Avaliação do Tópico:
  • 0 Voto(s) - 0 em Média
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
Não se envolvam com mulheres pobres
#1
Não se envolvam com mulheres pobres
por Arthur Vinicius

[Image: kg3UbBW.jpg]

Bom, hoje venho falar de assunto um tanto polêmico, mas que merece séria reflexão para nós todos. Trata-se do envolvimento que muitos homens têm com mulheres pobres.

Os homens de modo geral nascem programados para, entre outras coisas, oferecer proteção a pessoas ao seu redor, sendo as mulheres as principais pessoas que despertam no homem o espírito protetor. Vemos que não poucos homens se esforçam para dar a uma mulher uma sensação de segurança, algo que lhes é totalmente natural, por verem que elas são frágeis fisicamente. Alguns oferecem esta segurança com dinheiro; têm casa própria e são estáveis financeiramente; outros, com um automóvel, sentem que no mínimo devem ter isso para dar um mínimo de conforto às mulheres; e outros tantos acreditam tolamente que dando carinho estão fornecendo algum tipo de segurança a elas. Seja qual for o método que o homem utilize, ele tem uma necessidade inata de oferecer suporte às mulheres, protegendo-as do perigo.

Quando se trata de uma mulher pobre, este instinto é ainda mais reforçado. O homem, quando se envolve com uma mulher de periferia, quer bancar o herói muitas das vezes, e faz o possível para tirá-la do ambiente que ela vive, transportando-a para um lugar mais próspero e seguro, se sentindo muito feliz e honrado por ter tirado a mulher de um lugar pobre. É claro que a pobreza de alguém não serve de parâmetro para medir o seu caráter; não estamos tratando disto aqui. O problema do homem se relacionar com uma mulher pobre é o seguinte: mulheres pobres, em sua maioria, têm péssimos hábitos, costumes. Algumas coçam constantemente a cabeça; outras não cuidam da aparência; outras tantas não têm um assunto relevante para conversar fora o contexto do namoro/casamento, e outras não têm conhecimento, inteligência alguma para lidar com os problemas do dia a dia no relacionamento. Tudo o que podem oferecer é sexo e mais nada. 

Se você observar bem, boa parte das mulheres bundudas, com seios grandes, corpo escultural, vêm de periferias, de lares pobres. 
Exemplo disso são a ex dançarina Carla Perez, Viviane Araújo, ex mulher do cantor Belo, Valéria Valença, a ex Globeleza e Luma de Oliveira, ex mulher de Eike Batista, o homem mais rico do país. Essas mulheres, como muitas outras, fizeram sucesso na mídia, com os seus dotes maravilhosos até então. Depois que se casaram, estas mulheres saíram de cena, dando lugar a outras belas jovens. Contudo percebe-se, que, após o casamento, algumas dessas mulheres não acrescentaram nada à vida de seus maridos: 

Uma tinha em mãos um homem milionário, mas traiu-o com um jardineiro. Tinha sido resgatada da pobreza para sempre, mas longe de demonstrar gratidão por isso, chifrou o parceiro. É certo que muitos homens ricos se preocupam mais com dinheiro do que com suas mulheres, mas isso se deve ao fato de que eles pensam que mulheres se satisfazem com conforto material, o que é verdade, mas apenas no início de uma relação, porque depois elas enjoam da boa vida, querendo mais emoções; 
Outra dava vexame nacional falando errado, tendo uma de suas célebres respostas para lá de ridícula; quando entrevistada por um repórter que a perguntou que prato preferia, disse, sem pestanejar, que era "o duralex, porque não quebra"; 
Outra, estonteante para muitos, foi trocada por outra mulher após o marido ter saído da prisão; uma mulher desejada pelos homens do Brasil inteiro ser trocada por outra é maluquice para muitos homens, mas aconteceu, e não foi porque a mesma não gostava do marido (ela ao que parece nunca chifrou o ex, e esperou-o pacientemente sair da prisão, mantendo-se fiel a ele). Ele deve ter enjoado da relação, e pôs fim a ela, provavelmente porque tal mulher não tinha assunto de conteúdo para conversar com ele, não partilhava dos mesmos ideais, não tinham nada a ver um com o outro. Só beleza. E esta um dia acaba.

Assim sendo, estas mulheres, tão desejadas no auge da carreira, com o tempo passaram a ser decepção para os caras que conviveram com elas, porque fora o aspecto físico, não atraíam em mais nenhum outro aspecto. Buscar maneiras para melhorar a vida do companheiro, partilhar idéias interessantes; pra nada disso essas mulheres prestaram, porque do contrário, seus parceiros estariam felizes, estariam juntos até hoje com os mesmos. Teriam enfrentado as crises que todo relacionamento possui e teriam seguido em frente, permanecendo até hoje com seus parceiros. Mas como não tiveram nada a acrescentar, algumas dessas não conseguiram ou não fizeram questão de manter suas relações conjugais.

Logo, mulheres vindas de ambientes pobres tendem a não acrescentar nada a vida de um homem. Tudo o que elas sonham é encontrar um homem bem financeiramente e viverem de pernas pro ar. Não conte com inteligência e apoio para o que der e vier de uma mulher pobre. Ela tem mente e atitudes de pobre, por estar inserida em um ambiente pobre. E pobreza, meu amigo, é contagiosa...

Este texto faz parte do projeto: Segunda das Relíquias Perdidas.
Responda-o
#2
e qdo essas pobronas vão pra algum lugar melhor do que a espelunca aonde viviam querem tirar foto de tudo e se pagar de bacanas
Responda-o
#3
A reflexão é interessante, mas não dá pra levar ao pé da letra.

Principalmente aos novatos, tenham isso em mente mas não se limitem e digam "não me envolvo mais com mulher pobre", já que as opções que sobram são as ricas e carreiristas, que não vão aceitar um mediano pobretão como parceiro.

Um homem com escolhas é um homem livre.
Responda-o
#4
"Casar com pobre é pedir esmola pra dois"

Hoje, a maioria das mulheres não querem começar a vida ao lado de um homem apartir do zero. Já exigem que o infeliz possua algum bem ou imóvel. É bom que o homem procure uma mulher do seu nível. Se ela quer crescer ao seu lado, o que é quase impossível hoje, parabéns! Você encontrou sua "pobre exceção".
"Homem Marmito"® is trademark of Marmito Man Corporation ™
Responda-o
#5
É uma regra geral um pouco duvidosa...

Acho uma boa referência no sentido de alertar que "tirar a donzela da vila", as vezes é furada!
Ninguém tem essa obrigação...

Agora, tirar TODA E QUALQUER mulher pobre do cardápio, acho polarização.

Esse conceito tem que ser usado com sabedoria.
"Paulistarum Terra Matter..."
Responda-o
#6
Esse negócio de não se envolver com mulheres pobres tem bastante sentido, embora não seja uma regra totalmente segura. Há mulheres pobres que batalham para melhorar de vida sem usar o xerecard e há também vileiras de classe média e alta que não fazem porra nenhuma que presta. A classe social pode ser um razoável indicativo do que esperar de uma mulher, mas deve ser apenas um dos itens que irá compor a percepção final da mulher. Tenho um irmão que levou tanto ferro de uma mulher pobre com quem se casou, mas queria levar vida de rica, que ele traumatizou a ponto de só arrumar mulher com bons empregos para não ter que sustentá-las. O problema disso é que, na maioria das vezes, são msois, com catarrentos a tiracolo ou balzacas encalhadas ou chutadas por algum macho que não deu conta de aguentar a personalidade sombria. A penúltima era médica e gorda, sem graça e com uma filha de 6 anos.
Ele não deu conta e correu com ela e trocou por outra médica, sem filhos, mais bonita e menos gorda. Aparentemente está satisfeito...
Responda-o
#7
Esse assunto é pra lá de polêmico, e as pouquíssimas vezes que "ventilei" no mundo real, fui muito mal recebido (pra dizer o mínimo).
NA PRÁTICA, o texto deve estar querendo se referir à típica "vileira" (como dizemos aqui em SP): gostosa de quebrada/favela/bairros muito pobres.
O que eu já vi na minha experiência de vida é que RARAMENTE sai coisa boa disso. Normalmente essas gostosas são rodadas nas mãos dos malandrinhos/zédroguinhas/marginais locais. É muito comum arrumarem algum cara com boa condição e bonzinho de bairro melhor e ficar traindo ele com algum malandro que já marmitava ela há tempos. Tirar esse tipo de mulher da favela é fácil, o difícil é tirar a favela de dentro delas.
Mas é assunto que eu evito ao máximo no mundo real, e admito que mal dá pra conversar no mundo virtual, é muito tabu.
Afinal fomos ensinados desde crianças que pobre é bonzinho e rico é malvadão.
EU, por minha decisão PESSOAL sempre evitei me envolver com esses tipos. Usava o mesmo critério que as mulheres usam com os homens. Mulher que eu considerava pra namoro, reparava muito bem: onde morava, nível escolar/intelectual, estrutura familiar, parte higiência da casa (sim!), estado de obesidade dos pais, parte financeira. Não era garantia de que a coisa iria dar certo, mas já evitava um monte de problemas.
Responda-o
#8
Entendo que a condição social que uma pessoa esteja inserida, "pode" influenciar na percepção do convívio para com outros, mas isolar completamente este nicho apenas pelos "padrões financeiros", não é o caminho ou pelo menos, apenas um parâmetro a ser analisado para algo.

Citação:É claro que a pobreza de alguém não serve de parâmetro para medir o seu caráter; não estamos tratando disto aqui. O problema do homem se relacionar com uma mulher pobre é o seguinte: mulheres pobres, em sua maioria, têm péssimos hábitos, costumes. Algumas coçam constantemente a cabeça; outras não cuidam da aparência; outras tantas não têm um assunto relevante para conversar fora o contexto do namoro/casamento, e outras não têm conhecimento, inteligência alguma para lidar com os problemas do dia a dia no relacionamento. Tudo o que podem oferecer é sexo e mais nada.

Minha leitura nesta citação, foi que o autor excetua do contexto o padrão social monetário e aponta lacunas comportamentais, que se mesmo assim fossem oriundas da falta de recursos, são apenas indicativos que não podem ser generalizados.

No mais, 2 nos comentários dos confrades @Gorlami e @Bandeirante Paulista.
"Fiat Justitia, Pereat Mundus..."
Responda-o
#9
Uma vez me falaram “O importante, é saber escolher”. Acho que essa é bem a verdade mesmo.
 
Não necessariamente devemos procurar alguém “rico” e rejeitar um “pobre”. Acredito que o mais importante é procurar alguém que tenha a mesma mentalidade e visão de futuro em relação ao dinheiro.
 
Vou mostrar uma situação de um casal que conheço na vida real e acredito ser ideal:
 
Indivíduo 1 - Tem um emprego bacana, boa carreira e bom salário. Veio de família pobre;
Indivíduo 2 - Tem um emprego OK, porém numa área de atuação não muito valorizada. Veio de família de classe média alta;
 
Indivíduo 1 ganha cerca de 3x mais que o indivíduo 2. Ambos tem a mesma mentalidade poupadora/investidora em relação à grana.
 
Considerações:
- 1 iniciou a vida com “Zero” patrimônio, porém tem condição de acúmulo muito boa, consegue investir grande parte do que ganha e, no longo prazo, formar um patrimônio considerável;
- 2 não consegue um acúmulo de patrimônio tão intenso como 1, porém não parte do “Zero”. É filho(a) uníco(a) de pais que tem 2 imóveis alugados em área nobre de uma capital;
 
Conclusão: 1 parte do Zero mas cresce rapidamente. 2 Cresce mais devagar, porém não parte do Zero. Um complementa o outro.
Responda-o
#10
O problema de se envolver com vileiras é a cultura e educação.
Responda-o
#11
Spoiler Revelar
(29-07-2019, 06:39 PM)Homem Macaco Escreveu: Uma vez me falaram “O importante, é saber escolher”. Acho que essa é bem a verdade mesmo.
 
Não necessariamente devemos procurar alguém “rico” e rejeitar um “pobre”. Acredito que o mais importante é procurar alguém que tenha a mesma mentalidade e visão de futuro em relação ao dinheiro.
 
Vou mostrar uma situação de um casal que conheço na vida real e acredito ser ideal:
 
Indivíduo 1 - Tem um emprego bacana, boa carreira e bom salário. Veio de família pobre;
Indivíduo 2 - Tem um emprego OK, porém numa área de atuação não muito valorizada. Veio de família de classe média alta;
 
Indivíduo 1 ganha cerca de 3x mais que o indivíduo 2. Ambos tem a mesma mentalidade poupadora/investidora em relação à grana.
 
Considerações:
- 1 iniciou a vida com “Zero” patrimônio, porém tem condição de acúmulo muito boa, consegue investir grande parte do que ganha e, no longo prazo, formar um patrimônio considerável;
- 2 não consegue um acúmulo de patrimônio tão intenso como 1, porém não parte do “Zero”. É filho(a) uníco(a) de pais que tem 2 imóveis alugados em área nobre de uma capital;
 
Conclusão: 1 parte do Zero mas cresce rapidamente. 2 Cresce mais devagar, porém não parte do Zero. Um complementa o outro.

Este exemplo todo cai por terra quando um dos indivíduos é mulher e todos sabem que o dinheiro dela é todo pra ela e mais uma parte do seu.... essa colaboração mútua entre os dois é tão utópica quanto mulher de 20 anos virgem.

Uma coisa é ver de fora, outra coisa é saber o que realmente se passa.
[...]
Responda-o
#12
A pior parte disso não é ser propriamente pobre, mas, é a mentalidade da pobreza enraizada na cabeça da maioria das pessoas de classe baixa. Dificilmente, alguém que absorveu a cultura da pobreza vai despertar a mudança de pensamento em relação a riqueza.
Responda-o
#13
Não que eu seja preconceituoso, mas 80% das mulheres pobres que conheço são tranqueiras, mesmo perfil: até 25 anos, analfabeta funcional, corpo cheio de tatuagem, mãe solteira ou enrolada com outro tranqueira, gosta de funk, fala alto etc. Os 20% são as mães dessas moças que cuidam dos netos.
"Escola? E o aprendizado com os próprios erros? A experiência te faz professor de si próprio".
Responda-o
#14
Há uma essência a se captar do texto, que é o fato de muitas mulheres serem uma companhia desagradável por falta de profundidade das conversas e interesses, que a meu ver não está relacionado a riqueza ou pobreza. Acho utópico um homem querer encontrar uma mulher que tenha interesses intelectuais comparáveis aos dele, Esther Vilar nos explica que o masculino e feminino não funcionam igual nesse ponto. Tendo alguns gostos em comum acho que já pode se dar por satisfeito.

Mesmo as mulheres mais estudadas se dedicam as suas profissões somente para ganhar mais dinheiro mesmo, não necessariamente por uma afinidade com o desenvolvimento pessoal, tanto é que geralmente deixam as emoções dominar sobre o profissionalismo.

É o que penso.

Esther Vilar Escreveu:
Se, em virtude das suas observações, toma conhecimento de que sua mulher ocupa tantas horas do dia a cozinhar, limpar e lavar a louça, não conclui que essas ocupações a satisfazem, porque correspondem de uma forma ideal às suas necessidades espirituais. Pensa que é justamente isso que a impede de fazer tudo o mais e esforça-se por colocar à sua disposição máquinas de lavar louça automáticas, aspiradores e refeições prontas a servir, que a aliviem desses trabalhos estúpidos e lhe permitam fazer uma vida igual à que ele sonha para si próprio.

Mas ficará desiludido: em vez da mulher começar a viver uma vida espiritual, mais rica, a preocupar-se com política, histórica ou com a origem do Universo, utilizará o tempo ganho para fazer bolos, passar a ferro a roupa interior, coser folhinhos ou, se for muito dinâmica, para colar decalques de florinhas no vaso sanitário.

(...)

O mais tardar aos doze anos – idade em que a maioria das mulheres resolve iniciar a carreira de prostituta, ou seja, a de deixar mais tarde um homem trabalhar para si, pondo-lhe a disposição a sua vagina, a intervalos determinados, como contraprestação – cessa a mulher de desenvolver o seu espírito. É certo que continua a instruir-se e adquire os mais variados diplomas – pois o homem crê que uma mulher que aprendeu qualquer coisa de cor também sabe qualquer coisa (um diploma eleva, por conseguinte, o valor de mercado da mulher) – mas, na realidade, é então que se separam para sempre os caminhos dos sexos. Toda a possibilidade de entendimento entre homem e mulher é então afastada para sempre.

Esther Vilar, O Homem Domado, p. 12 e 13.
Membro Associado da Marmito Man Corporation

Quer me perguntar algo? - Visite meu Ask.fm - [Backup]
Responda-o
#15
Esther Villar "utilizará o tempo ganho para fazer bolos, passar a ferro a roupa interior, coser folhinhos ou, se for muito dinâmica, para colar decalques de florinhas no vaso sanitário." Antes fosse usar para isso.

As mulheres donas de casa que conheço com máquina para lavar ,microondas e por ai vai e ainda com filhos nas creches gastam o tempo vendo televisão e mexendo no whatsapp. Sim,donas de casa com filhos indo a creche.
Responda-o
#16
(30-07-2019, 01:50 PM)leonreal Escreveu: Esther Villar "utilizará o tempo ganho para fazer bolos, passar a ferro a roupa interior, coser folhinhos ou, se for muito dinâmica, para colar decalques de florinhas no vaso sanitário." Antes fosse usar para isso.

As mulheres donas de casa que conheço com máquina para lavar ,microondas e por ai vai e ainda com filhos nas creches gastam o tempo vendo televisão e mexendo no whatsapp. Sim,donas de casa com filhos indo a creche.

Exatamente.

Passam horas maquinando mentalmente como transformar a vida do parceiro em um inferno.

Um homem com escolhas é um homem livre.
Responda-o
#17
Pobre só faz Merda
Comer pobre dá Merda
Pobre = msol
Responda-o
#18
So espero que esse topico nao escamba pra discriminacao desenfreada ao pobre, Tenho certeza que varios aqui o sao, portanto se enxerguem como um, so pra lembrar. Que segue o topico.


Responda-o
#19
Se eu não me relacionar com as pobres (intectual, financeiro, tanto faz) não vai sobrar nenhuma. Yaoming
Visitante? Crie sua conta clicando aqui para ter acesso a áreas exclusivas.


Responda-o
#20
Eu sou da ideia que tu tem q se relacionar com pessoas do mesmo nível (financeiro e intelectual), caso contrário tu ta andando pra trás e digo isso até pra amizades.
Se tu for um pobre fudido acomodado, vai exigir uma mulher com uma boa renda e que tenha metas?
Enfim, se for comer uma favelada pelo menos use camisinha pra n levar golpe da barriga.
"O homem que não atravessa o inferno de suas paixões também não as supera. Elas se mudam para a casa vizinha e poderão atear o fogo que atingirá sua casa sem que ele perceba. Se abandonarmos, deixarmos de lado, e de algum modo esquecermo-nos excessivamente de algo, corremos o risco de vê-lo reaparecer com uma violência redobrada."
Carl Jung
Responda-o


Pular fórum:


Usuários visualizando este tópico: 1 Visitante(s)