19-02-2020, 07:40 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 19-02-2020, 07:48 PM por Bilidequidi.)
Se passou um certo tempo após meu último post, então resolvi colocar aqui o que aconteceu lá no meu serviço neste ínterim.
O tiozão continua trabalhando lá, galgou uma promoção e tem ainda mais dois anos de contrato pela frente. Cara gente boa.
O que mais me chamou a atenção foi o fato de terem entrado nesse período duas garotas pro cargo de estagiário de administração, uma subsequente a outra e a diferença entre as duas é abismal.
Ambas tem 19 anos. A primeira, vou chamá -la de Maria, é de igreja presbiteriana, de família conservadora, ingênua de tudo. Mora num bairro classe média na zona oeste aqui de São Paulo. O pai dela levava-a ao serviço e buscava-a à noite na faculdade, diariamente. Muito prestativa e esforçada, em seis meses conseguiu um cargo de secretária numa associação por indicação de um colega de trabalho. Muitas vezes não entendia as piadas e indiretas dos manginas de lá, ou se fazia de boba, talvez. De uma educação rara hoje em dia, não falava palavrão e ficava corada se alguém disesse. Dessa daí, vai dar pena quando enveredar pro mau caminho.
A segunda, Joana, entrou no lugar da Maria. Nos dois primeiros dias faltou alegando resolver problemas pessoais: ela é mãe solteira, teve o filho aos 17 anos e não sabe exatamente quem é o pai. Mora num bairro carente da zona norte. Não se sabe qual é sua religião. Só usa roupas provocativas mas devido ao excesso de peso, sua beleza é questionável. Sempre chega atrasada e é "braço curto" pra trabalhar. Só fala das baladas que frequenta e das aventuras eróticas que já fez, de forma escancarada mesmo pros outros ouvirem. Quando sai pra farra, quem cuida da criança é a coitada da vó. Agora em março ela sai fora e só não foi dispensada, pois se saísse não teria como chamar o próximo candidato por causa de ser estágio em órgão público.
A natureza não falha, cedo ou tarde, Maria terá o mesmo comportamento de Joana, provavelmente numa situação financeira melhor e mais atraente, mas ambas serão semelhantes pelo maldito feminismo, a esperar um CSP pra amarrarem seus burros.
O tiozão continua trabalhando lá, galgou uma promoção e tem ainda mais dois anos de contrato pela frente. Cara gente boa.
O que mais me chamou a atenção foi o fato de terem entrado nesse período duas garotas pro cargo de estagiário de administração, uma subsequente a outra e a diferença entre as duas é abismal.
Ambas tem 19 anos. A primeira, vou chamá -la de Maria, é de igreja presbiteriana, de família conservadora, ingênua de tudo. Mora num bairro classe média na zona oeste aqui de São Paulo. O pai dela levava-a ao serviço e buscava-a à noite na faculdade, diariamente. Muito prestativa e esforçada, em seis meses conseguiu um cargo de secretária numa associação por indicação de um colega de trabalho. Muitas vezes não entendia as piadas e indiretas dos manginas de lá, ou se fazia de boba, talvez. De uma educação rara hoje em dia, não falava palavrão e ficava corada se alguém disesse. Dessa daí, vai dar pena quando enveredar pro mau caminho.
A segunda, Joana, entrou no lugar da Maria. Nos dois primeiros dias faltou alegando resolver problemas pessoais: ela é mãe solteira, teve o filho aos 17 anos e não sabe exatamente quem é o pai. Mora num bairro carente da zona norte. Não se sabe qual é sua religião. Só usa roupas provocativas mas devido ao excesso de peso, sua beleza é questionável. Sempre chega atrasada e é "braço curto" pra trabalhar. Só fala das baladas que frequenta e das aventuras eróticas que já fez, de forma escancarada mesmo pros outros ouvirem. Quando sai pra farra, quem cuida da criança é a coitada da vó. Agora em março ela sai fora e só não foi dispensada, pois se saísse não teria como chamar o próximo candidato por causa de ser estágio em órgão público.
A natureza não falha, cedo ou tarde, Maria terá o mesmo comportamento de Joana, provavelmente numa situação financeira melhor e mais atraente, mas ambas serão semelhantes pelo maldito feminismo, a esperar um CSP pra amarrarem seus burros.
"Escola? E o aprendizado com os próprios erros? A experiência te faz professor de si próprio".
