05-11-2017, 02:51 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 07-11-2017, 02:41 PM por Staff.)
O SOFRIMENTO AMOROSO DO HOMEM - VOLUME III
A Guerra da Paixão
As Artimanhas e os Truques Ardilosos das Mulheres no Amor
Por Nessahan Alita
Dados para citação:
ALITA, Nessahan (2005). A Guerra da Paixão: As Artimanhas e os Truques Ardilosos das
Mulheres no Amor. In: O Sofrimento Amoroso do Homem - Vol. III. Edição virtual
independente de 2008.
Resumo:
Muitas mulheres vêem o amor como uma guerra ou jogo que não suportam perder e tentam vencer a todo custo. Na guerra da paixão, vencerá aquele que conseguir induzir o parceiro ao apaixonamento e perderá aquele que se deixar apaixonar. O parceiro apaixonante será o vitorioso. O parceiro apaixonado será o derrotado. As artimanhas indutoras do apaixonamento podem ser desarticuladas mediante um estado interior adequado.
Palavras-chave:
atração sexual - relacionamentos amorosos - defesa emocional
Link dos livros para download: https://drive.google.com/drive/folders/0...nBJaWNSZmc
Advertência
Esta obra deve ser lida sob a perspectiva do humor e da solidariedade, jamais da revolta. Este livro ensina a arte de desarticular e neutralizar as artimanhas femininas no amor, bem como preservar-se contra os danos emocionais da paixão. Seu tom crítico, direto, irônico e incisivo reflete somente o apontamento de falhas, erros e artimanhas. Suas ideias foram publicadas para fomentar discussão e estão sujeitas a modificações contínuas.
As artimanhas aqui denunciadas, desmascaradas e descritas correspondem a expressões femininas, inconscientes em grande parte, de traços comportamentais comuns a ambos os gêneros. O perfil delineado corresponde a um tipo específico de mulher: aquela que é regida pelo egoísmo sentimental. O autor não se pronuncia a respeito do percentual de incidência deste perfil na população feminina dos diversos países e reprova terminantemente a formação de quaisquer grupos sectários e dogmáticos a partir de suas ideias.
O autor não se responsabiliza por más interpretações, leituras tendenciosas, generalizações indevidas ou distorções intencionais que possam ser feitas sob quaisquer alegações e nem tampouco por más utilizações deste conhecimento. Aqueles que distorcerem-no ou utilizarem-no indevidamente, terão que responder sozinhos por seus atos.
As críticas aqui contidas não se aplicam às mulheres sinceras.
Introdução
Muito se tem escrito sobre a perfídia dos homens e pouco se tem escrito sobra a perfídia das mulheres. Sem negar de modo algum a existência de um lado superior, maravilhoso, paradisíaco e divino no feminino e nem tampouco o lado negativo do masculino, venho agora tentar suprir esta carência clarificando um pouco o que falta.
Há na mulher duas instâncias: uma superior e outra inferior. O lado superior corresponde à Mulher autêntica; o lado inferior corresponde à fêmea humanóide animal. Sobre a maldade da fêmea animal as pessoas não costumam falar muito, é um tabu. Todo aquele que se atreve a apontar as crueldades e debilidades femininas é imediatamente rotulado como um simples machista retrógrado e misógino.
Infelizmente, as mulheres atuais em grande parte estão polarizadas negativamente na relação com os homens, nem sempre dando voz à parte superior e boa que há nelas. As verdadeiramente sinceras, que também existem, estão perdidas no meio da multidão e não podem ser encontradas facilmente porque as espertinhas se fazem passar por honestas.
Como aquelas que não servem para o casamento são dissimuladas e juram pela alma que são fiéis, honestas e sinceras, as poucas que serviriam para uma relação séria e estável não podem ser detectadas sem grande dificuldade. Mulheres (e homens) sinceras no amor nunca foram abundantes ao longo da história mas nos dias de hoje estão em rápida extinção, desaparecendo velozmente devido à decadência do mundo atual.
As mulheres me parecem mais propensas do que os homens a certas obsessões afetivas: são imprevisíveis, contraditórias, mudam a todo momento, nunca sabem direito o que querem, desejam coisas incompatíveis e nem sempre orientam logicamente os seus comportamentos.
Suas oscilações hormonais, tendências a depressão pós-parto, fragilidades corporais etc. são elementos que devem ser levados em consideração no momento de julgarmos suas atitudes, o que, invariavelmente, nos obriga a sermos indiferentes às suas crueldades e a não levá-las muito a sério, perdoando-as, sob a pena de sofrermos um bocado caso não o façamos. Aquele que não as aceita tais como são, debatendo-se inutilmente contra o inevitável, perderá o juízo pois a tristeza nos arrasta quando as perseguimos.
Aquele que "corre atrás" da incoerência feminina para tentar revertê-la à força já está acorrentado sem o perceber. Uma obsessão à qual muitas são propensas consiste em desejar obsecadamente serem amadas sem pagar o preço correspondente dando amor, certeza e fidelidade. Trata-se de um egoísmo calculista que não leva em consideração os sofrimentos provocados no outro, muito semelhante, nesse sentido, ao egoísmo insano dos homens que tomam o sexo das mulheres à força ou as pressionam para cederem. Ao invés de protestarmos, é melhor perdoar e aceitar, adaptando-nos às condições reais que nos são oferecidas e não alimentar nenhuma expectativa fora da realidade.
Reconheço que muit(o)as se enfurecerão comigo por ter escrito sobre as mulheres verdades que tentam esconder a todo custo. No entanto, digo aos furiosos que as estou ajudando pois denuncio traços comportamentais que prejudicam não somente seus parceiros e pretendentes mas inclusive elas próprias. Aponto as fraquezas do sexo feminino e do masculino, bem comos meios pelos quais os homens mal intencionados podem quebrar-lhes a resistência e vencê-las, sendo evidente que as estou auxiliando a se conhecerem e a se protegerem contra os nefastos efeitos de suas próprias maldades.
Além disso, forneço subsídios experienciais para que possam aconselhar e orientar filhos, irmãos e outros parentes do sexo masculino contra o perigoso magnetismo da paixão. Acrescente-se que não creio que todas as mulheres sejam más. Aos críticos, sugiro que refutem minhas ideias ao invés de depreciá-las.
Sou defensor da monogamia, da fidelidade conjugal e da família. Escrevi este trabalho para os sinceros que são derrotados na guerra da paixão e não conseguem dominar a relação com suas esposas, namoradas, companheiras e/ou parceiras. Meu público-alvo são também os fortes que não temem a verdade, os fracos que querem fortificar-se e os valentes que não querem perder o tempo sendo trapaceados.
Em suma: escrevo para aqueles que gostam de refletir por si mesmos, almejam ir além dos joguinhos ludibriadores e buscam um relacionamento realista, baseado na verdade crua e não em ilusões, mentiras, enganos, fraudes, trapaças, sonhos, manipulações e romantismos tolos. Somente estes se darão bem ao aplicarem meus conhecimentos. Aqueles que tentarem aplicá-los com finalidades egoístas ou más intenções, tais como seduzir para enganar, transformarem-se em “machos-alfa” garanhões, manipular mulheres etc. obterão resultados opostos aos desejados.
Não escrevo para pessoas imaturas, que não diferenciam a crítica da raiva, que não querem uma relação estável, que estejam procurando alguém que lhes diga o que fazer ao invés de pensarem e decidirem por si mesmos. Não sou e nem desejo ser mestre de ninguém, não procuro discípulos, nem admiradores, nem seguidores. Procuro apenas leitores sinceros e amadurecidos para questionar, de maneira sóbria e crítica, as crenças e os paradigmas hegemônicos. Se você não é um desses, feche este livro porque a mensagem não é para você.
Nosso propósito é descobrir os verdadeiros sentimentos e intenções da mulher para não perdermos tempo com as insinceras. Também não é nossa meta gerar atração nas indiferentes e nem tampouco conquistá-las mas sim identificá-las rapidamente e dispensá-las. Partimos do princípio de que não devemos correr atrás daquelas que nos esnobam ou rejeitam e nem tampouco perder o tempo tentando gerar nelas atração. É mais eficiente e rápido encontrar as menos insinceras.
Não nego que os machos possuem uma sombra perigosa mas aqui a meta foi descrever a sombra do feminino e não me desviarei deste propósito.
