Isso ia ser uma resposta para o tópico da ilusão feminina com a Matrix delas lá, mas acho que vale um tópico só pra isso. Alerta de textão, lê quem quiser, tem nada de revolucionário aqui, segue o baile. Você foi avisado.
Vamos acertar uma coisa aqui, acho que só dá para jogar limpo se a gente procurar ver a coisa de um ponto mais neutro. Perdão se isso não soar muito legal, mas isso precisa ser dito.
Eu sei que muita gente não vai gostar do que vou falar agora ou que isso vai parecer uma apologia ao manginismo ou estilos de vida fúteis. Não é, por favor entendam! Olha a compreensão de texto aí, galera.
Os caminhos da Real não são o único (talvez nem necessariamente o melhor jeito, vai saber) de se levar a vida, e para situar isso quero falar dos casos do pessoal que criticam homens e mulheres pelas escolhas de seu estilo de vida.
Acontece da minha crítica hoje nem ser a respeito da Real (que aqui possui tópicos ultra foda sobre, por exemplo, como ser low profile, como ser bombadão, como ser o business man, como manjar tudo de mercado financeiro, etc, cada qual com sua importância), nem quem a segue, pois eu acho que aqui estamos até que bem servidos de ferramentas e saberes para ter uma vida melhor que muito matrixiano por aí. Minha crítica são para os fiscais de pica alheia, que acham que devem arbitrar nos estilos de vida dos coleguinhas.
Por isso o cara tem que apenas aprender a tirar o melhor da Real e o melhor de cada um desses estilos de vida ao invés de procurar seguir cegamente o modelo de "realista padrão durão" que é colocado como perfil ideal, e sair bosteando os coleguinhas "menos favorecidos" de saberes realistas.
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Primeiro que o cara tem que escolher qual é a vida que quer levar. Isso é uma coisa que não tem receita certa. Ruim se o cara cair na ilusão das redes sociais e novelinha malhação e achar que aquilo é vida, mas enfim, cada qual com suas bobagens. A gente pode apresentar as alternativas para os novatos, qualidades e defeitos de cada estilo, mas nunca escolher por ninguém, já que não existe (só) um jeito certo de viver a vida.
Se o cara quer viver de pegar mulher, ostentação, vida high profile, PROBLEMA DELE, ele que se foda ou que foda as mulheres, não tem por si só nenhum problema com isso, é um estilo de vida que obviamente vai ter as suas desvantagens e um preço a pagar depois, mas a gente não é ninguém para dizer como os outros devem viver suas vidas.
Não parece, mas há realistas que desdenham, contudo queriam estar na pele do dito-cujo: E claro, quem não gostaria de estar numa situação aparentemente melhor, mais vantajosa? Ninguém precisa ter medo de admitir inveja. Mas como falei, há desvantagens, é um espaço concorrido e para poucos, eu mesmo tenho certeza que não é pra mim.
Se o cara quiser gastar todo o desenvolvimento pra "pegar muié", verdade, acho foda, uma baita perda de tempo do caralho, tá aumentando o nível da sua frustração ver mulheres como objetivo final. Eu pessoalmente acho que tem muita coisa interessante para se ver nessa vida para trocar tudo isso por (apenas) um buraco molhado e morno. Mas vai de cada um, né.
Claro que o imperativo masculino de propagar sua sobrevivência é uma coisa séria e é bem capaz de que se o cara não se interessar em "espalhar seus genes" ele possa ter algum problema. Pegar mulher também é importante, ora porra, olha só, o céu de dia é azul (só não façam disso o motivo das suas vidas, paspalhos juvenas!).
Então que não adianta apelar para argumento naturalista, pro religioso, nem nada: tem gente que faz por puro prazer ou hedonismo e acabou, se isso é a vida dele, problema dele. Os high profiles parecem ter a vida centrada nisso, e se eles conseguem ter essa facilidade e poder de escolha, não sou eu que vou recriminar. Eles possuem meios e métodos muito eficazes e de massa para fazer o que (quase) todo mundo aqui terá que fazer em menor escala.
Concluindo essa parte, vamos tirar uma coisa boa disso tudo: Eu acho que a gente poderia aprender muito sobre as dinâmicas sociais observando esses tipos (alfas, playboys, cafas, ricaços, atores, etc.) do que sujando eles na praça. Como diria NA, reconhecer as boas características que possam nos ser de serventia.
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O mesmo vale para a mulher, a gente sempre faz muita crítica, mas mesmo que tenham razão, as críticas são vazias e perda de tempo. Também admito culpa desse mesmo crime... Até eu recrimino certas atitudes em mulher, mas tem um motivo bem claro: Elas em boa parte não tem a capacidade racional de conseguir compreender a sinuca de bico que entraram (sorry, feminazis, essa é a verdade), por conta dos males do femininazismo e a matrix delas que as sugam pelo lado instintivo / emocional. Espero que minha crítica fique sempre no sentido didático e nunca como forma de demonstrar raiva (que é apego de sinal oposto).
Só as critico por isso, da mesma forma que meto o pau na juvenada, pois elas são tão vítimas quanto a gente, em vários casos. Serão vítimas de escolhas ruins, então que ao menos ofereçamos a pílula vermelha para elas para que depois não digam que não avisamos... E claro, nunca as poupemos dos pesos das escolhas e das consequências das suas próprias atitudes. Cavalheirismo morreu por conta das próprias e elas que se virem.
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A outra coisa que queria falar são das pessoas que desdenham "o jogo", isso é, as dinâmicas sociais em si, coisa de fazer social, baladinha, etc., Essas normalmente mudam junto com as convenções sociais e com o passar do tempo. Meu tempo era diferente dessa galera nova de hoje, e não há nada de superior ou inferior, no meu tempo as coisas eram fudidas do mesmo jeito e pra piorar eu não sabia de nada.
Sempre existiu em um ou outro grau algum tipo de "ritual de acasalamento", seja de jogo, seja algum procedimento, seja qualquer forma de aproximação ao sexo oposto. Isso sempre existiu, existe, existirá. Inclusive até varia de país pra país (o Rooster fala muito disso). Então, confraria, se você não quiser ser uma criatura sociopata/antissocial, vai ter que aprender a quebrar essa no peito e sambar isso de algum jeito.
Não acha as regras do jogo justas? Acha isso besteira? Não quer participar? Beleza, caia fora, mas não fale merda. Eu sou um dos críticos do jogo por vários motivos que considero bem justos, mas mesmo eu tenho que me comedir por que assim que são os critérios subjetivos avaliados e homens e mulheres se selecionam para passar para a etapa sexual das relações humanas, então quem sou eu para criticar as pessoas se elas apenas estão dançando a música que lhe colocam?
É isso: Não joga o jogo? Então não reclame de quem joga o jogo. Culpe o jogo, não os jogadores.
Eu acredito também que é de muito mais proveito a gente tentar entender como essas dinâmicas sociais funcionam e eventualmente adaptá-las em nosso favor, do que viver uma vida reclusa, focada apenas em desenvolvimento pessoal, e chegar lá na frente sendo o virjão de 40 anos.
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Acima de tudo entendam que não importa a fase da sua vida, a não ser que você seja o Neymolek, não vai cair mulher nenhuma na sua horta como se fosse um filme pornô. Quase toda mulher, mesmo as que não participam desse "mundo jovem" precisará passar por algumas etapas, ritos de encantamento, talvez conversa, onde vocês testarão adequação e afinidade. Ela vai fazer shit tests, vai querer sentir emoções fortes, e toda a mesma merda que qualquer espertinha de rebocão na cara que rebola em balada sertaneja...
O mundo é isso aí, não adianta reclamar. Cada um se vira para se adaptar com o que tem.
Força e honra sempre,
Vamos acertar uma coisa aqui, acho que só dá para jogar limpo se a gente procurar ver a coisa de um ponto mais neutro. Perdão se isso não soar muito legal, mas isso precisa ser dito.
Eu sei que muita gente não vai gostar do que vou falar agora ou que isso vai parecer uma apologia ao manginismo ou estilos de vida fúteis. Não é, por favor entendam! Olha a compreensão de texto aí, galera.
Os caminhos da Real não são o único (talvez nem necessariamente o melhor jeito, vai saber) de se levar a vida, e para situar isso quero falar dos casos do pessoal que criticam homens e mulheres pelas escolhas de seu estilo de vida.
Acontece da minha crítica hoje nem ser a respeito da Real (que aqui possui tópicos ultra foda sobre, por exemplo, como ser low profile, como ser bombadão, como ser o business man, como manjar tudo de mercado financeiro, etc, cada qual com sua importância), nem quem a segue, pois eu acho que aqui estamos até que bem servidos de ferramentas e saberes para ter uma vida melhor que muito matrixiano por aí. Minha crítica são para os fiscais de pica alheia, que acham que devem arbitrar nos estilos de vida dos coleguinhas.
Por isso o cara tem que apenas aprender a tirar o melhor da Real e o melhor de cada um desses estilos de vida ao invés de procurar seguir cegamente o modelo de "realista padrão durão" que é colocado como perfil ideal, e sair bosteando os coleguinhas "menos favorecidos" de saberes realistas.
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Primeiro que o cara tem que escolher qual é a vida que quer levar. Isso é uma coisa que não tem receita certa. Ruim se o cara cair na ilusão das redes sociais e novelinha malhação e achar que aquilo é vida, mas enfim, cada qual com suas bobagens. A gente pode apresentar as alternativas para os novatos, qualidades e defeitos de cada estilo, mas nunca escolher por ninguém, já que não existe (só) um jeito certo de viver a vida.
Se o cara quer viver de pegar mulher, ostentação, vida high profile, PROBLEMA DELE, ele que se foda ou que foda as mulheres, não tem por si só nenhum problema com isso, é um estilo de vida que obviamente vai ter as suas desvantagens e um preço a pagar depois, mas a gente não é ninguém para dizer como os outros devem viver suas vidas.
Não parece, mas há realistas que desdenham, contudo queriam estar na pele do dito-cujo: E claro, quem não gostaria de estar numa situação aparentemente melhor, mais vantajosa? Ninguém precisa ter medo de admitir inveja. Mas como falei, há desvantagens, é um espaço concorrido e para poucos, eu mesmo tenho certeza que não é pra mim.
Se o cara quiser gastar todo o desenvolvimento pra "pegar muié", verdade, acho foda, uma baita perda de tempo do caralho, tá aumentando o nível da sua frustração ver mulheres como objetivo final. Eu pessoalmente acho que tem muita coisa interessante para se ver nessa vida para trocar tudo isso por (apenas) um buraco molhado e morno. Mas vai de cada um, né.
Claro que o imperativo masculino de propagar sua sobrevivência é uma coisa séria e é bem capaz de que se o cara não se interessar em "espalhar seus genes" ele possa ter algum problema. Pegar mulher também é importante, ora porra, olha só, o céu de dia é azul (só não façam disso o motivo das suas vidas, paspalhos juvenas!).
Então que não adianta apelar para argumento naturalista, pro religioso, nem nada: tem gente que faz por puro prazer ou hedonismo e acabou, se isso é a vida dele, problema dele. Os high profiles parecem ter a vida centrada nisso, e se eles conseguem ter essa facilidade e poder de escolha, não sou eu que vou recriminar. Eles possuem meios e métodos muito eficazes e de massa para fazer o que (quase) todo mundo aqui terá que fazer em menor escala.
Concluindo essa parte, vamos tirar uma coisa boa disso tudo: Eu acho que a gente poderia aprender muito sobre as dinâmicas sociais observando esses tipos (alfas, playboys, cafas, ricaços, atores, etc.) do que sujando eles na praça. Como diria NA, reconhecer as boas características que possam nos ser de serventia.
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O mesmo vale para a mulher, a gente sempre faz muita crítica, mas mesmo que tenham razão, as críticas são vazias e perda de tempo. Também admito culpa desse mesmo crime... Até eu recrimino certas atitudes em mulher, mas tem um motivo bem claro: Elas em boa parte não tem a capacidade racional de conseguir compreender a sinuca de bico que entraram (sorry, feminazis, essa é a verdade), por conta dos males do femininazismo e a matrix delas que as sugam pelo lado instintivo / emocional. Espero que minha crítica fique sempre no sentido didático e nunca como forma de demonstrar raiva (que é apego de sinal oposto).
Só as critico por isso, da mesma forma que meto o pau na juvenada, pois elas são tão vítimas quanto a gente, em vários casos. Serão vítimas de escolhas ruins, então que ao menos ofereçamos a pílula vermelha para elas para que depois não digam que não avisamos... E claro, nunca as poupemos dos pesos das escolhas e das consequências das suas próprias atitudes. Cavalheirismo morreu por conta das próprias e elas que se virem.
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A outra coisa que queria falar são das pessoas que desdenham "o jogo", isso é, as dinâmicas sociais em si, coisa de fazer social, baladinha, etc., Essas normalmente mudam junto com as convenções sociais e com o passar do tempo. Meu tempo era diferente dessa galera nova de hoje, e não há nada de superior ou inferior, no meu tempo as coisas eram fudidas do mesmo jeito e pra piorar eu não sabia de nada.
Sempre existiu em um ou outro grau algum tipo de "ritual de acasalamento", seja de jogo, seja algum procedimento, seja qualquer forma de aproximação ao sexo oposto. Isso sempre existiu, existe, existirá. Inclusive até varia de país pra país (o Rooster fala muito disso). Então, confraria, se você não quiser ser uma criatura sociopata/antissocial, vai ter que aprender a quebrar essa no peito e sambar isso de algum jeito.
Não acha as regras do jogo justas? Acha isso besteira? Não quer participar? Beleza, caia fora, mas não fale merda. Eu sou um dos críticos do jogo por vários motivos que considero bem justos, mas mesmo eu tenho que me comedir por que assim que são os critérios subjetivos avaliados e homens e mulheres se selecionam para passar para a etapa sexual das relações humanas, então quem sou eu para criticar as pessoas se elas apenas estão dançando a música que lhe colocam?
É isso: Não joga o jogo? Então não reclame de quem joga o jogo. Culpe o jogo, não os jogadores.
Eu acredito também que é de muito mais proveito a gente tentar entender como essas dinâmicas sociais funcionam e eventualmente adaptá-las em nosso favor, do que viver uma vida reclusa, focada apenas em desenvolvimento pessoal, e chegar lá na frente sendo o virjão de 40 anos.
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Acima de tudo entendam que não importa a fase da sua vida, a não ser que você seja o Neymolek, não vai cair mulher nenhuma na sua horta como se fosse um filme pornô. Quase toda mulher, mesmo as que não participam desse "mundo jovem" precisará passar por algumas etapas, ritos de encantamento, talvez conversa, onde vocês testarão adequação e afinidade. Ela vai fazer shit tests, vai querer sentir emoções fortes, e toda a mesma merda que qualquer espertinha de rebocão na cara que rebola em balada sertaneja...
O mundo é isso aí, não adianta reclamar. Cada um se vira para se adaptar com o que tem.
Força e honra sempre,
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”
(Provérbio Irlandês)

