um tempo seremos um país só no nome: não teremos soberania, território e nem cultura. Seremos um povo ainda mais perdido.
Há muitas coisas nos bastidores que não sabemos.
O fato é que Bolsonaro quer a reeleição e para isso basta um partido.
Por outro lado, caso tente uma quebra constitucional envolvendo fechamento do STF (E do Congresso por consequência, pois não haverá acordo depois disso), pode levar a todo tipo de dor de cabeça no país, incluindo ondas de violência.
A oposição contra ele é forte: sindicatos, grupos trabalhistas, trabalhadores afetados pela reforma da CLT e privatizações + os esquerdistas + a mídia em geral e grupos estudantis. Já pensou outro movimento do tamanho das "Diretas Já" pedindo "STF Já"?
Enfim. É uma dor de cabeça que ele quer evitar. Se eu fosse o PR tentaria, pois é melhor fazer uma cirurgia dolorida e tirar um furúnculo do que carregar o incômodo por anos à fio.
O Brasil precisa de reformas em várias áreas, reformas as quais o nosso Congresso é incapaz de fazer; logo, nada melhor que um Homem a tomar a responsabilidade e fazer o que deve ser feito.
Sei que há opiniões contrárias, mas vejo como da própria personalidade: algumas pessoas vão para cima, outras ponderam mais.
Creio que as F.A preferem esperar as eleições de 2022 para analisar a situação do país, visto que o Brasil está deixando de guinar à esquerda e se voltando a direita. (Provavelmente por isso não apoiariam o Bolsonaro caso tentasse fazer algo contra a CF, preferem atuar no longo prazo).
Não concordo com as F.A, mas entendo que não querem dor de cabeça. Entretanto, o que é melhor? Parar o país e fazer as reformas educacionais e políticas que faltam, ou deixar as coisas prosseguirem até não termos mais país? Infelizmente com tanta dívida pública acabamos ficando na mão do capital internacional, depois ONU e de outros grupos. Nossas reservas de minerais e biológicas estão indo para a mão de estrangeiros. Nível educacional só decaindo ano após ano. Se algo não for feito daqui um tempo seremos um país só no nome: não teremos soberania, território e nem cultura. Seremos um povo ainda mais perdido.
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