04-07-2018, 12:51 AM
Primeiramente, gostaria de parabenizá-lo pelo seu estilo de escrita, pois esse é o tipo de texto que prende o leitor.
Os homens do passado, com trabalho hercúleo, desenvolveram facilidades para o homem moderno que, se eles estivessem aqui hoje para acompanhar, talvez ficassem decepcionados com a forma que a sociedade lidou com as ferramentas desenvolvidas. Se o objetivo do homem do passado era que o mundo continuasse a evoluir, que o homem criasse algo inovador, não surtiu o efeito desejado, -- o homem moderno está em derrocada.
O excesso de informações disponíveis, a facilidade de se comunicar através das mídias sociais, e um mundo de facilidades através de um click, fez do homem um idiota que passa o dia virando moça, sentado no sofá. Sem nenhum estímulo físico, sem nenhum desafio de ordem intelectual, com a ascensão da pornografia e lascívia generalizada, esse parece, para quem pensa, o fim de tudo. A testosterona diminuiu, a inteligência diminuiu e ter família está completamente obsoleto. Nesse sentido, o excesso de informações disponíveis atualmente é prejudicial, e não benéfico, pois com a atual infinidade de teorias disseminadas, o homem não sabe mais o que é agir, e quando age, erra, e não aprende com a experiência. O excesso de informações fez do homem um inepto, que dá valor a inação e a inércia.
A visão dos estudos de uma forma tecnicista é outro empecilho para o desenvolvimento da sociedade no mundo hodierno. O conhecimento é ofuscado pelo ensino formal que promete um bom salário num curto prazo. O homem moderno em sua medriocridade,dispensa tudo o que é difícil em prol do conformismo (não que o homem não fosse assim, mas lutava contra esse estado). Logo, não quer empreender porque essa atividade possui riscos; quer o concurso público porque não apresenta desafios; quer o emprego de um salário em que recebe o dinheiro pra encher a cara de cachaça no bar, sem questionamentos, apenas trabalhando como um robô executando tarefas que não exigem nada da grande ferramenta: o cérebro. O homem moderno aceitou ser o robô monotarefa idealizado por Friederick Taylor para trabalhar no chão de fábrica. Talvez no passado as pessoas se sentissem frustradas por isso, o homem moderno não.
Vivemos em tempos que todos se sentem livres, quando não passam de escravos, pois perderam a capacidade de raciocinar. Esse tópico pode ser resumido em uma única frase de Luiz Felipe Pondé em seu livro Guia Politicamente Incorreto da Filosofia: “os homens não são iguais, e os poucos melhores sempre carregaram a humanidade nas costas.”. Já ouviram dizer que tempos fáceis geram homens fracos? Esse fórum pode ser mais que um lampejo de homens fortes se contrapondo as tendências modernas que tem nos escravizado e criado homens fracos. É aqui, onde tudo recomeça, há necessidade de homens fortes lutarem em tempos difíceis em que o gênero masculino tem sido vilipendiado e jogado para escanteio como se os homens fossem completamente descartáveis no atual contexto. Esse é o problema que nos mantêm vivos.
Sobre a miséria de uma geração.
Enéas Carneiro sobre a diferença entre inteligência e cultura @Aragons :
Os homens do passado, com trabalho hercúleo, desenvolveram facilidades para o homem moderno que, se eles estivessem aqui hoje para acompanhar, talvez ficassem decepcionados com a forma que a sociedade lidou com as ferramentas desenvolvidas. Se o objetivo do homem do passado era que o mundo continuasse a evoluir, que o homem criasse algo inovador, não surtiu o efeito desejado, -- o homem moderno está em derrocada.
O excesso de informações disponíveis, a facilidade de se comunicar através das mídias sociais, e um mundo de facilidades através de um click, fez do homem um idiota que passa o dia virando moça, sentado no sofá. Sem nenhum estímulo físico, sem nenhum desafio de ordem intelectual, com a ascensão da pornografia e lascívia generalizada, esse parece, para quem pensa, o fim de tudo. A testosterona diminuiu, a inteligência diminuiu e ter família está completamente obsoleto. Nesse sentido, o excesso de informações disponíveis atualmente é prejudicial, e não benéfico, pois com a atual infinidade de teorias disseminadas, o homem não sabe mais o que é agir, e quando age, erra, e não aprende com a experiência. O excesso de informações fez do homem um inepto, que dá valor a inação e a inércia.
A visão dos estudos de uma forma tecnicista é outro empecilho para o desenvolvimento da sociedade no mundo hodierno. O conhecimento é ofuscado pelo ensino formal que promete um bom salário num curto prazo. O homem moderno em sua medriocridade,dispensa tudo o que é difícil em prol do conformismo (não que o homem não fosse assim, mas lutava contra esse estado). Logo, não quer empreender porque essa atividade possui riscos; quer o concurso público porque não apresenta desafios; quer o emprego de um salário em que recebe o dinheiro pra encher a cara de cachaça no bar, sem questionamentos, apenas trabalhando como um robô executando tarefas que não exigem nada da grande ferramenta: o cérebro. O homem moderno aceitou ser o robô monotarefa idealizado por Friederick Taylor para trabalhar no chão de fábrica. Talvez no passado as pessoas se sentissem frustradas por isso, o homem moderno não.
Vivemos em tempos que todos se sentem livres, quando não passam de escravos, pois perderam a capacidade de raciocinar. Esse tópico pode ser resumido em uma única frase de Luiz Felipe Pondé em seu livro Guia Politicamente Incorreto da Filosofia: “os homens não são iguais, e os poucos melhores sempre carregaram a humanidade nas costas.”. Já ouviram dizer que tempos fáceis geram homens fracos? Esse fórum pode ser mais que um lampejo de homens fortes se contrapondo as tendências modernas que tem nos escravizado e criado homens fracos. É aqui, onde tudo recomeça, há necessidade de homens fortes lutarem em tempos difíceis em que o gênero masculino tem sido vilipendiado e jogado para escanteio como se os homens fossem completamente descartáveis no atual contexto. Esse é o problema que nos mantêm vivos.
Sobre a miséria de uma geração.
Enéas Carneiro sobre a diferença entre inteligência e cultura @Aragons :
