03-11-2016, 01:50 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 03-11-2016, 01:59 PM por Sociólogo.)
Bem, vamos em partes pessoal:
Pois bem, alguns argumentos foram bastante viáveis, principalmente no entendimento que a mulher tem a respeito do próprio corpo dela. O que de fato está correto, mas, não podemos descartar todo o simbolismo envolvido, o que quer dizer muita coisa.
Sai com duas mulheres em que a descrição bate perfeitamente com a temática.
A primeira tinha uma cereja carimbada na virilha, não era bem uma pimentinha, quando saíamos ela se comportava de uma forma insaciável, tinha a ideia de que ela fosse ninfomaníaca, pois a frequência com que nos encontrávamos e a pontualidade eram diárias, sempre acompanhadas de uma ansiedade seguida de uma compulsão, vendo por esse ponto, vejo que o simbolismo da tatuagem é o que importa, e sim a localidade em que está carimbada.
A segunda mulher tinha o nome carimbado no cóccix, saindo mais vezes com ela, fui descobrir que tinha predileção por sexo anal, mesmo com o cu estourado cheio de fissuras, não negava fogo, depois ficava o resto do dia sentada numa bacia com água morna e passando pomadas na região com a fissura, quando saíamos, começava tudo de novo, gostava mais de anal do que vaginal, incrível.
Espero que os confrades que tenha colocado o bom bole no dedo e tenham suas cônjuges carimbadas, não se incomodem com a temática do tópico, a temática segue de discussão para diversos entendimentos a fim de deixar os desavisados e juvenas em alerta.
Pois bem, alguns argumentos foram bastante viáveis, principalmente no entendimento que a mulher tem a respeito do próprio corpo dela. O que de fato está correto, mas, não podemos descartar todo o simbolismo envolvido, o que quer dizer muita coisa.
Sai com duas mulheres em que a descrição bate perfeitamente com a temática.
A primeira tinha uma cereja carimbada na virilha, não era bem uma pimentinha, quando saíamos ela se comportava de uma forma insaciável, tinha a ideia de que ela fosse ninfomaníaca, pois a frequência com que nos encontrávamos e a pontualidade eram diárias, sempre acompanhadas de uma ansiedade seguida de uma compulsão, vendo por esse ponto, vejo que o simbolismo da tatuagem é o que importa, e sim a localidade em que está carimbada.
A segunda mulher tinha o nome carimbado no cóccix, saindo mais vezes com ela, fui descobrir que tinha predileção por sexo anal, mesmo com o cu estourado cheio de fissuras, não negava fogo, depois ficava o resto do dia sentada numa bacia com água morna e passando pomadas na região com a fissura, quando saíamos, começava tudo de novo, gostava mais de anal do que vaginal, incrível.
Espero que os confrades que tenha colocado o bom bole no dedo e tenham suas cônjuges carimbadas, não se incomodem com a temática do tópico, a temática segue de discussão para diversos entendimentos a fim de deixar os desavisados e juvenas em alerta.