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A esquerda diz que a criminalidade é causada por exclusão e marginalização social. Isso, pode até aumentar o crime e em casos extremos gerar uma guerra civil, por exemplo, imagine o cenário onde 90% dos brasileiros estão desempregados e os empresários todos falidos. Óbvio que vai dar guerra civil.
Mas o ponto principal que evita criminalidade é o PRINCÍPIO COERCITIVO DA LEI, exemplo: porq ninguém rouba em favela? Nao roubam, pois sabem q vao morrer, simples assim. Mas o BR passa a mão na cabeça de bandido, por isso tem tanta bandidagem.
Além disso, tem pessoas que tem alma de marginal, estudei em uma escola cheia de favelado, muitos só zoavam e arrumavam brigas, eram piores que macacos. Roubavam os alunos e até pegavam o caderno de alguns e rasgavam, passavam pirulito no pau e passavam na boca dos outros, gozavam em folha de caderno e colavam na carteira, taxinha e tinta de caneta na cadeira da professora, lixo em cima da porta como "armadilha" era o inferno, vandalismo.
Enfim, vc pega uma pessoa com alma de bandido, que seria bandido de todo modo e coloca em um país de merda q nem o BR, com cultura lixo de funk carioca, putaria, carnaval, essa semente do mal contamina outros.
Olha esse cara metido a stremer quase sendo roubado por menor de idade.
https://youtu.be/kFmFTOva1vM?si=zoCRoqMW6ppIpUuc
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É complicado essa questão, porque o ambiente em si exerce influencia no indivíduo, porém de maneira indireta, e isso explica porque diferentes pessoas reagem de maneiras diferentes ao mesmo ambiente, como diz Schopenhauer. É bem mais evidente isso quando a gente olha a nossa família, que sempre vai ter todo tipo de pessoa, apesar de os mesmos terem crescido no mesmo ambiente.
Claro, tem pessoas que tiveram sorte, mas essas são mínimas.
O crime sempre chama mais atenção, justamente porque dá ao indivíduo miserável aquilo que ele sempre quis: dinheiro, poder e reputação. Com isso o rapaz vai chamar atenção das moie e vai poder ostentar. Só que o preço é alto demais a se pagar, e essa galera não dura muito, porém acredito que eles nem tenham muito apego as próprias vidas.
Concluindo, somente um meteoro caindo nesse país para haver alguma melhora.
A sorte favorece os audazes
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04-03-2025, 05:13 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 04-03-2025, 09:54 PM por Velho Gangster.)
A tal da alma criminosa vai além de um simples ato. Muitas vezes ela surge de uma mentalidade moldada por valores distorcidos, falta de empatia e um desprezo profundo pelas consequências de suas ações. Existem pessoas que, independentemente do contexto social ou das oportunidades que tiveram, mostram uma tendência constante a quebrar regras.
O que significaria ter uma "alma de criminoso"? Uma predisposição genética, ou escolha consciente? A psicologia e a criminologia indicam que o comportamento criminoso pode ter várias origens, desde fatores neurológicos ou influências do ambiente, sendo esse último o que se nota e percebe-se. Seguindo ainda esse raciocínio, alguns indivíduos crescem em meio à violência e aprendem a considerá-la "normal", enquanto outros, mesmo em condições estáveis, desenvolvem traços como narcisismo, manipulação e falta de remorso, características comuns em personalidades antissociais Ou até mesmo se faz de vítimas do "sistema"
Além do mais, existem aqueles que não cometem crimes evidentes, mas têm um espírito de transgressão: burlam leis, exploram os outros via coersao, por exemplo, as milícias e vivem à margem da moral. São políticos corruptos, empresários sem escrúpulos e golpistas sofisticados que, embora não usem armas, arruínam vidas com suas ações.
O povão, por sua vez, muitas vezes romantiza certos criminosos ou os vê como produtos inevitáveis do "sistema". Mas até que ponto isso é justificável? Será que todo criminoso é apenas uma vítima do meio ou há aqueles que escolhem deliberadamente o caminho da ilegalidade?
Ao refletirmos sobre, percebemos que a verdadeira questão não é apenas sobre punição, mas sobre como evitar que mentalidades criminosas se desenvolvam. Educação, valores morais sólidos e um sistema de justiça eficaz são essenciais para conter aqueles que, seja por instinto ou escolha, vivem como se as regras não se aplicassem a eles.
"Amante das M$ois, quero"
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Só uma correção, e provavelmente vão me chamar de esquerdista.
A correlação de violência é com a desigualdade social, países com desigualdade social alta tendem a serem mais violentos, não necessariamente ser um pais pobre. India é pobre e tem pouca violência por exemplo.
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(04-03-2025, 12:48 PM)Concurseiro Escreveu: passavam pirulito no pau e passavam na boca dos outros, gozavam em folha de caderno e colavam na carteira
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk PQP olha o nível desses babuínos.
Como morador contumaz de favelas, o que eu posso dizer é que existem 2 "brasis" no Brasil, basicamente.
Eu não sou oriundo da favela, sou do interior, e as vezes preciso ficar nesses buracos de rato quando estou em SP, pelo custo-benefício. O único estado onde as favelas ainda são tankáveis, é SP.
Esse problema começou no início da república; até a época do fim definitivo da escravidão, o povo brasileiro possuía valores morais bastante parecidos, tanto os portugueses, quanto os cristãos novos, os índios catequizados e os negros que foram sendo alforriados no decorrer do tempo, apesar das diferenças culturais.
Quando iniciou-se a era republicana, e o plano de integração dos negros na sociedade falhou, sugiram as primeiras favelas, mas até então em caráter de pessoas refugiadas. Mesmo os escravos semi-libertos da época, já eram bastante integrados à cultura dominante majoritariamente católica.
Passado algum tempo, veio o boom populacional no RJ e em SP, e veio com ele a segunda geração de favelados, estes oriundos do nordeste, mas mesmo assim pessoas com valores familiares, trabalhadores, católicos e etc.
Só que nas décadas de 60/70, explodiu a criminalidade nessas capitais, à princípio era um tipo de crime que tinham origem na problemática social de abandono e ausência tanto do estado quanto do resto da sociedade. Esses primeiros criminosos, pavimentaram o caminho para o cenário atual, e de lá pra cá, a coisa foi piorando cada vez mais. A esquerda viu nisso uma oportunidade para se estabelecer no poder, e criou diversos mecanismos para a manutenção desse cenário: assistencialismo sem fim, liberação sexual, desarmamento, o ECA e mais alguns outros; favela virou algo cultural. Eles criaram dentro do Brasil, um povo à parte com seus costumes, sua estética e seus valores. Diferente da Europa, onde os povos problemáticos são facilmente identificados por serem geralmente de etnias bem definidas, aqui no Brasil esse novo povo não tinha uma cara, e a cultura desse povo foi moldada de forma artificial e proposital. O favelado padrão surgiu aí. Esse processo já se concretizou, agora eles estão trabalhando numa engenharia social de contaminar o "segundo Brasil" com essa cultura porca que se assemelha muito à cultura pagã da época da cristianização. Por isso é bastante comum ver pessoas de famílias tradicionais, se comportando igual favelados. A bandidolatria que começou nos anos 90 e era algo restrito apenas à essa classe de favelados, agora virou regra dentro das famílias tradicionais. Pouco tempo atrás, o cara virava criminoso geralmente por falta de estrutura familiar e por ter dentro dessa família deficiente, exemplos de criminosos mais velhos (pai, irmão, tios). Hoje em dia, o garoto de classe média cujo o pai é / sempre foi trabalhador, e a mãe dona de casa; sem nenhum exemplo próximo que fundamente a fixação dele pelo crime, está adentrando cada vez mais nas drogas e no crime. Sem falar que o crime organizado está praticamente em todas as esferas culturais da sociedade: músicas, séries, novelas, carnaval.
Eu falo que existem 2 "brasis", porque até mesmo nas favelas que convivi, me deparei com famílias tradicionais de valores, que eram oprimidos por essa maioria de pessoas amacacadas; eu falo maioria porque mesmo o cara que trabalha, ele imita o comportamento dos vagabundos. Inclusive, a maioria dos problemas que eu tive morando nesses lugares, foram com pessoas trabalhadoras clt, o famoso "peão"; é o cara que vai colocar carro de som na sua porta, é o cara que vai arrumar briga com o outro bêbado na porta de bar, é o cara que alimenta o tráfico de drogas e etc, etc. Felizmente eu não tive o desprazer de estudar toda a minha juventude em escolas convencionais, então não tive muito contato com essa molecada que o OP citou, mas o pouco que eu fui, já era notório saber que 90% eram futuros assalariados, mães solteiras, drogados, criminosos e etc. O que é uma coisa bizarra, porque na época dos meus pais, no interior do nordeste, nego matava e morria pra ter a chance de simplesmente estudar. O cara cuidava mais dos livros do que da própria casa, vaga em escola era algo extremamente raro; não era incomum ver a garotada caminhando longas distâncias ou viajando nos famosos pau-de-arara, só pra terem a chance de pelo menos aprenderem à ler e a escrever. Hoje em dia, o cara tem o direito absoluto de frequentar a escola, tem acesso à materiais que, por mais que haja muita doutrinação, são materiais bons ainda no que se diz respeito à matérias de ciências exatas (tu não vai arrumar emprego de "filósofo" ou "historiador"), e esses macacos simplesmente cagam em cima de tudo isso.
Então tem esse Brasil composto por uma nação de favelados com valores morais totalmente deturpados, e há o outro Brasil que é o Brasil das pessoas trabalhadoras, com valores individuais bem definidos, minimamente civilizados e é o Brasil que carrega esse outro Brasil nas costas, porque somos nós quem mais produz riqueza. Enquanto um zé roela pagador de pensão se mata por 12 horas pra receber um salário mínimo, torra metade do salário no final de semana com bebida e putaria, e recebe assistencialismo do governo (bolsa família e agora esse novo programa pra dar dinheiro pra molecada estudar); há um outro cara que, assim como a maioria dos que eu conheço, por mais que trabalhe num emprego bosta, já está planejando o futuro, o cara que sonha em viver fora, em trabalhar numa profissão que ele gosta e sabe que vai render, o cara que fala de investimento, que junta grana e etc. E esse cara que produz, tem que viver todos os dias com a possibilidade de um cidadão da outra classe que eu citei, a classe parasita, vir na reta dele e matá-lo por causa de um celular.
Pelo menos eu enxergo dessa forma, e isso não se reduz apenas ao sudeste. Poucos lugares que eu estive no Brasil, não eram completamente dominados por essa cultura de favelas, lugares muito bons como algumas cidades do interior de SP, interior do Paraná, interior do ES; até poucos anos atrás, no interior da Bahia também tinham lugares bons, mas infelizmente não existem mais. As grandes capitais mesmo estão todas tomadas, no Rio Grande do Sul, eu conheço pessoas que dizem que as cidades grandes estão virando verdadeiros infernos.
Mais cedo ou mais tarde vai rolar um banho de sangue no Brasil, ou a classe dos favelados vai engolir tudo com apoio da esquerda.
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