24-03-2026, 10:00 AM
Entendi. Mas hoje em dia o pessoal do forum deu uma diminuída, e a galera também está meio sem saco para ficar narrando suas leituras. Eu mesmo li alguns esse ano e so coloquei aqui nos essenciais.
Cara, a red ja está quase furando a bolha, muita gente esta tendo contato com essas ideias, a minoria conheceu por aqui. Existem vários outros que conheceram a red pelo YouTube e estão ai convivendo entre nós. Só que naturalmente essas pessoas sao mais discretas para evitarem retaliações desnecessárias, é a famosa mask pill.
O cara tem que saber se esconder na multidão, fingir concordar com eles, porque é inútil tentar mostrar-lhes a verdade. Ontem um colega meu de faculdade estava me mostrando a namorada dele, uma mina de nutrição muito bonita. Ele disse que confia muito nela, que ela nunca vai traí-lo, mas o mais engraçado é que ele ia deixar ela ir numa festa sem ele. Bom, às vezes a gente tem que se segurar bastante...
Para nao desvirtuar do sentido do tópico, vou colocar aqui algumas leituras:
- Macário, do Álvares de Azevedo: essa obra conta a história de um jovem que conhece o diabo numa taverna e faz um pacto com ele - um fausto brasileiro. O autor queria fazer uma mistura de Goethe com Shakespeare, porém a história ficou meio caótica, mas é muito bem escrita, entao a leitura torna-se fluída. É um livro romântico, e eu acho engraçado nesses livros a idealização da mulher perfeita, virgem e imaculada, e que no fim o protagonista tem consciência de que nunca irá consegui-la, e acaba por se entregar a vida boêmia e desregrada. Bem, acho que nao mudamos muito, nao há nada de novo de baixo do sol mesmo.
-Pais e filhos, Ivan Turkgniev: esse livro conta a história de dois amigos estudantes que vao para a casa dos pais passar as férias. Um deles, o Bazarov, é um nilista, nao crê em nada nem em nenhuma autoridade - essa obra é a primeira a retratar o nilismo na literatura mundial. O livro é centrado nas diferenças geracionais, uma elite conservadora e aristocratica versus uma juventude revoltada e nilista. É possível notar uma sutil crítica ao nilismo nesse livro, pois os protagonistas ditos nilistas apaixonam-se, mostrando que na prática o nilismo é insustentável. Nesse ponto ele parece muito com o crime e castigo, com a diferença que naquele, a culpa é a refutação do nilismo.
Cara, a red ja está quase furando a bolha, muita gente esta tendo contato com essas ideias, a minoria conheceu por aqui. Existem vários outros que conheceram a red pelo YouTube e estão ai convivendo entre nós. Só que naturalmente essas pessoas sao mais discretas para evitarem retaliações desnecessárias, é a famosa mask pill.
O cara tem que saber se esconder na multidão, fingir concordar com eles, porque é inútil tentar mostrar-lhes a verdade. Ontem um colega meu de faculdade estava me mostrando a namorada dele, uma mina de nutrição muito bonita. Ele disse que confia muito nela, que ela nunca vai traí-lo, mas o mais engraçado é que ele ia deixar ela ir numa festa sem ele. Bom, às vezes a gente tem que se segurar bastante...

Para nao desvirtuar do sentido do tópico, vou colocar aqui algumas leituras:
- Macário, do Álvares de Azevedo: essa obra conta a história de um jovem que conhece o diabo numa taverna e faz um pacto com ele - um fausto brasileiro. O autor queria fazer uma mistura de Goethe com Shakespeare, porém a história ficou meio caótica, mas é muito bem escrita, entao a leitura torna-se fluída. É um livro romântico, e eu acho engraçado nesses livros a idealização da mulher perfeita, virgem e imaculada, e que no fim o protagonista tem consciência de que nunca irá consegui-la, e acaba por se entregar a vida boêmia e desregrada. Bem, acho que nao mudamos muito, nao há nada de novo de baixo do sol mesmo.
-Pais e filhos, Ivan Turkgniev: esse livro conta a história de dois amigos estudantes que vao para a casa dos pais passar as férias. Um deles, o Bazarov, é um nilista, nao crê em nada nem em nenhuma autoridade - essa obra é a primeira a retratar o nilismo na literatura mundial. O livro é centrado nas diferenças geracionais, uma elite conservadora e aristocratica versus uma juventude revoltada e nilista. É possível notar uma sutil crítica ao nilismo nesse livro, pois os protagonistas ditos nilistas apaixonam-se, mostrando que na prática o nilismo é insustentável. Nesse ponto ele parece muito com o crime e castigo, com a diferença que naquele, a culpa é a refutação do nilismo.
A sorte favorece os audazes
