13-03-2021, 03:38 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 13-03-2021, 03:42 AM por Indomável.)
Estou me preparando pra meter o pé. Zilhões de situações de merda se desenvolvendo no mundo e fora dele(mínima solar), mas não importa saber de nenhuma delas se isso não servir pra se auto-encaminhar, não necessáriamente pelo caminho melhor, que é uma incognita, mas na direção daquilo que se acredita.
Acredito que vai congelar a porcaria toda, por mais bizarro que isso pareça. Estudo há alguns anos paleoclimatologia e outras áreas relacionadas e tudo indica que estamos quase entrando em uma mini era do gelo. Quero ir pro único lugar que produz vinho há mais de 10 mil anos ininterruptamente, inclusive no meio dessas maluquices de alterações dos ciclos solares e coisa e tal.
Quero acreditar que isso aqui tem jeito na questão política, só não vou ter paciência de esperar pra ver. Quanto mais o tempo passa, mais improvável do quadro se reverter... Até ver o país começar a sair da lama já morri véio e carcumido.
Não quero passar a vida inteira reclamando do meu país. O pior é que eu amo isso aqui, mas não é recíproco. Parece que o Brasil quer me matar todo dia.
Não quero viver a vida inteira esperando o eterno país do futuro começar a andar nos trilhos.
Vou apostar no último líder que não arregou, que mantém a ordem no seu quintal, pelo menos até então: Putin.
Minha data limite é 2022. Dependendo de como o ano que vem começar se já vier nesse clima lula, hiperinflação, lockdown e os caralhos já meto o pé o mais rápido possível pra Georgia(país), na verdade só voltei porque tenho que vender tudo e levantar mais dinheiro.
Tenho um plano sólido de negócio que por tudo que vi se sustenta por lá e trabalho remotamente também, algo que ajuda bastante e a grana por lá rende como nunca vi nada igual, chegou ao ponto de não saber mais o que fazer com a merreca de dinheiro que tenho, tudo barato fora do normal, só pesou mesmo passagem e afins pra chegar lá.
Preciso trabalhar o Russo, pelo menos pra começar a entender direito essa bagaça, não só reconhecer palavras aleatórias fora de contexto. Aprendi a falar essas porcarias todas que quem viaja aprende, mas não é nem de perto o suficiente.
O inglês do pessoal de lá é arrastado, exceto em pontos turísticos e restaurantes, mas os jovens falam até que bem. A lingua nativa deles é uma doideira, impossivel aprender a falar georgiano pra mim.
Nunca comi tão bem na minha vida e pagando tão pouco. Visto de 1 ano sem burocracia nenhuma. Fiquei 3 meses lá e nunca tive tanto conforto. Aluguei um apartamento muito bom, tudo novo, praticamente recém reformado pela bagatela de 1500 contos por mês. Não paguei uma conta sequer, tudo incluso e no centro de Tblisi.
Vinho no café da manhã, no almoço, na janta, só não tomei dormindo, porque de resto... engordei 10 kg, tô nem ai, comi pra morrer. Suco de romã toda hora, não bebia nem água. Acho que não custava nem 1 real, preço de caldo de cana. Todo mundo te dá comida em qualquer lugar que você vai, queijo, doce disso, doce daquilo, nunca fui tão bem recebido na vida, me senti como se estivesse entre irmãos, amigos, pessoas que só faltam te carregar no colo a troco de nada.
Segurança total. Boa parte do povo é pobre, mas a pobreza não está associada à violência como no BR. Andei nas quebradas de lá e nunca me senti tão seguro. 11 horas da noite na praça olhando pro céu, sem precisar ficar olhando pros lados.
Bondade no olhar das senhoras devotas, mulheres que não foram destruidas por feminismos e afins. Eles têm uma beleza crua, vinda de um povo que respeita a sua fé e suas raízes. Isso é algo inesquecível. Mulheres de véu no natal, nas missas, uma nação de devotos, mas não são gente frouxa, se achar que é zona vai tomar na moleira, imigrante maluco não se cria por lá, ortodoxo defende a sua cultura.
Mulherada tem que entrar na igreja de saia arrastando no chão, não pode mostrar nada.
Aprendi umas doideras com uns powerlifters, povo gigante, uns caras pra lá de 2 metros de altura levantando pesos absurdos. Estrogenização não existe naquele lugar.
Fiz um excelente amigo, cara de 20 anos, gigantesco, me apresentou pra família dele e tudo, esposa, filhos, avô, avó, mãe e pai. Parece besta, mas me senti honrado. Pessoal trabalhador fora do normal, gente boníssima.
Enquanto treinava com ele os filhotinhos ficavam imitando, maluco gigante levantando 200kg como se fosse papel. Fiz boas amizades, até criei uma porcaria de rede social pra manter os contatos.
Fiz trilhas no meio das montanhas, cortei pinheiro na machadada, casas de banho semanalmente, fiquei preso em estrada cheia de neve sem conseguir passar, nevasca, frio de matar. Nunca curti tanto uma viagem, embora admita que fiz poucas. Voltei agora em fevereiro, mas meu coração ficou congelado, perdido em algum lugar.
Arrumei uma gringa girafa, que até hoje não sei de onde era e que foi bem mais ou menos e uma australiana que peguei contato, essa mais jeitosinha. A mulherada georgiana é dura na queda, não são arreganhadas, não ficam dando tanta sopa em tinder e afins não, não são regadas à maquiagens e artificialismos.
Só levei fora das mulheres nativas de lá, me senti mal pra cacete, bateção de cabeça.
Conversei com algumas, sai com duas. Puta merda que mulherada bonita, nunca vi nada igual. A que me deixou doido parecia uma mistura de mongol com Russo, seilá que etnia é essa e a outra de cabelo cacheado, maravilhosa, mas sairam comigo de curiosidade, só de sacanagem mesmo, tirar onda com a cara do palhaço.
Conversamos muito, beijos e afins, mas no final elas não liberavam de jeito nenhum. Mão boba elas deixavam, mas se aprofundasse elas davam um jeito de escapar, tudo isso sempre na surdina, pediam pra ir em um lugar que ninguém tivesse de butuca, etc...
Uma me bloqueou e a outra sumiu, parou de responder.
Sem brincadeira, se essa dos zói puchado me desse moral eu casava, foda-se. Tomei um block instantâneo, logo depois que ela foi embora a carinha dela já sumiu, não tenho nem uma praga de uma foto.
O coração até apertou, deu um nó no peito, deu vontade de chorar, sem sacanagem, quase taquei o celular no rio congelado.
Fico lembrando dessa mulher sussurando aquele inglês com sotaque carregado no meu ouvido, dando suspiradinhas enquanto dava uns chupões nela. Nuca toda arrepiada, sorriso fácil, passando a mão no cabelo olhando pra mim com cara de safada, depois agarrada comigo, nos aquecendo enquanto bebíamos vinho naquele frio infernal perto do rio congelado. Ela dá uma fugida, mas se entrega de volta, aperto aquelas cochas gostosas, começo a dar mordiscadelas de leve no pescoço AHHH CACETE.
PQP me exaltei, quase que vira um conto erótico.
Esqueci de tudo, só existia aquele momento.
Ela se entregou de um jeito que podia jurar que dali sairíamos pro meu ap pra continuar a brincadeira, mas do nada alguém mandou mensagem pra ela e disse que tinha que voltar antes de escurecer, mas que depois me mandava uma mensagem.
Ela simplesmente desapareceu e me bloqueou. Algum dia ainda vou mandar outra mensagem de outro número, seilá. Escrevi esse número em tudo quanto é papel daqui de casa na neurose de perder o número. Humilhação demais ficar pensando nisso agora mais de 1 mês depois e de madrugada ainda.
Mil perguntas na cabeça. Será que ela era virgem? Será que ela era casada? Será que foi recíproco e ela ficou com medo de eu ser um filha da puta que ia desvirginar ela e sair correndo? Será que eu sou retardado e ela só tava me sacaneando? Agora tanto faz, mas que eu peguei ela de jeito não posso negar.
Nunca fui nenhum mestre dos relacionamentos, que inclusive sempre foram uma merda. Atraio muita mulher doida e eu não sou muito normal também, mas isso me desarticulou, pegou na fraqueza, na covardia.
A outra não teve esse envolvimento todo e eu tava quase caindo de bêbado.
Fui investigar que praga era aquela, que comportamento bizarro era esse e porque elas se esquivavam tanto, quando era evidente que elas estavam gostando. Esse amigo me falou na encolha que por lá o bicho pega se a família ficar sabendo, mas pega pra mulher, tem guarda de castidade e o escambau, família não dá mole.
Escolhem um homem da família pra ficar vigiando a mulher, se ele souber que ela tá distribuindo por ai ela tá lascada, inclusive esse amigo é o guarda da prima dele. Só existe solteiro ou casado lá.
Se a mulher sai e fica de gracejo ou sacanagem com você na primeira vez é improvável que ela volte, porque isso mancha a reputação dela, mas se você for respeitador até demais pode ser que ela queira ter outros encontros pra ir te conhecendo. Se ela ficou tentada demais e viu que ia liberar sem casar ela some.
Pelo menos foi isso que meu amigo me disse, mas agora não quero nem pensar nisso, fiquei mal como não ficava há tempos, sem brincadeira.
Pouca gente descobriu esse paraíso ainda, quando cair na boca do povo lascou, mas acredito na capacidade deles de se protegerem culturalmente.
Acho que isso deveria ter sido um tópico separado, mas vai aqui na dica de países pra fugir, porque não sei se tenho coração pra escrever tudo detalhadamente sobre a viagem com foto e tal. Quando estava lá pensei em abandonar tudo aqui, mas prefiro voltar uma segunda vez mais preparado.
Nunca falei detalhadamente sobre esse lugar, sinto como se estivesse revelando um segredo oculto, tanto que não falei pra ninguém praticamente. Realmente duvido que tenha mais de meia dúzia de pessoas por ai que saibam sobre como lá não foi afetado em praticamente nada na última mínima solar.
Deixando o sonho e voltando ao nosso cenário:
Se o real derreter do dia pra noite e bater uns 15 reais fodeu meu plano e os de praticamente todo mundo que tem algum dinheiro, mas não tem pra distribuir. Pensar nisso me deixa aflito. Sei da possibilidade e não ignoro.
Se vier essa merda de passaporte verde, vacinação dessa praga e o escambau é provável que não volte mais, porque eu prefiro morrer do que tomar essa merda.
Pra aplicar isso em mim vão ter que me matar. Estou disposto a virar mendigo, mas não tomo. Sei viver com quase nada, vivi por alguns tempos completamente fodido de grana, sem dinheiro pra nada, já estive na pindura total. Se me jogarem no ostracismo social aguento o tranco.
Não acho que o caos social e civil são adiáveis eternamente. Quanto mais demorar pior vai ser na verdade.
Acredito que vai congelar a porcaria toda, por mais bizarro que isso pareça. Estudo há alguns anos paleoclimatologia e outras áreas relacionadas e tudo indica que estamos quase entrando em uma mini era do gelo. Quero ir pro único lugar que produz vinho há mais de 10 mil anos ininterruptamente, inclusive no meio dessas maluquices de alterações dos ciclos solares e coisa e tal.
Quero acreditar que isso aqui tem jeito na questão política, só não vou ter paciência de esperar pra ver. Quanto mais o tempo passa, mais improvável do quadro se reverter... Até ver o país começar a sair da lama já morri véio e carcumido.
Não quero passar a vida inteira reclamando do meu país. O pior é que eu amo isso aqui, mas não é recíproco. Parece que o Brasil quer me matar todo dia.
Não quero viver a vida inteira esperando o eterno país do futuro começar a andar nos trilhos.
Vou apostar no último líder que não arregou, que mantém a ordem no seu quintal, pelo menos até então: Putin.
Minha data limite é 2022. Dependendo de como o ano que vem começar se já vier nesse clima lula, hiperinflação, lockdown e os caralhos já meto o pé o mais rápido possível pra Georgia(país), na verdade só voltei porque tenho que vender tudo e levantar mais dinheiro.
Tenho um plano sólido de negócio que por tudo que vi se sustenta por lá e trabalho remotamente também, algo que ajuda bastante e a grana por lá rende como nunca vi nada igual, chegou ao ponto de não saber mais o que fazer com a merreca de dinheiro que tenho, tudo barato fora do normal, só pesou mesmo passagem e afins pra chegar lá.
Preciso trabalhar o Russo, pelo menos pra começar a entender direito essa bagaça, não só reconhecer palavras aleatórias fora de contexto. Aprendi a falar essas porcarias todas que quem viaja aprende, mas não é nem de perto o suficiente.
O inglês do pessoal de lá é arrastado, exceto em pontos turísticos e restaurantes, mas os jovens falam até que bem. A lingua nativa deles é uma doideira, impossivel aprender a falar georgiano pra mim.
Nunca comi tão bem na minha vida e pagando tão pouco. Visto de 1 ano sem burocracia nenhuma. Fiquei 3 meses lá e nunca tive tanto conforto. Aluguei um apartamento muito bom, tudo novo, praticamente recém reformado pela bagatela de 1500 contos por mês. Não paguei uma conta sequer, tudo incluso e no centro de Tblisi.
Vinho no café da manhã, no almoço, na janta, só não tomei dormindo, porque de resto... engordei 10 kg, tô nem ai, comi pra morrer. Suco de romã toda hora, não bebia nem água. Acho que não custava nem 1 real, preço de caldo de cana. Todo mundo te dá comida em qualquer lugar que você vai, queijo, doce disso, doce daquilo, nunca fui tão bem recebido na vida, me senti como se estivesse entre irmãos, amigos, pessoas que só faltam te carregar no colo a troco de nada.
Segurança total. Boa parte do povo é pobre, mas a pobreza não está associada à violência como no BR. Andei nas quebradas de lá e nunca me senti tão seguro. 11 horas da noite na praça olhando pro céu, sem precisar ficar olhando pros lados.
Bondade no olhar das senhoras devotas, mulheres que não foram destruidas por feminismos e afins. Eles têm uma beleza crua, vinda de um povo que respeita a sua fé e suas raízes. Isso é algo inesquecível. Mulheres de véu no natal, nas missas, uma nação de devotos, mas não são gente frouxa, se achar que é zona vai tomar na moleira, imigrante maluco não se cria por lá, ortodoxo defende a sua cultura.
Mulherada tem que entrar na igreja de saia arrastando no chão, não pode mostrar nada.
Aprendi umas doideras com uns powerlifters, povo gigante, uns caras pra lá de 2 metros de altura levantando pesos absurdos. Estrogenização não existe naquele lugar.
Fiz um excelente amigo, cara de 20 anos, gigantesco, me apresentou pra família dele e tudo, esposa, filhos, avô, avó, mãe e pai. Parece besta, mas me senti honrado. Pessoal trabalhador fora do normal, gente boníssima.
Enquanto treinava com ele os filhotinhos ficavam imitando, maluco gigante levantando 200kg como se fosse papel. Fiz boas amizades, até criei uma porcaria de rede social pra manter os contatos.
Fiz trilhas no meio das montanhas, cortei pinheiro na machadada, casas de banho semanalmente, fiquei preso em estrada cheia de neve sem conseguir passar, nevasca, frio de matar. Nunca curti tanto uma viagem, embora admita que fiz poucas. Voltei agora em fevereiro, mas meu coração ficou congelado, perdido em algum lugar.
Arrumei uma gringa girafa, que até hoje não sei de onde era e que foi bem mais ou menos e uma australiana que peguei contato, essa mais jeitosinha. A mulherada georgiana é dura na queda, não são arreganhadas, não ficam dando tanta sopa em tinder e afins não, não são regadas à maquiagens e artificialismos.
Só levei fora das mulheres nativas de lá, me senti mal pra cacete, bateção de cabeça.
Conversei com algumas, sai com duas. Puta merda que mulherada bonita, nunca vi nada igual. A que me deixou doido parecia uma mistura de mongol com Russo, seilá que etnia é essa e a outra de cabelo cacheado, maravilhosa, mas sairam comigo de curiosidade, só de sacanagem mesmo, tirar onda com a cara do palhaço.
Conversamos muito, beijos e afins, mas no final elas não liberavam de jeito nenhum. Mão boba elas deixavam, mas se aprofundasse elas davam um jeito de escapar, tudo isso sempre na surdina, pediam pra ir em um lugar que ninguém tivesse de butuca, etc...
Uma me bloqueou e a outra sumiu, parou de responder.
Sem brincadeira, se essa dos zói puchado me desse moral eu casava, foda-se. Tomei um block instantâneo, logo depois que ela foi embora a carinha dela já sumiu, não tenho nem uma praga de uma foto.
O coração até apertou, deu um nó no peito, deu vontade de chorar, sem sacanagem, quase taquei o celular no rio congelado.
Fico lembrando dessa mulher sussurando aquele inglês com sotaque carregado no meu ouvido, dando suspiradinhas enquanto dava uns chupões nela. Nuca toda arrepiada, sorriso fácil, passando a mão no cabelo olhando pra mim com cara de safada, depois agarrada comigo, nos aquecendo enquanto bebíamos vinho naquele frio infernal perto do rio congelado. Ela dá uma fugida, mas se entrega de volta, aperto aquelas cochas gostosas, começo a dar mordiscadelas de leve no pescoço AHHH CACETE.
PQP me exaltei, quase que vira um conto erótico.
Esqueci de tudo, só existia aquele momento.
Ela se entregou de um jeito que podia jurar que dali sairíamos pro meu ap pra continuar a brincadeira, mas do nada alguém mandou mensagem pra ela e disse que tinha que voltar antes de escurecer, mas que depois me mandava uma mensagem.
Ela simplesmente desapareceu e me bloqueou. Algum dia ainda vou mandar outra mensagem de outro número, seilá. Escrevi esse número em tudo quanto é papel daqui de casa na neurose de perder o número. Humilhação demais ficar pensando nisso agora mais de 1 mês depois e de madrugada ainda.
Mil perguntas na cabeça. Será que ela era virgem? Será que ela era casada? Será que foi recíproco e ela ficou com medo de eu ser um filha da puta que ia desvirginar ela e sair correndo? Será que eu sou retardado e ela só tava me sacaneando? Agora tanto faz, mas que eu peguei ela de jeito não posso negar.
Nunca fui nenhum mestre dos relacionamentos, que inclusive sempre foram uma merda. Atraio muita mulher doida e eu não sou muito normal também, mas isso me desarticulou, pegou na fraqueza, na covardia.
A outra não teve esse envolvimento todo e eu tava quase caindo de bêbado.
Fui investigar que praga era aquela, que comportamento bizarro era esse e porque elas se esquivavam tanto, quando era evidente que elas estavam gostando. Esse amigo me falou na encolha que por lá o bicho pega se a família ficar sabendo, mas pega pra mulher, tem guarda de castidade e o escambau, família não dá mole.
Escolhem um homem da família pra ficar vigiando a mulher, se ele souber que ela tá distribuindo por ai ela tá lascada, inclusive esse amigo é o guarda da prima dele. Só existe solteiro ou casado lá.
Se a mulher sai e fica de gracejo ou sacanagem com você na primeira vez é improvável que ela volte, porque isso mancha a reputação dela, mas se você for respeitador até demais pode ser que ela queira ter outros encontros pra ir te conhecendo. Se ela ficou tentada demais e viu que ia liberar sem casar ela some.
Pelo menos foi isso que meu amigo me disse, mas agora não quero nem pensar nisso, fiquei mal como não ficava há tempos, sem brincadeira.
Pouca gente descobriu esse paraíso ainda, quando cair na boca do povo lascou, mas acredito na capacidade deles de se protegerem culturalmente.
Acho que isso deveria ter sido um tópico separado, mas vai aqui na dica de países pra fugir, porque não sei se tenho coração pra escrever tudo detalhadamente sobre a viagem com foto e tal. Quando estava lá pensei em abandonar tudo aqui, mas prefiro voltar uma segunda vez mais preparado.
Nunca falei detalhadamente sobre esse lugar, sinto como se estivesse revelando um segredo oculto, tanto que não falei pra ninguém praticamente. Realmente duvido que tenha mais de meia dúzia de pessoas por ai que saibam sobre como lá não foi afetado em praticamente nada na última mínima solar.
Deixando o sonho e voltando ao nosso cenário:
Se o real derreter do dia pra noite e bater uns 15 reais fodeu meu plano e os de praticamente todo mundo que tem algum dinheiro, mas não tem pra distribuir. Pensar nisso me deixa aflito. Sei da possibilidade e não ignoro.
Se vier essa merda de passaporte verde, vacinação dessa praga e o escambau é provável que não volte mais, porque eu prefiro morrer do que tomar essa merda.
Pra aplicar isso em mim vão ter que me matar. Estou disposto a virar mendigo, mas não tomo. Sei viver com quase nada, vivi por alguns tempos completamente fodido de grana, sem dinheiro pra nada, já estive na pindura total. Se me jogarem no ostracismo social aguento o tranco.
Não acho que o caos social e civil são adiáveis eternamente. Quanto mais demorar pior vai ser na verdade.
“Habit to us is given from above:
it is a substitute for happiness.”
― Alexander Pushkin
it is a substitute for happiness.”
― Alexander Pushkin
