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[RELATO] Balada - Uma das maiores mentiras da Terra
Particularmente, nunca gostei de ambientes onde ocorrem aglomerações. Sempre procuro evitar. Muitos numa eventual emergência não saberão o que fazer e será praticamente um estouro de boiada.

Fui envolvido em 3 incidentes em transportes coletivos. Todos lotados. Nos 3 incidentes, o desespero das pessoas em sair do local beirava a insanidade. Para você perder sua integridade em um local desses...

Sobre o texto, bem explicativo.
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Que tópico foda me lembrou de um colega de faculdade que marcou de sair pra uma balada com uma colega de turma nossa achando que ia pegar ela lá mas chegando lá viu ela ficando com outro cara que situação típica de vadia mas depois o pessoal começou a desconfiar que ela é GP e descobriram que ela tinha namorado então no fim das contas foi melhor ela ter feito isso do que ele acabar namorando e ser ainda mais enganado.
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Como alguém que trabalha/trabalhou nas madrugadas em São Paulo, baladas de rico, baladas de pobre e pode observar essa dinâmica por literalmente TODOS os ângulos, inclusive das questões de segurança, não sou contra baladas existirem exatamente como são, é um negócio e como todo negócio tem o esperto e tem o burro, tem quem gasta e tem quem lucra, tem a oferta e tem a demanda e uma série de pessoas que se beneficiam diretamente e indiretamente da atividade e dessa suruba toda, o proprietário, quem loca o prédio, a atração, os funcionários, os seguranças, os fornecedores de bebidas e insumos, motoristas de app que levam e buscam, estacionamentos, drogas, roupas, bebidas, perfumes, calçados, celulares, planos de telefonia, redes sociais, policiais, funcionários públicos, é uma rede enorme se beneficiando de putas, "chads", paspalhos que vão pra tentar pegar muié, pra se aparecer, pra chapar.

O que posso afirmar é:

Balada é mais que a lei da selva, é a lei do cão onde quem pode mais chora menos, não é lugar para pessoas boas, decentes e racionais, é lugar de gente alterada de cachaça desesperada por atenção, por sexo, por impressionar, não é o lugar que dá para esperar que algo de bom saia dali e na maioria das vezes a "bucetinha" que você espera conseguir ali virá com um custo e um risco enorme, assim como a suposta diversão e status que se espera conseguir nesses lugares com seus amigos, não julgo quem vai, independente da balada que seja, gosto é gosto, mas sempre alerto a pessoa das coisas que vai encontrar por ali, das coisas que podem acontecer e do tipo de pessoas que irá esbarrar.

Na melhor das hipóteses gastar rios de dinheiro, não comer ninguém e uma ressaca fudida no dia seguinte e na pior das hipóteses levar uma bala ou uma boa surra por estar no lugar errado, na hora errada, esbarrar na pessoa errada, se envolver com uma mulher errada, ser assaltado, coma alcoolico, overdose e uma série de outras coisas com grande probabilidade de acontecer, seja em balada de rico ou balada de pobre.

Um monte de gente, leia-se sociedade, através da influência quer que você se cobre a participar disso para ser considerado uma pessoa normal e se encaixar, mas é ai que entra a sua personalidade, sua opinião e sua razão, se você vê sentido em participar disso, vá, se não vê, não vá, mas afirmo, não estará perdendo muita coisa.
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(26-12-2023, 06:08 PM)Penoso Escreveu: Como alguém que trabalha/trabalhou nas madrugadas em São Paulo, baladas de rico, baladas de pobre e pode observar essa dinâmica por literalmente TODOS os ângulos, inclusive das questões de segurança, não sou contra baladas existirem exatamente como são, é um negócio e como todo negócio tem o esperto e tem o burro, tem quem gasta e tem quem lucra, tem a oferta e tem a demanda e uma série de pessoas que se beneficiam diretamente e indiretamente da atividade e dessa suruba toda, o proprietário, quem loca o prédio, a atração, os funcionários, os seguranças, os fornecedores de bebidas e insumos, motoristas de app que levam e buscam, estacionamentos, drogas, roupas, bebidas, perfumes, calçados, celulares, planos de telefonia, redes sociais, policiais, funcionários públicos, é uma rede enorme se beneficiando de putas, "chads", paspalhos que vão pra tentar pegar muié, pra se aparecer, pra chapar.

O que posso afirmar é:

Balada é mais que a lei da selva, é a lei do cão onde quem pode mais chora menos, não é lugar para pessoas boas, decentes e racionais, é lugar de gente alterada de cachaça desesperada por atenção, por sexo, por impressionar, não é o lugar que dá para esperar que algo de bom saia dali e na maioria das vezes a "bucetinha" que você espera conseguir ali virá com um custo e um risco enorme, assim como a suposta diversão e status que se espera conseguir nesses lugares com seus amigos, não julgo quem vai, independente da balada que seja, gosto é gosto, mas sempre alerto a pessoa das coisas que vai encontrar por ali, das coisas que podem acontecer e do tipo de pessoas que irá esbarrar.

Na melhor das hipóteses gastar rios de dinheiro, não comer ninguém e uma ressaca fudida no dia seguinte e na pior das hipóteses levar uma bala ou uma boa surra por estar no lugar errado, na hora errada, esbarrar na pessoa errada, se envolver com uma mulher errada, ser assaltado, coma alcoolico, overdose e uma série de outras coisas com grande probabilidade de acontecer, seja em balada de rico ou balada de pobre.

Um monte de gente, leia-se sociedade, através da influência quer que você se cobre a participar disso para ser considerado uma pessoa normal e se encaixar, mas é ai que entra a sua personalidade, sua opinião e sua razão, se você vê sentido em participar disso, vá, se não vê, não vá, mas afirmo, não estará perdendo muita coisa.

Complementando:

Cara médio que vai na balada, pegar mulher até vai, mas seguindo as regras habituais: A menina "muito gata" que o cara pegou na balada, vai ter uma nota sempre inferior à do cara, mas como a mulher vai estar super produzida, daquelas que fica quase irreconhecível sem maquiagem, o cara quando tem chance com uma dessa sai da balada como se estivesse arrasando. A menina mediana já é assediada como "gostosa". A "gostosa" de fato então sabe que está acima disso e só vai atrás de cara acima dela.

Em balada é difícil o cara chamar a atenção de mulheres como um bom provedor (em barzinho é mais fácil), mas aí entra a diferença do nível da balada, os caras do camarote, as bebidas que estão pegando e pagando para as mulheres e etc. O jogo segue as mesmas regras de sempre. O homem não liga para o salário da mulher, liga se ela é gostosa ou não. A mulher pode variar a intenção. Se é para ter um ficante com chance de ter algo sério ou se é só para curtir, mas de novo, sempre um cara acima da nota dela.

Mas vale dizer que Tinder e Instagram tiveram a explosão essa década. É recente. Hoje em dia tá cada vez mais comum namoros que partem de redes sociais, digamos, "conhecer gente nova sem precisar criar um círculo social" não é exclusividade das baladas mais.
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(26-12-2023, 06:36 PM)Jota Jr Escreveu: Cara médio que vai na balada, pegar mulher até vai, mas seguindo as regras habituais: A menina "muito gata" que o cara pegou na balada, vai ter uma nota sempre inferior à do cara, mas como a mulher vai estar super produzida, daquelas que fica quase irreconhecível sem maquiagem, o cara quando tem chance com uma dessa sai da balada como se estivesse arrasando. A menina mediana já é assediada como "gostosa". A "gostosa" de fato então sabe que está acima disso e só vai atrás de cara acima dela.

A Balada é um antro de aparências, desde o mais "fraco" até o mais "forte" investindo pesado pra chamar atenção das "princesas", da naturalmente bonita as rebocadas de maquiagem, todo mundo disputando atenção delas para fazer a noite valer a pena, ou seja 100% dos homens mirando cada uma das mulheres no recinto, os "alfas", os "betas" ou qualquer outra variação e as mulheres das superiores as inferiores querendo os 20% ou menos, isso quando não apenas querem se divertir de graça as custas de algum otário, ostentar, tirar umas fotos e cair fora o que acontece na maioria das vezes e vão pra casa sem dar pra ninguém.

Fato é que o custo-benefício é ínfimo e não cobre o risco que você tem de estar em um ambiente disputando espaço com esse tipo de gente, pessoalmente eu não me vejo num lugar como esse até porque não é minha vibe, mas conheço muito bem a dinâmica por todos os ângulos, toda semana trocando ideia e escutando com vadias, alfas e otários que ficam a noite inteira brincando de rico, sarrando meio mundo mas vão pra casa duros e frustrados pra tocar punheta.

O que tem de otário assalariado gastando milhares de reais em roupa, tênis, celular, acessórios, combos de bebidas que custam quase metade do salário para ver a mesma que tá ali bebendo no seu copo ficando com outro ou indo embora sozinha depois de ter enrolado um monte de trouxa não tá no gibi.

Todo o mercado que se beneficia das baladas é como jogos de azar, eles querem que você pense que vai ser possível, que uma hora você vai dar sorte e continue tentando, mas é um jogo de cartas marcadas e a banca sempre vence.

Acho que como não é um tópico sobre relacionamentos não vale nem a pena falar da vida pessoal das donzelas que muitas vezes escondem um namorado otário que nem sabe que ela tá ali, filhos que deixam com os pais ou sozinhos em casa, uma vida de aparências que não reflete sua realidade de dívidas, precariedade e vagabundagem.

Só para você ter uma ideia, já entrei na casa de uma que estava há 5 dias sem ir pra casa, a menina linda, parecia um anjo, mas na casa dela havia panelas com restos de comida apodrecendo, uma casa completamente suja e bagunçada, colchão podre, fezes de gato por todo canto, mesmo animal que estava se alimentando de restos de comida e água da panela que estava na pia, parecia uma cena de homicídio.

Quem vê maquiada e produzida na balada com o cabelo e unhas feito, os pernão de fora não tem a mínima ideia da podridão que pode ser a vida da pessoa nos bastidores, provavelmente não são todas assim mas a maioria que tive o desprazer de conhecer pessoalmente ou através do serviço dava vontade de vomitar.

Recentemente fiz mudança na casa de três meninas por solicitação de um tio de uma delas, mesma coisa, mas no caso dessa, além da casa parecer um cativeiro tinha um shitsu coberto de merda empedrada, e conversando com esse tio delas tive um panorama do que é a vida delas, esqueminha, contatinho, andar igual puta por ai atrás de alguém disposto a bancar o rolê e só.

Outra coisa que tive o desprazer de presenciar é as coisas que elas se submetem pelo status, talvez isso explique o porque quase todas elas parecem putas em fim de expediente.

Enquanto o beta acha que precisa shape, grana, carro, status, bom papo o malandro só precisa trocar 2 ou 3 palavras que a mina dá até em pé no beco.
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Fui pra uma balada no natal por insistência de umas primas minhas, cara, nos últimos quatro anos eu não consigo ver ninguém se divertindo nesse ambiente, e se estão se divertindo, é porque estão conversando dentro das próprias panelinhas, de resto é só um monte de gente meio entediada se embebedando pra ver se o tédio passa.

Não vejo sentido nisso, sinceramente, as pessoas hoje não sabem mais interagir socialmente, as únicas interações que sobraram foram virtuais e baladas, parece que no dia a dia as pessoas estão perdendo a capacidade de ter uma conversa, eu noto que quem é mais velho não foi afetado por isso, mas quem tem menos de 40 está sendo.
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Sou pobre. E a mulherada pobre casa antes dos 30. Algumas separam e após os 30 casam novamente.

Vi algo que fiquei intrigado, algumas amigas de conhecidos tem 40 anos nas costas, sao solteiras e sem filhos e outras sao msol e o papo delas é sair pra valada e curtir. Eu acho isso muito estranho. Eu nunca gostei de balada nem quando novo. E geralmente a muljerada enjoa dessa vida, pq é muito fácil p elas trepar, então elas vao querer um relacionamento. 

Mas parece q essas das quais falei, nao conseguem namorar e casar, ou nao querem ou são muito exigentes por virem de familias ricas. Já as mulheres pobres casam mais cedo porq querem alguém p bancar.

Já viram esse fenômeno das baladeiras de 40 anos?
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(27-12-2023, 05:48 PM)Concurseiro Escreveu: Sou pobre. E a mulherada pobre casa antes dos 30. Algumas separam e após os 30 casam novamente.

Vi algo que fiquei intrigado, algumas amigas de conhecidos tem 40 anos nas costas, sao solteiras e sem filhos e outras sao msol e o papo delas é sair pra valada e curtir. Eu acho isso muito estranho. Eu nunca gostei de balada nem quando novo. E geralmente a muljerada enjoa dessa vida, pq é muito fácil p elas trepar, então elas vao querer um relacionamento. 

Mas parece q essas das quais falei, nao conseguem namorar e casar, ou nao querem ou são muito exigentes por virem de familias ricas. Já as mulheres pobres casam mais cedo porq querem alguém p bancar.

Já viram esse fenômeno das baladeiras de 40 anos?

Não é fenômeno, é bem comum, baladas para ela é válvula de escape, é diversão, é o puteiro delas, elas não querem compromisso com ninguém justamente porque não querem ser controladas, prestar satisfação ou conviver a rotina com um homem conheci muitas dessas que até usam drogas como cocaína recreativamente e bebem pra caralho e no dia seguinte estão como se nada tivesse acontecido.
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(27-12-2023, 05:48 PM)Concurseiro Escreveu: Sou pobre. E a mulherada pobre casa antes dos 30. Algumas separam e após os 30 casam novamente.

Vi algo que fiquei intrigado, algumas amigas de conhecidos tem 40 anos nas costas, sao solteiras e sem filhos e outras sao msol e o papo delas é sair pra valada e curtir. Eu acho isso muito estranho. Eu nunca gostei de balada nem quando novo. E geralmente a muljerada enjoa dessa vida, pq é muito fácil p elas trepar, então elas vao querer um relacionamento. 

Mas parece q essas das quais falei, nao conseguem namorar e casar, ou nao querem ou são muito exigentes por virem de familias ricas. Já as mulheres pobres casam mais cedo porq querem alguém p bancar.

Já viram esse fenômeno das baladeiras de 40 anos?


Cuié pobre engravida antes do 20 e casa antes do 30 e separa após os 30, a pobreza não é só material é espiritual tbm, são hedonistas e sexistas, muitas querem ser influencer tbm, o Instagram virou um favelão da porra, uma par de sem noção e sem  espelho patrocinando o perfil pensando que serão famosas muitas se declaram experts em terapia e coachismo, psi....

Big Grin Bostil é foda a desgraça alheia é uma comédia exposta em rede social, aquele negócio, se rir não vai pro céu.


As cuié mais classe mérdia tem a sindrome do vinho, pensam que vão se valorizando com o tempo , uma par de viagem,pós graduação e lacração de esquerda caviar Facepalm  ao final estão na fase vinagre fedido que espanta todo mundo e reproduzindo discurso progressista woke da mida mainstream cheias de mau humor.


Cuié de Quarentão na balada Gargalhada   @Concurseiro cuié nessa faixa etária quando não é produto de relacionamento antigo, não se deve sair de mão dada em publico e nem mostrar para o outros, coisa feia se faz escondido e não se conta para ninguém, se virar o nice guy vc tá fudido e vai arrumar p cabeça.

[Image: camiseta_40_e_o_novo_20_aniversario_de_4...j_644.webp]


A boate, danceteria, bar decadente segura tudo que tiver cabelão comprido com escovão e fixador na fila para atrair a manginada, pode ser até travequinho,não perdoam quando a intenção é faturar a qualquer custo; elas entram de graça e sentem-se valorizadas por causa da beleza Big Grin , o ego já sobe mais um pouquinho na escala RICHTER, muitas passaram no salão de beleza terapia antes, onde os lgbt as iludem e elas saem se sentido mais bonitas e confiantes....ELOGIOS PAGOS são mais sinceros e poderosos que as cantadas dos betas necessitados e carentes dos apps de paquera e redes sociais... A noite é delas , nada menos que um CHAD....né queridos.... Aeeee





A betaida ou manginada vê a fila transbordando e cai para dentro pensando que vai dar uma trepadinha, uns amasso gostoso no calor do alcool e sangue fervendo  depois de gastar o valor de uma GP gostosa em goró....  Sleepy


Chegando lá entram em depressão pós alcoolica, pq tomam  toco em  escada etária, até chegarem nas mumias de 40 com maquiagem de tanatopraxia, puta que pariu, triste a vida de becta que vai em balada TREM FANTASMA/CAVERNADEDRAGÃO e ainda saem BV, boca virgem e falidos...





Só Jesus salva, vá e não peques mais...
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(27-12-2023, 07:22 PM)Penoso Escreveu:
(27-12-2023, 05:48 PM)Concurseiro Escreveu: Sou pobre. E a mulherada pobre casa antes dos 30. Algumas separam e após os 30 casam novamente.

Vi algo que fiquei intrigado, algumas amigas de conhecidos tem 40 anos nas costas, sao solteiras e sem filhos e outras sao msol e o papo delas é sair pra valada e curtir. Eu acho isso muito estranho. Eu nunca gostei de balada nem quando novo. E geralmente a muljerada enjoa dessa vida, pq é muito fácil p elas trepar, então elas vao querer um relacionamento. 

Mas parece q essas das quais falei, nao conseguem namorar e casar, ou nao querem ou são muito exigentes por virem de familias ricas. Já as mulheres pobres casam mais cedo porq querem alguém p bancar.

Já viram esse fenômeno das baladeiras de 40 anos?

Não é fenômeno, é bem comum, baladas para ela é válvula de escape, é diversão, é o puteiro delas, elas não querem compromisso com ninguém justamente porque não querem ser controladas, prestar satisfação ou conviver a rotina com um homem conheci muitas dessas que até usam drogas

como cocaína recreativamente e bebem pra caralho e no dia seguinte estão como se nada tivesse acontecido.


Comum e não é de hoje.

Nas poucas baladas que fui, anos atrás, só o que via era quarentona e cinquentona se comportando como novinhas no cio.
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O título do tópico deveria ser o contrário.

Baladas são a Real nua e crua na cara de quem quiser ver.
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Cara, o dinheiro que eu gastei em balada, eu comeria muitas putas e ainda sobraria dinheiro.

Eu as vezes passo pelas portas das baladas, só gente sem propósito. Respeito, mas não piso em uma balada nem se for pago. Os seguranças, boa parte deles, tão estralando na cocaina, loco pra bater em alguem. Geralmmente são policiais que estão insatisfeitos com seus rendimentos, geralmente esse perfil tende a ser corrupto.

Eu ja fui em baile funk em pinheiros, só gente feia, bandido, puta e idiotas (eu)

Eu ja fui em pagode, só gente feia, corno e gente hedonista

eu ja fui em rock, só gente feia, drogados, policiais frustrados

eu ja fui em jazz, era um pouco melhor.

Esses lugares, para pegar mulher, nao funciona pra mim. A melhor forma de vc pegar mulher é num supermercado, é fazendo amizade no dia-dia com mulheres, dai vc convida pra um jazz ou algum lugar que não tenha 171 golpistas e nem gente de facção criminosa. Ir pro role para arrumar mulher te coloca em uma vulnerabilidade desnecessária. Pode ser vitima de golpes ou pode ser usado para ser saco de pancadas de cornos de plantão. Tem mulher que poe o macho pra sair na mão na rua como shit test. E pior, tem idiota que cai nisso. Então, nem toda mulher que te der mole está com boas intenções.


Esse país é uma merda, lembre-se disso. Nosso papel é ficar calado e respeitar a "lei", mesmo que essa lei proteja vagabundos. Não frequente lugares de vagabundos..

Buenos aires tem uns lugares que podem ser melhor que o Bostil. Que tal da um pulo la e conhecer os barzinhos?? bem melhor que ficar nesse lixo chamado Brasil.
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(28-12-2023, 12:46 PM)lokoman Escreveu:  é fazendo amizade no dia-dia com mulheres, dai vc convida pra um jazz 

Machado, é você?  Desconfiado
Um homem com escolhas é um homem livre.
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eu ja fui em jazz, era um pouco melhor. Heart


Esses lugares, para pegar mulher, nao funciona pra mim. A melhor forma de vc pegar mulher é num supermercado, é fazendo amizade no dia-dia com mulheres, dai vc convida pra um jazz ou algum lugar que não tenha 171 golpistas e nem gente de facção criminosa. Ir pro role para arrumar mulher te coloca em uma vulnerabilidade desnecessária. Pode ser vitima de golpes ou pode ser usado para ser saco de pancadas de cornos de plantão. Tem mulher que poe o macho pra sair na mão na rua como shit test. E pior, tem idiota que cai nisso. Então, nem toda mulher que te der mole está com boas intenções.



@lokoman

Que porra é essa de SUPERMERCADO, de onde tirou ess negócio Dodgy o Shit test é verdade... Sem circulos sociais e referencias é pura roleta russa... Big Grin  nem os macacos fazem isso, de sair procurando uma femea solta por aí, diferente dos bostileiros e bostileiras micareteiros, carnavalescos e funkeiro...



Gargalhada  Não existe nada mais gay do que JAZZ , Mas é uma bichona americanizada toda sofisticadinha, usa mocassim tbm e gosta de charutos MONA? Ratinho vc é da  Ala Elton John






Por que o Lord Punheteiro qdo toca faz cara de quem estivesse cagando?



Só Jesus salva, vá e não peques mais...
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Uma vez eu e uns amigos fomos na praia. Antes, passamos no supermercado... eramos muito jovens, a gente queria comer buceta

a gente marcou de sair com a mina q dava amostras de café, outra de vinho e a caixa do supermercado.

Gargalhada

eu peguei mais mulher em supermercado do que em balada

@edit

elton john é um puta musico

prince também

chora
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(28-12-2023, 12:46 PM)lokoman Escreveu: Esses lugares, para pegar mulher, nao funciona pra mim. A melhor forma de vc pegar mulher é num supermercado, é fazendo amizade no dia-dia com mulheres, dai vc convida pra um jazz[...]

Eu amo esse fórum Gargalhada

É pra isso que eu pago a internet Risada

EU VOU NO MERCADO AGORA MESMO CONVIDAR A TIA DA FAXINA PRO JAZZ

#chupaOLX

Já pensou, ela tá no corredor passando o pano em movimentos peristalticos sacudindo o bundão, ai eu chego no ouvido dela e falo "SÓ VIRA E ME BEIJA", ai ela olha feio pra mim, eu olho feio pra ela e saio dando sarradas no ar.

Se vai dar certo não sei mas seria engraçado pra caralho Gargalhada
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(29-05-2018, 02:07 PM)Hombre de hielo Escreveu: Dizem que a mentira tem a perna curta:

Citação:gq.globo.com

Por que as baladas estão morrendo? Para os 'reis da noite', a culpa é (também) dos millenials

Com uma epidemia mundial de boates fechando as portas e os caretíssimos millennials trocando a balada pelo Netflix e pelo Spotify, a noite não é mais aquela criança. Os reis que a mantiveram viva nos últimos 40 anos dão seu diagnóstico à GQ. Haveria luz no fim da pista?

Em algum momento da pré-história, três coisas atraíam uma criatura para a boate:

1) exorcizar a dureza da vida dançando, como se não houvesse amanhã, ao som de uma música que você só descobriria graças aos bem-informados disc-jóqueis;

2) poder ficar bem louco tomando todas e tudo sem que ninguém chamasse uma ambulância;

3) a maior de todas elas: transar.

Mas, hoje, com o Spotify bombando e os aplicativos de encontros gerando matches em qualquer esquina, quem, afinal, precisa de uma boate? E nem fale de drogas: as novas gerações estão mais interessadas em suco verde e pedalar às 5h da manhã, além de acharem que, sim, pega mal cheirar uma linha no banheiro enquanto milhares de pessoas são assassinadas por causa da guerra contra o tráfico.

Atual rei da noite paulistana, Facundo Guerra, dono de nove casas noturnas, diz que tem repensado seus negócios. “O que a gente chamava de noite cinco anos atrás, hoje, é dia, com as sunset parties que acontecem até meia-noite no máximo. Ninguém mais fica dando teco até 3h da manhã, enchendo a cara. A nova galera não quer mais isso”, afirma.

A teoria de Facundo encontra respaldo num estudo da entidade Monitoring The Future, que acompanha o comportamento dos jovens nos Estados Unidos. Segundo ela, o uso de drogas sintéticas e de álcool por adolescentes às vésperas da maioridade chegou a seu nível mais baixo desde que a pesquisa foi iniciada, em 1975. Apenas 40% dos estudantes declararam ter ingerido algum tipo de bebida alcoólica. E noite à base de clorofila, será que dá pé?

Boates, baladas, nights e discotecas estão em vias de se tornar letras mortas no mundo todo. Segundo a Nightlife Association, mais de 10 mil bares e casas noturnas fecharam as portas nos Estados Unidos na última década; na Inglaterra, de baladas históricas como a Tramp, das 3.100 casas noturnas existentes em 2007, quase metade desapareceu. Basta dar uma voltinha por Paris, onde eu iniciei minha vida noturna, em clubes como o Les Bains Douches, o Queen e o Castel, para saber que a cidade luz passou a funcionar à base da luz do sol. Na última semana de moda, só o minúsculo clube Montana tinha um certo quórum de dancing animals.

Em são paulo, depois da febre da importação das megacasas noturnas estrangeiras, como a Pink Elephant e a Mokai, ninguém quer nem ouvir falar de balada. A pá de cal veio com a história do notório “rei do camarote”, uma figura que se gabava de torrar fortunas em garrafas jumbo de vodca com estrelinha na boca trazidas por belas garçonetes para seu curralzinho vip. O rapaz foi o último moicano da falsa bonança da era Lula, antes que o país mergulhasse em seu frangalho econômico. Com a crise, os emergentes, que imitavam seus pares russos nas boates do sul da França gastando desmedidamente em camarotes repletos de bebidas e mulheres, submergiram. O show-off do tempo dos BRICs é o novo brega.

No Rio, das 192 casas cadastradas com a atividade boate, apenas 70 têm inscrição municipal ativa, o que não quer dizer que estejam em funcionamento. No último ano, quatro das principais baladas da cidade, Nuth, Miroir, 021 e 00, disseram adeus à noite. Aliás, o fechamento da agradabilíssima 00, com seu espaço outdoor ao lado do Planetário da Gávea, teve ares de fechar a tampa do caixão.

Você pode dizer que é culpa da violência ou da crise, mas nem se estivéssemos nadando em dinheiro as boates como nós conhecíamos triunfariam a longo prazo. Tudo culpa da tal geração millennial, pessoas que atingiram a maioridade depois do ano 2000 e entraram na vida adulta com um celular em punho. Um dos primeiros a antever esse movimento foi o empresário Marcus Buaiz, que, em outubro de 2015, vendeu suas 12 casas noturnas, que chegaram a faturar, no ápice, R$ 70 milhões por ano. “Vi que a forma como os jovens saíam estava mudando. É uma garotada ultraconectada em redes sociais, que não se apega a hábitos, que não quer ir três noites por semana a uma mesma casa noturna. Ela é ligada aos eventos, e esses têm que ser muito diferentes uns dos outros para mobilizá-los”, diz ele. “As baladas foram derrotadas pelo suco verde, pelo Facebook e pelo Netflix.”

No Brasil, as baladas sertanejas são o filé do momento. “Nos meus últimos anos da noite, eu cheguei a investir nesse filão, mas o prazo de validade dele está vencendo também”, alerta Buaiz. “A galera prefere gastar nos megafestivais, com mais variedade e atrações, como o Villa Mix, e os gringos, como o Lollapalooza, o Glastonbury e o Coachella.”

Entre os motivos que os millennials alegam para terem abandonado as boates estão os preços das bebidas, as filas, o excesso de pretensão e rudeza dos funcionários, a incapacidade de conversar por causa da música alta e, pasmem, o medo de “perder a linha”, ser filmado e acabar humilhado nas redes sociais. Esse comportamento transformou a Geração Y na Geração “Yawn”, a geração bocejo.

“É impossível você realmente se divertir só se preocupando em ficar bonito nas redes sociais. Isso é um horror”, avisa a eterna rainha da noite Régine Choukroun, empresária belga que ganhou fama planetária no fim dos anos 1960 ao inventar o conceito de boate. “Fui a primeira a colocar um DJ para tocar num clube no lugar da orquestra, a colocar uma garrafa de champanhe na mesa e inventei a mesinha com um buraco no meio para servir de cinzeiro”, orgulha-se ela, que chegou a manter 20 casas de seu clube Régine’s abertas ao mesmo tempo em cidades como Paris, Nova York, Rio, Salvador e São Paulo.

Frequentavam o Régine’s potestades do jet-set, como o bilionário grego Aristóteles Onassis e sua amante, Maria Callas, estilistas do naipe de Yves Saint Laurent e Karl Lagerfeld, atrizes de Hollywood e todo mundo que contava nos anos 1970. “Imagine o que Onassis não faria se viessem pedir uma selfie. Ele faria a pessoa engolir o celular”, diverte-se ela, cética em relação ao futuro da noite.

“Não vai aparecer outro Régine’s. Era uma época de desafogo da repressão sexual, da invenção da pílula, ninguém mais tem esse fogo. E a noite tem que ter fogo.”
Ex-promoter do Studio 54, a peruana Carmen d’Alessio, que convenceu Bianca Jagger a entrar na boate em cima de um cavalo em 1977 e contratou um grupo de travestis para animar o aniversário de Giorgio Armani, reforça o coro. “A noite ficou velha, cinza e desinteressante. Hoje, prefiro um jantar ou ir à praia a fazer uma noitada. Eu quero é sol”, anuncia ela, habituée dos Carnavais do Rio. “Diziam que no Studio 54 era servida a melhor cocaína do mundo. Era uma época de experimentação, mas acabou. Os que sobreviveram praticam ioga e pilates. As pessoas estão procurando a energia do sol, a iluminação espiritual, no que fazem muito bem."

Mas a noite ainda encontra seus focos de resistência. Nos balneários turísticos, como Ibiza, Saint Tropez e Marbella, as boates estão no pacote de férias. Em Moscou, ainda é na balada que os grandes negócios são selados. Em Miami, emigrados da crise latino-americana ainda gastam a sola dos sapatos em novas casas noturnas nos bairros descolados de Downtown, Design District e Wynwood.

Em Nova York, existem bares, como o Spritzenhaus 33 e o South, no Brooklyn, que oferecem até cerveja sem glúten para atrair a geração neoalérgica. Em Londres, estrangeiros multimilionários – gregos, russos, indianos, árabes – mantêm vivos os clubes fechados apenas para sócios, como os excelentes Loulou’s  e The Arts Club. Mas esses não oferecem só a pista de dança; ela é apenas parte de um ambiente que reúne ótimas comida e bebida, bate-papos sobre arte contemporânea e a sensação de pertencer a uma casta cosmopolita. Uma coisa é certa: o melhor lugar para dançar ainda é Berlim, sempre na vanguarda do apocalipse.

Até no Rio, quem diria, o lendário Hippopotamus reabriu, com um simpaticíssimo rooftop, um excelente restaurante, boate e o slogan “Os bons tempos voltaram”, mesmo com as notícias desoladoras sobre a cidade. “Em mais de 40 anos de noite, já vivi todo tipo de crise. Nós batemos no fundo do poço, e está na hora de virar”, diz o rei da noite brasileira, Ricardo Amaral. “E para esses millennials, só digo uma coisa: o perfume, a troca de olhares, a mão na mão, a mão na coxa e um beijo repentino na pista de dança são insubstituíveis, nenhum aplicativo vai dar."

Prestes a abrir sua décima casa em São Paulo, o bar Arcos, no subsolo do Theatro Municipal, Facundo Guerra vai abrir mão da pista de dança. “Ela vai rolar onde for. A festa não precisa mais ser dentro da boate, pode ser num edifício abandonado, embaixo de uma ponte. O problema é que as estruturas estão obsoletas. As boates ficam seguindo o modelo dos anos 1980, e os restaurantes, o do século 16.”

Ele afirma que talvez tenha achado a fórmula para a sobrevivência do negócio: baladas super exclusivas. “O clube não morreu, mas deve ser fechado para assinantes. Por que não juntar gente com afinidade e, via crowdfunding, montar uma boate só para os doadores? Ou retomar os clubes de cavalheiros da década de 1920, em que cada um tinha a chave, mas com a tecnologia de hoje?”, pergunta. “Não precisa ser essa coisa esnobe e elitista, para escolhidos. Os escolhidos hoje são as trans, os ‘mano’, que sabem fazer o caldo, o malandro, o playboy. A mauriceia é chata pra caralho! Tenho preguiça de gente que tem dinheiro e acha que isso basta. Isso é que é velho.”

Estava recapitulando do porquê os jovens de hoje não curtirem mais baladas... nos anos 2000, só tínhamos 2 opções:

- Ir pra noitada encher a cara;

- Ou fazer uma mega operação pra poder assistir o Cine Band Privé Big Grin

Hoje tem streaming, beber em casa, Nudevista, etc... trollface

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Não que eu queira me vangloriar de meu passado promíscuo, mas já peguei mulher na balada. Aliás, há uns oito anos atrás, tive um momento da vida, na minha era de ouro da cafajestagem, em que toda vez que ia pra balada no final de semana, eu pegava 1 mulher diferente.

O problema é que nem assim eu me sentia feliz. Sempre queria + e +. Eu vivia em função de buscar o tão sonhado desenvolvimento pessoal e social, ser o que os olds chamavam de ultra-alfa.

Vocês podem não acreditar, mas agora que eu sou casto, sou mais feliz do que antes.
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(28-12-2023, 07:43 PM)Penoso Escreveu:
(28-12-2023, 12:46 PM)lokoman Escreveu: Esses lugares, para pegar mulher, nao funciona pra mim. A melhor forma de vc pegar mulher é num supermercado, é fazendo amizade no dia-dia com mulheres, dai vc convida pra um jazz[...]

Eu amo esse fórum Gargalhada

É pra isso que eu pago a internet Risada

EU VOU NO MERCADO AGORA MESMO CONVIDAR A TIA DA FAXINA PRO JAZZ

#chupaOLX

Já pensou, ela tá no corredor passando o pano em movimentos peristalticos sacudindo o bundão, ai eu chego no ouvido dela e falo "SÓ VIRA E ME BEIJA", ai ela olha feio pra mim, eu olho feio pra ela e saio dando sarradas no ar.

Se vai dar certo não sei mas seria engraçado pra caralho Gargalhada

Pqp há tempos eu não ria tanto nesse fórum.
  • Sem a visão de um objetivo um homem não pode gerir a sua própria vida, e muito menos a vida dos outros.
Leia: Nuvem de Giz
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Hapaz, eu amava balada, amava de verdade. E eu nunca liguei de pegar mulher, contudo sempre catava uma, contudo aconteceu o que eu temia, não sinto a mínima vontade de ir para a balada, ir pra "caça", não sei se é a idade , Enfim.


PS: para não dizer que eu não curto nada de festa eu curto festas de psy openair, mesmo assim só vou de dia .
⁹ O que foi tornará a ser, o que foi feito se fará novamente; não há nada novo debaixo do sol


Eclesiastes 1:9
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