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[Reflexão] Somos a oposição controlada
#1
Sei que vocês vão querer me esfolar vivo depois dessa, mas por favor me escutem primeiro. Me escutem bem pois essa reflexão pode ser importante para a sobrevivência da nossa comunidade aqui.

Não estou aqui pra falar que os fóruns vão acabar, a Real vai acabar, NADA disso. A Real tá morrendo desde que nasceu, isso é balela, e os fóruns até estão mais vazios, mas foi por que as mídias que os novatos consomem mudaram, e a gente ainda não se adaptou ou migrou para as novas plataformas. Eu ainda prefiro o formato e profundidade de discussão dos fóruns, as outras plataformas a qualidade costuma ser bem mais fraca.

Essas últimas semanas, conversando com amigos próximos (que também são realistas) e analisando as situações, como a explosão de conteúdos red pill e principalmente mgtow no Youtbe e mais um monte de ações e reações, a gente tem chegado à impressão de que cada vez mais nós somos nada mais do que apenas uma oposição controlada.

Pra quem não saca o conceito, basicamente significa que a gente ainda tem nossos espaços por que não decidiram acabar com a gente, pois no nosso estado atual seria simples, derrubavam alguns domínios, alguns canais-chave nas redes e isso á serviria de exemplo para ninguém mais tentar. Aí a Real se fosse sobreviver seria na deep web, no underground completo.

Com o poder, influência e dinheiro que nossos detratores tem, isso não seria nada difícil. Mas aí me ocorre, por que não fazem isso? Os motivos que me vem a cabeça podem ser a combinação entre esses 2:

1. Nós estamos aqui para servir como espantalho, para servir de exemplo do que ser odiado.
2. Não temos força e/ou organização suficiente pra fazer nada de relevante, por isso não se importam.

No caso dos nossos companheiros mgtow, somaria-se mais um motivo: Eles servem para aumentar a segregação entre homem e mulher de maneira tão efetiva como o feminazismo, ou seja, fazem exatamente o que "o sistema" deseja, mesmo sem querer ou entender que estão fazendo isso. 

O objetivo do que chamei de "sistema" aqui é um projeto de poder que se dá por desestabilizar as relações sociais e erodir a confiança entre as pessoas (diferentes sexos, raças, sexualidades, condições financeiras, etc), de forma a acabar com a coesão social e tornar a sociedade a sociedade um caos, clamando por ações cada vez mais autoritárias e a gente ceder cada vez mais direitos e liberdades, para entregar a esses agentes que supostamente tem uma solução acabar com tais problemas (que os mesmos inflacionaram). Ou seja, nos submeter sobre o controle deles sob o pretexto de acabar o monstro que eles mesmo alimentaram.

Frisem bem esse parágrafo anterior, é extremamente importante notar qual o endgame que estamos jogando.

Mas de volta aqui, o que me preocupa são esses 2 ou 3 motivos. O porquê da gente, homens que construíram a sociedade com seu suor e sangue, (sendo jogados de escanteio, criminalizados apenas por serem homens), não conseguirem fazer uma oposição frente a esse projeto de poder.

A resposta mais óbvia é que a gente simplesmente não sabe se organizar, de maneira política (no sentido original da palavra), de maneira efetiva. Em países onde as sociedades são mais organizadas, há mais fraternidades, confrarias e ordens iniciáticas, ou grupos menores mas bem mais unidos, é mais difícil isso de acontecer.

Para isso a gente precisa discutir política(no sentido original da palavra), criar narrativas novas, estudos científicos para embasar, emplacar projetos de lei, cobrar mudanças, etc, e defender terreno com unhas e dentes, mas não se vê ninguém empenhado nisso fora uns gatos pingados. 

Quando a barra aperta a gente vê os homens se retraírem e se esconder nas suas vidinhas particulares...

A outra resposta é que a gente não sabe o poder que tem, novamente o conto do elefante amarrado no pé de alface, que não se solta por que foi condicionado a não reagir, foi condicionado apenas a aceitar que se está preso desde tenra idade, e que não tem o que fazer para escapar da prisão.

Para encerrar, o realismo, assim como o red pill, mgtow e afins é fraco por que é um movimento de reação. A gente sempre está atrás, tentando alcançar com atraso o que acontece, ou seja, correndo sempre atrás do prejuízo; a gente nunca se adianta com relação ao próximo movimento do inimigo por que não tomamos a iniciativa, não tomamos a frente de batalha, não lutamos para tomar o poder dessa gentalha.

Lembrem-se que poder não é uma coisa dada, é uma coisa tomada, por vezes à força, imposta. E que para o poder não existe vácuo, se a gente não tomar, outro irá ocupar aquele espaço. Não há alternativa à política (no sentido original da palavra) senão a guerra... O pior que a gente tem a razão e a força do nosso lado (excluindo o poder financeiro dos grupos que financiam essa merda), é batalha ganha, mas é uma luta que não queremos lutar e perdemos por WO.

Podem trazer 48 leis do poder, arte da guerra ou qualquer livro parecido, ler as reflexões e tentar aplicar à existência da nossa comunidade e verá por que estamos tomando de 7 a 1 nesse jogo.

A minha reflexão que fica é, vocês conseguem enxergar a figura que estou desenhando? Alguma coisa do que falei faz algum sentido? Se sim, como podemos mudar essa situação? Há o que fazer, ou já é jogo perdido para nós homens e vamos ter que viver com o rabo entre as pernas até sabe-se lá quando?

Quero saber a opinião de vocês. Força e honra, caros confras.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#2
Eu acompanho o movimento da real há bastante tempo, fui negligente e acabei não colocando em prática muito do que me ensinaram aqui, mas se não conhecesse poderia ter sido pior. Eu acho que com o avanço desse pós modernismo o nosso espaço está cada vez mais segregado, sinceramente? Eu não posso lutar essa guerra. Confrade, entendo sua reflexão porém a gente mal consegue resolver os nossos problemas pessoais, talvez a molecada mais nova, mas a velha guarda que são a rapaziada acima de 30 anos tá cheia de problema: cuidado com filhos, pensão, depressão, crise financeira, trabalho exaustivo etc. Foi bom ter levantado isso aqui quero ver o que os demais tem a dizer.
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#3
(07-12-2022, 03:41 PM)Batman do Futuro Escreveu: Eu acompanho o movimento da real há bastante tempo, fui negligente e acabei não colocando em prática muito do que me ensinaram aqui, mas se não conhecesse poderia ter sido pior. Eu acho que com o avanço desse pós modernismo o nosso espaço está cada vez mais segregado, sinceramente? Eu não posso lutar essa guerra. Confrade, entendo sua reflexão porém a gente mal consegue resolver os nossos problemas pessoais, talvez a molecada mais nova, mas a velha guarda que são a rapaziada acima de 30 anos tá cheia de problema: cuidado com filhos, pensão, depressão, crise financeira, trabalho exaustivo etc. Foi bom ter levantado isso aqui quero ver o que os demais tem a dizer.

Agradeço o comentário. 

E sim, sei bem que estamos em franca desvantagem. Cada um tem que matar um leão por dia pra sobreviver, está sempre cansado, com contas pra pagar.

Enquanto isso o inimigo lá do outro lado tem fartas verbas e não tem os mesmos problemas, pois tem financiamento público, de ONGs, empresas e milionários do mundo todo e como objetivo de vida tem só encher o nosso saco. Por isso podem se dar o luxo de dedicar tempo infinito nisso.

É uma puta guerra assimétrica, pra quem saca o conceito. Totalmente injusta a situação. Contudo não significa que não haja meios da gente otimizar os nossos resultados e conseguir algumas vitórias.

Quero propor a reflexão apenas para imprimir isso na consciência das pessoas, não é preciso tomarmos ações na pressa, pois só iria ser pior. Temos apenas que aprender a observar, entender, e nos proteger em primeiro lugar, então deixo isso como um exercício de autodefesa em primeiro lugar. Só quando entendermos os padrões do inimigo é que podemos contra-atacar, se é que poderemos fazer algo assim algum dia.

Então vamos apenas ficar com a reflexão, amadurecer as ideias primeiro. Um pouquinho cada dia, que nem malhar, vamos construir um plano intelectual de longo prazo. Estou apenas querendo delinear o problema, se todo mundo não perceber qual o problema a enfrentar, não tem como fazer nada.

O pior cenário, que é a gente não fazer nada, já é a nossa situação atual, então não há nada a perder, só tudo a ganhar. Se a gente não ganhar nada ao menos não vamos morrer sem ter tentado.

Força e honra,
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#4
Esse assunto pra mim está além do meu escopo, mas mesmo assim vou tentar dar meus 50 cents.
Até então não lembro de ter visto nenhuma das tentativas do movimento masculinista/realista ser levado a sério do ponto de vista político dar certo. Já ouve tentativas no passado e todas falharam devido a falta de interesse da maioria ou a falta de interesse dos membros que realmente tem influência e poder nos seus campos de atuação.

A meu ver o realismo ainda precisa se novos Nortes que tragam a ele maturidade, pessoas com grande poder de influência de discurso que sejam capazes de atrair novos membros e ao mesmo tempo fortalecer os já pertencentes.

Falta gente pra botar a cara e dizer que é realista, a gente tem medo de botar a cara por conta das perseguições e cancelamentos. Enquanto isso ainda for um problema não teremos condições de jogar o jogo político.

Pra mim ainda estamos no early-game apesar de tanto tempo ter passado desde do NA, Orkut, etc;
Acredito que o realismo deveria percorrer o caminho similar a contrarrevolução cultural: Pessoas relevantes ocupando cargos relevantes, influenciadores tendo visibilidade, autores escrevendo obras marcantes e por fim uma legião de realistas se formará se tornando eleitores e votando em candidatos chaves.
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#5
Confra, a temática é muito boa.


O motivo provável de não acabarem com fóruns como o nosso, na minha opinião é somente porque qq argumento serviria de base para também serem atacados os clubes das luluzinhas, que em muitos casos são recheados de misandria e de androfobia num grau mais explícito e exagerado que o nosso no que concerne a algum comentário sobre mulheres, atraindo adeptas diariamente.

Pau que bate em Chico, bate em Francisco. Sem contar que aqui inumeras vezes são rebatidas e contestadas afirmações ou ideias misógenas. Nossa real serve mais pra ficarmos espertos nos relacionamentos do que criticar mulheres, bem como para o desenvolvimento pessoal. E, portanto, consideramos na maioria das vezes tê-las, e saber conduzir. Não odiá-las. O radicalismo vem de uma meia dúzia de histéricas do lado de lá. Não da nossa parte.

Daí porque nos atacar poderia ser um tiro no pé. Suponho, confra. Mas desconheço abordagens a esse assunto.

Muito provavelmente nunca houve uma organização masculina politicamente e pautas políticas porque o feminismo nunca foi realmente uma ameaça à posição de poder dos homens, de maneira geral. Alguns especialistas, inclusive, afirmam que o movimento nunca conquistou nada que não tivesse sido meramente cedido pelos homens (Ana Carolina Campagnolo, p. ex).

No âmbito político, o feminismo é uma ramificação da pauta da esquerda, que trabalha outras minorias. Com uma alternância de poder entre direita e esquerda, pode ser que a tendência do movimento seja ser sufocada e perder força, na medida que a esquerda enfraquece. No Brasil, p. ex, descobriu-se que existe uma direita forte que está se organizando natural e lentamente. Acredito que com o mero predominio da direita, o feminismo perderá muito espaço, sem que precisemos fazer maiores esforços. Futuramente, com eventual ascenção da esquerda, volta tudo de novo e assim segue o mundo.

Todavia, me parece necessário de todo modo, seja como antagonismo ao feminismo, seja como forma de reconhecimento puro e simples e disseminação dos conceitos da real, a organização de um movimento, e o estabelecimento de pautas pra direcionar pleitos por alterações em legislações, políticas de pró-atividade na difusão de alguns conteúdos, dentre outras questões.

E como todo movimento, é preciso a existência de lideranças e de pessoas dispostas ao ativismo. Essa parte, creio que será a mais difícil. Nesse ponto, o TheReturn fez uma excelente observação qdo falou da contrarrevolução cultural. O caminho é esse, mas observo que normalmente o sugimento relevante de um movimento é seguido de um acontecimento impactante pra haver mobilização, e o feminismo, em si considerado, envenena a sociedade de forma paulatina e em doses homeopáticas.

A maioria das coisas ditas acima se baseiam em conjecturas e observações leigas da minha parte, sem muito embasamento, portanto.

À disposição pra discutir o assunto com os demais confrades e amadurecer ou modificar qq ponto de vista, e ajudar naquilo que for necessário.

Pelo poder da verdade, eu, ainda vivo, conquistei o universo


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#6
Contribuições muito boas. Agradeço os comentários.

Mais tarde respondo com mais calma, as postagens merecem isso.

Força e honra,
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#7
Desde sempre defendi abertamente a criação de uma sociedade discreta voltada para a nossa temática, afim de não só desenvolver ideais realistas, bem como fortalecer membros como numa fraternidade, para crescimento mútuo. Podemos não mudar o sistema, porém podemos criar um "sistema" dentro do sistema, como uma bolha de ajuda mútua. Isso envolve interação, encontros fora do ambiente virtual e comprometimento, coisa que a maioria não quer. Fóruns como este, seriam como uma "peneira", porque tem muito emocionado que vem até aqui num momento de carência, mas logo acaba abandonando a ideologia e os confras. Sugiro a criação de uma Vanguarda da real.
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#8
(07-12-2022, 07:11 PM)TheReturn_ Escreveu: [...]
Pra mim ainda estamos no early-game apesar de tanto tempo ter passado desde do NA, Orkut, etc;
Acredito que o realismo deveria percorrer o caminho similar a contrarrevolução cultural: Pessoas relevantes ocupando cargos relevantes, influenciadores tendo visibilidade, autores escrevendo obras marcantes e por fim uma legião de realistas se formará se tornando eleitores e votando em candidatos chaves.

Excelente comentário. Sim, ainda temos que fazer ocupação gradual dos espaços, é um processo longo que pode ser que a gente nem veja o resultado em nossos tempos de vida. Mas é algo que necessita ser feito.

Infelizmente a coisa é como foi falado pelo confra antes: Todo mundo aqui tem todo tipo de pepino pra resolver, tem que trabalhar e vive cheio de problemas. Soma-se isso à fraqueza política, cultural e intelectual do brasileiro médio e todas as dificuldades provenientes disso, que impedem os homens de se organizar.

Os poucos que escapam... São massa de manobra para movimentos externos, muitas vezes muito bem financiados.

Hoje a esquerda identitária burra e tosca sobrevive por motivos de muita grana e doutrinação, isso tudo é financiado, as pessoas de forma normal nunca iriam se organizar em torno de tamanha babaquice aqui no BR.

Mesma coisa hoje com os liberalecos de plantão, que mesmo os que não recebem 1 centavo do capital financeiro, ainda assim são comprados pelas suas promessas de riqueza.

A verdade é que se organizar para algo que supostamente não ganhamos "nada de concreto" com isso, é um desafio complicado.

(07-12-2022, 07:37 PM)MacGyver Escreveu: O motivo provável de não acabarem com fóruns como o nosso, na minha opinião é somente porque qq argumento serviria de base para também serem atacados os clubes das luluzinhas, que em muitos casos são recheados de misandria e de androfobia num grau mais explícito e exagerado que o nosso no que concerne a algum comentário sobre mulheres, atraindo adeptas diariamente.
[...]

Esse é um insight interessante, não tinha pensado nisso. Não nos atacam temendo que isso dê justificativa para fazermos o mesmo? Interessante.

Vamos supor que a gente quer atacar...

O problema é que para derrubar as feminazis radicais precisaríamos de militância virtual, bots, etc. coisa que eles tem em mãos já. A gente pode abater alguns recantos feminazi mas cortar uma cabeça da hidra não adianta muito por que brotam duas. Enquanto tiver uma feminazi com certo prestígio (como a fraquíssima blogueira bem conhecida Jubarte, por exemplo) fica difícil cancelar elas pois dá combustível para elas justificarem a narrativa de que são perseguidas.

O pior que a abordagem defensiva é igualmente ineficaz...

A gente fica aqui no fórum, o único lugar a salvo onde podemos conversar sem influência direta da gentalha, mas aí ficamos nessa situação de só receber pancada e por vezes ficar apenas resmungando entre nós mesmos nesse espaço aqui.

Até aparecer alguém aqui que vai julgar isso como contraproducente e dizer que a gente deveria estar focado no desenvolvimento pessoal, malhando, trabalhando ou fazendo qualquer outra coisa. E ele pode até não estar errado, outras coisas darem mais resultado imediato, mas aí derrota todo o objetivo intelectual do negócio.

No fim... O maior inimigo do realista intelectual é o realista médio, que tem foco apenas na vidinha particular e individual dele e dos sujeitos.


É o padrão que se repete, lá fora não encontramos respaldo nas nossas ideias, mas mesmo aqui que em tese poderíamos achar gente que pensa parecido, mas que também não estão dispostos a subir essa colina ingrata do desenvolvimento intelectual. Nossa cultura só atrapalha isso, por isso o povo desiste, não há união nem consenso sobre que temas tem que ser priorizados na discssão. Não há plano ou estratégia de longo prazo. Cada um não consegue mirar muito além do próprio umbigo.



Então que a resposta para os dois é que de fato ainda estamos muito imaturos na questão, é preciso estudar mais a fundo a guerra cultural, os viezes do feminazismo na vida moderna. Mas também precisamos nos organizar em grupos de discussão mais fechados e especializados, lidar com temas mais complicados, torrar o neurônios no pouco tempo vago que temos.

Não tem solução fácil pro problema. Infelizmente tenho que criticar a postura de muitos confras aqui por não prestarem suporte (não os condeno, estão no direito deles), por isso faço tanto esforço para permitir a discussão dos temas, pois mesmo a discussão, o ato de parar pra tirar 10 minutinhos pra pensar e debater, não está sendo levado muito a sério por todo mundo, e ganha todo tipo de nome como "punheta intelecutal" ou os diabos.

(09-12-2022, 09:03 PM)Joxokhanurs Escreveu: Desde sempre defendi abertamente a criação de uma sociedade discreta voltada para a nossa temática, afim de não só desenvolver ideais realistas, bem como fortalecer membros como numa fraternidade, para crescimento mútuo. Podemos não mudar o sistema, porém podemos criar um "sistema" dentro do sistema, como uma bolha de ajuda mútua. Isso envolve interação, encontros fora do ambiente virtual e comprometimento, coisa que a maioria não quer. Fóruns como este, seriam como uma "peneira", porque tem muito emocionado que vem até aqui num momento de carência, mas logo acaba abandonando a ideologia e os confras. Sugiro a criação de uma Vanguarda da real.

Há um tempo atrás eu pensava o mesmo. Usar o fórum de peneira, e separar os membros em grupos mais focados para discussão. Na verdade creio que existam grupos assim, mas até onde sei nem todos vão bem. Pela falta de objetivos concretos e tradição intelectual. Sim. De novo o mesmo problema.

Eu não me importaria de criarmos grupos, tanto aqui dentro do fórum, como fora, mas é preciso gente que enxergue isso de forma séria e que esteja disposto a resolver esses problemas super complicados de maneira assertiva. Ia precisar ter muito estudo e não vou mentir, mesmo pra mim é uma coisa difícil, que exige bastante.

Se quiser testar a ideia, posso sugerir para a administração do fórum criar boards e cargos isolados para tanto, porém se a gente não apresentar resultados, eles seria obrigados a terminar essa iniciativa. Outra coisa importante também é termos encontros em alguma plataforma pra conversar com voz, e criar reuniões regulares, como tudo é preciso criar rituais e hábitos.

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Vamos seguindo a discussão. Não teve como pegar todos os detalhes de cada postagem pra conversar. Mas vejo que ao menos reconhecem a existência desse problema.

Força e honra, caros confras.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#9
(13-12-2022, 05:19 PM)Wild Escreveu: Eu não me importaria de criarmos grupos, tanto aqui dentro do fórum, como fora, mas é preciso gente que enxergue isso de forma séria e que esteja disposto a resolver esses problemas super complicados de maneira assertiva. Ia precisar ter muito estudo e não vou mentir, mesmo pra mim é uma coisa difícil, que exige bastante.

Se quiser testar a ideia, posso sugerir para a administração do fórum criar boards e cargos isolados para tanto, porém se a gente não apresentar resultados, eles seria obrigados a terminar essa iniciativa. Outra coisa importante também é termos encontros em alguma plataforma pra conversar com voz, e criar reuniões regulares, como tudo é preciso criar rituais e hábitos.

E vocês acham que o sistema permite isso? Existe uma agenda e lutar contra ela requer estar pronto para as consequências.

No caso de sair do virtual, é questão de tempo até aparecerem manchetes com "grupos extremistas de fórum de internet são um perigo para a sociedade" e idiotices do tipo.

Na realidade o fórum sobrevive apenas por estar hospedado fora do país e por voar abaixo dos radares do sistema. Jamais chegará ao mainstream.

E isso são fatos.
Um homem com escolhas é um homem livre.
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#10
A ideia acredito mais ser sair da mesmice mesmo. Ter capacidade de discutir os problemas de maneira profunda, que deem ao indivíduo meios de agir na sociedade.

Toda a filosofia da casa é voltada ao desenvolvimento pessoal, ou seja, o cara focar exclusivamente em si, não a desenvolver laços de fraternidade, alianças políticas, sociedades organizadas, etc. É um mgtow light onde o cara sai do big game pra ficar no próprio umbigo.

Por isso que digo que é oposição controlada, pois nossa filosofia é inócua para resolver os problemas que nos afligem na raiz deles. É um remédio paliativo, só resolve os efeitos, os sintomas para cada sujeito, mas não cura a causa, o que dirá o vetor da doença.

Quanto  dificuldade de enfrentar o "sistema"...

O poder já foi tomado, é de se esperar resistência pra tomá-lo de volta. Como falei, poder não é dado, é tomado. À força, se for o caso.

A gente cedeu esse espaço de graça, sem oferecer resistência, mas não vamos receber ele de volta tão facilmente assim. Esperemos encontrar muita dificuldade pela frente. Contudo não acho que é impossível conseguir algumas vitórias.

Quanto ao sair do online...

Já isso é outra batalha, para outro dia. Vamos viver o agora, e trabalhar com o que a gente tem no momento.

P.S.: Grupos de hacker, por exemplo, nunca saem do underground, do anonimato, nem por isso eles não deixam de executar o trabalho deles. Na verdade o próprio trabalho deles exige isso. Por que a gente não pode fazer nada no nosso estado atual? Nada proíbe. Na verdade tem alguns trabalhos que só podemos fazer aqui no online, é até ideal que não chegue ao mainstream mesmo. Se o copo está meio cheio ou meio vazio é só como a gente encara as coisas.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#11
(07-12-2022, 10:43 AM)Wild Escreveu: Sei que vocês vão querer me esfolar vivo depois dessa, mas por favor me escutem primeiro. Me escutem bem pois essa reflexão pode ser importante para a sobrevivência da nossa comunidade aqui.

Não estou aqui pra falar que os fóruns vão acabar, a Real vai acabar, NADA disso. A Real tá morrendo desde que nasceu, isso é balela, e os fóruns até estão mais vazios, mas foi por que as mídias que os novatos consomem mudaram, e a gente ainda não se adaptou ou migrou para as novas plataformas. Eu ainda prefiro o formato e profundidade de discussão dos fóruns, as outras plataformas a qualidade costuma ser bem mais fraca.

Essas últimas semanas, conversando com amigos próximos (que também são realistas) e analisando as situações, como a explosão de conteúdos red pill e principalmente mgtow no Youtbe e mais um monte de ações e reações, a gente tem chegado à impressão de que cada vez mais nós somos nada mais do que apenas uma oposição controlada.

Pra quem não saca o conceito, basicamente significa que a gente ainda tem nossos espaços por que não decidiram acabar com a gente, pois no nosso estado atual seria simples, derrubavam alguns domínios, alguns canais-chave nas redes e isso á serviria de exemplo para ninguém mais tentar. Aí a Real se fosse sobreviver seria na deep web, no underground completo.

Com o poder, influência e dinheiro que nossos detratores tem, isso não seria nada difícil. Mas aí me ocorre, por que não fazem isso? Os motivos que me vem a cabeça podem ser a combinação entre esses 2:

1. Nós estamos aqui para servir como espantalho, para servir de exemplo do que ser odiado.
2. Não temos força e/ou organização suficiente pra fazer nada de relevante, por isso não se importam.

No caso dos nossos companheiros mgtow, somaria-se mais um motivo: Eles servem para aumentar a segregação entre homem e mulher de maneira tão efetiva como o feminazismo, ou seja, fazem exatamente o que "o sistema" deseja, mesmo sem querer ou entender que estão fazendo isso. 

O objetivo do que chamei de "sistema" aqui é um projeto de poder que se dá por desestabilizar as relações sociais e erodir a confiança entre as pessoas (diferentes sexos, raças, sexualidades, condições financeiras, etc), de forma a acabar com a coesão social e tornar a sociedade a sociedade um caos, clamando por ações cada vez mais autoritárias e a gente ceder cada vez mais direitos e liberdades, para entregar a esses agentes que supostamente tem uma solução acabar com tais problemas (que os mesmos inflacionaram). Ou seja, nos submeter sobre o controle deles sob o pretexto de acabar o monstro que eles mesmo alimentaram.

Frisem bem esse parágrafo anterior, é extremamente importante notar qual o endgame que estamos jogando.

Mas de volta aqui, o que me preocupa são esses 2 ou 3 motivos. O porquê da gente, homens que construíram a sociedade com seu suor e sangue, (sendo jogados de escanteio, criminalizados apenas por serem homens), não conseguirem fazer uma oposição frente a esse projeto de poder.

A resposta mais óbvia é que a gente simplesmente não sabe se organizar, de maneira política (no sentido original da palavra), de maneira efetiva. Em países onde as sociedades são mais organizadas, há mais fraternidades, confrarias e ordens iniciáticas, ou grupos menores mas bem mais unidos, é mais difícil isso de acontecer.

Para isso a gente precisa discutir política(no sentido original da palavra), criar narrativas novas, estudos científicos para embasar, emplacar projetos de lei, cobrar mudanças, etc, e defender terreno com unhas e dentes, mas não se vê ninguém empenhado nisso fora uns gatos pingados. 

Quando a barra aperta a gente vê os homens se retraírem e se esconder nas suas vidinhas particulares...

A outra resposta é que a gente não sabe o poder que tem, novamente o conto do elefante amarrado no pé de alface, que não se solta por que foi condicionado a não reagir, foi condicionado apenas a aceitar que se está preso desde tenra idade, e que não tem o que fazer para escapar da prisão.

Para encerrar, o realismo, assim como o red pill, mgtow e afins é fraco por que é um movimento de reação. A gente sempre está atrás, tentando alcançar com atraso o que acontece, ou seja, correndo sempre atrás do prejuízo; a gente nunca se adianta com relação ao próximo movimento do inimigo por que não tomamos a iniciativa, não tomamos a frente de batalha, não lutamos para tomar o poder dessa gentalha.

Lembrem-se que poder não é uma coisa dada, é uma coisa tomada, por vezes à força, imposta. E que para o poder não existe vácuo, se a gente não tomar, outro irá ocupar aquele espaço. Não há alternativa à política (no sentido original da palavra) senão a guerra... O pior que a gente tem a razão e a força do nosso lado (excluindo o poder financeiro dos grupos que financiam essa merda), é batalha ganha, mas é uma luta que não queremos lutar e perdemos por WO.

Podem trazer 48 leis do poder, arte da guerra ou qualquer livro parecido, ler as reflexões e tentar aplicar à existência da nossa comunidade e verá por que estamos tomando de 7 a 1 nesse jogo.

A minha reflexão que fica é, vocês conseguem enxergar a figura que estou desenhando? Alguma coisa do que falei faz algum sentido? Se sim, como podemos mudar essa situação? Há o que fazer, ou já é jogo perdido para nós homens e vamos ter que viver com o rabo entre as pernas até sabe-se lá quando?

Quero saber a opinião de vocês. Força e honra, caros confras.

Imagino eu pelo que você escreveu, que a sua reflexão é a respeito de nós da comunidade realista/redpill/migtow expandirmos a nossa bolha. Estou certo? E que sua ideia inicial é levantar uma discussão a respeito da melhor forma de alcançarmos esse objetivo. Seria isso uma contrarrevolução ao ginocentrismo já estabelecido.
Eu cheguei a pouco nesse fórum e sei que as discussões aqui são tão de altíssimo nível, que fica difícil tecer algum argumento do gabarito intelectual que esse tema exige. Tentarei fazê-lo.

Qualquer mudança que se tente fazer, deve passar primeiramente por uma discussão intelectual profunda a respeito do problema. Isso deve ser feito em altíssimo nível por pessoas capacitadas e interessadas em combatê-lo. Em minha humilde opinião isso até está sendo feito, mas de maneira muito superficial e despretensiosa ainda. Devia ser feito mesmo uma peneira e um grupo especial voltado somente para essa temática com pessoas capazes para tal. 

Creio que mais do que isso é difícil de ser feito. Nós temos que crescer de maneira orgânica e silenciosa, sem alarde. Temos que espalhar a mensagem pela internet. Falar sobre o profano feminino, a desigualdade da dinâmica das relações entre homem e mulher e por aí vai. Conscientizar os homens de que nós estamos vivendo em um ginoteísmo, no qual os homens são somente uma ferramenta e uma engrenagem de um sistema que só serve para nos foder. Arranjar alguma forma de fazer esse tipo de conteúdo ser mais palatável a maioria dos homens. Além do youtube temos que povoar outros canais de rede como instagram, twitter e outras, obviamente entendendo a linguagem de cada uma dessas redes que são diferentes uma da outra. Isso é um trabalho para no mínimo vinte anos de duração para aumentar o número de homens um pouco menos gadificado. Sim, já aceitei o fato de que a maioria dos homens não irá acordar, mas que sejam menos otários com mulher pelo menos. Fora da net, fazer com que homens com a nossa filosofia ocupem cargos de relevância social (anonimamente é claro). Serie esse um ótimo começo.
Responda-o
#12
(17-12-2022, 01:18 AM)Plenitude Masculina Escreveu: Imagino eu pelo que você escreveu, que a sua reflexão é a respeito de nós da comunidade realista/redpill/migtow expandirmos a nossa bolha. Estou certo? E que sua ideia inicial é levantar uma discussão a respeito da melhor forma de alcançarmos esse objetivo. Seria isso uma contrarrevolução ao ginocentrismo já estabelecido.
Eu cheguei a pouco nesse fórum e sei que as discussões aqui são tão de altíssimo nível, que fica difícil tecer algum argumento do gabarito intelectual que esse tema exige. Tentarei fazê-lo.

Qualquer mudança que se tente fazer, deve passar primeiramente por uma discussão intelectual profunda a respeito do problema. Isso deve ser feito em altíssimo nível por pessoas capacitadas e interessadas em combatê-lo. Em minha humilde opinião isso até está sendo feito, mas de maneira muito superficial e despretensiosa ainda. Devia ser feito mesmo uma peneira e um grupo especial voltado somente para essa temática com pessoas capazes para tal. 

Creio que mais do que isso é difícil de ser feito. Nós temos que crescer de maneira orgânica e silenciosa, sem alarde. Temos que espalhar a mensagem pela internet. Falar sobre o profano feminino, a desigualdade da dinâmica das relações entre homem e mulher e por aí vai. Conscientizar os homens de que nós estamos vivendo em um ginoteísmo, no qual os homens são somente uma ferramenta e uma engrenagem de um sistema que só serve para nos foder. Arranjar alguma forma de fazer esse tipo de conteúdo ser mais palatável a maioria dos homens. Além do youtube temos que povoar outros canais de rede como instagram, twitter e outras, obviamente entendendo a linguagem de cada uma dessas redes que são diferentes uma da outra. Isso é um trabalho para no mínimo vinte anos de duração para aumentar o número de homens um pouco menos gadificado. Sim, já aceitei o fato de que a maioria dos homens não irá acordar, mas que sejam menos otários com mulher pelo menos. Fora da net, fazer com que homens com a nossa filosofia ocupem cargos de relevância social (anonimamente é claro). Serie esse um ótimo começo.

Leu muito bem, caro confra, e também está com as ideias em dia.

O povo daqui é rápido em atirar em qualquer um que tente sair das sombras, vai apontar os inúmeros fracassos de outros que tentaram. Mas sem fracassos não há sucesso. Estranho seria terem acertado tudo de primeira.

Só acredito que precisamos nunca esquecer das nossas origens: Nosso objetivo nunca é alcançar o mainstream.

Somos um clube da luta, underground, onde homens se juntam para conversar sem as falsidades da sociedade vigente.

Homens que se reúnem em maçonarias, irmandades, clubes secretos por aí a fora, com decisões pontuais e isoladas, mudam o destino de milhões de pessoas.

Temos que fazer esse trabalho de formiguinha também. Salvando as almas, uma de cada vez.

Eu sei que o destino da analogia da caverna do Platão é o cara liberto ser morto por aqueles que ainda estão aprisionados, mas não podemos deixar de tentar. A gente se sente responsável ou tem compaixão pelos outros e quer trazer a verdade a todo mundo, o que acreditamos ser o melhor, por que a gente deseja o bem dos outros, mesmo que a pessoa queira viver na ilusão e prefira te trair. Cypher do Matrix mandando lembrança...

E sim, tudo que falamos tem os moldes da revolução cultural que o velho Olavo já falava. Precisamos de think tanks, estudar muito, começar a ocupar os espaços e isso leva décadas.

Mas tudo tem que ter um começo.

Força e honra,
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#13
Estou aqui desde o começo, não do fórum, mas do movimento, gostei da postagem, mas somos uma minoria silenciosa, e é assim que tem que ser, comer pelas beiradas, olha o tempo que demorou para o Brasil virar socialista, calma gente, calma que da certo.
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#14
(30-12-2022, 06:59 AM)SapoCaco Escreveu: Estou aqui desde o começo, não do fórum, mas do movimento, gostei da postagem, mas somos uma minoria silenciosa, e é assim que tem que ser, comer pelas beiradas, olha o tempo que demorou para o Brasil virar socialista, calma gente, calma que da certo.

Agradeço pela leitura, espero que seja de serventia.

Minoria silenciosa, esse é um belo termo para o que somos.

Espero que ainda tenhamos ao menos alguns poucos sãos nesse mundo louco.

E ir mantendo a nossa verdade no nosso clubinho secreto, apenas ajudando a quem nos procurar.

Realmente, é assim que deve ser.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#15
Wild, o LR já fez isso tempos atrás (2017). Os resultados foram pífios. Fora o lance da exposição desnecessária.

A forma de agir mencionado pelo SapoCaco é a melhor das abordagens.

Falo isso porque já fui adm de fórum da Real. Detalhe: Você não ganha($) e ainda perde. Yaoming
"A Real tem 5 estágios: Conhecimento, Revolta, Aceitação, Compreensão e Evolução".
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#16
@Diamante Estou ciente, por isso o complementei.

Se deu errado, imagino que teve motivos pra tal, como falei, não esperaria jamais que algo tão audacioso desse certo de primeira. A questão aqui é só voltar pra a prancheta de desenho e começar do planejamento, do zero.

Você saberia pontuar os motivos que levaram a não dar certo? Tal conhecimento seria imprescindível pra mim, trabalhar em cima disso. Precisamos saber onde erramos pra saber onde acertaremos.

Meu único objetivo é ter um espaço onde possamos ter boas e frutíferas discussões que estejam além da passividade apresentada por aqui. Se eu chegar numa fração disso já estaria mais do que feliz.

Ademais não procuro nenhum lucro além do meu desenvolvimento intelectual.

Agradeço o comentário.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#17
A opinião e os comentários de todos são válidos.

Como a iniciativa de qualquer projeto, haverá pessoas com seus motivos particulares, pensamentos e experiências que orientarão seus posicionamentos num sentido ou no outro.

Particularmente eu acredito que discussões mais aprofundadas e com propósitos específicos devem ser buscadas, pra que a real seja um movimento que alcance os homens de maneira mais ativa, e que tenha objetivos que visem disseminar o conteúdo e buscar melhorias às questões reclamadas há muito tempo, e que só pioram com o avanço de pautas feministas.

A maioria esmagadora tem que buscar a real, normalmente após um trauma emocional, do qual muitos não conseguiram sobreviver em sentido literal. Neste ponto, faço abertamente a crítica: estamos na passividade, e não vejo iniciativas no sentido de buscar pessoas ou mudanças no sistema, ainda que minimamente pontuais.

Por isso, independentemente das crenças ou expectativas negativas de cada um, o que é legítimo, sou favorável à abertura de um canal que vise de forma específica estabelecer um curso pra obtenção de melhorias ou difusão de conteúdo, sem propósitos políticos pessoais ou vantagens financeiras, focado no desenvolvimento do homem em todos os sentidos, em contraposição da massificação de informações em nosso prejuízo, dia após dia.

Se já foi tentado e deu errado, vamos extrair algo positivo da experiência fracassada, corrigir os erros e tentar de novo.
Pelo poder da verdade, eu, ainda vivo, conquistei o universo


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#18
(13-01-2023, 12:01 AM)Wild Escreveu: @Diamante Estou ciente, por isso o complementei.

Se deu errado, imagino que teve motivos pra tal, como falei, não esperaria jamais que algo tão audacioso desse certo de primeira. A questão aqui é só voltar pra a prancheta de desenho e começar do planejamento, do zero.

Você saberia pontuar os motivos que levaram a não dar certo? Tal conhecimento seria imprescindível pra mim, trabalhar em cima disso. Precisamos saber onde erramos pra saber onde acertaremos.

Meu único objetivo é ter um espaço onde possamos ter boas e frutíferas discussões que estejam além da passividade apresentada por aqui. Se eu chegar numa fração disso já estaria mais do que feliz.

Ademais não procuro nenhum lucro além do meu desenvolvimento intelectual.

Agradeço o comentário.

Por que você despende muita energia e recurso$ para poucos resultados. Eu mesmo, já gastei($) muito (além do tempo) para manter essas plataformas de pé. No fim, só ganhei inimizades.

Quer ainda continuar com o projeto? Comece pelo básico: Tente administrar um fórum (administrar mesmo: Dedicar seu tempo e dinheiro). Depois de uns 2 anos, veja se ainda continua a manter a mesma ideia. Ou você pode ir para o Youtube. Hoje em dia o Youtube é o cargo chefe para divulgações de vários conteúdos.

OBS: Não leve meu post como ofensa ou ironia.
"A Real tem 5 estágios: Conhecimento, Revolta, Aceitação, Compreensão e Evolução".
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#19
Isso é um fato, @Diamante.

Mas aí que está, se a gente tratar como um negócio, precisamos saber como cortar os custos e maximizar os resultados.

Eu entendo que o problema é que as metas sempre são vagas, difíceis de acompanhar seu progresso, ou isso ou então são obscenamente complexas ou inviáveis de se fazer, por que não tem como ser outra coisa.

É preciso entender que estamos numa guerra assimétrica aqui (veja a definição da wikipedia caso não saque o termo). É importante entender que o Vietnam venceu EUA jogando não com mais força, mas sim com mais inteligência, mais resiliência, mais motivação, sabendo usar as desvantagens como vantagem. A gente pode ganhar, mas num contexto mais limitado.

Afinal complementando o que falou, não temos ONGs milionárias recebendo grana de George Soros e turma, nem somos ativistas cuja única profissão é ser agitador social. Nossos recursos (tempo e grana) são extremamente limitados.

Então temos que também limitar bem o nosso escopo. O fórum aqui, por exemplo, funciona muito bem por que o escopo e missão dele é muito claro e bem definido. O fórum não toma "prejuízo", até por que ele não é feito pra "lucrar". Ele é uma ferramenta que tem uma utilidade limitada, e serve bem enquanto ainda tem recursos ou pessoal que faça a máquina continuar a rodar. Quando perder essa utilidade ele já terá comprido o seu objetivo.

Então é preciso que saibamos reconhecer metas claras e críveis que podem ser completadas num tempo razoável, quais "armas" temos em nosso lado, e como maximizar o uso delas, trabalhar a motivação do pessoal, etc. Temos que sempre lembrar desse conceito de guerra assimétrica pra poder não perdermos nossos objetivos de vista. É Nós vs. O Mundo mesmo.

No mais... Ficaria grato se pudesse compartilhar mais das suas experiências conosco, elas são sempre engrandecedoras. Agradeço o comentário.

Força e honra,
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#20
Então, Wild. De certa forma, acredito que contribuir para à Real. O fórum por exemplo, muita da minha política que construir, e adotando ideias dos membros Staff da época; ainda são usadas até hoje. Exemplo: Pode reparar na administração: Você quase não ver mais alguém da Staff se desgastando para administrar o fórum.

Sobre divulgação: Na época até gostaria de fazer um site ao estilo Canal do Búfalo. Faltou tempo e voluntários para realizar o trabalho.

Saindo da plataforma de fórum, acredito que o único caminho seria o Youtube mesmo. Tipo que o "Trunks do Futuro" está fazendo. Não vejo mais outra alternativa de divulgação além da produção de vídeos. O ruim é o canal e o criador de conteúdo serem expurgados da plataforma por qualquer motivo sem lógica.
"A Real tem 5 estágios: Conhecimento, Revolta, Aceitação, Compreensão e Evolução".
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