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Videogames são uma benção e uma maldição na vida do Homem. Ao mesmo tempo em que eles oferecem entretenimento de forma muito mais barata, muito mais segura, a indústria se tornou tão lucrativa que passou a se tornar um buraco negro para roubar dinheiro e atenção dos homens.
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Está aí uma coisa que eu achava que não iria me desvencilhar, mas consegui: ser um "gaymer"
Até uns dois anos atrás eu era colecionador, gastava horrores com games, mas de lá para cá vi que é mais um refúgio "vazio" que diversão em si
Claro que ainda tenho alguns consoles e games, mas se dedicar a isto é pedir para ser um zumbi.
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(22-07-2025, 04:29 PM)Doutor Pregos Escreveu: Está aí uma coisa que eu achava que não iria me desvencilhar, mas consegui: ser um "gaymer"
Até uns dois anos atrás eu era colecionador, gastava horrores com games, mas de lá para cá vi que é mais um refúgio "vazio" que diversão em si
Claro que ainda tenho alguns consoles e games, mas se dedicar a isto é pedir para ser um zumbi.
Diversão em Games ainda é uma das melhores válvulas de escape para homens.
É muito superior e menos destrutivo do que gastar em Putas, Mulheres, Álcool, Drogas, Celular Iphone, Redes Sociais, Anabolizantes e outras merdas.
Porém, a indústria se tornou muito lucrativa e quase tudo produzido passou a ser lixo viciante. Essas porcarias de jogos online etc. não valem nada.
É muito melhor ler um livro.
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22-07-2025, 05:17 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 22-07-2025, 05:18 PM por Doutor Pregos.)
(22-07-2025, 05:04 PM)Vincent Escreveu: (22-07-2025, 04:29 PM)Doutor Pregos Escreveu: Está aí uma coisa que eu achava que não iria me desvencilhar, mas consegui: ser um "gaymer"
Até uns dois anos atrás eu era colecionador, gastava horrores com games, mas de lá para cá vi que é mais um refúgio "vazio" que diversão em si
Claro que ainda tenho alguns consoles e games, mas se dedicar a isto é pedir para ser um zumbi.
Diversão em Games ainda é uma das melhores válvulas de escape para homens.
É muito superior e menos destrutivo do que gastar em Putas, Mulheres, Álcool, Drogas, Celular Iphone, Redes Sociais, Anabolizantes e outras merdas.
Porém, a indústria se tornou muito lucrativa e quase tudo produzido passou a ser lixo viciante. Essas porcarias de jogos online etc. não valem nada.
É muito melhor ler um livro.
Sim, os caras souberam aproveitar o hype muito bem, principalmente tocando a parte de "colecionismo".
Eu mesmo gastei $$ nessa onda uns anos atrás, mas um belo dia olhei e pensei "Não vou aproveitar isto nem em duas vidas".
Edit: eu ainda jogo, porém com a cultura woke infestando os games, parei na geração PS4/Xbox One e só tenho jogado "velharias" como a trilogia Dead Space.
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A Síndrome do PC Gamer é algo até que engraçado nesse quesito, esperam tanto para montar um PC, e no final não jogam nada. No meu caso, eu ficava muito tempo em jogos de FPS, mas chega uma hora que vira algo tão viciante que perde a graça... Atualmente estou focado em voltar a usar o OPL no PS2 para jogar alguns jogos exclusivos do ps2 e alguns clássicos para tirar o estresse, além de alguns clássicos bons no PC.
you ain't alone in the streetz, cousin
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23-07-2025, 10:17 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 23-07-2025, 10:18 AM por Darien Gordon.)
Citação:Porém, a indústria se tornou muito lucrativa e quase tudo produzido passou a ser lixo viciante. Essas porcarias de jogos online etc. não valem nada.
O problema do jogo online é justamente sempre querer manter o jogador preso com eventos especiais, torneios online, caixas surpresa com itens raros, customizações, etc.
Quando jogava FIFA online era um estímulo constante, sempre haviam eventos com cartas especiais de jogadores com duração limitada e era uma correria pra conseguir pelo menos uma delas. Fora os packs de jogadores que de vez em quando aparecia um raro e isso mantinha o interesse dos jogadores ativo que se desdobravam pra conseguir mais packs, compravam moedas, passavam mais horas jogando na esperança de montar o elenco perfeito e invencível.
Quando você se dava conta, perdia meses da sua vida nessa brincadeira sem ter feito nada relevante.
Videogame é melhor aproveitado em jogos single player com campanha onde você controla o tempo e não se prende muito.
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Hoje eu tenho uma opinião radical sobre video game: não é coisa pra homem adulto.
Como hobby existem coisas muito melhores por aí e mais construtivas, sair pra correr, treinar uma arte marcial, ler um livro, até bordado e crochê deve ser melhor que jogar video game..
"Mas o homem é a tal ponto afeiçoado ao seu sistema e à dedução abstrata que está pronto a deturpar intencionalmente a verdade, a descrer de seus próprios olhos e ouvidos apenas para justificar sua lógica."
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(22-07-2025, 02:20 PM)Vincent Escreveu: Videogames são uma benção e uma maldição na vida do Homem. Ao mesmo tempo em que eles oferecem entretenimento de forma muito mais barata, muito mais segura, a indústria se tornou tão lucrativa que passou a se tornar um buraco negro para roubar dinheiro e atenção dos homens.
Video games é um hobby que considero bom. Esses coachs que ficam falando que video game é coisa de criança, coisa de macho beta e afins, são os mesmos coachs que ficam brigando por politico A e B, por times de futebol e afins. Não sei vcs, mas considero mais homem o cara que tá lá de boa jogando um game de forma equilibrada e saudável, do que o imbecil que fica entrando em discussão tola com outras pessoas por causa de 11 jogadores que ficam correndo atrás de uma bola durante 90 minutos, ou aquele cara que fica discutindo por causa de seu politico favorito...
Hobbys são hobbys, e tudo em excesso faz mal e o contrario sendo verdade. Existe o cara que gasta umas horas jogando um game de forma saudável, seja passando raiva em um Soulslike, se emocionando com alguma narrativa nivel filme ou só se "divertindo" em algum jogo online com amigos, e tem aqueles caras que passam o dia jogando aquele jogo online competitivo feito crackudo onde nao viu a luz do sol direito... enfim, existem jogadores e jogadores.
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Maldição é placa de video para PC a 5000 reais
Esse viciados gamers estão de ressaca digital, tem muito jogo indie para ser jogado...
Só Jesus salva, vá e não peques mais...
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Eu jogo mas bem menos que antes.
Video game rouba energia vital, que você pode usar em outras coisas
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Na minha opinião, vídeo game é uma boa pra jogar com um filho ou com um amigo.
Jogar essa merda sozinho, desempregado e ainda por cima casado por exemplo é troço de fracassado.
Sem mais.
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26-07-2025, 11:37 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 26-07-2025, 11:42 PM por Nux.)
Não jogo jogos eletrônicos/online faz vários anos. Com o trabalho e as tarefas do dia a dia, não sobra tempo tanto e isso tiraria muito do tempo livre que tenho para estudar e fazer os meus hobbies preferidos.
Penso assim: gastando uma hora ou duas horas por dia jogando online, se eu tivesse lendo, estudando ou até mesmo praticando alguma outra habilidade estaria tirando bem mais proveito e, a médio ou longo prazo, isso pode ser muito mais produtivo. Só substituiria os meus atuais hobbies por jogos online se este desse mais prazer, o que não acontece no meu caso.
Uma parte significativa da "geração Z" (nascidos dos anos 90 para frente) passa dia e noite trancado em casa jogando videogame (computador principalmente) deixando de fazer coisas que o pessoal de 15 ou 20 anos atrás costumava fazer: interagir socialmente em festas, encontros de amigos, esportes ou sair fazer qualquer outra coisa. Muitos não têm vida social nenhuma fora do trabalho ou escola. Assim mesmo querendo ter interação, muitos dos jovens que conhecemos não fazem questão de sair. Muitas vezes, as opções de jovens para sair são zé droguinhas e gente de baixo nível cultural/comportamental (exemplo: ouvintes de funk) que mais podem trazer problemas e imagem negativa do que curtição (aqui, estou falando de modo mais pessoal, mas creio que é o que aconteça com muitos que não tenham um círculo social mais abastado e vivam em periferias).
Na minha percepção, isso se deve a dois fatores:
- simplesmente pelo prazer que o jogo gera nessas pessoas, como qualquer outro entretenimento;
- ou uma espécie de fuga social e distração momentânea para desviar os pensamentos e preocupações referentes a sua realidade, para se entreter com algo que dê algum prazer e faça passar o tempo. Alguns jovens se afundam em jogos online por se sentirem permanentemente deprimidos e desmotivados, talvez por uma predisposição hereditária a essa condição (transtornos de ansiedade ou depressão) ou por ter uma situação financeira, amorosa e social difícil, por acharem que não conseguem superar ou por não terem força de vontade de encarar o "jogo" real.
Na grande mídia muito se fala nas redações que jovens da geração Z são a geração mais triste, depressiva e desmotivada e que isso tem a ver com fatores como falta de esperança no sucesso financeiro, profissional e amoroso, que o atual dinâmica do capitalismo força todos a uma vida corrida e isolada, onde todos lutam pela sobrevivência na 'selva de pedra' etc, mas pouco comentam sobre o fator feminino da história. Querendo ou não, isso tem bastante influência.
O bonzinho pobre, assalariado e introvertido é mais rejeitado que laranja podre em hortifruti de mercado gourmet. As empoderadas com a total liberdade de escolher e trocar parceiros sexuais a cardápio, remontando às épocas trogloditas, o mediano bonzinho é carta fora do baralho no selvagem mercado sexual. Sem falar que esse cara também terá, e muito, dificuldade noutros aspectos da vida, como arrumar um emprego melhor ou se virar em algum negócio.
Aí o indivíduo desiste do "jogo", se isola e se mete em algum subterfúgio.
Por isso o pessoal não deve só conhecer, mas absorver a redpill e a real, ou seja, aceitar a realidade, se adaptar e "jogar o jogo" da vida real.
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Um hobbie não muito produtivo, mas nem tudo precisa ser produtivo. Jogar de vez em quando, parar um tempo, voltar a jogar, normalmente é o tipo de relação que as pessoas adultas constroem com os videogames.
"A vida é difícil. E é mais difícil quando você é estupido" (John Wayne)
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30-07-2025, 12:26 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 30-07-2025, 12:29 AM por Crispim Soares.)
Nunca me liguei nesse negócio de vídeo game, já tive um ps3, jogava FIFA e GTA V online... mas depois de uma jogatina de 2h eu já me sentia culpado, desligava de uma vez e ia fazer alguma coisa que prestasse.
Não comprei o ps4, talvez eu compre o ps5 pra jogar GTA VI.
É uma fuga da realidade como qualquer outra. Não exagerem! Mas ainda assim é melhor que apostas, puta que pariu, o dinheiro que perdi com bet, poker, aposta esportiva, já dava pra ter comprado o play 5.
Melhor que ficar se drogando por aí também (ou não, usem drogas)
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(30-07-2025, 12:26 AM)Crispim Soares Escreveu: Nunca me liguei nesse negócio de vídeo game, já tive um ps3, jogava FIFA e GTA V online... mas depois de uma jogatina de 2h eu já me sentia culpado, desligava de uma vez e ia fazer alguma coisa que prestasse.
É uma fuga da realidade como qualquer outra. Não exagerem! Mas ainda assim é melhor que apostas, puta que pariu, o dinheiro que perdi com bet, poker, aposta esportiva, já dava pra ter comprado o play 5.
Mas você nasceu depois dos anos 2000, Crispim.
Daí você não precisa sentir apego porque o Computador já tinha se tornado acessível para cidadãos comuns.
Antes de 2004, o único eletrônico acessível era a TV e o Super Nintendo / MegaDrive para os homens comuns.
Só em 2005 que os preços de eletrônicos começaram a cair.
Um Samsung de 2015 já seria considerado um milagre em 2005.
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31-07-2025, 11:31 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 31-07-2025, 11:41 PM por Fairchild.)
Muita cagação de regra, e geralmente os detratores estão presos em outra matrix. É um entretenimento como qualquer outro.
Tudo em excesso não convém. Agora problematizar não fará esse hobby sumir.
Alguns até disseram que quem joga não tem vida social. Referem-se a vida social vazia e instagramável, enfiada no celular de hoje em dia? O mundo que conheceram mudou, bailinhos, botecos e flerte não existem mais. Acho engraçada a atuação desses super homens que postam por aqui.
O colecionismo de games antigos ou edições limitadas é uma nova numismática, coleções de selos, cartas de beisebol, etc.
Atualmente isso está muito longe de ser coisa de criança. Virou um nicho lucrativo, atropelou a indústria do cinema e esporte juntos.
Cartuchos de antigos sistemas como Sega Genesis e SNES têm mercado internacional com jogos e acessórios cotados em dólar.
Muitas pessoas ganham a vida comercialzando esses itens.
É claro que algo grande assim ia chamar a atenção, atraindo wokismo e outras sujeiras modernas de doutrinação. É a nova mídia.
Como um catálogo de filmes, jogos também têm gêneros: western, crime, raciocínio lógico, triller, esportes, corrida, guerra, estratégia.
Também têm lixo doutrinante, conteúdo adulto e drogas, por isso eles também classficação etária, basta filtrar.
A essa altura é desnecessário dizer que eu jogo e coleciono. Mas afirmo que não fico pendurado nisso, tenho outros hobbies, mais ligados à velha geração raiz que frequenta aqui. Também já ganhei dinheiro comercializando esses itens.
Se o machado está cego e sua lâmina não foi afiada, é preciso golpear com mais força. Agir com sabedoria assegura o sucesso. - Salomão em Eclesiastes 10.10.
Muito cara legal foi parar debaixo de uma ponte por causa de uma mulher. - Bukowski.
As maiores redpills ouvimos da boca de mulheres.
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Vídeo games fizeram e ( hoje não faz tanto) parte da minha vida, no período que eu era um blue pill e jovem foi os vídeos games e trabalho ( estágios) que me evitaram problemas diferente do que os jornais televisivos e pastores evangélicos falam.
Peguei inumeras gerações de vídeo games do Atari até o ps4 agora vou migrar para o ps5, mas a vida de adulto não me permite muito tempo para jogar, joguei vídeo games em momentos cruciais da minha vida, como terminos de relacionamentos, obítos de parentes e etc, o vídeo game usando sa forma correta é uma ótima distração alem de uma boa terapia. Imagine você estar destruído por conta de um termino de relacionamento com 100% das vezes feito pelas mulheres. Ao inves de ficar chorando as pitangas eu ia jogar adentrava nesse mundo de fantasia e batalhas.
Aos jovens eu digo jogue com moderação, esse é um conceito que hoje adulto e pai de família eu entendo. Assim como qualquer tipo de tecnologia deve ser usada com moderação e cuidado.
Vídeo game é um hobby, tenha em mente isso, sabe após aquele diande trabalho? Ou para esfriar a cabeça. Tenha foco objetivo na vida, cuide o tempo que esta a jogar vídeo game ou ficar no celular não deixe que isso si torne um vício e lhe consuma.
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(31-07-2025, 11:31 PM)Fairchild Escreveu: Muita cagação de regra, e geralmente os detratores estão presos em outra matrix. É um entretenimento como qualquer outro.
Tudo em excesso não convém. Agora problematizar não fará esse hobby sumir.
Alguns até disseram que quem joga não tem vida social. Referem-se a vida social vazia e instagramável, enfiada no celular de hoje em dia? O mundo que conheceram mudou, bailinhos, botecos e flerte não existem mais.
É uma faca de dois gumes.
Nintendo é mais barato e seguro do que perder dinheiro com cerveja e vadias, porém se você passa mais de 1h por dia nisso, já fica complicado.
O colecionismo é uma ótima forma de ganhar dinheiro mesmo, mas se o cara for pobre é melhor ele ir gastar dinheiro com coisas mais importantes.
Todos os consoles portáteis da década de 1990 já não são mais necessários.
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01-08-2025, 07:39 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 01-08-2025, 07:53 PM por Fairchild.)
Concordo em partes, se for para se perder, isso vai acontecer até em uma roda de truco e cervejadas com amigos chegados.
Eu diria que atualmente jogo cerca de 5 horas, por mês! A vida adulta, mulher, trabalho, estudos e outros hobbies não me permitem mais do que isso.
Mas são lindos de se olhar na estante.
Você falou do pobre, existem opções baratas, mas, videogame sempre foi caro no Brasil. Para itens mais sofisticados, realmente só vira se estiver com a vida encaminhada ou se faz isso como profissão.
Mas, quem quer dá um jeito, faz rolo, etc.
Quanto aos 90s serem desnecessários, um Game Boy clássico (release 1989-90), loose, vale em torno de 600 reais.
E há interessados em comprar, viu? E para os entusiastas ele vai bem em um busão voltando pra casa.
O momento de usar um desses é hoje em dia mesmo graças às pilhas recarregáveis, no passado manter um desses era complicado.
E não se deixe enganar por eles serem facilmente emulados no smart, PC ou chineses de baixo custo, o entusiasta vai pagar para jogar no hardware original, às vezes levemente modernizado ou customizado.
É como se voltássemos para uma época boa da infância, ou mesmo para viver agora algo que não pudemos no passado.
É a nostalgia que movimenta esse mercado.
(01-08-2025, 10:49 AM)Vincent Escreveu: É uma faca de dois gumes.
Nintendo é mais barato e seguro do que perder dinheiro com cerveja e vadias, porém se você passa mais de 1h por dia nisso, já fica complicado.
O colecionismo é uma ótima forma de ganhar dinheiro mesmo, mas se o cara for pobre é melhor ele ir gastar dinheiro com coisas mais importantes.
Todos os consoles portáteis da década de 1990 já não são mais necessários.
Se o machado está cego e sua lâmina não foi afiada, é preciso golpear com mais força. Agir com sabedoria assegura o sucesso. - Salomão em Eclesiastes 10.10.
Muito cara legal foi parar debaixo de uma ponte por causa de uma mulher. - Bukowski.
As maiores redpills ouvimos da boca de mulheres.
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