03-12-2024, 08:47 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 03-12-2024, 08:54 AM por Matuto Paulista.)
(02-12-2024, 09:54 PM)Minerim Escreveu: Agressividade e ambição desnecessárias são um convite ao sadismo irracional, está parecendo os agentes politicos , publicos e midiaticos do topo, cheios de maquiavelismo, criaturas que se alimentam do caos, pecados e desgraça alheia que lançam sob a massas.
Empatia e compreensão em relação ao justo e outros que estão em dificuldade cuja situação vão além das proprias forças e capacidades não é demonstração de fraqueza.
Num ambiente de competição extrema tal assertiva possa ser válida, mas não uma constante condutora; se o sujeito senão tem poder para ajudar o justo próximo não pode fazer muito, o desprezo não é a resposta, talvez uma oração. Qtos aos injustos e impios usarão o desprezo como forma alavancamento moral para locupletarem-se e terem alguma vantagem.
Tentar evoluir é ter amor proprio, a abnegação marxista e coletivista é o maior pecado que a neurolinguistica do marxismo moderno incutiu na sociedade, coletivismo é submissão incondicional junto ao funçamodelo cidadão eunuco. Sem trangressão contra um sistema autoritário não há liberdade, o vitimismo é só um sintoma de tal condicionamento.
O chamado provocativo é motivacional e temporario porém insuficientes para reverter a apatia da geração Z, que interpreta tal atitude com humor, já os coletivistas dirão que é discurso de ódio.
Um dos melhores comentários que já vi aqui no LR, talvez, top 5 em todo meu tempo de Real.
Principalmente o ponto destacado em vermelho.
Raramente, tanta coisa é dita em tão poucas palavras.
Quando digo isso, não estou desabonando o tópico em si e acredito ter entendido a proposta do velho índio de "motivação na base do choque", inclusive, acredito ter o seu valor.
Mas, com a idade e a experiência, fui percebendo que as medidas na vida tem grandes "meio termos".
Não se trata de relativismo ou culto a fraqueza, como mencionado pelo Minerin.
Mas sim, de um concepção de vida "Pós Real".
Quando lidamos com problemas reais, situações reais, com pessoas reais, que tem consequências reais, por anos a fio.
Ter que lidar com essas nuances, vai muito além da capacidade de resolução do "Realista ideal Padrão" propagado, cujo a caricatura ("frio, desapegado e calculista") é tão aclamada.
Mas como diz o sábio: "As pessoas não estão preparadas para este debate", acho que não estão mesmo.
Ao menos no meu caso, percebi que tudo se trata de uma mistura de ímpeto e empatia, consigo e com os outros.
Sem jamais parar o seu caminho para ter que carregar alguém, ou alguma âncora, porém, muito menos, deixar de entender e de solidarizar (mesmo que seja através de uma oração, para quem isso tem algum sentido) com os dramas alheios.
"Demasiadamente humano".
Mas, dito isso, concordo: "Ninguém tem pena de você".

"Paulistarum Terra Matter..."