06-09-2016, 05:25 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 06-09-2016, 05:27 PM por taimanov.)
Confrades,
Acompanho este fórum apenas no nível da leitura há algum tempo, e está será meu primeiro post (este tópico me motivou a fazer o cadastro e responder).
Achei este tópico ótimo, mas percebi também que carece de respostas e relatos, então lá vai o meu. Vou postar em 2x, dividindo meu primeiro casamento e o segundo.
Tenho 39 anos e já fui casado 2 vezes (sim, cometi o mesmo erro 2 vezes!). Tenho uma filha de 9 anos do meu primeiro casamento.
Tive a sorte de ter uma família muito bem estruturada, estudar em bons colégios e soube aproveitar estas oportunidades, tendo desde cedo minha independência financeira e hoje tenho uma vida legal.
Meu primeiro casamento:
Quando tinha menos de 26 anos conheci uma menina em uma cidade onde minha família tem casa de praia. A menina era a imagem perfeita aos meus olhos: ingênua, linda, jovem (20 anos) e tudo indicava que era pouco rodada. Trabalhava numa lojinha na cidade e vendia bijouteria.
Minha vida na época era sensacional. Solteiro convicto, tinha meu carro e um ótimo emprego, pegava geral... Masssss ainda não conhecia a real e caí como um pato na maior das armadilhas: a paixão e o encantamento feminino.
Lembro que logo no início eu estava no Rio (onde moro) e ela por diversas vezes aparecia aqui de "surpresa" (detalhe, a distância é de quase 300 km...) pra me ver. Não demorou e já conhecia minha família.
Quero abrir aqui um parêntese: a nossa diferença de cultura e nível social era MUITO grande. Um abismo mesmo. Falem o que quiserem, mas hoje acho que isso é sim um impedimento para um relacionamento dar certo. É impossível duas pessoas um relacionamento onde não há paridade social, econômica e cultural.
Mas na época eu achava isso muito lindo... que imbecil. Então vamos lá.
O sexo na época era uma coisa do outro mundo. Logo que nos conhecemos ela era literalmente uma escrava sexual! Satisfazia todas as minhas taras e inclusive com ela descobri muita coisa, vivemos muitas aventuras nessa época. Nenhum lugar era "inadequado" e nenhum hora era "fora de hora". Transávamos como cachorros no cio em qualquer lugar que fosse.
Poucos meses depois cometi uma grande burrice. Orientei ela a sair do emprego lá na cidade e disse que era pra morarmos juntos aqui. Obviamente ela nem pestanejou! Arrumou as malas e veio com tudo.
Reparei nessa época que ela postava muitas coisas no Orkut (sim, a época era essa) e vivia espalhando fotos da sua "vida de rica na cidade" - era assim que ela se referia àquela vida quando falava com as pessoas da cidade dela. Esforçava-se para mostrar para família e amigas da cidade dela o quanto ela havia "progredido". Com o meu dinheiro, claro.
Eu, mais uma vez, idiota... não apenas não via problema nisso como ainda achava legalzinho. Sim, podem me apedrejar. Me pergunto porque os livros do N.A não caíram no meu colo nesse época... Isso por certo teria mudado minha vida.
Então o tempo passou e apesar de eu institir para ela trabalhar aqui, ela vivia dando desculpas e nunca faqzia isso. Passava os dias na piscina do condomínio, eu ainda pagava uma empregada em casa e ao chegar de noite ela queria (exigia) que saíssemos para um restaurante ou para passeios em shopping. A ferramenta de coação que ela usava na época era obviamente o sexo.
O tempo foi passando, minha paciência com ela sem fazer nada em casa foi acabando... e consequentemente o sexo também. Cheguei a um nível de humilhação tal que um dia ao chegar em casa tentei puxar uma putaria, beija-la e pedi um boquete. A reação dela foi uma gargalhada na minha cara. Só isso: uma gargalhada.
Naquele dia eu decidi que não ia mais viver aquilo. Sempre tive bons amigos e eles sempre me alertavam do absurdo que era a minha situação. Mas eu estava apaixonado, encantado e a última coisa que fazia era dar ouvidos a eles. Como somos idiotas quando estamos neste estado!
Acordei no dia seguinte e antes de partir para o trabalho a chamei para conversar. Disse que iríamos nos separar. Coloquei no papel um planejamento para ela voltar para a cidade dela e ficaria sustentando ela lá pelo prazo de 6 meses, até que ela se restabelecesse. Para minha surpresa ela topou com relativa facilidade. Obviamente teve um certo lamento no início e tal... chorou lágrimas de crocodilo, mas isso é coisa normal de mulher. Depois aceitou e me pediu um mês ou dois para se organizar aqui no Rio.
Neste momento não havia mais absolutamente nada entre nós. Apenas morávamos juntos numa casa que EU sutentava integralmente.
Então fomos ao casamento do meu melhor amigo, juntos (outro erro). Bebi horrores naquele dia, sinceramente não sei nem como voltei pra casa, mas lembro que na volta transamos (o erro fatal). Pela primeira vez em muito tempo eu a comi.
Passadas 2 ou 3 semanas ela começou com um papo de que a menstruação não veio... e eu liguei o sinal de alerta. Indaguei ela sobre a pílula que ela sempre usou e ela disse que "estava trocando de marca" e se desorganizou - claramente um golpe baixo e descarado. Mas aí já era tarde e a merda já estava feita.
Imediatamente levei ela a um laboratório para fazer o exame de gravidez (teste de farmácia é o caralho), e de noite peguei por telefone o resultado direto com o laboratório: positivo. P-u-t-a-q-u-e-p-a-r-i-u!!
Nessa hora tudo ficou claro na minha mente, todo o plano apareceu claro pra mim como um desenho. Ela veio para dar golpe, para usufruir de boa vida e depois arrumar uma "aposentadoria" para ela - no caso, a minha filha.
Bom, ela conseguiu. Me fodi.
De pronto aluguei eu mesmo um apto para ela e tirei ela de lá de casa.
Peguei um ótimo advogado (não economizei nisso) e entrei na justiça ANTES DELA para ofilizar pensão para minha filha. Consegui valores bem baixos bem como pagar muitas coisas direto na fonte. Escola, plano de saúde, atividades extra curriculares são pagas direto na fonte e a grana que sobra dou pra ela. Isso é ótimo porque protege a mim e a minha filha de pequenas malandragem que ela possa querer fazer.
Faço questão de dizer que não deixo nada faltar para a minha filha, nunca. A ela faço questão de dar tudo do bom e do melhor. Para a mãe não tenho obrigação e nem quero dar nada. E assim faço.
Desde então mantenho um ótimo relacionamento com minha filha, tendo estado com ela em finais de semana e mesmo durante a semana. Não me distancio dela nunca.
Essa experiência foi terrível e por muito tempo me traumatizou com relação às mulheres que "fodem muito bem", porque passei a acreditar que aquilo era sempre um engodo para fisgar homens desprecavidos. Enfim, eu caí nessa.
Esse é relato do meu primeiro casamento.
Abraço,
Taimanov
Acompanho este fórum apenas no nível da leitura há algum tempo, e está será meu primeiro post (este tópico me motivou a fazer o cadastro e responder).
Achei este tópico ótimo, mas percebi também que carece de respostas e relatos, então lá vai o meu. Vou postar em 2x, dividindo meu primeiro casamento e o segundo.
Tenho 39 anos e já fui casado 2 vezes (sim, cometi o mesmo erro 2 vezes!). Tenho uma filha de 9 anos do meu primeiro casamento.
Tive a sorte de ter uma família muito bem estruturada, estudar em bons colégios e soube aproveitar estas oportunidades, tendo desde cedo minha independência financeira e hoje tenho uma vida legal.
Meu primeiro casamento:
Quando tinha menos de 26 anos conheci uma menina em uma cidade onde minha família tem casa de praia. A menina era a imagem perfeita aos meus olhos: ingênua, linda, jovem (20 anos) e tudo indicava que era pouco rodada. Trabalhava numa lojinha na cidade e vendia bijouteria.
Minha vida na época era sensacional. Solteiro convicto, tinha meu carro e um ótimo emprego, pegava geral... Masssss ainda não conhecia a real e caí como um pato na maior das armadilhas: a paixão e o encantamento feminino.
Lembro que logo no início eu estava no Rio (onde moro) e ela por diversas vezes aparecia aqui de "surpresa" (detalhe, a distância é de quase 300 km...) pra me ver. Não demorou e já conhecia minha família.
Quero abrir aqui um parêntese: a nossa diferença de cultura e nível social era MUITO grande. Um abismo mesmo. Falem o que quiserem, mas hoje acho que isso é sim um impedimento para um relacionamento dar certo. É impossível duas pessoas um relacionamento onde não há paridade social, econômica e cultural.
Mas na época eu achava isso muito lindo... que imbecil. Então vamos lá.
O sexo na época era uma coisa do outro mundo. Logo que nos conhecemos ela era literalmente uma escrava sexual! Satisfazia todas as minhas taras e inclusive com ela descobri muita coisa, vivemos muitas aventuras nessa época. Nenhum lugar era "inadequado" e nenhum hora era "fora de hora". Transávamos como cachorros no cio em qualquer lugar que fosse.
Poucos meses depois cometi uma grande burrice. Orientei ela a sair do emprego lá na cidade e disse que era pra morarmos juntos aqui. Obviamente ela nem pestanejou! Arrumou as malas e veio com tudo.
Reparei nessa época que ela postava muitas coisas no Orkut (sim, a época era essa) e vivia espalhando fotos da sua "vida de rica na cidade" - era assim que ela se referia àquela vida quando falava com as pessoas da cidade dela. Esforçava-se para mostrar para família e amigas da cidade dela o quanto ela havia "progredido". Com o meu dinheiro, claro.
Eu, mais uma vez, idiota... não apenas não via problema nisso como ainda achava legalzinho. Sim, podem me apedrejar. Me pergunto porque os livros do N.A não caíram no meu colo nesse época... Isso por certo teria mudado minha vida.
Então o tempo passou e apesar de eu institir para ela trabalhar aqui, ela vivia dando desculpas e nunca faqzia isso. Passava os dias na piscina do condomínio, eu ainda pagava uma empregada em casa e ao chegar de noite ela queria (exigia) que saíssemos para um restaurante ou para passeios em shopping. A ferramenta de coação que ela usava na época era obviamente o sexo.
O tempo foi passando, minha paciência com ela sem fazer nada em casa foi acabando... e consequentemente o sexo também. Cheguei a um nível de humilhação tal que um dia ao chegar em casa tentei puxar uma putaria, beija-la e pedi um boquete. A reação dela foi uma gargalhada na minha cara. Só isso: uma gargalhada.
Naquele dia eu decidi que não ia mais viver aquilo. Sempre tive bons amigos e eles sempre me alertavam do absurdo que era a minha situação. Mas eu estava apaixonado, encantado e a última coisa que fazia era dar ouvidos a eles. Como somos idiotas quando estamos neste estado!
Acordei no dia seguinte e antes de partir para o trabalho a chamei para conversar. Disse que iríamos nos separar. Coloquei no papel um planejamento para ela voltar para a cidade dela e ficaria sustentando ela lá pelo prazo de 6 meses, até que ela se restabelecesse. Para minha surpresa ela topou com relativa facilidade. Obviamente teve um certo lamento no início e tal... chorou lágrimas de crocodilo, mas isso é coisa normal de mulher. Depois aceitou e me pediu um mês ou dois para se organizar aqui no Rio.
Neste momento não havia mais absolutamente nada entre nós. Apenas morávamos juntos numa casa que EU sutentava integralmente.
Então fomos ao casamento do meu melhor amigo, juntos (outro erro). Bebi horrores naquele dia, sinceramente não sei nem como voltei pra casa, mas lembro que na volta transamos (o erro fatal). Pela primeira vez em muito tempo eu a comi.
Passadas 2 ou 3 semanas ela começou com um papo de que a menstruação não veio... e eu liguei o sinal de alerta. Indaguei ela sobre a pílula que ela sempre usou e ela disse que "estava trocando de marca" e se desorganizou - claramente um golpe baixo e descarado. Mas aí já era tarde e a merda já estava feita.
Imediatamente levei ela a um laboratório para fazer o exame de gravidez (teste de farmácia é o caralho), e de noite peguei por telefone o resultado direto com o laboratório: positivo. P-u-t-a-q-u-e-p-a-r-i-u!!
Nessa hora tudo ficou claro na minha mente, todo o plano apareceu claro pra mim como um desenho. Ela veio para dar golpe, para usufruir de boa vida e depois arrumar uma "aposentadoria" para ela - no caso, a minha filha.
Bom, ela conseguiu. Me fodi.
De pronto aluguei eu mesmo um apto para ela e tirei ela de lá de casa.
Peguei um ótimo advogado (não economizei nisso) e entrei na justiça ANTES DELA para ofilizar pensão para minha filha. Consegui valores bem baixos bem como pagar muitas coisas direto na fonte. Escola, plano de saúde, atividades extra curriculares são pagas direto na fonte e a grana que sobra dou pra ela. Isso é ótimo porque protege a mim e a minha filha de pequenas malandragem que ela possa querer fazer.
Faço questão de dizer que não deixo nada faltar para a minha filha, nunca. A ela faço questão de dar tudo do bom e do melhor. Para a mãe não tenho obrigação e nem quero dar nada. E assim faço.
Desde então mantenho um ótimo relacionamento com minha filha, tendo estado com ela em finais de semana e mesmo durante a semana. Não me distancio dela nunca.
Essa experiência foi terrível e por muito tempo me traumatizou com relação às mulheres que "fodem muito bem", porque passei a acreditar que aquilo era sempre um engodo para fisgar homens desprecavidos. Enfim, eu caí nessa.
Esse é relato do meu primeiro casamento.
Abraço,
Taimanov
