10-01-2022, 02:20 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 10-01-2022, 02:24 PM por Minerim.)
Em um país como o Brasil, onde socialistas e comunistas tem total liberdade para se expressar, defender suas ideologias e até mesmo formar partidos políticos, não faz absolutamente o menor sentido que fascistas — e até mesmo nazistas assumidos — sofram qualquer tipo de discriminação. Embora socialistas e comunistas se sintam moralmente superiores aos fascistas (ou a qualquer outra filosofia política ou escola de pensamento), sabemos perfeitamente que o seu senso de superioridade é fruto de uma pueril romantização universitária da sua própria ideologia. A história mostra efetivamente que o socialismo clássico e o comunismo causaram muito mais destruição do que o fascismo.
Portanto, se socialistas e comunistas tem total liberdade para se expressar, não existe a menor razão para que fascistas não usufruam dessa mesma liberdade.
É claro, nesse ponto, seremos invariavelmente confrontados por um oportuno dilema — o famoso paradoxo da intolerância, de Karl Popper. Até que ponto uma sociedade livre e tolerante deve tolerar a intolerância (inerente a ideologias totalitárias)?
As leis de propriedade privada resolveriam isso em uma sociedade livre. O mais importante a levarmos em consideração no atual contexto, no entanto — ao defender ou criticar uma determinada ideologia, filosofia ou escola de pensamento —, é entender que, seja ela qual for, ela tem o direito de existir. E todas as pessoas que a defendem tem o direito de defendê-la, da mesma maneira que todos os seus detratores tem o direito de criticá-la.
Essa é uma forte razão para jamais apoiarmos a censura. Muito pelo contrário, devemos repudiar com veemência e intransigência toda e qualquer forma de censura, especialmente a estatal.
Um exemplo forte de censura ocorre quando se evidencia que o sionismo e o comunismo estão atrelados ao globalismo, agentes financeiros, grandes industrias farmacêuticas e tecnológicas, enquanto movimento internacional destruidor das soberanias e nações, tal assertiva implica em antissemitismo e nazismo segundo os censuradores.
O mal tem muitas nuances e agrega todo tipo de individuo, porém a sinagoga/partido de satanás é antiga e até Cristo a mencionou; isso denota todo um grupo populacional com vínculos entre si esteja agindo em conjunto, certamente que não. Especulações e conjecturas das teorias da conspiração parecem ser uma ameaça quando esbarram na identificação e individualização dos grupos agentes.
Portanto, se socialistas e comunistas tem total liberdade para se expressar, não existe a menor razão para que fascistas não usufruam dessa mesma liberdade.
É claro, nesse ponto, seremos invariavelmente confrontados por um oportuno dilema — o famoso paradoxo da intolerância, de Karl Popper. Até que ponto uma sociedade livre e tolerante deve tolerar a intolerância (inerente a ideologias totalitárias)?
As leis de propriedade privada resolveriam isso em uma sociedade livre. O mais importante a levarmos em consideração no atual contexto, no entanto — ao defender ou criticar uma determinada ideologia, filosofia ou escola de pensamento —, é entender que, seja ela qual for, ela tem o direito de existir. E todas as pessoas que a defendem tem o direito de defendê-la, da mesma maneira que todos os seus detratores tem o direito de criticá-la.
Essa é uma forte razão para jamais apoiarmos a censura. Muito pelo contrário, devemos repudiar com veemência e intransigência toda e qualquer forma de censura, especialmente a estatal.
Um exemplo forte de censura ocorre quando se evidencia que o sionismo e o comunismo estão atrelados ao globalismo, agentes financeiros, grandes industrias farmacêuticas e tecnológicas, enquanto movimento internacional destruidor das soberanias e nações, tal assertiva implica em antissemitismo e nazismo segundo os censuradores.
O mal tem muitas nuances e agrega todo tipo de individuo, porém a sinagoga/partido de satanás é antiga e até Cristo a mencionou; isso denota todo um grupo populacional com vínculos entre si esteja agindo em conjunto, certamente que não. Especulações e conjecturas das teorias da conspiração parecem ser uma ameaça quando esbarram na identificação e individualização dos grupos agentes.
Só Jesus salva, vá e não peques mais...

