28-03-2020, 05:13 PM
Foi citado aí sobre o poder da mídia tradicional sobre a população. Eu, por estar inserido na área, afirmo que nunca houve um receio por parte da mídia em perder esse poder. Vamos raciocinar um pouco.
Como os próprios estudantes, professores, jornalistas, publicitários, radialistas e demais dizem: tudo é um ato político. Se você parar e analisar tendo essa afirmação em mente, tudo irá ficar claro. A mídia não perde seu poder de influência pois há uma doutrinação desde a tenra idade pra que você dê credibilidade apenas a quem eles querem (Estadão, Globo, Folha, etc). Isso piora ainda mais nas universidades, onde são formados os "profissionais" que atuaram no mercado da informação.
Qualquer um que ouse questionar ou se posicionar contra esse status quo, é execrado e tratado como criminoso (machista, homofóbico, alienado, imoral, etc) e é colocado a margem da bolha social. Ninguém quer ser isolado, as pessoas precisam se relacionar. Então existem duas saídas: se abster e guardar pra si suas opiniões ou ceder e virar uma engrenagem do sistema.
Não achem que a mídia ou os políticos se importam com a saúde de alguém. Tudo não passa de jogo político (e dos mais sujos). A turminha do quanto pior, melhor, etá a todo vapor, visando as próximas eleições.
Mas voltando ao ponto principal: enquanto houver peões que sustentam a mídia e seu status como Deuses da informação, a mídia vai ter poder. E na internet, eles podem comprar seus influenciadores. No final das contas, todos se voltam para Globo e seus afluentes, é impossível para um jornalista independente cobrir sozinho o que a globo consegue com seus milhões.
Lá no interior do Acre, Rondônia, Pará não existe nada além das grande emissoras. E isso nunca vai mudar.
Como os próprios estudantes, professores, jornalistas, publicitários, radialistas e demais dizem: tudo é um ato político. Se você parar e analisar tendo essa afirmação em mente, tudo irá ficar claro. A mídia não perde seu poder de influência pois há uma doutrinação desde a tenra idade pra que você dê credibilidade apenas a quem eles querem (Estadão, Globo, Folha, etc). Isso piora ainda mais nas universidades, onde são formados os "profissionais" que atuaram no mercado da informação.
Qualquer um que ouse questionar ou se posicionar contra esse status quo, é execrado e tratado como criminoso (machista, homofóbico, alienado, imoral, etc) e é colocado a margem da bolha social. Ninguém quer ser isolado, as pessoas precisam se relacionar. Então existem duas saídas: se abster e guardar pra si suas opiniões ou ceder e virar uma engrenagem do sistema.
Não achem que a mídia ou os políticos se importam com a saúde de alguém. Tudo não passa de jogo político (e dos mais sujos). A turminha do quanto pior, melhor, etá a todo vapor, visando as próximas eleições.
Mas voltando ao ponto principal: enquanto houver peões que sustentam a mídia e seu status como Deuses da informação, a mídia vai ter poder. E na internet, eles podem comprar seus influenciadores. No final das contas, todos se voltam para Globo e seus afluentes, é impossível para um jornalista independente cobrir sozinho o que a globo consegue com seus milhões.
Lá no interior do Acre, Rondônia, Pará não existe nada além das grande emissoras. E isso nunca vai mudar.
Um homem com escolhas é um homem livre.
