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Não proíbem o análogo feminino
#1
Não proíbem o análogo feminino
(texto sem autoria postado em 2008 nos extintos grupos da Real)

[Image: zaudNJl.jpg]


Observo que só recebem críticas as coisas que são boas pro homem, mas o análogo feminino é visto como algo normal é aceitável.

Um exemplo é o par “garotas de programa” e “baladas”. O primeiro, apesar de ser um mercado justo e altamente rentável para ambas as partes, é proibido em vários países, e pesadamente criticado pelas feministas e a sociedade em geral, que o caracterizam como “exploração da mulher” ou “coisificação da mulher”. Já as baladas são bem vistas por todos, ainda que elas sejam um verdadeiro sistema de exploração de 80% dos homens que a frequentam, pagando caríssimo pelas entradas para que a empresa deixe mulheres entrarem e beberem de graça, que depois liberarão suas xoxotas pros 20% dos homens que se destacarem, e que efetivamente comerão todas as putas.

Para proibir as garotas de programa tem que proibir as baladas também. Para liberar um tem que liberar o outro, do contrário teremos uma situação injusta.

Outro exemplo são as “novelas” e a “pornografia”. Novelas como “Malhação” são classificadas como “programação livre”, própria para todas as idades, ainda que corrompam o futuro apresentando ideias altamente nocivas para as crianças, como no episódio de terça-feira dia 16/09/08, onde a namorada de um tal de “Gustavo” disse que namoro é algo “careta” e que o melhor é um “relacionamento aberto”, de forma que a mulher esteja “livre” de toda “opressão patriarcal” e transe com outros homens além do “oficial”.

Enquanto isso, a pornografia é classificada para maiores de 18 anos ou 21 anos, imprópria de passar na TV aberta ainda que de madrugada, e considerada “exploração da mulher”.

No entanto, uma análise lógica e fria revelará que novelas como “Malhação” são muito mais nocivas do que qualquer pornografia. O primeiro é assistido por crianças, que correm o risco de se corromperem com as ideias nocivas do seriado, comprometendo todo o futuro da nação e do mundo. Já a pornografia, apesar de classificada para maiores, não tem nada de mais, e apenas mostra as mulheres como realmente são, em seu “estado puro”.

Outro exemplo, de acordo com nossa sociedade não há problema nenhum numa mulher que, vestindo uma deliciosa calça de ginástica, diga em nossos ouvidos que "está sem calcinha". Mas o homem será punido de forma implacável, por assédio sexual, caso perca o controle e reaja ao "estímulo". Ou seja, a mulher pode nos assediar "psicologicamente", mas ao homem não é permitida reação, a menos que seja um cafa ou ricaço.

Comentários do Guardião:

O termo pornografia emocional ainda não tinha sido criado, mas alguns textos como esse já apontavam para essa ideia. Para um aprofundamento do assunto leia o tópico Pornografia Emocional.

Este texto faz parte do projeto: Segunda das Relíquias Perdidas.
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#2
Não proíbem o análogo feminino, mais um pouco...

  • Pra quem já ouviu falar do sociólogo Émile Durkheim(séc XIX):
"Durkeim, realizou uma análise sociológica da criminalidade feminina e no final do século XIX observou a disparidade na justiça entre os sexos e explicou que a educação dada ás mulheres, pelos pais e professores era mais gentil que a oferecida aos homens, permitindo ao grupo feminino um verdadeiro deleite pelo excesso de cuidado, numa espécie de carta branca e escudo para o exagero de sentimentos, emoções e reações, inclusive criminosas, o que pode ser observado com frequência até os dias atuais."

  • Experiência em presídios
"A gente vê que muitas delas têm uma frieza, até mesmo assim, muitas vezes elas usam os filhos pra poder as pessoas ter pena delas. “Coitada, tá presa, Os filhos e tudo…” Aí quando chega lá fora não querem saber dos filhos do mesmo jeito. Por exemplo: você vê que fica assim horrorizada, não que elas não tenham sentimento, têm. Mas elas usam aqueles sentimentos dela… eu acho que ela usa muito mais a questão sentimental pra fazer um escudo pra ela. - Agente de pastoral carcerária. (ALMEIRA, 2001, p. 74)"


Leitura completa:  O silêncio social e jurídico na violência afetiva contra os homens 
(https://canalcienciascriminais.jusbrasil...-os-homens)








- Uma mulher pode bater em um homem. Pode dar chilique, espancar e deixar marcas no corpo. Tudo bem, sem problemas. Se alguém assistir dará muitas risadas; 
  Se o homem usar um pouco de força para se defender, acabar segurando ou empurrando de um jeito mais firme, ele está encrencado. A delegacia da mulher vai acabar com ele. (fora os cavaleiros brancos ao redor que podem espancá-lo)

- A palavra da mulher é suficiente para impôr uma medida protetiva ou até prender um homem. Não é necessário provas, basta a dama dizer que o homem cometeu alguma agressão ou assédio, e pronto.
  O contrário não é verdadeiro. A palavra do homem judicialmente não vale nada. É necessário um conjunto de provas muito boas.

- Guarda do filho após separação. A mulher vai ganhar! Estão sendo divulgadas cada vez mais histórias de homens que querem cuidar dos filhos, a mulher é uma vadia desequilibrada com comportamentos imorais até com as crianças, mas ela ganha só pelo interesse na pensão. (conheço uma história que o pai só conseguiu ganhar pois a ex-sogra foi ao juiz dizer que a filha dela não vale nada, deu muitos exemplos, e a criança merecia ficar com o pai)



Eu CANSEI de ver M$ol ser tratada como heroína. Mesmo décadas depois.

A Real:

Abriu as pernas uma ou várias vezes, engravidou de cafas que desapareceram. Continuou tocando a vida com vadiagem e respeito/valores zero. Os filhos não morreram de fome porque a vida foi seguindo, alguém ajudava, ela tinha algum empreguinho, às vezes de algum cafa até rolava um pensãozinha que dava pra comprar arroz, e por aí vai. 

Mas daí a mídia coloca assim:

Uma mãe batalhadora, que se matou pelos seus filhos!!!
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