18-09-2018, 07:14 AM
@Héracles,
É exatamente assim, irmão!
Ao conversar com várias pessoas sobre esse tema, é praticamente unânime que toda mulher tem um cara específico na vida delas em que seus sentimentos inconscientes e verdadeiro repousam.
Puro empirismo, irmão!
Eu tenho bastante amizades femininas e, sempre que surge o tema amoroso nas conversas, é sempre o mesmo discurso. Todas elas têm um homem que elas queriam ter casado. Não por dinheiro ou porque o cara era foda e qualquer outra argumentação do tipo, mas, sim, por “amor”.
Ao refletir sobre isso e juntar os pontos em comuns nessas histórias, eu percebo que tem relação com as primeiras experiências, e que psicologicamente, esses caras exercem três papeis masculinos sobre a mulher ao mesmo tempo: pai(protetor), amigo(conselheiro e confidente) e amante(reprodutor).
Assim que a mulher forma seu sistema reprodutor, inconscientemente inicia a procura por machos para constituir prole, então os papeis masculinos que elas necessitam ficam abertos no inconsciente, e por isso são preenchidos na juventude. E assim que são preenchidos, se tornam insubstituíveis. E por causa disso um homem que tente ser assim depois dela ter tido vários parceiros, embora consiga ter uma boa relação com a mulher, não irá conseguir substituir o primeiro que ocupou esses papeis.
Se vocês perceberem, essa ideia de que só existe um único homem na vida da mulher é muito antiga e não é por machismo opressor, vem delas próprias até. A crença em alma gêmeas, as literaturas, etc; elas mesmas escrevem dezenas de livros sobre o tema (outro exemplo foi que um texto que teve mais hype no Fb alguns meses atrás foi um tal de “tá tudo bem não ficar com o amor da sua vida”). O organismo da mulher também demonstra que a poligamia é antinatural para elas, geram filhos apenas a cada 9 meses, possuem menor necessidade sexual, demoram para amadurecer e demoram a terem orgasmos...
Existe uma lógica também por trás dos casamentos cristãos que reflete isso, e até mesmo em religiões como o Islã, onde a mulher só pode ter um homem. Isso é benéfico para elas porque respeita as leis naturais. As coisas não surgem por simplesmente opressão do mais forte sobre o mais fraco, existe uma natureza lógica inconsciente que guia tudo isso.
Só que jamais terá obras e estudos científicos a respeito e aprofundado sobre o tema, pois qualquer ciência que demonstre ser contrária as crenças atuais, é prontamente rechaçada, criticada e censurada. Nas faculdades de psicologia se fala mais de sociologia e empoderamento feminino do que como a poligamia é nociva para elas (alias, qualquer coisa sobre a mente humana que não esteja associada com o marxismo é anticientífica e construção social). Dizer que ter um macho apenas na vida é saudável e natural para elas... você é expulso da faculdade.
No entanto, em trabalhos de regressão em mulheres mais velhas, na busca das origens de seus problemas psicológicos, é bastante comum encontrar relação com algum macho específico da juventude dela por mais que ela tenha tido vários parceiros. Essa falta está por trás de profundos graus de ansiedade, depressão, distúrbios sexuais como o vaginismo, etc. O problema é que ao em vez de ajudar a entender essa questão de forma clínica e natural, enfiam feminismo nelas como uma morfina para a autoestima, e, senão resolver, encaminham para o psiquiatra e tornam essas mulheres refém de Prozac o resto da vida. Clinicamente é possível perceber a dependência delas pelo “Macho central”, porém, jamais se pode falar sobre isso.
Imaginei isso mesmo. O defloramento em si não significa nada, mas, se ele foi feito pelo “macho especial”, é a consagração do homem no inconsciente da mulher devido a relação entre dor-prazer. A dor é extremamente eficaz para fixar alguma coisa na mentalidade de alguém, e o prazer trabalha com o sistema de recompensa do cérebro. Então, se você preenche as 3 necessidades masculinas da mulher (pai, amigo e amante), causa a dor(defloramento), e depois segue por um período X causando prazer nela (sexo saudável) tudo na juventude onde é a única época que existe papeis a serem preenchidos no inconsciente delas, não há como lhe retirar da cabeça dela nunca mais. (alias, é por isso que o famoso jogo de sedução empurra-puxa costuma funcionar na sedução, é uma relação de dor-prazer).
A procura por tanto tempo não tem alguma explicação certa. Poderia ser 5 anos, 20 anos... creio eu que deva ser mais associada a vulnerabilidade emocional dela. Se ela estivesse casada e feliz, não teria lhe procurado e você seria restringido há uma memória saudosista e os choros esporádicos no escuro quando ela estivesse sozinha. O problema é que ela deve estar passando por uma fase difícil, e tal como uma criança que não lembra dos pais quando está feliz mas corre para eles quando precisa de ajuda, ela também faz o mesmo.
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Eu li algumas respostas e o pessoal confundiu algumas coisas, especialmente em relação a visão utilitarista que elas possuem do relacionamento sobre querer o macho mais superior. E está correto está visão. Mas cada vez mais eu percebo a incompletude dela.
Faz parte da natureza feminina procurar o melhor macho disponível (isso não é errado, a selva é cruel e nem por isso deixa de ser natural). E isso também é uma das causas do porque elas não ficam com o “amor da vida” delas. Elas podem priorizar machos melhores, mais fortes ou ricos, a carreira ou até mesmo serem vítimas da imaturidade dos rapazes que elas se relacionam na juventude. As mulheres não possuem motivação para ficar com o “amor da vida delas” e atualmente, o momozi é uma cria feminista sem bolas que não cumpre seu papel de homem.
Acredito que, uma relação saudável e que realmente seja feliz longe das contaminações mentais do marxismo e dentro de um caminho de transcendência, seria a confluência da contradição inconsciente feminina (a procura pelo melhor macho + a necessidade de um único macho) dentro de um relacionamento. Ou seja, o primeiro macho a preencher os 3 papeis no inconsciente feminino, deve também buscar ser o macho superior em todas as áreas, aliando dessa forma a contradição feminina que existe no inconsciente delas e que as guiam em tudo o que faz.
Claro que não é regra para uma relação perfeita, mas, das poucas receitas que existem para se ter probabilidades favoráveis de uma relação saudável, acredito que essa possa ser uma delas.
Mas isso é apenas uma teoria que não poderá ser aplicada na nossa geração. Na melhor das hipóteses, se o mundo consertar, pode ser nas dos nossos netos. Há nós, só nos resta usar as teorias como caminho da compreensão dos amores líquidos, da nossa solidão e evolução psicológica.
Ao juvenas que leem N.A. e outras postagens nos redutos da Real sobre mulheres, jamais achem que tudo o que está exposto, por mais verdade que seja, lhe darão um “casamento blindado”. Para nós está tudo perdido. Tentar aplicar qualquer conhecimento em busca de ter uma relação perfeita, levará o ego de vocês nas nuvens e os derrubarão de lá sem dó.
É exatamente assim, irmão!
Ao conversar com várias pessoas sobre esse tema, é praticamente unânime que toda mulher tem um cara específico na vida delas em que seus sentimentos inconscientes e verdadeiro repousam.
(14-09-2018, 09:36 AM)Machado Annihilator Escreveu: @Ermac sempre com postagens interessantes. Fiquei curioso, me diga, vc tirou isso da sua cabeça ou algum pensador,livro ou filosofia te influenciou? Qual a genealogia dessa ideia?
Puro empirismo, irmão!
Eu tenho bastante amizades femininas e, sempre que surge o tema amoroso nas conversas, é sempre o mesmo discurso. Todas elas têm um homem que elas queriam ter casado. Não por dinheiro ou porque o cara era foda e qualquer outra argumentação do tipo, mas, sim, por “amor”.
Ao refletir sobre isso e juntar os pontos em comuns nessas histórias, eu percebo que tem relação com as primeiras experiências, e que psicologicamente, esses caras exercem três papeis masculinos sobre a mulher ao mesmo tempo: pai(protetor), amigo(conselheiro e confidente) e amante(reprodutor).
Assim que a mulher forma seu sistema reprodutor, inconscientemente inicia a procura por machos para constituir prole, então os papeis masculinos que elas necessitam ficam abertos no inconsciente, e por isso são preenchidos na juventude. E assim que são preenchidos, se tornam insubstituíveis. E por causa disso um homem que tente ser assim depois dela ter tido vários parceiros, embora consiga ter uma boa relação com a mulher, não irá conseguir substituir o primeiro que ocupou esses papeis.
Se vocês perceberem, essa ideia de que só existe um único homem na vida da mulher é muito antiga e não é por machismo opressor, vem delas próprias até. A crença em alma gêmeas, as literaturas, etc; elas mesmas escrevem dezenas de livros sobre o tema (outro exemplo foi que um texto que teve mais hype no Fb alguns meses atrás foi um tal de “tá tudo bem não ficar com o amor da sua vida”). O organismo da mulher também demonstra que a poligamia é antinatural para elas, geram filhos apenas a cada 9 meses, possuem menor necessidade sexual, demoram para amadurecer e demoram a terem orgasmos...
Existe uma lógica também por trás dos casamentos cristãos que reflete isso, e até mesmo em religiões como o Islã, onde a mulher só pode ter um homem. Isso é benéfico para elas porque respeita as leis naturais. As coisas não surgem por simplesmente opressão do mais forte sobre o mais fraco, existe uma natureza lógica inconsciente que guia tudo isso.
Só que jamais terá obras e estudos científicos a respeito e aprofundado sobre o tema, pois qualquer ciência que demonstre ser contrária as crenças atuais, é prontamente rechaçada, criticada e censurada. Nas faculdades de psicologia se fala mais de sociologia e empoderamento feminino do que como a poligamia é nociva para elas (alias, qualquer coisa sobre a mente humana que não esteja associada com o marxismo é anticientífica e construção social). Dizer que ter um macho apenas na vida é saudável e natural para elas... você é expulso da faculdade.
No entanto, em trabalhos de regressão em mulheres mais velhas, na busca das origens de seus problemas psicológicos, é bastante comum encontrar relação com algum macho específico da juventude dela por mais que ela tenha tido vários parceiros. Essa falta está por trás de profundos graus de ansiedade, depressão, distúrbios sexuais como o vaginismo, etc. O problema é que ao em vez de ajudar a entender essa questão de forma clínica e natural, enfiam feminismo nelas como uma morfina para a autoestima, e, senão resolver, encaminham para o psiquiatra e tornam essas mulheres refém de Prozac o resto da vida. Clinicamente é possível perceber a dependência delas pelo “Macho central”, porém, jamais se pode falar sobre isso.
(14-09-2018, 12:48 PM)Sagitario Escreveu: Essa teoria do macho central único, mencionada pelo confrade @Ermac é interessante, não conhecia.
Pelas contas feito pelo minerim no tópico, ela teve dez anos para me procurar depois que separou. Sendo essa teoria verdadeira, porque ela não me procurou antes? Preferiu cavalgar num canavial de rolas pra depois lembrar do trouxa aqui.
Esqueci de dizer no texto, mas ela perdeu a virgindade comigo.
Imaginei isso mesmo. O defloramento em si não significa nada, mas, se ele foi feito pelo “macho especial”, é a consagração do homem no inconsciente da mulher devido a relação entre dor-prazer. A dor é extremamente eficaz para fixar alguma coisa na mentalidade de alguém, e o prazer trabalha com o sistema de recompensa do cérebro. Então, se você preenche as 3 necessidades masculinas da mulher (pai, amigo e amante), causa a dor(defloramento), e depois segue por um período X causando prazer nela (sexo saudável) tudo na juventude onde é a única época que existe papeis a serem preenchidos no inconsciente delas, não há como lhe retirar da cabeça dela nunca mais. (alias, é por isso que o famoso jogo de sedução empurra-puxa costuma funcionar na sedução, é uma relação de dor-prazer).
A procura por tanto tempo não tem alguma explicação certa. Poderia ser 5 anos, 20 anos... creio eu que deva ser mais associada a vulnerabilidade emocional dela. Se ela estivesse casada e feliz, não teria lhe procurado e você seria restringido há uma memória saudosista e os choros esporádicos no escuro quando ela estivesse sozinha. O problema é que ela deve estar passando por uma fase difícil, e tal como uma criança que não lembra dos pais quando está feliz mas corre para eles quando precisa de ajuda, ela também faz o mesmo.
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Eu li algumas respostas e o pessoal confundiu algumas coisas, especialmente em relação a visão utilitarista que elas possuem do relacionamento sobre querer o macho mais superior. E está correto está visão. Mas cada vez mais eu percebo a incompletude dela.
Faz parte da natureza feminina procurar o melhor macho disponível (isso não é errado, a selva é cruel e nem por isso deixa de ser natural). E isso também é uma das causas do porque elas não ficam com o “amor da vida” delas. Elas podem priorizar machos melhores, mais fortes ou ricos, a carreira ou até mesmo serem vítimas da imaturidade dos rapazes que elas se relacionam na juventude. As mulheres não possuem motivação para ficar com o “amor da vida delas” e atualmente, o momozi é uma cria feminista sem bolas que não cumpre seu papel de homem.
Acredito que, uma relação saudável e que realmente seja feliz longe das contaminações mentais do marxismo e dentro de um caminho de transcendência, seria a confluência da contradição inconsciente feminina (a procura pelo melhor macho + a necessidade de um único macho) dentro de um relacionamento. Ou seja, o primeiro macho a preencher os 3 papeis no inconsciente feminino, deve também buscar ser o macho superior em todas as áreas, aliando dessa forma a contradição feminina que existe no inconsciente delas e que as guiam em tudo o que faz.
Claro que não é regra para uma relação perfeita, mas, das poucas receitas que existem para se ter probabilidades favoráveis de uma relação saudável, acredito que essa possa ser uma delas.
Mas isso é apenas uma teoria que não poderá ser aplicada na nossa geração. Na melhor das hipóteses, se o mundo consertar, pode ser nas dos nossos netos. Há nós, só nos resta usar as teorias como caminho da compreensão dos amores líquidos, da nossa solidão e evolução psicológica.
Ao juvenas que leem N.A. e outras postagens nos redutos da Real sobre mulheres, jamais achem que tudo o que está exposto, por mais verdade que seja, lhe darão um “casamento blindado”. Para nós está tudo perdido. Tentar aplicar qualquer conhecimento em busca de ter uma relação perfeita, levará o ego de vocês nas nuvens e os derrubarão de lá sem dó.
"Quando se ama não se raciocina. Quando se raciocina parece que não se ama. Quando se raciocina depois de haver amado, compreende-se porque se amava. Quando se ama depois de haver raciocinado, se ama melhor. Eis aqui o sendeiro do progresso das almas." E. Levi.
