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[RELATO] A promiscuidade das mulheres tatuadas
(02-04-2025, 03:04 PM)Guilherme M Escreveu:
(02-04-2025, 02:48 PM)Josey Wales Escreveu: Continua lendo o fórum aí na moral, mas sai do fake, feminista. Yaoming

Não tem o que se debater, essa tua falsa equivalência (homens também tem tatuagens) é ridícula e sua análise é superficial.
Ou você vai me dizer que o cara que tatua um palhaço não deixa bem evidente o que ele é, da mesma forma que uma mulher que tatua uma pimenta na testa da xavasca?

Agora você vai me chamar de generalista, então vou aproveitar pra te apresentar um outro conceito já bem antigo nos fóruns: PADRONIZAÇÃO. Tu chegou aqui literalmente ontem e quer "debater" em cima de algo empiricamente comprovado por vários confrades e que cai na regra da padronização.

Como um confrade disse acima: "nem toda promíscua é tatuada, mas toda tatuada é promíscua".

Não achei um tópico específico, mas esse conceito é facilmente perceptível em diversos relatos. Como disse, continua lendo aí na moral antes de achar que tem bagagem pra querer debater algo que já é comprovado nos meios realistas.
Tratam-se de argumentos, meu caro. Tão somente argumentos. 

A gente lê, vê se faz sentido e, se quiser, participa, não é isso? Se o que está escrito vale uma crítica, escreve-se a crítica, para que quem leia depois possa pensar sobre o tema. 
Acho muito válida a discordância. Faz a gente pensar, a gente mede os argumentos. Generalização não é argumento, é uma forma de empurrar o que se pensa, uma falácia argumentativa. Apontei para isso, para contribuir para o fórum. 

Padronização é um substantivo que aponta para a uniformização de alguma coisa. Pelo que eu entendi, os argumentos (ou falta deles), devem estar uniformizados, no seu entendimento. 

E fique tranquilo, vou continuar lendo sempre que puder, e escrever quando achar que será uma contribuição. Mas gostaria, imensamente, de escutar seus argumentos (não os xingamentos) para que eu possa, inclusive, mudar de ideia (o que é muito bom, quando é para melhor!).

Tu entendeu tudo completamente errado. E eu nem xinguei ainda, só falei pra você sair do fake, feminista. Espera até tu conhecer o trollmaster @Minerim Gargalhada

Padronização é exatamente isso: uniformização. Mas a padronização que falamos aqui não é somente de argumentos, mas principalmente de conceitos, reações e atitudes. A gente generaliza mesmo porque é o tipo de coisa que empiricamente dá pra padronizar.

A "real dos fóruns" já existe a não sei quantos anos. E creio que desde sempre há consenso de que tatuagem é uma tremenda red flag, umas artes mais, outras menos. Aí vem o alecrim dourado que, de novo, chegou ONTEM, querer contestar uma das coisas mais pasteurizadas que temos aqui. Tem dezenas de relatos de caras se fudendo na mão de espertinhas, várias delas tatuadas, mas isso não pode ser padronizado como uma "ameaça"?

Eu posso até concordar que as postagens iniciais do tópico em questão são meio viajantes nível "tatuagem de um tatu-peba no ombro esquerdo feita numa noite de lua cheia significa que a muié vai roubar tua grana que tá em btc" se fosse esse teu argumento. Mas você coloca como se a mera existência de uma tatuagem na mulher não fosse uma red flag, independente do desenho. É mais que notório que isso, bem como piercing e qualquer outra "modificação" que a mulher faz é meramente o ego se manifestando.

O próximo passo é o que? Defender casamento com mãe solteira? Tirar puta de zona e botar dentro de casa?

Teu jeito de argumentar é similar ao das nossas amigas do suvaco cabeludo ou, no mínimo, de um eunuco feministo e que acha que generalização no mundo atual é um problema e que a sociedade não massacra o sexo masculino, como se pode ver na tua postagem em outro tópico:

Citação: OI pessoal, tenho lido muitas mensagens com generalizações imensas. "Mulher média" (o que é isso??)??!!!!
Minha visão é que quando a gente fica generalizando, perdemos a conexão com a complexidade da realidade, vira mais uma forma de reclamação, de botar para fora alguma mágoa.
Esse tópico quer ser um debate sobre quem sofre mais na nossa sociedade? Quem sofre mais no Brasil? No mundo?
Como é possível saber se mulheres/homens/crianças/idosos/gays/héteros ou qualquer grupo sofre mais que o outro? Houve uma tratamento estatístico do sofrimento? Vale sofrimento do passado, da infância? É acumulativo? Como medir sofrimento, se as pessoas são diferentes, tem caráter, aprendizados e história distintas? Ser humano sempre sofreu e vai continuar sofrendo. E, ao melhorar um tipo de sofrimento, aparecem outros, como uma quantidade cada vez maior de adolescentes que se auto infligem ferimentos.. Quando eu era jovem nunca ouvi falar disso, mas agora conheço diversas meninas que têm o problema. Enfim, não vou me alongar.



OI PESSOAL Ratinho
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RE: A promiscuidade das mulheres tatuadas - de Josey Wales - 02-04-2025, 03:33 PM

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