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Senhor X Prejuízo alheio (Politicamente Incorreto)
#1
Texto do Senhor X do antigo central do búfalo. 

Prejuízo alheio



Um leão forte, imponente, forte e saudável. A princípio, uma cena bonita, inspiradora, épica. Visualmente, tudo muito perfeito, não fosse um detalhe: todas as zebras, gazelas e outros animais que ele matou. O leão todo poderoso que você visualiza só está ali às custas destes animais citados. E o abate de cada um deles foi necessário. De outra forma, o leão nem estaria vivo. Era ele ou as presas. O leão fez a escolha certa!




Toda a nossa existência implica no prejuízo alheio. Sempre! Se você está trilhando um caminho de sucesso, estará acumulando, pelo caminho, o insucesso de outras pessoas. De certa forma, você é culpado pela derrota dessas. E é bom que você aprenda a conviver com isso, porque, para que você se tornasse um vencedor, a derrota dessas pessoas era inevitável!!!


O carreirista precisa ter habilidade em usar o talento dos outros ao seu favor, seja subordinados, colegas ou até mesmo superiores. Nos meios corporativos, isso se chama inteligência interpessoal. Eu prefiro chamar de manipulação barata. De qualquer forma, tenha o nome que tiver, este ato sempre implicará no benefício de um, em detrimento de uma ou mais pessoas.
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Outro exemplo mais fácil de visualizar é o do empresário. Para ser bem-sucedido, ele precisará, primeiro, de empregados. Empregados que trabalharão para burro e ganharão mal! Muito mal! Se ele, por qualquer motivo, resolver pagar bem, diminuirá a margem de lucro e correrá o risco de quebrar! E, cá para nós, não seria nada justo, uma vez que o risco do negócio é dele e não dos empregados. Por isso, a exploração do trabalhador será inevitável para o sucesso daquela empresa.


O mesmo se pode dizer do consumidor da tal empresa. Será necessária habilidade do empresário para vender produtos de qualidade duvidosa por preços extorsivos. Se ele investir muito em qualidade, irá aumentar o custo dos produtos, podendo inviabilizar o negócio. Portanto, de certa forma, ele estará prejudicando os consumidores para ter lucro.


A recíproca é verdadeira: o consumidor, para receber a melhor proposta, precisa que várias empresas que atuam no mesmo ramo concorram entre si. Disputa pelo menor preço (que acarreta menor margem para as empresas), investimento em marketing (que implica em gastos), aumento da qualidade dos produtos para torná-los mais competitivos (e caros para a empresa), ou até mesmo práticas que visem o enfraquecimento ou até a "quebra" do concorrente. Ou seja: o lucro do próprio consumidor depende de certo sacrifício de várias empresas!!!


Resumo da história: a todo momento, você está prejudicando alguém em benefício próprio. Já diziam nossos pais que "a vida é uma guerra, onde os mais fortes devoram os mais fracos". Nunca eles estiveram tão certos! Na guerra pelo lucro próprio e prejuízo alheio, os mais fracos, realmente, sofrerão mais derrotas, enquanto os mais fortes acumularão vitórias uma atrás da outra.
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Se você me disser que nunca prejudicou alguém na vida, eu aponto o dedo na sua cara e te chamo de hipócrita! Desde sua concepção, sua existência e bem-estar implicam no prejuízo de alguém.


Sua primeira "vítima" foi a sua mãe. Lá no ventre materno, você era uma criatura disforme, que só sugava nutrientes. E, em troca, você eliminava dejetos no corpo da sua mãe. Dejetos estes que, por nove meses, debilitaram a saúde dela.


O mesmo se pode dizer do seu pai. Para te garantir bem-estar, ele teve de trabalhar duro e ver a renda ser usada no seu crescimento. Ele investiu em você, já certo de que tal investimento não traria nenhum retorno, nenhum benefício para ele!


E assim foi durante toda a sua vida. Cada sucesso, cada vitória, cada degrau conquistado custou o bem-estar, a felicidade de alguém. Essa é a real mais dura da vida! O próprio conceito de macho alfa e macho beta é um exemplo de benefício próprio e prejuízo alheio. Para que um alfa se destaque, é necessário que haja exemplos de machos beta fracassados e assexuados. De outra forma, ninguém se destacaria. A evolução depende da seleção dos melhores, e no "descarte" dos piores. Cruel? Sinto muito! Não fui eu quem criou as regras. Assim como você, eu apenas sigo!
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Se você é bom, honesto, altruísta, significa que você aceita o prejuízo próprio para garantir o benefício alheio. O que você ganha com isso? Amizades? Uma boa fama? Faça-me o favor... Bonzinhos são incapazes de garantir a própria existência! Bonzinhos são caras que militam o tempo todo contra si, em prol de terceiros! Em última análise, são perfeitos idiotas!!!


A tese do prejuízo alheio é tão forte que, para vivermos em sociedade, foram necessárias leis, na tentativa de minimizar o tal prejuízo, e impedir que nos tornássemos animais predatórios totais, espancando e até matando para garantir a própria sobrevivência. Acho que, embora a intenção dos legisladores tenha sido boa, não foi muito frutífera. No máximo, o prejuízo só muda de lado. No final das contas, alguém sempre acaba perdendo! Imagine era um ideal lindo, mas acabou se mostrando utópico ao extremo!


O texto parece ter sido escrito em tom de revolta. Mas não. Eu tenho plena consciência de que a realidade sempre foi assim. E sempre será. Cabe a nós apenas aceitar essa realidade e nos adaptar. Seu sucesso sempre estará marcado pelo prejuízo de uma ou várias pessoas. Ao longo de sua vida, você terá de escolher se vai jogar no time dos vencedores ou dos prejudicados. Faça a escolha certa! Como já dizia a velha máxima, "para se fazer um omelete, é necessário que alguns ovos sejam quebrados!".

Fonte: http://bufalocaido.site.pm/2011/10/prejuizo-alheio.html
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#2
(29-04-2020, 03:18 PM)fernandobon04 Escreveu: Texto do Senhor X do antigo central do búfalo. 

Prejuízo alheio



Um leão forte, imponente, forte e saudável. A princípio, uma cena bonita, inspiradora, épica. Visualmente, tudo muito perfeito, não fosse um detalhe: todas as zebras, gazelas e outros animais que ele matou. O leão todo poderoso que você visualiza só está ali às custas destes animais citados. E o abate de cada um deles foi necessário. De outra forma, o leão nem estaria vivo. Era ele ou as presas. O leão fez a escolha certa!

Sim, pois nós somos como leões, irracionais, sem nenhum tipo de senso crítico e precisamos entrar no sistema dicotômico "matar ou ser morto". A sociedade ocidental não evoluiu, ficou estagnada no código de talião e no "que vença o mais forte". Achei que você não acreditava em situações absolutas onde não há outras opções. 

Se isso tudo fosse verdade,  imagine como seria o conceito de família. Seu pai e sua mãe se casam, mas aparece um homem mais forte que seu pai. Eles se enfrentam em um duelo até a morte e seu pai perde. O que o ricardão vencedor faz? Mata você (o filho) e faz uma nova prole na sua mãe. Fantástico!

Eu até entendo criar algumas metáforas com a natureza, mas de forma literal é uma ideia absurda.

(29-04-2020, 03:18 PM)fernandobon04 Escreveu:
Toda a nossa existência implica no prejuízo alheio. Sempre! Se você está trilhando um caminho de sucesso, estará acumulando, pelo caminho, o insucesso de outras pessoas. De certa forma, você é culpado pela derrota dessas. E é bom que você aprenda a conviver com isso, porque, para que você se tornasse um vencedor, a derrota dessas pessoas era inevitável!!!



O carreirista precisa ter habilidade em usar o talento dos outros ao seu favor, seja subordinados, colegas ou até mesmo superiores. Nos meios corporativos, isso se chama inteligência interpessoal. Eu prefiro chamar de manipulação barata. De qualquer forma, tenha o nome que tiver, este ato sempre implicará no benefício de um, em detrimento de uma ou mais pessoas.


Verdades absolutas então? A escola austríaca inteira está errada quando afirma que a sociedade capitalista não é uma equação de soma zero (em outras palavras, eu não preciso perder para você ganhar). Eu quero ver é provar com números e dados essa afirmação absurda. 

Papo de socialista de classes "explorador vs explorado", em resumo, ao dizer que o patrão malvado paga mal seu funcionário, tu ta agindo extamente como os supostos perdedores que o texto tanto critica. No mínimo contraditório.

"Em definitivo, a economia não é um jogo de soma zero, uma vez que durante todo o processo de produção de bens e serviços estamos gerando riqueza: seja quando investigamos como converter coisas em bens, quando de fato convertemos as coisas em bens, e quando distribuímos os bens por meio das trocas comerciais.

Ao contrário do que supõem os socialistas — que toda a riqueza já está criada e dada, e que é necessário apenas redistribuí-la —, o livre mercado é o único arranjo no qual os indivíduos podem se organizar de modo a incrementar ao máximo possível a oferta de bens e serviços, os quais iremos utilizar para satisfazer de maneira contínua nossos mais variados fins.

A economia, portanto, não é um jogo de soma zero, mas sim um jogo de saldo positivo e expansivo — a menos que o estado entre em cena e se aposse destes ganhos. "


Fonte: Mises - Soma zero

Uma situação é afirmar que a vida é uma grande disputa onde nem todos podem vencer. Isso é uma maneira justa de explicar as desigualdades que existem. Realmente, na maioria dos casos o mais capacitado vence. Por outro lado é uma simplificação burra da situação, pois deixa de lado variáveis como sorte (estar no momento certo, na hora certa, falar com a pessoa certa, conhecer a pessoa certa), afinidades inter-sociais distintas, capacidades e habilidades únicas a cada tipo de personalidade, e por aí vai.

(29-04-2020, 03:18 PM)fernandobon04 Escreveu:
Se você é bom, honesto, altruísta, significa que você aceita o prejuízo próprio para garantir o benefício alheio. O que você ganha com isso? Amizades? Uma boa fama? Faça-me o favor... Bonzinhos são incapazes de garantir a própria existência! Bonzinhos são caras que militam o tempo todo contra si, em prol de terceiros! Em última análise, são perfeitos idiotas!!!

Seguindo esse raciocínio o correto a se fazer é ser um parasita filho da puta aproveitador? Esse é o conceito adequado? 

Eu concordo com o fato de que é relativamente comum "bonzinhos" tomarem prejuízo, mas isso automaticamente quer dizer que eu devo ser um aproveitador pau no cu? Como você mesmo diz, não é necessário ficar nessa dicotomia. Por que não posso ser honesto sem deixar alguém me passar pra trás?

E mais, eu vejo um pré julgamento sem sentido aqui. O que seria um bonzinho? Não existem pilantras que agem de maneira bondosa com algum interesse por trás? Todo bonzinho tem algum interesse ou todo bonzinho age sem nenhum interesse?

Essa tentativa de levar o maquiavelismo ao extremo é exagerada e nem sempre benéfica. O próprio Maquiavel já avisou sobre isso. 

Se você for odiado (por agir como um pau no cu aproveitador como o texto sugere) deve temer a tudo e a todos (conspiradores vão caçar a sua cabeça, pois o bonzinho pode vir a se tornar um "malvado" para fazer justiça). (Fonte: Maquiavel - O Principe - Pág. 110).

Aditivo:

Outra questão me surgiu a mente. Supondo que tudo que esse texto diz, que devemos abrir mão da moralidade e das virtudes para alcançar "sucesso". O que seria esse sucesso? Dinheiro, uma casa enorme, mulheres ao me dispor, carros esportivos, etc?

Isso não faria sentido se, por exemplo, você descobrir que tem mais uma semana de vida, certo? Existem dezenas de casos de pessoas que atingiram o topo do topo, conseguiram tudo que buscavam e mesmo assim estavam insatisfeitas, alguns até encontraram um vazio existencial. Alexandre, o Grande, é um exemplo que me vem a cabeça.

Lembrando a reflexão do Libertador: memento mori.

Eu me recuso a acreditar nesse texto (por completo) e assumir como uma verdade. Algo que me induz a ser uma pessoa ruim, agir contra a moral e prejudicando outros deliberadamente.

Um homem com escolhas é um homem livre.
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#3
O autor parte de uma premissa errada, a qual, por consequência, invalida qualquer conclusão que se lhe infira.

Ele argumenta como se a economia fosse um jogo de soma zero, o que obviamente é falso.

Logo, podemos - e devemos - sim crescer não só apesar de, mas a partir do crescimento e benefício de outras pessoas. Assim é que se fica milionário, por exemplo, oferecendo produtos e serviços que atendem às necessidades de muita gente, facilitando as suas vidas.

Ps: comentei sem ler os outros comentários, agora vi que o Gorlami trouxe exatamente esse conceito.
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#4
"Sim, pois nós somos como leões, irracionais, sem nenhum tipo de senso crítico e precisamos entrar no sistema dicotômico "matar ou ser morto". A sociedade ocidental não evoluiu, ficou estagnada no código de talião e no "que vença o mais forte". Achei que você não acreditava em situações absolutas onde não há outras opções."

Esse texto está mostrando a natureza humana em sua base sem modificação. (sem pressão religiosa, sem leis, sem valores etc.

"Se isso tudo fosse verdade,  imagine como seria o conceito de família. Seu pai e sua mãe se casam, mas aparece um homem mais forte que seu pai. Eles se enfrentam em um duelo até a morte e seu pai perde. O que o ricardão vencedor faz? Mata você (o filho) e faz uma nova prole na sua mãe. Fantástico!"

Esse texto não é para ser levado ao pé da letra. Pois o instinto humano manifesta de acordo com a cultura, pressão social, leis, pressão família, etc. Como o senhor X disse, foi necessário criar leis para controlar o instinto humano. 



"Papo de socialista de classes "explorador vs explorado", em resumo, ao dizer que o patrão malvado paga mal seu funcionário, tu ta agindo extamente como os supostos perdedores que o texto tanto critica. No mínimo contraditório."

Críticar alguém não te torna fraco ou perdedor. Nem forte ou vencedor. Crítica faz parte da vida. 

"Uma situação é afirmar que a vida é uma grande disputa onde nem todos podem vencer. Isso é uma maneira justa de explicar as desigualdades que existem. Realmente, na maioria dos casos o mais capacitado vence. Por outro lado é uma simplificação burra da situação, pois deixa de lado variáveis como sorte (estar no momento certo, na hora certa, falar com a pessoa certa, conhecer a pessoa certa), afinidades inter-sociais distintas, capacidades e habilidades únicas a cada tipo de personalidade, e por aí vai."

Como disse acima, esse texto só mostra a base da natureza humana sem pressão nenhuma. 


"Seguindo esse raciocínio o correto a se fazer é ser um parasita filho da puta aproveitador? Esse é o conceito adequado?"

O ser humano é um ser emocional. Não racional
Lula fez coisa errada e tem um monte de gente que idólatra ele. Mesmo com provas contra ele , as pessoas não estão nem aí e continuam admirando ele. 

"Eu concordo com o fato de que é relativamente comum "bonzinhos" tomarem prejuízo, mas isso automaticamente quer dizer que eu devo ser um aproveitador pau no cu? Como você mesmo diz, não é necessário ficar nessa dicotomia. Por que não posso ser honesto sem deixar alguém me passar pra trás?"

O que acontece que todas as pessoas agem de forma honesta e errada alternadamente. Agem de acordo com a emoção e a situação do momento. Pois é ser humano é emocional e não racional. 

Ser aproveitador e uma decisão pessoal de cada um.Cada um age do jeito que acha melhor. 

"E mais, eu vejo um pré julgamento sem sentido aqui. O que seria um bonzinho? Não existem pilantras que agem de maneira bondosa com algum interesse por trás? Todo bonzinho tem algum interesse ou todo bonzinho age sem nenhum interesse?

Bonzinho são pessoas com comportamento passivo agressivo. Sim bonzinho tem interesse de querer ser amigo de todo mundo mas isso é causado porque esse tipo de pessoa é insegura. 

"Essa tentativa de levar o maquiavelismo ao extremo é exagerada e nem sempre benéfica. O próprio Maquiavel já avisou sobre isso."

Lendo o texto ao pé da letra da essa impressão. Mas se analizar as pressões sociais, é necessário adaptar as técnicas de acordo com situação. Manipulação deve ser usada de forma equilibrada. O livro 48 leis do poder explica o que eu quero dizer melhor. 

"Outra questão me surgiu a mente. Supondo que tudo que esse texto diz, que devemos abrir mão da moralidade e das virtudes para alcançar "sucesso". O que seria esse sucesso? Dinheiro, uma casa enorme, mulheres ao me dispor, carros esportivos, etc?"

Sucesso varia de acordo com a pessoa pois cada uma tem objetivos diferentes. Mas no geral, todos querem ter o máximo de benefícios se assim elas poderem. 

"Isso não faria sentido se, por exemplo, você descobrir que tem mais uma semana de vida, certo? Existem dezenas de casos de pessoas que atingiram o topo do topo, conseguiram tudo que buscavam e mesmo assim estavam insatisfeitas, alguns até encontraram um vazio existencial. Alexandre, o Grande, é um exemplo que me vem a cabeça."

Felicidade não existe. O que existe é picos emocionais. Até a ciência prova isso. O que acontece é que quando a pessoa consegue algo ou evolui, o nível de "felicidade"(reações químicas no cérebro), faz a pessoa se sentir melhor. Mas depois de um tempo que varia de pessoa, o estado emocional volta ao normal. 

"Lembrando a reflexão do Libertador: memento mori.

Eu me recuso a acreditar nesse texto (por completo) e assumir como uma verdade. Algo que me induz a ser uma pessoa ruim, agir contra a moral e prejudicando outros deliberadamente."

Esse texto não deve ler lido como verdade absoluta. O objetivo é apenas uma reflexão. Após a pessoa ler o texto, ela deve refletir sobre as experiências de vida que ela teve e tirar as próprias conclusões. 

Tem pessoa que venceu na vida sendo honesta. Outra sendo desonestas. Outra sendo honestas em uma situação e desonestas em outras. 

As minhas respostas são apenas a minha opinião. Cada pessoa tem experiência de vida e valores diferentes. Se o valor e experiência da pessoa mudar, a pessoa tende a mudar a opinião.

Quando falo que o ser humano é emocional, eu quero dizer que a maioria das pessoas tomam decisão baseadas no que sentem.
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#5
(29-04-2020, 06:57 PM)fernandobon04 Escreveu: O ser humano é um ser emocional. Não racional

(...)

Esse texto não deve ler lido como verdade absoluta. O objetivo é apenas uma reflexão. Após a pessoa ler o texto, ela deve refletir sobre as experiências de vida que ela teve e tirar as próprias conclusões. 


As minhas respostas são apenas a minha opinião. Cada pessoa tem experiência de vida e valores diferentes. Se o valor e experiência da pessoa mudar, a pessoa tende a mudar a opinião.

Quando falo que o ser humano é emocional, eu quero dizer que a maioria das pessoas tomam decisão baseadas no que sentem.

Entendo.

Um homem com escolhas é um homem livre.
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