06-10-2020, 01:29 AM
Excelente texto.
Isso me fez lembrar de quando me caiu a ficha, tomei uma consciência muito maior das minhas limitações, quando perdi um parente muito próximo muito querido, um tantinho de anos atrás. Aquilo era absurdo e devastador, por um tempo nada mais fazia sentido, até que cai na realização de que não tem mesmo, e só daí parti para me reerguer e encontrar sentido aos poucos em cada coisa.
Esse acontecimento me trouxe um outro senso de urgência, a vida não espera voce ficar simplesmente chorando pelas perdas. As contas não se pagam sozinhas, uma hora estou aqui dependendo de uma pessoa (seja financeiramente, emocionalmente, sexualmente, tanto faz) e no outro instante ela simplesmente desaparece. Uma hora estou num emprego, outra hora posso estar no meio da rua. Quem é que vai garantir as coisas pra voce se não voce mesmo?
E aí o imperativo da sobrevivência começa a chutar, você tem que se re-estabilizar e se re-adaptar, suas prioridades mudam totalmente. Um processo muito louco, frenético, para encontrar um novo 'ponto ótimo' mas que é temporário. Sobrevivência é que nem o Chaves tentando equilibrar a vassoura no pé, a gente até já telegrafa que vai acontecer merda, mas tem que estar preparado pra se reerguer e ficar parado não ajuda a manter tal equilíbrio.
A juventude de hoje vive sem perspectivas de um amanha, entram nas drogas, nas vida desregrada, sem medir as consequências. Aderem a ideologias nefastas como feminismo, mas não sabem que lá na frente a natureza cobra a conta e com juros. Pensam que vão ser jovens eternamente, mas ignoram o fato de que serão adultas pela maior parte das suas vidas.
A cultura fútil, consumista, hedonista, hipersexualizada que a juventude de hoje vive pra mim não é sinal de vida como eles acham que é, mas sim o que aproxima eles do caixão e de uma morte mais dolorosa mais rapidamente.
Isso me fez lembrar de quando me caiu a ficha, tomei uma consciência muito maior das minhas limitações, quando perdi um parente muito próximo muito querido, um tantinho de anos atrás. Aquilo era absurdo e devastador, por um tempo nada mais fazia sentido, até que cai na realização de que não tem mesmo, e só daí parti para me reerguer e encontrar sentido aos poucos em cada coisa.
Esse acontecimento me trouxe um outro senso de urgência, a vida não espera voce ficar simplesmente chorando pelas perdas. As contas não se pagam sozinhas, uma hora estou aqui dependendo de uma pessoa (seja financeiramente, emocionalmente, sexualmente, tanto faz) e no outro instante ela simplesmente desaparece. Uma hora estou num emprego, outra hora posso estar no meio da rua. Quem é que vai garantir as coisas pra voce se não voce mesmo?
E aí o imperativo da sobrevivência começa a chutar, você tem que se re-estabilizar e se re-adaptar, suas prioridades mudam totalmente. Um processo muito louco, frenético, para encontrar um novo 'ponto ótimo' mas que é temporário. Sobrevivência é que nem o Chaves tentando equilibrar a vassoura no pé, a gente até já telegrafa que vai acontecer merda, mas tem que estar preparado pra se reerguer e ficar parado não ajuda a manter tal equilíbrio.
A juventude de hoje vive sem perspectivas de um amanha, entram nas drogas, nas vida desregrada, sem medir as consequências. Aderem a ideologias nefastas como feminismo, mas não sabem que lá na frente a natureza cobra a conta e com juros. Pensam que vão ser jovens eternamente, mas ignoram o fato de que serão adultas pela maior parte das suas vidas.
A cultura fútil, consumista, hedonista, hipersexualizada que a juventude de hoje vive pra mim não é sinal de vida como eles acham que é, mas sim o que aproxima eles do caixão e de uma morte mais dolorosa mais rapidamente.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”
(Provérbio Irlandês)

