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[RELATO] A promiscuidade das mulheres tatuadas
(02-04-2025, 03:33 PM)Josey Wales Escreveu:
(02-04-2025, 03:04 PM)Guilherme M Escreveu: Tratam-se de argumentos, meu caro. Tão somente argumentos. 

A gente lê, vê se faz sentido e, se quiser, participa, não é isso? Se o que está escrito vale uma crítica, escreve-se a crítica, para que quem leia depois possa pensar sobre o tema. 
Acho muito válida a discordância. Faz a gente pensar, a gente mede os argumentos. Generalização não é argumento, é uma forma de empurrar o que se pensa, uma falácia argumentativa. Apontei para isso, para contribuir para o fórum. 

Padronização é um substantivo que aponta para a uniformização de alguma coisa. Pelo que eu entendi, os argumentos (ou falta deles), devem estar uniformizados, no seu entendimento. 

E fique tranquilo, vou continuar lendo sempre que puder, e escrever quando achar que será uma contribuição. Mas gostaria, imensamente, de escutar seus argumentos (não os xingamentos) para que eu possa, inclusive, mudar de ideia (o que é muito bom, quando é para melhor!).

Tu entendeu tudo completamente errado. E eu nem xinguei ainda, só falei pra você sair do fake, feminista. Espera até tu conhecer o trollmaster @Minerim  Gargalhada

Padronização é exatamente isso: uniformização. Mas a padronização que falamos aqui não é somente de argumentos, mas principalmente de conceitos, reações e atitudes. A gente generaliza mesmo porque é o tipo de coisa que empiricamente dá pra padronizar.

A "real dos fóruns" já existe a não sei quantos anos. E creio que desde sempre há consenso de que tatuagem é uma tremenda red flag, umas artes mais, outras menos. Aí vem o alecrim dourado que, de novo, chegou ONTEM, querer contestar uma das coisas mais pasteurizadas que temos aqui. Tem dezenas de relatos de caras se fudendo na mão de espertinhas, várias delas tatuadas, mas isso não pode ser padronizado como uma "ameaça"?

Eu posso até concordar que as postagens iniciais do tópico em questão são meio viajantes nível "tatuagem de um tatu-peba no ombro esquerdo feita numa noite de lua cheia significa que a muié vai roubar tua grana que tá em btc" se fosse esse teu argumento. Mas você coloca como se a mera existência de uma tatuagem na mulher não fosse uma red flag, independente do desenho. É mais que notório que isso, bem como piercing e qualquer outra "modificação" que a mulher faz é meramente o ego se manifestando.

O próximo passo é o que? Defender casamento com mãe solteira? Tirar puta de zona e botar dentro de casa?

Teu jeito de argumentar é similar ao das nossas amigas do suvaco cabeludo ou, no mínimo, de um eunuco feministo e que acha que generalização no mundo atual é um problema e que a sociedade não massacra o sexo masculino, como se pode ver na tua postagem em outro tópico:

Citação: OI pessoal, tenho lido muitas mensagens com generalizações imensas. "Mulher média" (o que é isso??)??!!!!
Minha visão é que quando a gente fica generalizando, perdemos a conexão com a complexidade da realidade, vira mais uma forma de reclamação, de botar para fora alguma mágoa.
Esse tópico quer ser um debate sobre quem sofre mais na nossa sociedade? Quem sofre mais no Brasil? No mundo?
Como é possível saber se mulheres/homens/crianças/idosos/gays/héteros ou qualquer grupo sofre mais que o outro? Houve uma tratamento estatístico do sofrimento? Vale sofrimento do passado, da infância? É acumulativo? Como medir sofrimento, se as pessoas são diferentes, tem caráter, aprendizados e história distintas? Ser humano sempre sofreu e vai continuar sofrendo. E, ao melhorar um tipo de sofrimento, aparecem outros, como uma quantidade cada vez maior de adolescentes que se auto infligem ferimentos.. Quando eu era jovem nunca ouvi falar disso, mas agora conheço diversas meninas que têm o problema. Enfim, não vou me alongar.


Para mim, melhorou a resposta, obrigado!!
 :-)

Sobre xingamentos, desde que conheci a internet vi que o pessoal se entrega fácil a uma raiva, desde que seja on-line. Lembro daquele menino gritando na televisão que "vou xingar muito no twitter hoje à noite"... Na internet é fácil xingar, botar a raiva para fora, quem bom que você não xingou!

Desculpa, Josey, mas não vi nenhuma forma de se demonstrar que dá para padronizar tatuagem. Se a mulher escreve o nome do filho, é promíscua? Se escreve o nome do filho e tem uma flor tatuada, passa a ser? Claro que existem tatuagens sexuais, mas hoje em dia esse negócio de tatuagem se espalhou feito uma gripe, tem de tudo (quando eu dava aula sacaneava com meus alunos dizendo que tatuar o nome da da morada ou namorado era fácil, queria ver tatuar o nº do CPF kkkkkkkk!)! Então, as tatuagens de homens e mulheres devem ter múltiplos significados, e tem até aquelas pessoas que tatuam só por tatuar mesmo, sem pensar no que estavam fazendo (talvez uma grande parte, mas não tenho informação quantitativa). Como mencionei, argumentação, demonstração, lógica, é vital para a gente pensar melhor. 

No caso da padronização, discordo completamente. Sei que neste fórum, há uma certa identidade de motivações, de visões de mundo. Mas, inclusive para a gente aprender, melhorar internamente, padronização de pensamento me cheira a União Soviética nos tempos do Stálin. E chamar mulher de "ameaça", parece uma fragilização dos homens que nem condiz com os diversos temas e linhas (não padronizações) deste espaço! Esse mimimi de se sentir ameaçado por mulher tatuada é uma subestimação do sexo masculino, amigo, desculpe a franqueza. 

Sobre o que você escreveu sobre o "próximo passo", confesso que não acho que valha a pena responder.

E sobre meu jeito de escrever, cada um tem o seu. E você caiu nos xingamentos novamente, o que mostra só um incômodo (ou indignação, sei lá). Mas é só uma forma como tantas outras de escrever. Gostaria de saber (no privado, para não sairmos do tema aqui), o que esse "jeito de escrever" provoca de incômodo, mas não acho, realmente, que isso seja importante, Josey. 

Dá uma olhada em outro post meu, sobre vício em pornografia, e veja se o incômodo continua. 

Agora, caso seja uma regra que a participação no fórum deve somente aceitar o que já foi escrito, sem criticar, ou que um cara que "entrou ontem" não pode, respeitosamente e sem xingar ninguém, colocar opinião crítica embasada por argumentos, peço que por favor me informem. Busquei nas instruções e nas regras e posso ter não visto esse tipo de orientação. Considero, realmente, que argumento e críticas geram crescimento, mudanças para melhor, e não atrapalham a vida de ninguém. Já a padronização (ou pasteurização) de pensamento é péssima, não aprimora nada, você sabe disso!.

Você tem toda razão, cheguei ontem. Já conhecia o fórum "Homens REalistas" e cheguei a participar no passado, mas acabei parando de abrir, acho que junto com o encerramento desse espaço. Cheguei a ler um livro de Nessaham Alita (Magnetismo nas relações sociais, tenho ele em PDF), mas faz tempo. Em todo caso, a discordância, se é construtiva, é legal, não se preocupe. Ninguém vai virar feminista por discordar, e as páginas deste fórum estão cheias de opiniões diferentes! Discordar e argumentar não é ameaça.

Valeu, Josey! 
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RE: A promiscuidade das mulheres tatuadas - de Guilherme M - 02-04-2025, 04:14 PM

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