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Coronavírus: É mesmo melhor achatar a curva?
#1
Coronavírus: O que é melhor? Deixar a epidemia seguir ou achatar a curva?

[Image: comunav-rus-768x556.jpg]


Por mais alta que seja a taxa de mortalidade do coronavírus (também chamado Covid-19), a resposta do governo à ameaça é ainda mais perigosa. Se o atual bloqueio da vida econômica continuar, mais pessoas morrerão pelas contra-medidas do que pelo próprio vírus.

Em pouco tempo, o fornecimento básico de bens do dia-a-dia estará em risco. Ao interromper as cadeias globais de transporte suprimentos de medicamentos importantes logo vão faltar; até mesmo a oferta de alimentos estará em risco. É assim que uma estratégia de contenção funciona: operação bem-sucedida, paciente morto.

Duas estratégias

A principal preocupação dos responsáveis pela assistência à saúde não é o número absoluto de óbitos, mas seu objetivo é “achatar a curva”, ou seja, estender a frequência dos casos de infecção para evitar uma concentração temporária de casos. Com esse foco, as autoridades ignoram os efeitos colaterais de suas medidas. As agências estatais estão obcecadas em suavizar a curva e, assim, ignoram que perseguir quase exclusivamente esse objetivo trará mais danos colaterais do que o possível custo da própria epidemia.

Se os governos continuarem a agir como estão agindo agora, as pessoas logo serão confrontadas com o problema de não poderem mais comprar as coisas necessárias. Primeiro, porque as prateleiras estarão vazias; segundo, mais tarde, quando as prateleiras se encherem novamente não poderão mais comprar por falta de renda. As empresas fecharam e os salários não aparecerão nas contas bancárias. As datas de vencimento dos pagamentos não serão cumpridas. Não é o coronavírus que paralisará a economia, mas a maneira pela qual os políticos está respondendo à epidemia.

Uma outra estratégia (praticada parcialmente pela Coreia do Sul e até recentemente pelo Reino Unido) deixa o vírus seguir seu curso, interfere pouco na economia e espera que a população se imunizasse. Este é geralmente o caso quando 60–70% da população está infectada (modelo de imunidade de rebanho). As pessoas imunizadas são protegidas para a segunda onda, que geralmente segue a primeira em ataques de vírus.

Com esta estratégia, a vida cotidiana continua normalmente. Escolas, restaurantes e bares permanecem abertos. Eventos estão permitidos. O governo limita-se a apelos — para evitar riscos desnecessários, para tomar medidas preventivas individuais e, acima de tudo, convida os idosos a ficar em casa.

Na Europa e no resto do mundo, o estado de emergência foi proclamado. Mesmo que o pesadelo atual termine e os toques de recolher e proibições de viagens não existam mais, levará muito tempo para a economia se recuperar — não do vírus, mas da resposta ao vírus.

Nos Estados Unidos e em muitos países europeus, o estado assumiu o controle, acreditando que, por severas restrições da vida pública e privada, o governo poderia controlar a epidemia. A opinião prevalecente é de que não há alternativa ao método de praticamente acabar com a economia e impor severas restrições à vida cotidiana das pessoas.

No entanto, em vez do atual procedimento, pode-se deixar a vida continuar como de costume. De fato, até agora, não há mais mortes do que o habitual, mesmo na Europa. Na hipótese de que no futuro a taxa de mortalidade deva subir (neste momento, quem sabe?), pode-se lidar com o aumento de casos através de medidas emergenciais de curto prazo. Em vez dos imensos custos que a política atual acarreta, seria fácil começar agora com a preparação e expandir a capacidade de cuidar de doentes, moribundos e mortos.

Essa estratégia que respeita os direitos humanos contrasta com a “estratégia achatada” do intervencionismo estatal que se baseia numa ideologia totalitária.

A estratégia de nivelar a curva

O objetivo da estratégia política dominante é conter a epidemia para espalhar o contágio pelo vírus a longo prazo. Não se trata de reduzir o número total de mortes. Os órgãos estaduais preocupam-se em evitar o pico na distribuição de frequências e mudar o número de casos para o futuro (Fig. 1).

figura 1: Curva de frequência para epidemias e capacidade do sistema de saúde

[Image: grafico-coronavirus-curva.png]

Fonte: MIT Press Reader

De acordo com esse modelo (observe que faltam números exatos), haveria um aumento acentuado na frequência de casos por dia sem medidas de proteção (Cases without protective measures), que, no entanto, também diminuiria rapidamente (Reduction in peak of outbreak). De acordo com o modelo, casos com medidas de proteção tornariam a curva suave e permaneceriam dentro dos limites de capacidade do sistema de saúde (Health care system capacity).

O modelo pode estar correto por si só, mas ignora a extensão dos danos causados pelas medidas de controle. Já temos uma amostra disso: além das restrições drásticas ao tráfego aéreo internacional e do fechamento parcial das fronteiras, há uma série de outras medidas que intervêm profundamente no dia a dia dos cidadãos e visam isolar o máximo possível a todos.

As autoridades querem fazer as pessoas acreditarem que as muitas restrições que já existem são medidas a curto prazo. Mas o que acontecerá se a estratégia de contenção durar muito mais do que o previsto? Agora, as consequências para a economia já são catastróficas. A cada dia e a cada semana, o dano aumenta com mais vigor. Mesmo quando as políticas conseguem conter a doença viral, os danos econômicos persistirão por muito mais tempo.

A ameaça real não é o coronavírus, mas a onda de falências e de desemprego que logo se espalhará pelas economias como um tsunami. Se os governos honrarem seus compromissos de ajuda e fizerem pagamentos compensatórios às pessoas e empresas afetadas, serão necessárias compensações financeiras tão altas que a inflação de preços poderá resultar e agravar o efeito da depressão econômica. Veremos um empobrecimento generalizado — não por causa da epidemia, mas por causa da resposta política à epidemia.

[Image: Corona.png]

Primeiro, o governo destrói a economia, depois atua como uma oficina e reivindica a indispensabilidade do estado. No final, o custo do combate à epidemia será maior que o dano que apareceria se se deixa o vírus seguir seu caminho. Esta é a verdadeira tragédia do que está acontecendo. É o resultado de uma posição arrogante, a falsa afirmação de que políticas autoritárias sejam indispensáveis e servem para o bem-estar do povo.

Contra a política do pânico de medo

Sim, há motivos para entrar em pânico, mas não é o vírus, é a política contra Covid-19. O pânico organizado serve como um excelente teste para o estado do quanto ele pode aterrorizar os cidadãos e tirar suas liberdades sem encontrar resistência. Como ovelhas, as pessoas seguem as ordens de seus líderes. A mídia está preparando os cordeiros para irem silenciosamente e sem gritar para o matadouro.

Virologia, epidemiologia e áreas afins mostram que quase tudo o que os meios de comunicação, políticos e governos dizem está errado ou distorcido.

O número oficial de mortes atribuído ao coronavírus está incorreto. Não há uma maneira confiável de dizer, pelo aparecimento do vírus Covid-19 em um cadáver, que essa pessoa morreu por causa desse vírus. A vida das pessoas termina devido a inúmeros fatores e os idosos morrem de todos os tipos de doenças. Se o Covid-19 é encontrado em um cadáver, isso não prova que o vírus foi a causa da morte. O coronavírus é apenas uma das inúmeras causas possíveis.

As estatísticas sobre o número de portadores de vírus estão incorretas, uma vez que as taxas de erro dos dispositivos de teste para novos fenômenos de doenças são geralmente altas e, no caso de testes para o vírus Covid-19, provavelmente são ainda maiores, uma vez que a demanda por eles e seu uso aumentou extremamente em pouco tempo. Um conjunto de dados publicados pelas autoridades não significa que os números refletem os fatos corretamente. Mesmo testes padrão têm taxas de erro e, geralmente, vários testes são necessários para chegar a um julgamento confiável.

As modificações dos vírus existentes ocorrem constantemente. Sem testes específicos, a taxa de mutações não se detecta. Se ela fosse descoberta, você poderia entrar em pânico quase todos os dias. Pode-se ter certeza de que mais cedo ou mais tarde outro vírus aparecerá quando a epidemia de coronavírus tiver terminado. Imagine se os políticos reagirem da mesma forma como agora cada vez que se encontrar um novo tipo de vírus — algo que acontece continuamente — e a absurdidade da política atual se revela.

Além dos danos econômicos provocados pela política que está praticada em frente da epidemia, uma tragédia ainda maior se esconde: a perda dos direitos humanos fundamentais e da nossa liberdade individual. Dados os métodos modernos de vigilância, um novo tipo de totalitarismo superaria todos os horrores conhecidos dos regimes ditatoriais passados.

Conclusão

A estratégia de deixar o vírus correr e aceitar que as pessoas sejam infectadas muito rapidamente contrasta com a outra estratégia, que quer achatar a curva. No fim, ambos os modelos esperam uma taxa de infecção de cerca de dois terços da população. A primeira estratégia evita paralisar a economia e evade interferir na vida cotidiana. O governo se limita amplamente a apelar à população para que tome medidas de precaução e se adapte ao comportamento individual. A segunda estratégia visa prolongar o período de contágio, interferindo drasticamente na economia e na vida cotidiana, a fim de evitar sobrecarregar a capacidade existente do sistema de saúde.

A estratégia autoritária assume um enorme risco. Suas consequências já são visíveis. A política de fechar grande parte da economia destrói a delicada rede da divisão do trabalho e, assim, destrói a base da prosperidade. Mesmo que a estratégia de achatamento seja bem-sucedida, ela envolverá imensos danos colaterais, dos quais a economia não se recuperará por muito tempo. Uma estratégia melhor seria deixar a economia intacta e se preparar para uma eventual emergência sem muita interrupção da vida cotidiana.

Link do texto original: https://rothbardbrasil.com/coronavirus-o...r-a-curva/
Indicado pelo @Temujin.
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#2
Comentário do Guardião:

Eu não concordo com a ideia do autor do texto que o número de mortes está exagerado e superestimado, atualmente em 20 mil mortes, eu acredito que é justamente o contrário, tem gente morrendo de muita coisa por causa do coronavirus direta e indiretamente que não está sendo computado. Com os leitos de UTIs saturados, quem tiver um infarto morre por falta de atendimento e essa morte não é computada como por coronavirus, mas se não tivesse essa pandemia ele poderia ter sido atendido a tempo. Do mesmo jeito para acidentes graves, derrames, e outros problemas sérios que surgem. E sem contar países que tem pessoas morrendo por coronavirus e que não estão entrando na estatistica porque morreram antes de fazerem qualquer exame para comprovar e por isso não jogaram no bolo.

O fato de estar havendo uma manobra politica em cima do coronavirus, não faz com que o vírus deixe de ser mortal e grave. Ele é devastador por saturar o sistema de saúde e estão usando isso para manobra politica e com respostas duras que podem quebrar a economia. Só quero deixar registrado meu ponto de vista aqui no texto. 

Complemento o texto com a solução apontada pelo Ministro da Defesa de Israel e compartilhada pelo Eduardo Bolsonaro em seu Instagram, que se conseguissem implementar com sucesso, o Brasil não precisaria fechar toda a economia:



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#3
Na verdade, existe uma terceira solução que considero a melhor: https://braziljournal.com/coronavirus-me...indefinido
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#4
@Crixus, valeu por trazer essa matéria! A melhor solução que vi até aqui, também!
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#5




Minha contribuição para o tópico, assistam.

Achatar a curva vai criar só mais caos para a população com uma quarentena sem prazo para acabar.
"Há um amplo fosso de aleatoriedade e incerteza entre a criação de um grande romance – ou joia, ou cookies com pedaços de chocolate – e a presença de grandes pilhas desse romance – ou joia, ou sacos de biscoitos – nas vitrines de milhares de lojas. É por isso que as pessoas bem-sucedidas em todas as áreas quase sempre fazem parte de um certo conjunto – o conjunto das pessoas que não desistem." O andar do bêbado.
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#6
O maior dano não será na saúde pública mas sim na saúde econômica. Entraremos em recessão, a inflação irá aumentar assim como o desemprego e aí sim as pessoas morrerão muito mais que o corona: suicídio, ataque cardíaco, outras doenças relacionadas à falta de saneamento básico e quem sabe até inanição por fome?

Pequenos comerciantes, assalariados e principalmente trabalhadores informais serão os que mais sofrerão. Até funcionário público pode ficar sem provento, não duvido, visto que já tem estados que já estão quebrados como RJ, ES etc. Os governos terão que direcionar os centros de custos para acudir a população.
"Escola? E o aprendizado com os próprios erros? A experiência te faz professor de si próprio".
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#7
Trabalho na área da saúde e garanto aos senhores: está assustadoramente complicado trabalhar. A histeria coletiva, juntamente com o alarmismo proposital da mídia canhota, é algo surreal.

Sigo os relatores, travar a economia na tentativa de achatar a curva é um erro brutal que possivelmente não terá recuperação posteriormente.
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#8
Hoje o Bolsonaro falou mais ou menos na linha da intervencao cirurgica e vertical do artigo que postei. Faltou ele ser mais incisivo e mostrar a vantagem com numeros. A maioria dos paises vai acabar fazendo isso.
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#9
Achei o discurso dele muito bom.
“A honra, a integridade e a verdade precisam ser guardadas, custe o que custar ao próprio eu.” Obreiros Evangélicos, pág. 447
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#10
Uma coisa interessante para se refletir que ocorreu com esse corona, que é algo que todo mundo falava alguns anos atrás que não aconteceria mais que aconteceu é: o aumento do controle social que a mídia tem! Argumentava-se que com o aumento do uso da internet, esse tipo de manipulação midiática seria impossível. Observando hoje, na MINHA OPINIÃO, eu acredito que essa tese se mostrou falsa. O controle da mídia está MUITO MAIOR que antes com a ajuda da internet, isso sim.

Pessoal bradava sobre a "liberdade de opinião" que a descentralização dos meios de comunicação - que de certa forma realmente ocorreu - causaria, porém os grandes monopólios televisivos TAMBÉM se apropriaram dessa nova realidade, mas de forma sorrateira. Provavelmente eles mesmos criaram essa nova realidade. Eu acredito que muitos e muitos yotubers e sites políticos e semelhantes, com roupagem de serem "pensadores independeres de qualquer meio de comunicação" são na verdade agentes disfarçados trabalhando em prol da oligarquia midiática de sempre. Com a aparência de serem auto suficientes, apenas reforçam as regras ditadas pelos grandes meios. Lógico que alguma coisa boa saiu disso, que foi a disseminação um pouco mais livre de algum mínimo de material que fuja desse escopo. Mas analisando de uma forma ontológica, esse é um preço barato que esse monopólio pagaria pelo benefício próprio maior.

prova disso foi o que ocorreu, algo que foi inédito na história da humanidade. A histeria coletiva e o pensamento de rebanho PARARAM O MUNDO, literalmente.

Outra coisa que muito se fala pelos meios de comunicação e discursos politicamento corretos é sobre a maravilha que é o GLOBALISMO - mesmo tendo como base argumentativa o fato que a porra de um vírus que saiu sabe-se lá de onde na China, fodeu o mundo inteiro. O argumento é que somos todos humanos, estamos todos conectados, o mundo precisa se unir, não existe mais fronteiras  e blá blá blá ...

Realmente, não existe mais fronteiras. Somos um rabanho gigantesco de uma massa amorfa e sem pensamento individual que é obrigada e seguir regras vindas de algum lugar. Simplesmente não temos opção. Alguns dizem que o globalismo é liberdade. O capitalismo multinacional, assim como todos os regimes comunistas estão em prol do globalismo e do governo universal. Eu pergunto, isso é liberdade? Sim, a nossa vida é mais "fácil" do que em tempos pré-industriais, sem dúvida. Mas a custa de quê esse conforto foi adquirido? A vida de um boi que vive num confinamento é mais fácil do que um que vive solto na natureza. Mas o que acontece com o boi do confinamento se ele resolver tentar fugir do seu regime? Ele tem essa opção, ou seja, ele pode optar por uma vida mais dura longe da proteção do "abatedouro" que tem um script e final já bem conhecido por esse boi?

Com ou sem vírus, estamos subordinados ao governo e necessidade de gerar valor financeiro para que a roda gire. De uma forma ou de outra, sempre estaremos amarrados e isso é triste de se pensar de certa forma. independentemente do modelo governamental que existiu no mundo, o homem comum sempre esteve a mercê de alguma coisa, porém essa coisa parecia mais próxima, mais real e tinha mais significado para o homem trabalhador que só quer cuidar da própria vida. Hoje, o governo global tirou isso das pessoas, a espiritualidade das coisas. Trabalhamos pq precisamos de dinheiro e queremos ter uma vida tranquila, ok, mas é só isso? Que propósito eu estou buscando além de viver como um porco na engorda? Não temos uma noção de significado pq tudo se tornou, em última analise e afinal de contas, GLOBAL. 

A crise atual de depressão ao qual as pessoas se encontram se dá justamente quando acordam para esse fato. Seu trabalho, suas preferências, sua vida é absolutamente e totalmente substituível e insignificante para a máquina como um todo. Quando somos jovens, com fé no futuro, temos a impressão de sermos únicos. Eu gosto disso, ouço isso, faço aqui, sou diferente - e essa sensação de individualidade é importante para o psicológico, especialmente o masculino - ... mas com o passar dos anos percebemos que todo mundo faz, gosta e pensa as mesmas coisas. Nosso senso de propósito se perde e só resta a frustração. Enfim... 

Eu gostaria de estar trabalhando com as minhas coisas normalmente, fazendo minhas atividades normais - sim, fazendo a roda girar - pois a minha rotina é um ritual, mas eu não posso e não tenho o que que fazer com relação a isso também. Eu particularmente me sinto castrado nesse momento, pq mesmo tendo a obrigação de trabalhar, sinto que em algum momento, em alguns espaços, posso agir mais livremente e isso é libertador, em última análise ter dinheiro e uma espiritualidade forte é a nossa única forma de fazer a vida um pouco mais original. Até pq o nosso lazer também foi cortado. Simplesmente sou obrigado a seguir o fluxo junto com o resto do gado. Se o governo resolver manter isso por tempo indeterminado, não teremos dinheiro, nem comida, se sairmos na rua seremos presos e o caos estará instalado ... que poder nós enquanto cidadãos "democraticamente livres" temos? Nenhum. O que a democracia vale a final de contas? A maioria de idiotas venceu, o governo e o regime globalista venceram. Se a maioria de vagabundos usam a desculpa de "prevenção" para não precisarem fazer nada e receber igual, temos que aceitar, e lá no final, vamos ter que pagar essa conta também. A decisão cabe a eles e não a nós. Onde o governo não consegue atingir, a mídia chega, criando o pânico em todas as pessoas que de bom grado se submetem ao estado SEM PERCEBER. A prova disso é esse vírus que não é tão letal quanto a histeria faz parecer que é.
"Compreendi o tormento cruciante do sobrevivente da guerra, a sensação de traição e covardia experimentada por aqueles que ainda se agarram à vida quando seus camaradas já dela se soltaram."  (Xeones para o rei Xerxes)

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#11
Anarcocapitalismo é o caminho.

Agorismo, sobrevivencialismo, brutalismo.

E acabô; acabô, porra!
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#12
Está chegando a hora de pagar a conta por 200 anos de democracia. Queriam o que?
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#13


“A honra, a integridade e a verdade precisam ser guardadas, custe o que custar ao próprio eu.” Obreiros Evangélicos, pág. 447
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#14
Já começaram os saques aqui em SP:
https://www.google.com/amp/s/agora.folha...ista.shtml

Tá de boas a quarentena... sqn
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#15
Tempos difíceis estão chegando,  você está preparado?






Undecided

[Image: QYsFwOd.gif]





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#16
Recomendo este artigo, sobre a questão macro em voga.




Spoiler Revelar

Citação:"Sobre quarentenas e intervenções ingênuas

Enquanto sociedade, somos - historicamente - menos prejudicados pelas desventuras do acaso do que pela “necessidade de agir”. Sim, a necessidade de se fazer algo diante do caos aparente pode nos prejudicar mais que o caos em si. É o que em medicina se chama de iatrogenia.

(...)

A iatrogenia ocorre quando o mal provocado no paciente é maior que aquele que se pretende curar. George Washington por exemplo, ao adoecer foi tratado por médicos que prescreveram, dentre outros tratamentos, a sangria (algo entre 2,27 e 4 litros de sangue). O resultado, a morte do founding father. Até o surgimento da penicilina, o saldo da medicina para com a humanidade era negativo (matava mais que curava) [...].

(...) 

Vai ver, se todos os interessados em descobrir a cura para a doença pudessem agir livremente, talvez nem chegássemos a saber o nome da tal gripe chinesa. Problemas multiformes requerem soluções multiformes, não políticas."
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#17
Legal, iatrogenia é um termo explicado e bastante discutido por Taleb no seu Livro Antifrágil. Tinha até esquecido dele, mas ele explica exatamente essas questões. Como a intervenção em grande parte das vezes, é pior
"Compreendi o tormento cruciante do sobrevivente da guerra, a sensação de traição e covardia experimentada por aqueles que ainda se agarram à vida quando seus camaradas já dela se soltaram."  (Xeones para o rei Xerxes)

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#18
É menos pior recomeçar economicamente (é claro que tem gente que tem grana e prefere morrer do que perder 'status social') do que chegar com o vírus em situação grave e ficar a mercê de ser escolhido pra morrer ou não.
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#19
O discurso de achatar a curva é muito bonito. Mas quando a teoria do achatamento foi criada, nao foi levada em conta a variável de atividade econômica. A quebra do pais altera totalmente a curva de outras mortes, como a de suicidios, por exemplo. Pessoas que nao iriam se matar, acabam se matando por se afundar em dividas impagaveis. Estou aguardando ansiosamente os vorazes defensores do isolamento mudarem de opiniao quando perderem o emprego.
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#20
(28-03-2020, 01:46 AM)Hombre de hielo Escreveu: É menos pior recomeçar economicamente (é claro que tem gente que tem grana e prefere morrer do que perder 'status social') do que chegar com o vírus em situação grave e ficar a mercê de ser escolhido pra morrer ou não.

O que você quer dizer com recomeçar economicamente?
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