21-01-2020, 01:36 PM
Texto muito bom. Apesar de eu não ser adventista, reconheço o trabalho bem feito da escritora em esclarecer o enunciado do trecho bíblico.
É comum ao me observar o quanto podemos ser vistos como "pessoa religiosa", ou termos em própria conta como pessoa de fé, em determinado credo, "respeitando" aquilo que as seguras fontes dizem ser o correto. Mas o texto me fez questionar: estou vivendo isso? E a resposta em grande parte do tempo é NÃO. Ora, por causa disso devemos nos reprimir e ficar com um sentimento de culpa latente durante todo o tempo? A resposta também é não. Esse sentimento, inclusive, por vezes fora de proporção é, como diz um colega de fórum, diabólico. Quando escuto algo relacionado à religião, tenho custado dar a atenção apropriada, quando não afastado meus pensamentos. Já recebi muito de Deus, mas por que custo reconhecê-lo?
O texto (primeiramente de Paulo, mas bem explicado pela autora referida) me trouxe uma perspectiva de como enfrentar e me posicionar nesse sentido. Mas há trabalho duro pela frente...
Eu acredito que ao maratonista experiente, não cabe uma culpa devastadora ao falhar em uma atividade ou pequena tarefa. Ele como atleta erra. Por outro lado, jamais imaginaria um maratonista em plena preparação abandonar bons hábitos e sucumbir ao desregramento... isso deve causar um enorme desprazer. Os colegas que praticam atividade física vividamente sabem como é desprazeroso quando começamos a falhar repetidas vezes ou sair da rotina, é quase um sentimento de letargia, enferrujamento... Por outro lado, daqueles que não conhecem ou tem pouco contato com a atividade física, é comum escutar comentários como: "isso não é pra mim", "como tem coragem de sair cedo para fazer isso?", "o meu negócio é outro". Os dois lados fazem sentido, dependendo do que a pessoa já experimentou ou teve coragem para ir atrás. Agora, é inegável que os benefícios de fazer atividade física são muito grandes perante a não fazer, nisso concordam tanto quem faz quanto quem não faz.
É comum ao me observar o quanto podemos ser vistos como "pessoa religiosa", ou termos em própria conta como pessoa de fé, em determinado credo, "respeitando" aquilo que as seguras fontes dizem ser o correto. Mas o texto me fez questionar: estou vivendo isso? E a resposta em grande parte do tempo é NÃO. Ora, por causa disso devemos nos reprimir e ficar com um sentimento de culpa latente durante todo o tempo? A resposta também é não. Esse sentimento, inclusive, por vezes fora de proporção é, como diz um colega de fórum, diabólico. Quando escuto algo relacionado à religião, tenho custado dar a atenção apropriada, quando não afastado meus pensamentos. Já recebi muito de Deus, mas por que custo reconhecê-lo?
O texto (primeiramente de Paulo, mas bem explicado pela autora referida) me trouxe uma perspectiva de como enfrentar e me posicionar nesse sentido. Mas há trabalho duro pela frente...
Eu acredito que ao maratonista experiente, não cabe uma culpa devastadora ao falhar em uma atividade ou pequena tarefa. Ele como atleta erra. Por outro lado, jamais imaginaria um maratonista em plena preparação abandonar bons hábitos e sucumbir ao desregramento... isso deve causar um enorme desprazer. Os colegas que praticam atividade física vividamente sabem como é desprazeroso quando começamos a falhar repetidas vezes ou sair da rotina, é quase um sentimento de letargia, enferrujamento... Por outro lado, daqueles que não conhecem ou tem pouco contato com a atividade física, é comum escutar comentários como: "isso não é pra mim", "como tem coragem de sair cedo para fazer isso?", "o meu negócio é outro". Os dois lados fazem sentido, dependendo do que a pessoa já experimentou ou teve coragem para ir atrás. Agora, é inegável que os benefícios de fazer atividade física são muito grandes perante a não fazer, nisso concordam tanto quem faz quanto quem não faz.
