29-08-2019, 08:21 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 29-08-2019, 08:25 PM por Indomável.)
A situação é complicada... volta ou outra me sinto assim, mas logo arrumo alguma atividade pra não esmorecer. O que salva é me exercitar, estudar, ler algum livro novo, etc... qualquer coisa que possa me tirar um pouco da morosidade do cotidiano.
A rotina é sufocante, mas necessária pra botar o pão na mesa.
Estou enfrentando a morte do meu pai. Ele era a única pessoa que eu conseguia conversar sem filtrar qualquer tipo de ideia. Entendia tudo que eu dizia e fazia. Éramos unha e carne. Até hoje consigo imaginar todos os comentários que ele faria de todas as atividades do meu dia a dia.
Faleceu na minha frente de um ataque cardíaco fulminante. Voltei no hospital com a minha mãe passando mal e de todos os leitos vazios escolheram justamente o mesmo leito que ele faleceu e a cena se repete novamente na minha mente... mais tortura mental. Isso doi no fundo da alma.
Logo depois disso acabei me separando da doidinha que estava comigo.
O pior de tudo é quando você se sente solitário cercado de gente, que é o meu caso atualmente.
Relacionamento hoje não consigo gerir nada sério por muito tempo, principalmente se seguir o meu histórico de mulher doida que me enche o saco o dia inteiro. Todas com prazo de validade muito curto, coisa de poucas semanas ou meses. Atualmente não tenho ninguém ao lado e dei um tempo nas putas também, que já enjooei.
Não me sinto depressivo, mas solitário certamente. As vezes sinto que meu coração virou uma pedra, não sinto muita coisa mais e continuo por mera força do hábito. É uma sensação de vazio. Acabo usando qualquer sentimento que surge pra queimar e usar de energia pra seguir em frente.
Apesar de tudo a vida segue seu rumo. Vou evoluindo no ritmo que me é possível.
A rotina é sufocante, mas necessária pra botar o pão na mesa.
Estou enfrentando a morte do meu pai. Ele era a única pessoa que eu conseguia conversar sem filtrar qualquer tipo de ideia. Entendia tudo que eu dizia e fazia. Éramos unha e carne. Até hoje consigo imaginar todos os comentários que ele faria de todas as atividades do meu dia a dia.
Faleceu na minha frente de um ataque cardíaco fulminante. Voltei no hospital com a minha mãe passando mal e de todos os leitos vazios escolheram justamente o mesmo leito que ele faleceu e a cena se repete novamente na minha mente... mais tortura mental. Isso doi no fundo da alma.
Logo depois disso acabei me separando da doidinha que estava comigo.
O pior de tudo é quando você se sente solitário cercado de gente, que é o meu caso atualmente.
Relacionamento hoje não consigo gerir nada sério por muito tempo, principalmente se seguir o meu histórico de mulher doida que me enche o saco o dia inteiro. Todas com prazo de validade muito curto, coisa de poucas semanas ou meses. Atualmente não tenho ninguém ao lado e dei um tempo nas putas também, que já enjooei.
Não me sinto depressivo, mas solitário certamente. As vezes sinto que meu coração virou uma pedra, não sinto muita coisa mais e continuo por mera força do hábito. É uma sensação de vazio. Acabo usando qualquer sentimento que surge pra queimar e usar de energia pra seguir em frente.
Apesar de tudo a vida segue seu rumo. Vou evoluindo no ritmo que me é possível.
“Habit to us is given from above:
it is a substitute for happiness.”
― Alexander Pushkin
it is a substitute for happiness.”
― Alexander Pushkin
