21-07-2025, 08:58 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 21-07-2025, 09:01 PM por Nux.)
Há vários métodos e tem gente que diz ter tido mais eficácia aprendendo de um jeito ou do outro.
Aprendi pela forma "tradicional" da internet, sem nunca ter frequentado cursos ou feito aulas com professores (a não ser na época de escola), combinando aprendizagem por videoaulas ensinando gramática, expressões e pronúncia; leitura em sites sobre o idioma, livros em PDF e explicações em fóruns (como no R3ddit) e praticava a conversação por escrita (grupos do Uatzapi e T3l3gram) e fala (D1sc0rd principalmente).
Comecei pela gramática e vocabulário: na gramática, aprendia as regras mais elementares como flexão de verbo (1º, 2° e 3º pessoa, passado, presente e futuro, etc), preposições mais frequentes, advérbio, adjetivos, regras gerais e exceções e tudo mais. No vocabulário, aprendia os verbos mais comuns e usados por primeiro, palavras do uso cotidiano, frases úteis, etc. Tempo depois passei a assistir vídeos no Ioutvbe para tentar entender e me familiarizar com o idioma e também tentava falar ouvindo e enviando mensagens de voz em grupos ou conversas privadas com estrangeiros que não falavam português. Depois que conseguia entender mais ou menos e me comunicar por mensagens de voz gravadas, passei a tentar conversar ao vivo por chamadas de voz em inglês ou conversas em grupo no D1sc0rd com estrangeiros.
Nunca usei aplicativos, mas experimentei e não me adaptei muito. Achei menos eficiente do que as formas tradicionais. Na minha humilde opinião, o aplicativo só serve para quem não tem nenhuma vontade de aprender o idioma e quer achar uma forma mais lúdica e menos chata para forçar a aprendizagem.
A minha dica de aprendizagem no caso específico do inglês é: foque em se habituar e entender o sotaque e a pronúncia inglesa desde o começo da aprendizagem e não se apegar à escrita quando for falar/ouvir, pois o inglês tem sons bem irregulares e muitas letras são pronunciadas de maneira bem distinta em diferentes palavras. Por exemplo, o ípsilon (y) é pronunciado como /i/ ou como /ai/ dependendo da palavra. A palavra "our" é pronunciada algo como /ouar/ e "hour", algo como /áouer/, sendo que a única diferença é que uma tem o H na frente, mas a pronúncia muda bastante e o H nem é pronunciado com o som dele nesse caso (geralmente o H tem som de /rr/ no inglês).
Ao longo da minha experiência de quase uma década de aprendizagem, resumo que os 3 pilares para a aprendizagem são:
Há quem diga que depois que a gente fica adulto e aprende um novo idioma, a gente nunca vai conseguir falar bem como um falante nativo. Então não banque o nerdola inseguro perfeccionista que treme de medo de errar. Aceite, você vai falar "mim falar assim"... o que importa é compreender e ser compreendido.
Aprendi pela forma "tradicional" da internet, sem nunca ter frequentado cursos ou feito aulas com professores (a não ser na época de escola), combinando aprendizagem por videoaulas ensinando gramática, expressões e pronúncia; leitura em sites sobre o idioma, livros em PDF e explicações em fóruns (como no R3ddit) e praticava a conversação por escrita (grupos do Uatzapi e T3l3gram) e fala (D1sc0rd principalmente).
Comecei pela gramática e vocabulário: na gramática, aprendia as regras mais elementares como flexão de verbo (1º, 2° e 3º pessoa, passado, presente e futuro, etc), preposições mais frequentes, advérbio, adjetivos, regras gerais e exceções e tudo mais. No vocabulário, aprendia os verbos mais comuns e usados por primeiro, palavras do uso cotidiano, frases úteis, etc. Tempo depois passei a assistir vídeos no Ioutvbe para tentar entender e me familiarizar com o idioma e também tentava falar ouvindo e enviando mensagens de voz em grupos ou conversas privadas com estrangeiros que não falavam português. Depois que conseguia entender mais ou menos e me comunicar por mensagens de voz gravadas, passei a tentar conversar ao vivo por chamadas de voz em inglês ou conversas em grupo no D1sc0rd com estrangeiros.
Nunca usei aplicativos, mas experimentei e não me adaptei muito. Achei menos eficiente do que as formas tradicionais. Na minha humilde opinião, o aplicativo só serve para quem não tem nenhuma vontade de aprender o idioma e quer achar uma forma mais lúdica e menos chata para forçar a aprendizagem.
A minha dica de aprendizagem no caso específico do inglês é: foque em se habituar e entender o sotaque e a pronúncia inglesa desde o começo da aprendizagem e não se apegar à escrita quando for falar/ouvir, pois o inglês tem sons bem irregulares e muitas letras são pronunciadas de maneira bem distinta em diferentes palavras. Por exemplo, o ípsilon (y) é pronunciado como /i/ ou como /ai/ dependendo da palavra. A palavra "our" é pronunciada algo como /ouar/ e "hour", algo como /áouer/, sendo que a única diferença é que uma tem o H na frente, mas a pronúncia muda bastante e o H nem é pronunciado com o som dele nesse caso (geralmente o H tem som de /rr/ no inglês).
Ao longo da minha experiência de quase uma década de aprendizagem, resumo que os 3 pilares para a aprendizagem são:
- visão geral do funcionamento do idioma (gramática básica): isso pode ser aprendido principalmente por um bom livro que passa a visão geral e compreensão básica do idioma através da gramática. Isso por si só não vai te ensinar tudo, mas vai te clarear muita coisa e ficará muito mais fácil entender e aprender o idioma, visto que você obterá uma noção ampla da lógica linguística do idioma (recomendo isso por experiência própria)
- vocabulário: busque ampliar ao máximo o número de palavras (verbos, substantivos, preposições, expressões) que conhece e busque aplicá-las assim que possível. Dicas para aumentar o vocabulário: pesquisar cada palavra que não entende ou não lembra, principalmente aquelas que vê com mais frequência, sempre que buscar o significado de uma palavra veja também sinônimos e, se possível, veja esses exemplos aplicado em um contexto de frase.
- prática: pratique e pratique, o que vai determinar o quanto você vai aprender e o tempo que você irá demorar até atingir a fluência no idioma vai depender da combinação dos dois primeiros pilares (gramática e vocabulário) com a prática.
Há quem diga que depois que a gente fica adulto e aprende um novo idioma, a gente nunca vai conseguir falar bem como um falante nativo. Então não banque o nerdola inseguro perfeccionista que treme de medo de errar. Aceite, você vai falar "mim falar assim"... o que importa é compreender e ser compreendido.
