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[DEBATE] TRADUÇÃO: A MISANDRIA SOCIAL
#21
(25-08-2022, 11:53 AM)Geoman Escreveu:
[...] No Reino Unido, se um homem usa seu pênis para penetrar numa mulher sem o consentimento dela, é estupro - um crime punível com prisão perpétua-. No entanto, se uma mulher usa o pênis de um homem para penetrar a si mesma sem o seu consentimento, não é estupro, é apenas "causar uma pessoa a se envolver em atividade sexual sem consentimento" - um crime punível com até 10 anos de prisão. Em outras palavras, uma mulher não pode legalmente "estuprar" um homem. [...]

Onde estavam as professoras taradas na época da minha escola??

*********

Agora falando sério:

Ótimo tópico.

Quando o cara conhece a Real, no começo ele pode sentir um certo desgosto quando descobre a farsa do amor romântico, os critérios de seleção sexual das mulheres etc. Pois bem, aí o cara começa a mudar de mentalidade, melhorar o shape, ser um cara mais desinibido, estudar, trabalhar e correr atrás do desenvolvimento pessoal. Aí algumas mulheres até começam a dar mole pro cara. Ele melhora de vida e o desgosto acaba, certo?

Não é por aí. 

Agora é de conhecimento comum que mulher não gosta de cara meloso, miguxo etc. Às vezes o cara nem sente desgosto com esse conhecimento, porque ele tem outros problemas mais sérios pra resolver e já tinha alguma "intuição" que a sociedade não é o que lhe disseram. Hoje em dia, menos homens acreditam que mulher gosta de romantismo, apaixonadinhos etc. Até alguns feministos e virjões sabem disso.

Mas depois ele entra em contato com a parte "sociológica" da Real, e percebe que ele não tem presunção de inocência e que uma mijada fora do penico pode atrasar muito a vida dele. Pode ser xeipado, desinibido, bem de vida, etc. mas se ele trombar com alguma mulher problemática, é provável que ela atrase a vida dele usando as leis ou a cultura em volta, inventando mentira, acusação etc. Aliás, mulher normal também faz merda... se ela quiser, pode pedir divórcio sem bons motivos, e ele tem que arcar com pensão e divisão de bens. Ou então aborta um filho dele, e ele nem pode reclamar (mesmo aborto sendo ilegal). E também descobre que em épocas de crise, ele pode ser o primeiro a se fuder numa guerra.

Então, chegamos ao começo da "sociologia da Real"... o cara descobriu que existe uma cultura em volta que o torna suspeito sem fazer porra nenhuma. E também, uma cultura que empurra ele pra ser um cara servil. Uma cultura que tenta deixar os homens mais vulneráveis e mais fáceis de controlar. E descobre que o grande culpado de toda essa situação é o feminismo... antes do feminismo, os homens eram valorizados, as relações amorosas tinham harmonia e todos viviam felizes para sempre, correto?

Pera aí, não acabou ainda... A Real desenvolveu mais sociologia nos últimos tempos...

Se antes não houve esforços para a "desconstrução" do homem, é porque havia motivos pra ele desenvolver força, coragem, destreza etc. Até mesmo em épocas "ginocêntricas" e que a mulher mandava mais, ninguém criou ideologias pra deixar o homem mais vulnerável e fraco. A escassez dos tempos antigos obrigou o homem a se desenvolver. Hoje, mesmo com todo o progresso e assistencialismo (como mencionado pelo @lokoman), ainda é bom adquirir força, coragem, destreza etc. mas não é tão necessário quanto nos tempos antigos ou épocas mais desconfortáveis.

E quando alguém fazia coisas pra emascular os homens, geralmente era contra os homens das tribos inimigas (os romanos e outros povos tinham o costume de castrar os escravos, e o motivo principal é pra deixar eles mais manipuláveis e menos agressivos). Não era uma ideologia, alimentação ou cultura voltada pra toda a sociedade.

Além disso, as ideias que formaram o feminismo moderno já tem pelo menos uns 500 anos (ver a "Questão Feminina" em Wikipédia: The woman question. Qualquer coisa, só traduzir a página no canto direito do Google Chrome). As sementes do feminismo aparecem justamente na época de maior difusão de ideias, comunicação, progresso tecnológico, automatização da vida, aumento do poder estatal etc. E mulher praticando magia é bem mais antigo. Como elas tem menos força bruta que os homens, algumas desenvolveram gosto por mexer com energias e poderes desconhecidos. Algumas feministas enxergam a bruxaria medieval como uma forma de empoderamento da época (Andrea Dworkin, "Woman Hating"). Engraçado é que alguns ritos de iniciação era a bruxa novata dando a buceta pro bruxo líder principal, e que (sic) "a relação era dolorosa, que o falo do líder mascarado do convento era grande e frio, que nenhuma mulher jamais tinha imaginado" (essa informação tá no mesmo livro, e a autora não vê problema aí)...

E o ginocentrismo é desde a época das cavernas. Já tinha estátuas de culto a Deusas, o culto ao feminino, etc. O homem tinha mais vida pública e atividades fora das cavernas, mas mulher era um ser de devoção, e temos resquício dessa época até hoje. As religiões primitivas eram ginocêntricas. A mente do homem é ginocêntrica. O homem pode até ser mais "admirador" dos feitos e conquistas de outros homens, mas devoção e atenção é dada para as mulheres, e o auto-sacríficio também.

"Ah, e as situações que as mulheres eram raptadas por outras tribos?? É ginocentrismo também?"... bom, as mulheres eram raptadas e os homens eram mortos, então foda-se. Mas em geral, as religiões eram de culto à "Mãe Terra", ao feminino, e a mulher era mais sagrada do que o homem, simples assim. 

Outro fato é a desconfiança das mulheres contra os homens, mesmo quando elas são heterossexuais. Elas têm mais inclinação a desconfiarem de homens do que o contrário. Aliás, o homem mesmo também desconfia mais é de outros homens (se tem um cara esquisito perto de mim à noite, eu vou achar pior do que uma mulher esquisita perto de mim, e tem vários outros exemplos). É quase natural isso. Inclusive, o Coruja do Carvalho usa o termo "misandria natural", no livro "Manipulação Oculta". O que é anti-natural é a cultura moderna, que trata a masculinidade como algo nocivo e ultrapassado pra sociedade, tira a presunção de inocência de homens normais no sistema judiciário, e também retrata nas mídias os homens como agressores, retardados mentais ou tarados.

Antes do "feminismo", existia "ginocentrismo" e antes de "misandria social", existia "misandria natural".

Mas tem grupos que não costumam sofrer tanta "misandria social": bandidos, narcisistas, cafajestes etc.

Já vi feministas defendendo bandido, no meu círculo social, artigos e vídeos (alguns desses que fizeram mulheres de refém). Deve ser mistura da ideologia progressista + hibristofilia.

Por natureza, o bandido é mais inclinado ao estupro e agressão do que um cidadão normal. E cracudo geralmente rouba é mulher, por elas serem fisicamente mais vulneráveis.

No máximo, quando criticam o comportamento anti-social de delinquentes, narcisistas e homens agressivos, classificam tais atitudes como "masculinidade tóxica".

A "Misandria Social" costuma ser mais destinada ao cidadão comum, e não tanto para os criminosos

Mesmo depois de um tempo aqui, tem fatos que ainda me surpreendem.

Sempre mantenham senso de humor...
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#22
Up nesse topico formidável

Com a lei da misoginia sendo aprovada, esse topico volta ser muito relevante
"A paixão é como o álcool. Entorpece a consciência, elimina a lucidez, impede o julgamento crítico e provoca alucinações, fazendo com que o ser amado seja visto como divino." Como lidar com Mulheres - Nessahan Alita
Responda-o
#23
É o avanço do FEMINISMO contra as liberdades individuais e direitos fundamentais garantidos, em teoria, pelo artigo 5 da constituição federal... porém as altas esferas do judiciário e do legislativo podem muito bem criar exceção pro que quiserem com a justificativa de que algo "ultrapassa os limites dos direitos fundamentais, segundo a jurisprudência, esse caso é uma exceção...".

A proposta de lei da "misoginia" não deixa claro o que é misoginia, alegando vagamente "aversão às molieres". Talvez a real intenção seja essa mesma: quando não fica claro o que é o que, tudo poder ser qualquer coisa e qualquer tipo de questionamento pode ser crime (isso é comum em ditaduras comunistas, eles têm poucas leis com texto vago e impreciso que abrangem quase tudo). Nisso, um meme inofensivo da internet poderia te resultar de 3 a 5 anos de prisão se, na opinião do juiz, isso foi um ato de misoginia. Uma eventual discussão de você com uma colega de trabalho, como poderia acontecer com um homem, poderia ser entendido como um ato (e crime) de misoginia pelo simples fato do interlocutor ter ppk.

Vocês tem ideia da insanidade jurídica disso? A oposição conseguiu enterrar essa proposta de lei por esse ano (infelizmente tem chance de voltar em pauta futuramente), até mesmo porque deputados não alinhados ao narco-wokismo se deram conta do perigo e da intenção maldosa por trás dessa ratoeira jurídica que serve justamente pra ferrar quem critica ou se opõe a agenda narco-comuno-woke.


Historicamente isso não é novidade dentro do feminismo. Creio que poucos conheçam esse fato: nos EUA, nos anos 70 e 80 grupos feministas tentaram criminalizar a pornografia e classificá-la como crime de estvpro, com o pretexto de que a pornografia explorava, oprimia e violentava as molieres da mesma forma que um estvpro clássico, justificando que o consentimento da molier era irrelevante porque elas faziam isso por "vulnerabilidade" financeira, ou seja, mesmo que a molier faça filme pornô por vontade própria e ganhe dinheiro com isso (muitas vezes melhorando de vida), segundo as feminazis isso deveria ser enquadrado como um crime grave de estupro punindo os atores masculinos, independentemente da molier ter escolhido fazer isso por decisão própria.

O mais tenebroso é que teve juízes e políticos que deram ouvidos e analisaram a proposta. Obviamente que, ao analisarem com calma, logo chegaram a conclusão que aquilo era algo doentio e fora da realidade. Com base na constituição democrática americana de respeito às liberdades fundamentais, era algo 100% incompatível com os direitos mais básicos de livre-arbítrio. Por um lado foi isso bom porque descredibilizou elas parente a sociedade, expondo-as publicamente como fanáticas e fúteis.

Lembrei desse fato histórico para terem uma noção do que as FEMINISTAS e WOKES são capazes de propor e, se tiverem oportunidade, de impor à sociedade.


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