20-02-2018, 03:04 AM
Esses tópicos da "Real raiz" tem que ser analisados com cuidado. A premissa já começa errada atrelando a solidão ou ausência dela a estar com uma mulher ou não, que pra mim já mostra que a pessoa não tem experiência de vida nem sequer se deu ao trabalho de observar as pessoas a sua volta.
A solidão existe sim e é muito Real, mas não tem nada a ver com mulher, estar solteiro ou casado, etc.
Conheço um cara que é casado, 4 filhos, já aposentado. Depois da aposentadoria caiu de vez na bebida, parece que seu trabalho era a sua principal "fonte de carícia"*, quando perdeu isso tudo desabou. Para a sociedade este homem não poderia sofrer de solidão, mas certa vez conversando com ele, me revelou que se sente muito sozinho, que sua esposa é uma excelente mãe, dona de casa, etc., mas não é uma pessoa companheira, apenas fria e indiferente.
Este homem vive na solidão, mesmo tendo esposa, filhos, a bebida é sua válvula de escape.
Por outro lado, conheço uma mulher que se casou muito tarde (virgem, após os 50 anos, acredite se quiser
), porém esta mulher sempre foi uma pessoa que tinha diversos interesses na vida, além do trabalho e das amizades. Em uma oportunidade que tive para ouvir a história dela, esta senhora hoje com seus 70 anos disse que nunca sentiu solidão na vida, mesmo ela tendo vontade de casar. Como se casou tarde não podia mais ter filhos e nem por isso é uma pessoa sozinha, quando a vejo sempre passa uma sensação de estar em paz um nível de consciência elevado.
Por isso, o que observo, acho que com 31 anos só posso observar mesmo, a solidão existe de fato, mas ela é uma questão interna que depende da quantas fontes de carícias nos temos, se o cara tiver uma mulher como sua principal fonte, quando ela faltar vem a escassez, mas se tiver várias fontes, e aqui falo de paixões na vida, que podem ser as mais variadas, estas irão se auto compensar e a pessoa não sentirá solidão.
* Conheço este termo do livro "A carícia essencial" do Roberto Shinyashiki, não encontrei termo melhor para tentar me explicar.
A solidão existe sim e é muito Real, mas não tem nada a ver com mulher, estar solteiro ou casado, etc.
Conheço um cara que é casado, 4 filhos, já aposentado. Depois da aposentadoria caiu de vez na bebida, parece que seu trabalho era a sua principal "fonte de carícia"*, quando perdeu isso tudo desabou. Para a sociedade este homem não poderia sofrer de solidão, mas certa vez conversando com ele, me revelou que se sente muito sozinho, que sua esposa é uma excelente mãe, dona de casa, etc., mas não é uma pessoa companheira, apenas fria e indiferente.
Este homem vive na solidão, mesmo tendo esposa, filhos, a bebida é sua válvula de escape.
Por outro lado, conheço uma mulher que se casou muito tarde (virgem, após os 50 anos, acredite se quiser
), porém esta mulher sempre foi uma pessoa que tinha diversos interesses na vida, além do trabalho e das amizades. Em uma oportunidade que tive para ouvir a história dela, esta senhora hoje com seus 70 anos disse que nunca sentiu solidão na vida, mesmo ela tendo vontade de casar. Como se casou tarde não podia mais ter filhos e nem por isso é uma pessoa sozinha, quando a vejo sempre passa uma sensação de estar em paz um nível de consciência elevado.Por isso, o que observo, acho que com 31 anos só posso observar mesmo, a solidão existe de fato, mas ela é uma questão interna que depende da quantas fontes de carícias nos temos, se o cara tiver uma mulher como sua principal fonte, quando ela faltar vem a escassez, mas se tiver várias fontes, e aqui falo de paixões na vida, que podem ser as mais variadas, estas irão se auto compensar e a pessoa não sentirá solidão.
* Conheço este termo do livro "A carícia essencial" do Roberto Shinyashiki, não encontrei termo melhor para tentar me explicar.
