24-02-2021, 03:11 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 24-02-2021, 03:12 PM por Minerim.)
Agora, se logo no início ele contribuísse apenas economicamente, sem qualquer laço afetivo com o menor, é certo que deveria ser favorável a decisão no sentido de afastamento da paternidade outrora reconhecida.
Ele se colocou nesta situação: seja pelo reconhecimento inicial, mesmo que não houvesse qualquer vínculo com a mãe da criança; seja pelo afeto despendido ao menor.
Mas entendo o pensamento contrário também e não acharia absurdo se ainda assim, houvesse sido reconhecida a negativa da paternidade.
Vamos ver sua lógica jurídica progressista de concurseiro eivada de vícios; se fosse assim tudo baseado nos sentimentos teríamos:
Por exemplo se o sujeito num divorcio litigioso diz que ama a mulher e o juiz baseando-se nos laços afetivos demonstrados pelo apaixonado resolve não dissolver o vinculo porque subsistem os laços
logo a relação deverá continuar em nome do amor.
Acredito que você tenha admiração e concorde com arranjos familiares modernos do tipo da Deputada Flor de Lis dentre outros, afinal o que importa é concordar com todo esbulho revolucionário denominado de sentença e lei, através de um silogismo bem vagabundo e simplório dissociado dos elementos históricos e estruturais reais, isso aí é pura mentalidade desconstrucionista de repetição, um ourobouros que uniformiza tudo.
![[Image: ouroboros-1_xl.jpeg]](https://static.dicionariodesimbolos.com.br/upload/f7/e6/ouroboros-1_xl.jpeg)
O pai que não sabia que o filho não era dele não irá mais continuar querendo contato com a criança e ingressa com uma ação, houve na realidade o começo da extinção do vinculo que irá desaparecer rapidamente ao longo dos anos se for uma criança nova.
A filiação é mantida por causa do do assistencialismo, afastando-se o direito natural ( jus sanguini) e a manifestação de vontade, na prática e na realidade findou-se. No interesse da criança as autoridades e o legisladores não irão promover a persecução do pai real ou de sangue, já tem alguém pagando a conta e não são eles, pai de direito, mas não de fato e de sangue... tudo em nome do amor desconstrucionismo revolucionário dos laços familiares milenares judaicos cristãos.
Ele se colocou nesta situação: seja pelo reconhecimento inicial, mesmo que não houvesse qualquer vínculo com a mãe da criança; seja pelo afeto despendido ao menor.
Mas entendo o pensamento contrário também e não acharia absurdo se ainda assim, houvesse sido reconhecida a negativa da paternidade.
Vamos ver sua lógica jurídica progressista de concurseiro eivada de vícios; se fosse assim tudo baseado nos sentimentos teríamos:
Por exemplo se o sujeito num divorcio litigioso diz que ama a mulher e o juiz baseando-se nos laços afetivos demonstrados pelo apaixonado resolve não dissolver o vinculo porque subsistem os laços
logo a relação deverá continuar em nome do amor.Acredito que você tenha admiração e concorde com arranjos familiares modernos do tipo da Deputada Flor de Lis dentre outros, afinal o que importa é concordar com todo esbulho revolucionário denominado de sentença e lei, através de um silogismo bem vagabundo e simplório dissociado dos elementos históricos e estruturais reais, isso aí é pura mentalidade desconstrucionista de repetição, um ourobouros que uniformiza tudo.
![[Image: ouroboros-1_xl.jpeg]](https://static.dicionariodesimbolos.com.br/upload/f7/e6/ouroboros-1_xl.jpeg)
O pai que não sabia que o filho não era dele não irá mais continuar querendo contato com a criança e ingressa com uma ação, houve na realidade o começo da extinção do vinculo que irá desaparecer rapidamente ao longo dos anos se for uma criança nova.
A filiação é mantida por causa do do assistencialismo, afastando-se o direito natural ( jus sanguini) e a manifestação de vontade, na prática e na realidade findou-se. No interesse da criança as autoridades e o legisladores não irão promover a persecução do pai real ou de sangue, já tem alguém pagando a conta e não são eles, pai de direito, mas não de fato e de sangue... tudo em nome do amor desconstrucionismo revolucionário dos laços familiares milenares judaicos cristãos.
Só Jesus salva, vá e não peques mais...

