04-04-2024, 12:56 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 04-04-2024, 12:58 PM por kidesgraca.)
@Wild
Me tiram dúvida. Ainda não certeza se esse é o caminho certo, mas vemos lá. É sobre o Ego
Já sabemos que satisfazer ou reprimir não funcionam, eles postergam o problema e criam uma bola de neve.
É sobre A morte do Ego e da Dissolução do Ego. O primeiro contato que tive sobre esse assunto foi nas Obras de Nessahan e posteriormente o texto desse blog:
https://dwere.blogspot.com/2011/03/os-bl...a.html?m=1
Fui dar mais umas pesquisadas sobre A morte do Ego e encontrei um exemplo: Quando você é traído, enganado, traumatizado etc. (foram momentos dolorosos pra nós né? por isso a palavra morte faz certo sentido)
Mas aí surge a dúvida. O princípio do Ego é a crença e associação ou identificação (aquilo que acreditamos pode ser verdade ou mentira, não sabemos... mas inconscientemente e inconvictamente acreditamos)
A morte seria o processo onde essa crença é completamente e veridicamente destruída. É agudo e externo, seria um forte e rápido soco no estômago. Não teriamos nem tempo de compreender, iriamos comecar a questionar a realidade, nos deixaria perplexos e indignados
a Dissolução (a verdadeira dita por Nessahan) seria um processo mais crônico, lento, de dentro para fora. É um ação tomada pela própria pessoa (e não do externo sobre a pessoa como é a Morte do ego), que consiste em lentamente se desacreditar naquilo, se desfazer, cortar o vínculo com o quer que seja pois não (mais) se identifica (ego) com aquilo.
Pra ficar didático. Morte do ego: Sua mãe sempre foi uma grande mulher, sempre foi boa, gentil, de igreja... etc e então na mesa de jantar seu pai acusa sua mãe de ser uma v4dia. Você fica perplexo, angustiado, afinal de contas seu Ego (a respeito da sua mãe está sendo questionado). Seu pai então mostra evidências concretas e você percebe o lado completamente oposto do seu Ego dizia. (Não, isso nunca aconteceu comigo graças a Deus, antes que venham dizer)
E um exemplo de Dissolução seria o caso de um Crente que virou ateu (ou vice-versa). Lentamente começa a não se identificar (ego) com aquilo, então sua ruptura com a crença (ou descrença) não seria dolorosa, pois foi lenta e insconsciente. É Como se você estivesse com uma bolha no pé, você percebe e pode até fazer um leve incômodo, mas com tempo não tem efeito nenhum.
Quando nessahan disse sobre a morte dos egos, creio que na verdade ele falou simbolicamente, e não a medida prática... até porque tanto a morte do ego prática e a dissolução do ego acabam por eliminar esse ego de uma forma ou de outra, só que uma é dolorosa, traumatizante e tem sequelas enquanto a outro temos mais controle e alívio.
Me tiram dúvida. Ainda não certeza se esse é o caminho certo, mas vemos lá. É sobre o Ego
Já sabemos que satisfazer ou reprimir não funcionam, eles postergam o problema e criam uma bola de neve.
É sobre A morte do Ego e da Dissolução do Ego. O primeiro contato que tive sobre esse assunto foi nas Obras de Nessahan e posteriormente o texto desse blog:
https://dwere.blogspot.com/2011/03/os-bl...a.html?m=1
Fui dar mais umas pesquisadas sobre A morte do Ego e encontrei um exemplo: Quando você é traído, enganado, traumatizado etc. (foram momentos dolorosos pra nós né? por isso a palavra morte faz certo sentido)
Mas aí surge a dúvida. O princípio do Ego é a crença e associação ou identificação (aquilo que acreditamos pode ser verdade ou mentira, não sabemos... mas inconscientemente e inconvictamente acreditamos)
A morte seria o processo onde essa crença é completamente e veridicamente destruída. É agudo e externo, seria um forte e rápido soco no estômago. Não teriamos nem tempo de compreender, iriamos comecar a questionar a realidade, nos deixaria perplexos e indignados
a Dissolução (a verdadeira dita por Nessahan) seria um processo mais crônico, lento, de dentro para fora. É um ação tomada pela própria pessoa (e não do externo sobre a pessoa como é a Morte do ego), que consiste em lentamente se desacreditar naquilo, se desfazer, cortar o vínculo com o quer que seja pois não (mais) se identifica (ego) com aquilo.
Pra ficar didático. Morte do ego: Sua mãe sempre foi uma grande mulher, sempre foi boa, gentil, de igreja... etc e então na mesa de jantar seu pai acusa sua mãe de ser uma v4dia. Você fica perplexo, angustiado, afinal de contas seu Ego (a respeito da sua mãe está sendo questionado). Seu pai então mostra evidências concretas e você percebe o lado completamente oposto do seu Ego dizia. (Não, isso nunca aconteceu comigo graças a Deus, antes que venham dizer)
E um exemplo de Dissolução seria o caso de um Crente que virou ateu (ou vice-versa). Lentamente começa a não se identificar (ego) com aquilo, então sua ruptura com a crença (ou descrença) não seria dolorosa, pois foi lenta e insconsciente. É Como se você estivesse com uma bolha no pé, você percebe e pode até fazer um leve incômodo, mas com tempo não tem efeito nenhum.
Quando nessahan disse sobre a morte dos egos, creio que na verdade ele falou simbolicamente, e não a medida prática... até porque tanto a morte do ego prática e a dissolução do ego acabam por eliminar esse ego de uma forma ou de outra, só que uma é dolorosa, traumatizante e tem sequelas enquanto a outro temos mais controle e alívio.
