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Bom texto.
Não sei se tem á ver, mas se for de utilidade pra alguém, eu sou de cidade pequena e afirmo que lá ainda existem boas meninas sendo criadas pela familia para casar. Criadas dentro de casa, nada de celular ou bagunça.
É nesse esquema teu aí, a menina só namora se for visando casamento.
Eu depois de estabilizado pretendo ir numa cidade pequena buscar uma mulher para casar.
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(23-10-2017, 11:21 AM)Tesla Escreveu: Temujin, o que vou escrever não é uma indireta para você. Escrevo de maneira geral.
Vem ano, vai ano e esse assunto sempre recai aqui. Eu nem li o texto todo, pra ser sincero.
(23-10-2017, 02:16 PM)Lasker Escreveu: (23-10-2017, 02:04 PM)Tesla Escreveu: E não estou conformado e achando normal/gostosinho/aceitável lançarem merda na minha cara. Estou me adaptando à nova realidade e tentando sair o mais ileso possível, uma vez que esse tipo de coisa não tem mais volta.
É exatamente isso que o autor do texto diz que ele faz também, se adaptar à realidade. Para mim está longe de ser mimimi, mas cada um com sua interpretação, né.
O Tesla nem leu o texto todo. Leu uma parte, imaginou por conta própria como seria o desenvolvimento do raciocinio do autor, criou um espantalho e atacou. E no final concluiu o mesmo que o autor havia concluido. É isso mesmo?!
“A maior necessidade do mundo é a de homens — homens que se não comprem nem se vendam; homens que, no íntimo de seu coração, sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” Educação, Pág 57.
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23-10-2017, 11:12 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 23-10-2017, 11:13 PM por Bean.)
É um bom texto e para mim bastante óbvio.
Quem quer encontrar uma mulher decente em app e redes sociais precisa rever sua estratégia.
Vou criar uma fábrica de produção de chucrute e todas as funcionárias serão exceção ai os senhores poderão, quem sabe, encontrar a mulher dos seus sonhos. Obviamente que para isso deve comprar um fardo de chucrute.
"Há um amplo fosso de aleatoriedade e incerteza entre a criação de um grande romance – ou joia, ou cookies com pedaços de chocolate – e a presença de grandes pilhas desse romance – ou joia, ou sacos de biscoitos – nas vitrines de milhares de lojas. É por isso que as pessoas bem-sucedidas em todas as áreas quase sempre fazem parte de um certo conjunto – o conjunto das pessoas que não desistem." O andar do bêbado.
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24-10-2017, 12:52 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 24-10-2017, 12:54 AM por Merdingo.)
(23-10-2017, 10:46 PM)Ernane Carreira Escreveu: Bom texto.
Não sei se tem á ver, mas se for de utilidade pra alguém, eu sou de cidade pequena e afirmo que lá ainda existem boas meninas sendo criadas pela familia para casar. Criadas dentro de casa, nada de celular ou bagunça.
É nesse esquema teu aí, a menina só namora se for visando casamento.
Eu depois de estabilizado pretendo ir numa cidade pequena buscar uma mulher para casar.
   
Outro iludido com a nobre camponesa, pura e recatada do interior, que vai todos os dias ao bosque colher lenha.
Você não leu o relato do tenente/capitão ou sei lá o que, que tomou no cu, exatamente por pensar assim, né?
Dá uma procurada no fórum aí.
E não vou nem entrar nos méritos de falar da minha ex.
(23-10-2017, 11:11 PM)Libertador Escreveu: O Tesla nem leu o texto todo. Leu uma parte, imaginou por conta própria como seria o desenvolvimento do raciocinio do autor, criou um espantalho e atacou. E no final concluiu o mesmo que o autor havia concluido. É isso mesmo?!

É o ramster do realista girando.
Basta que o almejado ideal aconteça todos os dias para que a sonhada perfeição desapareça.
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Concordamos em discordar. Segue o jogo.
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(23-10-2017, 09:35 PM)John Cold Escreveu: Se o artigo é relacionado aos "aplicativos de encontro", acho correto o posicionamento. Agora, encontros em geral, não.
Posso ter entendido errado, mas ao conhecer uma mulher e existir um desejo mútuo, a alternativa esperada seria marcar um encontro, não?
Seja na faculdade, trabalho, rua, enfim, você conhece uma pessoa, ou já conhece ela minimamente através de conhecidos, e geralmente marcam um encontro para "se conhecer melhor". Até aí, pelo o que eu sei, é o ponto de partida de 90% dos relacionamentos.
E conhecer alguém em um lugar e marcar um encontro me parece 100 vezes "Melhor" do que conhecer alguém em uma balada, por exemplo.
Quanto a tendência moderna da superficialidade dos relacionamentos, isso é inegável. Existem 2 alternativas. Adapte-se ou pare de se relacionar. Acredito que a primeira seja mais aconselhável. Enfim, cada um com seus padrões.
Tenho um pouco de medo desse tipo de pensamento, de que a "Mulher moderna é suja, rodada, não serve para ser mãe dos meus filhos". Confesso e admito que as vezes me rendo a ele, mas vamos ser sinceros, controlar o número de pirocas de uma mulher é impossível. Sempre foi fácil pra ela dar. Hoje só é mais descarado pelo feminismo, pela modernidade. Quem disse que aquela mulher que aparenta ser tão correta, "honrada", não libera tudo nas horas vagas? Ficar encucando com essa merda só vai nos enfraquecer, trazer mais raiva e energia pesada para nossa vida. Apesar de a racionalização ser boa, em demasia ela faz mal. Acredito que isso só diminui o próprio homem, ao invés de "selecionarmos as melhores", vamos acabar nos isolando, criando enfermidades, perdendo oportunidades pela mente fechada.
Não é uma defesa a libertinagem, é um convite a repensar o modo como se julga e tenta se controlar excessivamente uma buceta. É cair no erro de "ser dono" da mulher, ou de monopolizar o tempo dela. Hoje em dia é quase impossível, não preciso nem explicar o pq.
Sinceramente, acho que quanto mais o homem se libertar do "medo de ser corno e de ser traído", mais vai evoluir pessoalmente. Não é sobre ela, é sobre você. Sempre foi sobre você, como se comporta, como reage, como atua. Pq é isso que tu consegue controlar, o resto é incontrolável.
[3]
Perfeito comentário.
Foi justamente o que levantei, a questão dos apps, concordo, degeneração social, concordo. Agora os encontros em si, não vejo nada demais.
Entendi a nuance do seu comentário a respeito do "medo de ser corno e de ser traído", não se trata de ser cuckold. Mas não ficar paranoico, o tempo (e o radar da Real) vai tratar de mostrar quem é a mulher com quem você está se relacionando..
"Paulistarum Terra Matter..."
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(23-10-2017, 10:46 PM)Ernane Carreira Escreveu: Bom texto.
Não sei se tem á ver, mas se for de utilidade pra alguém, eu sou de cidade pequena e afirmo que lá ainda existem boas meninas sendo criadas pela familia para casar. Criadas dentro de casa, nada de celular ou bagunça.
É nesse esquema teu aí, a menina só namora se for visando casamento.
Eu depois de estabilizado pretendo ir numa cidade pequena buscar uma mulher para casar.
Basta uma TV de 14" sintonizada na Globo pra desbloquear o lado obscuro da vadia
Mulher de interior são as piores, dão a xota pra qualquer gordo beta que tenha uma Hilux pra meter o pé daquele mato e ir pra cidade grande, como elas gostam de falar
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(23-10-2017, 11:11 PM)Libertador Escreveu: (23-10-2017, 11:21 AM)Tesla Escreveu: Temujin, o que vou escrever não é uma indireta para você. Escrevo de maneira geral.
Vem ano, vai ano e esse assunto sempre recai aqui. Eu nem li o texto todo, pra ser sincero.
(23-10-2017, 02:16 PM)Lasker Escreveu: É exatamente isso que o autor do texto diz que ele faz também, se adaptar à realidade. Para mim está longe de ser mimimi, mas cada um com sua interpretação, né.
O Tesla nem leu o texto todo. Leu uma parte, imaginou por conta própria como seria o desenvolvimento do raciocinio do autor, criou um espantalho e atacou. E no final concluiu o mesmo que o autor havia concluido. É isso mesmo?!

É  .
- Sem a visão de um objetivo um homem não pode gerir a sua própria vida, e muito menos a vida dos outros.
Leia: Nuvem de Giz
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(23-10-2017, 11:21 AM)Tesla Escreveu: Temujin, o que vou escrever não é uma indireta para você. Escrevo de maneira geral.
Vem ano, vai ano e esse assunto sempre recai aqui. Eu nem li o texto todo, pra ser sincero.
Provavelmente o cara que escreveu esse texto vai ser aplaudido por muitos aqui, idealizadores cabeça dura que insistem em buscar a mulher exceção, e o pior, definir uma fórmula mágica para isso, seja definindo um biotipo físico/mental/espiritual à mulher ideal para relacionamentos, e agora, neste texto, a maneira ideal.
Qualquer homem que se preza sabe que não vai ser na balada, no puteiro, no tinder/badoo/happn e para os mais espertos, muitas vezes nem na igreja que vai encontrar a famosa "exceção para relacionamentos duradouros", o amorzinho para dormir de conchinha.
Sabe também, que baladeiras, extremamente tatuadas, rockeiras, libertinas, M$ol, ególatras, estão menos propensas a ser boas companheiras para constituir família.
São princípios básicos, não uma ciência exata.
O que eu acho engraçado é que os caras buscam uma mulher ideal para ser sua salvação, a solução de todos os seus problemas e ter uma família feliz, por uma eternidade, independente de o quanto merdalhão ele seja. Que bosta é essa? Como se o sucesso do relacionamento dependesse única e exclusivamente de conseguir uma "boa" mulher.
Não quero cagar regra, mas para todo e qualquer caso, o melhor posicionamento até hoje foi o do War.
Certa vez ele disse que relacionamento não tem mistério. Se a garota for "aprovada" nos seus critérios básicos, se relacione. Aproveite enquanto estiver bom. Quando o navio começar a afundar, ou te dar muitos prejuízos, abandone. Simples assim.
Ficar teorizando, punhetando, articulando teorias sobre isso é perda de tempo, e mais perda de tempo ainda ficar sonhando e buscando algo que só existe na cabeça de homens que esperam que suas futuras mulheres os tratem como foram tratados pelas mães.
Já dizia o ditado. "Água morro abaixo, fogo morro acima e mulher quando quer dar ninguém segura". E vale pra todas. Tenho dó de quem trata sua mulher como o "bem mais precioso de sua vida".
Vão viver.
Esse posicionamento do WAR foi em algum texto? Ou em comentários aleatórios?
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(23-10-2017, 11:21 AM)Tesla Escreveu: Já dizia o ditado. "Água morro abaixo, fogo morro acima e mulher quando quer dar ninguém segura"
A Arábia Saudita discorda. Por exemplo, vejam esse relato do PUA Nick Krauser: FAILURE STORIES #4 – THE SAUDI VIRGIN
November 19, 2013
krauserpua
I’m walking down Oxford Street near Selfridges in the summer of 2012. My approaching has already started to wind down after gorging myself in a month’s tour of Yugoslavia. I’m relying on autopilot to push me along but it’s still pleasant. I see a tall African girl dressed elegantly with a colourful headscarf.
Hmmmm. I believe in going after Unicorns. This means girls who are completely outside of my normal catchment demographic but of such rare and unusual beauty that I really ought to give it a go on general principle. I don’t have any expectations of how they’ll react or how well I can get them. Just push the comfort zone and chase the beauty.
[img=229x0]https://krauserpua.files.wordpress.com/2013/11/somali.jpg?w=229&h=300[/img]
Drop a point
So I open this Muslim telling her I love her stylish fashion. Probably I compare her to a giraffe. I forget. She loves it. Her accent is posh and measured, her dememour very classy…. she’s just adorable. Sharp intelligent eyes, a free easy smile. Yummy. My humour is free-flowing and Im’ feeling good:
Citação:Me: I’m Nick
Her: I’m Afaf
Me: Haha… [i][laughing][/i]
Her: What? Why are you laughing?
Me: That’s not a name. That’s the noise dogs make. Afafafafaf
Later when telling her friends they love it and make dog jokes when she tells them of dates. I keep a general “woof woof” theme of callback humour going throughout the dating. So I take the number and get her out a week later. I thoroughly stumped as to how to proceed. She’s a proper five-prayers-a-day Muslim virgin of Somali background but grew up in Saudi Arabia. Culturally we are from different planets. I’m in my head about it.
Day 2 is a walk around a small park near Russell Square, sitting on a bench and later a coffee in Costa. I’m too freaked out to escalate, the headscarf and virginity giving me a mental block. We finish in a pub but she doesn’t drink alcohol and I overtly tell her I have no idea how to proceed. She’s nice about it but I’m expecting to LJBF myself through incompetence. I’m puzzled why I don’t feel the usual drive to just run the escalation model and push towards sex.
Day 3 is a nearby cinema to watch Judge Dredd. I hold her hand like a nervous teenager and then as we leave the darkened screen I kiss close her. Great, she takes it. She leans up against me in the bus stop and I send her home. From now on things are more like a normal girl but she’s got this massive virginity block.
[size=undefined]
[img=300x0]https://krauserpua.files.wordpress.com/2013/11/drive-in_grease.jpg?w=300&h=168[/img]
Tepid Escalation[/size]
We go to parks, eat in restaurants, have coffee. She comes round my house several times to watch movies and sit in my bedroom. It’s the closest thing I’ve had to regular dating all year. I even take her to a friend’s birthday party in Notting Hill. I’ve got a girlfriend. I like this. Autumn has come and I really don’t feel like generating new leads through the street grind. I want to hibernate and just close off my remaining leads which at this point are:
One of the Russians drift away after a solid Day 3 kiss close while both Croats fall off the radar. It’s a shame because all are solid 8s but what can you do? I’m just happy to knock over four of seven. Autumn passes into winter and I’ve now been dating my Saudi once a week for about two months.
Every escalation is painfully slow. First time I kiss her it’s soft. Second time there’s tongues and a bit of groping. First time I get her home she cuddles up to me on the sofa but won’t come to my bedroom. First time in the bedroom I get her tits out but no touching up downstairs. Later I finger her to orgasm through her jeans. Later again she wanks me off. Later again I get her face exploring around my dick but she won’t put it in her mouth.
Weirdly, I’m not too upset about the slothlike pace of escalation. I like her company. She tells me I’m the first man to ever take her beyond kissing. Yes, at age 26 she has never had a man mash her tits, touch her pussy or wrap her long fingers around his cock. I feel like Captain Kirk exploring a new planet. It doesn’t feel like failure. It’s nice having her adore me.
Then things go suddenly wrong. I’m at the next push for escalation in my bedroom unbuttoning her jeans. She’s so hot and horny I very nearly get her jeans off. She’s on the edge of the cliff, one tiny step from going all the way over the edge into full sex. We both sense it. She shuts down. I have to back off. At the bus stop I give her a nice kiss before she waves goodbye and I shrug my shoulders – only a matter of time now.
She doesn’t reply to any more texts. Complete radio silence. Unadds me from skype. She’s gone without explanation or goodbye. A year later I’m out with Jabba in Selfridges cafe when she walks past with a friend. I see her, she sees me, she knows I know she knows I’m there. She completely blanks me.
I’ve since experienced similar behaviour from other chaste Africans. Their body pushes them to hot horny sex but their mind resists. Eventually they reach a moment where they know one more step will put them over the edge. They cool off back home and realise “if I see him again I’ll end up fucking him”. So they cut contact. They can’t trust themselves not to get roped back in and deflowered. It sucks for me. If I’d figured out the solution to this puzzle I’d have had virgin flags fro Saudi Arabia, Ghana and Equitorial Guinea. Harumph!
Quanto ao rapaz que não tem medo de ser traído: Cuckoldry is, at least from the gene’s point of view, the worst thing that can befall a man outside of getting killed. We are here on this earth to serve one purpose — the propagation of our genes. Everything we do is either designed to push us toward that goal or is a byproduct of that purpose. So when a wife cheats on a husband, bears another man’s child, and then monopolizes the time and resources of her husband toward the raising of that child, she has stolen his reproductive sovereignty just as surely as hers would be stolen if she got pregnant by a male rapist and was forced to raise a child she didn’t want.
She has committed the equivalent of female rape. Mais em: https://heartiste.wordpress.com/2007/08/...e-rapists/
Aceitar passivamente a promiscuidade feminina e não ter nenhum medo de ser traído é como não sentir dor quando seu corpo está sendo danificado, não sentir medo do fogo ou de cair de um prédio alto. É Lepra Emocional.
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24-10-2017, 10:19 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 24-10-2017, 10:21 AM por Merdingo.)
(24-10-2017, 09:58 AM)Emperor Escreveu: (23-10-2017, 11:21 AM)Tesla Escreveu: Temujin, o que vou escrever não é uma indireta para você. Escrevo de maneira geral.
Vem ano, vai ano e esse assunto sempre recai aqui. Eu nem li o texto todo, pra ser sincero.
Provavelmente o cara que escreveu esse texto vai ser aplaudido por muitos aqui, idealizadores cabeça dura que insistem em buscar a mulher exceção, e o pior, definir uma fórmula mágica para isso, seja definindo um biotipo físico/mental/espiritual à mulher ideal para relacionamentos, e agora, neste texto, a maneira ideal.
Qualquer homem que se preza sabe que não vai ser na balada, no puteiro, no tinder/badoo/happn e para os mais espertos, muitas vezes nem na igreja que vai encontrar a famosa "exceção para relacionamentos duradouros", o amorzinho para dormir de conchinha.
Sabe também, que baladeiras, extremamente tatuadas, rockeiras, libertinas, M$ol, ególatras, estão menos propensas a ser boas companheiras para constituir família.
São princípios básicos, não uma ciência exata.
O que eu acho engraçado é que os caras buscam uma mulher ideal para ser sua salvação, a solução de todos os seus problemas e ter uma família feliz, por uma eternidade, independente de o quanto merdalhão ele seja. Que bosta é essa? Como se o sucesso do relacionamento dependesse única e exclusivamente de conseguir uma "boa" mulher.
Não quero cagar regra, mas para todo e qualquer caso, o melhor posicionamento até hoje foi o do War.
Certa vez ele disse que relacionamento não tem mistério. Se a garota for "aprovada" nos seus critérios básicos, se relacione. Aproveite enquanto estiver bom. Quando o navio começar a afundar, ou te dar muitos prejuízos, abandone. Simples assim.
Ficar teorizando, punhetando, articulando teorias sobre isso é perda de tempo, e mais perda de tempo ainda ficar sonhando e buscando algo que só existe na cabeça de homens que esperam que suas futuras mulheres os tratem como foram tratados pelas mães.
Já dizia o ditado. "Água morro abaixo, fogo morro acima e mulher quando quer dar ninguém segura". E vale pra todas. Tenho dó de quem trata sua mulher como o "bem mais precioso de sua vida".
Vão viver.
Esse posicionamento do WAR foi em algum texto? Ou em comentários aleatórios?
Comentários no geral, em participações nos tópicos. Não um texto específico.
(24-10-2017, 09:58 AM)Lasker Escreveu: (23-10-2017, 11:21 AM)Tesla Escreveu: Já dizia o ditado. "Água morro abaixo, fogo morro acima e mulher quando quer dar ninguém segura"
A Arábia Saudita discorda. Por exemplo, vejam esse relato do PUA Nick Krauser: FAILURE STORIES #4 – THE SAUDI VIRGIN
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I’m walking down Oxford Street near Selfridges in the summer of 2012. My approaching has already started to wind down after gorging myself in a month’s tour of Yugoslavia. I’m relying on autopilot to push me along but it’s still pleasant. I see a tall African girl dressed elegantly with a colourful headscarf.
Hmmmm. I believe in going after Unicorns. This means girls who are completely outside of my normal catchment demographic but of such rare and unusual beauty that I really ought to give it a go on general principle. I don’t have any expectations of how they’ll react or how well I can get them. Just push the comfort zone and chase the beauty.
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So I open this Muslim telling her I love her stylish fashion. Probably I compare her to a giraffe. I forget. She loves it. Her accent is posh and measured, her dememour very classy…. she’s just adorable. Sharp intelligent eyes, a free easy smile. Yummy. My humour is free-flowing and Im’ feeling good:
Citação:Me: I’m Nick
Her: I’m Afaf
Me: Haha… [i][laughing][/i]
Her: What? Why are you laughing?
Me: That’s not a name. That’s the noise dogs make. Afafafafaf
Later when telling her friends they love it and make dog jokes when she tells them of dates. I keep a general “woof woof” theme of callback humour going throughout the dating. So I take the number and get her out a week later. I thoroughly stumped as to how to proceed. She’s a proper five-prayers-a-day Muslim virgin of Somali background but grew up in Saudi Arabia. Culturally we are from different planets. I’m in my head about it.
Day 2 is a walk around a small park near Russell Square, sitting on a bench and later a coffee in Costa. I’m too freaked out to escalate, the headscarf and virginity giving me a mental block. We finish in a pub but she doesn’t drink alcohol and I overtly tell her I have no idea how to proceed. She’s nice about it but I’m expecting to LJBF myself through incompetence. I’m puzzled why I don’t feel the usual drive to just run the escalation model and push towards sex.
Day 3 is a nearby cinema to watch Judge Dredd. I hold her hand like a nervous teenager and then as we leave the darkened screen I kiss close her. Great, she takes it. She leans up against me in the bus stop and I send her home. From now on things are more like a normal girl but she’s got this massive virginity block.
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Tepid Escalation[/size]
We go to parks, eat in restaurants, have coffee. She comes round my house several times to watch movies and sit in my bedroom. It’s the closest thing I’ve had to regular dating all year. I even take her to a friend’s birthday party in Notting Hill. I’ve got a girlfriend. I like this. Autumn has come and I really don’t feel like generating new leads through the street grind. I want to hibernate and just close off my remaining leads which at this point are:
One of the Russians drift away after a solid Day 3 kiss close while both Croats fall off the radar. It’s a shame because all are solid 8s but what can you do? I’m just happy to knock over four of seven. Autumn passes into winter and I’ve now been dating my Saudi once a week for about two months.
Every escalation is painfully slow. First time I kiss her it’s soft. Second time there’s tongues and a bit of groping. First time I get her home she cuddles up to me on the sofa but won’t come to my bedroom. First time in the bedroom I get her tits out but no touching up downstairs. Later I finger her to orgasm through her jeans. Later again she wanks me off. Later again I get her face exploring around my dick but she won’t put it in her mouth.
Weirdly, I’m not too upset about the slothlike pace of escalation. I like her company. She tells me I’m the first man to ever take her beyond kissing. Yes, at age 26 she has never had a man mash her tits, touch her pussy or wrap her long fingers around his cock. I feel like Captain Kirk exploring a new planet. It doesn’t feel like failure. It’s nice having her adore me.
Then things go suddenly wrong. I’m at the next push for escalation in my bedroom unbuttoning her jeans. She’s so hot and horny I very nearly get her jeans off. She’s on the edge of the cliff, one tiny step from going all the way over the edge into full sex. We both sense it. She shuts down. I have to back off. At the bus stop I give her a nice kiss before she waves goodbye and I shrug my shoulders – only a matter of time now.
She doesn’t reply to any more texts. Complete radio silence. Unadds me from skype. She’s gone without explanation or goodbye. A year later I’m out with Jabba in Selfridges cafe when she walks past with a friend. I see her, she sees me, she knows I know she knows I’m there. She completely blanks me.
I’ve since experienced similar behaviour from other chaste Africans. Their body pushes them to hot horny sex but their mind resists. Eventually they reach a moment where they know one more step will put them over the edge. They cool off back home and realise “if I see him again I’ll end up fucking him”. So they cut contact. They can’t trust themselves not to get roped back in and deflowered. It sucks for me. If I’d figured out the solution to this puzzle I’d have had virgin flags fro Saudi Arabia, Ghana and Equitorial Guinea. Harumph!
Mas EU moro no BRASIL.
E PUA e merda pra mim é a mesma coisa.
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24-10-2017, 10:29 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 24-10-2017, 10:30 AM por Temujin.)
E daí que você mora no Brasil, Tesla? Ninguém seria muito pouca gente. Aí há mais uma opção, gritar Allahu Akbar e mudar pras terras arenosas.
Independente de sua opinião sobre PUA, o relato mostra que a promiscuidade das mulheres é controlável sim, só que os brasileiros (e demais ocidentais) somos muito frouxos para isso.
- Sem a visão de um objetivo um homem não pode gerir a sua própria vida, e muito menos a vida dos outros.
Leia: Nuvem de Giz
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(24-10-2017, 10:29 AM)Lasker Escreveu: E daí que você mora no Brasil, Tesla? Ninguém seria muito pouca gente. Aí há mais uma opção, gritar Allahu Akbar e mudar pras terras arenosas. 
Independente de sua opinião sobre PUA, o relato mostra que a promiscuidade das mulheres é controlável sim, só que os brasileiros (e demais ocidentais) somos muito frouxos para isso.
Quis dizer que não me importo se o pessoal da Arábia Saudita discorda, porque eu (nós) moro no País da putaria. E o que eles fazem lá não se aplica aqui. Quem quiser, que tente.
Eu não sou frouxo. Só não gasto energias pra ficar "domando piranha".
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É nesse esquema teu aí, a menina só namora se for visando casamento.
Eu depois de estabilizado pretendo ir numa cidade pequena buscar uma mulher para casar.
Muito pelo contrário, décadas atrás isso até poderia ser verdade porém depois do avanço tecnológico que o mundo sofreu nos últimos anos, tudo mudou. Pra começar hoje temos inúmeros métodos de prevenção contra gravidez, camisinha, pílulas e mais um escambau de coisa, celular virou item básico de casa, televisão tem em todo buraco e ainda temos o avanço da cultura marxista chegando com bastante força pelos mais variados meios existentes. Moças interioranas são exatamente iguais as de cidade, não se diferenciam em nada, talvez até NÃO tenham muitos parceiros sexuais porém se tivessem a oportunidade, teriam, mas isso não quer dizer que elas não façam sexo, a única diferença é que fazem com as opções existentes, existem muitas mulheres lindas no interior, gatas mesmo, ao nível de bater lado a lado com uma patricinha dessas de classe média, e elas acabam se relacionando com qualquer cara visto que em interior não se tem hipergamia como nas cidades, e por incrível que pareça são as mais fáceis e claro, safadas, é por isso que em interior você acaba vendo com frequência uma mulher linda com um cara horrível do lado.
Mulheres interioranas são muito safadas, muito mesmo, até porque em interior não se tem variedade de entretenimento como nas cidades, eu arrisco até comentar que mulher de interior é bem mais safada que mulher de cidade e fazem sexo com bem mais frequência. Quando era novinho eu morava numa cidade pequena de interior que tinha outros interiores afastados porém dentro do limite do município. Minha família foi chamada pra uma confraternização em uma vila bem pequena com casinhas afastadas e muito chão de terra. Nessa época eu era criança ainda, um exímio típico pivete, estávamos todos almoçando numa mesa bem grande no quintal e uma garota que por sinal era uma das filhas da dona da casa, me chama lá pra dentro, então eu fui, não tinha ninguém na casa, todos estavam lá pra fora, quando cheguei dentro da casa ela disse que uma colega dela queria ficar comigo então me disse pra ir pra um quartinho afastado que a garota estava me esperando, então eu fui, entrei no quartinho e lá estava ela, cheguei lá e então começamos a conversar, depois de minutos a gente se beijou e logo em seguida ela fechou e trancou a porta do quarto em que estávamos, ficamos por um bom tempo trancados lá dentro, ninguém desconfiou de nada até porque ninguém estava dentro da casa, detalhe que ela era bonita, olho claro, cabelo liso, branquinha e safada... ninguém da família nunca soube disso, e mais um detalhe, tínhamos todos 13/14 anos.
Eu percebi que isso era muito normal por lá, pois uma das meninas filhas da dona da casa, saiu pra um outro lugar afastado da casa com um cara.
@ Ernane, o último lugar no mundo que eu iria procurar uma mulher pra casar era em interior, com toda sinceridade, detalhe que eu morava em interior por isso falo com mais propriedade kk. Mas é isso aí, e quando as mulheres de interior vão pra cidade, se transformam em verdadeiras "Putas finas", porém há uma vantagem, mulheres de interior são muito fáceis, basta você se diferenciar minimamente dos caras do interior, o que não é nada difícil, elas caem em cima sem pudor ou timidez, eu tinha uma aparência digamos que de garoto da cidade mesmo tendo nascido em interior, então quando ia pro interior afastado desenrolava fácil algumas pervinhas, sem a mínima dificuldade, ainda me recordo dessa época, bons tempos. Hoje em dia eu nem sei mais como deve tá por lá, mas acredito que a coisa deve ter ficado feia, recentemente descobri que uma das meninas, a que me chamou pra dentro da casa, já tem um filho e grande por sinal, inclusive já estava casada e iria se separar kk. O passado dessas mulheres interioranas é podre. Eu poderia citar várias outras histórias dessas porém o texto se transformaria em um livro kk, mas algo que não poderei deixar passar é que em interior, tem muita festa em clubes de estrada, rola muita bebida, droga e sexo, se você acha que na cidade a coisa é feia, experimente ir em algumas dessas festinhas, as garotas bonitas são as mais vadias, talvez o melhor lugar pra se pegar mulher bonita e fácil seja em interior mesmo, livre de hipergamia e influencia feminista.
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Tirando um ponto aqui e ali, não existe mais distinção entre mulher do interior e mulher da capital. Desde menino eu transito nesses dois mundos. O que ocorre no interior é que à influência da religião ainda é maior do que nas capitais e nas cidades grandes; mas a traição, as festinhas, os bacanais, tudo isso estão lá, só que os pecados ocorrem por debaixo dos panos.
Muitos já são membros antigos da Real, mas ainda insistem em procurar um tipo de mulher que nunca existiu.
O que tem de relato de cara que foi procurar uma esposinha no interior pensando ser a virgem maria e se fodeu lindamente trazendo ela pra capital não está no gibi.
Vivam, tenham experiências, procurem uma mulher razoável, mas não façam disso objetivo de vida, porque a verdadeira felicidade não está nelas.
Homens não são reféns das mulheres, mas reféns da própria libido.
Homem cafajeste merece mulher rodada. Ambos se completam.
Casamento nos moldes modernos é uma roleta russa, mas com todas as balas carregadas.
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Ernane Carreira: "Vou em uma cidade pequena buscar uma mulher para casar".
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(24-10-2017, 11:47 AM)Héracles Escreveu:

Calma lá! Eu só estava
- Sem a visão de um objetivo um homem não pode gerir a sua própria vida, e muito menos a vida dos outros.
Leia: Nuvem de Giz
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No interior a coisa está tão feia quanto na cidade grande. Quer pegá mulé? Só ter Hillux
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