24-02-2021, 11:42 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 24-02-2021, 11:50 AM por Minerim.)
kkkkk
Como falei noutro tópico agora a respeito da mulher promíscua. O homem não deve trair, pois trai a si mesmo e muito menos deve aceitar uma traição, mas se aceitar, precisa de ajuda urgente a sair desse círculo corrompido.
Com relação à criança, certamente se um dia descobrisse que minha filha não fosse minha, a ruptura seria do casamento, mas jamais dos laços familiares com a criança. Já basta a mãe desta criança ser uma puta, o homem vai auxiliar a foder a vida da criança com quem teve afeto até então? Eu certamente manteria e brigaria até pela guarda, ao menos compartilhada. Já teria criado laços de afeto e amor à criança como se filho biológico fosse. Crianças precisam de exemplos.
Mas com relação ao exame de DNA, é muita paranoia em um relacionamento um dos dois pedir o exame. O caso narrado foi um caso atípico, um relacionamento de 02 semanas. Confiança é absolutamente necessário em uma vida a dois. Caso não consiga administrar a confiança, qualquer motivo será razão para ciúme e aí vira um relacionamento doentio.
Ações de pai pedindo a exclusão de paternidade já são milhares no Brasil, você não vê porque isso é ocultado dos índices e divulgação de dados, a pesquisa é bem difícil, existe a censura ideológica.
Nem todos o pais conseguem absorver o choque da descoberta da criança não ter o DNA dele, ficam emocionalmente destruídos e com a honra ferida e querem desvencilhar-se dos laços e se afastarem, porém irão ter que conviver com isso pelo resto da vida, não tem mais forças e ficam deprimidos, é uma pena perpetua e psicológica, dificulta até a constituição e manutenção de uma nova família.
São exceções aqueles que preferem lutar pelo laço afetivo, menos de 5%.
A volição do homem pouco importa para a Justiça, é no interesse da criança. A mãe não tem nenhuma obrigação no sentido de ir atrás do pai verdadeiro para que este assuma os deveres e obrigações.
No mundo dos desarranjos marxistas pai é quem paga a pensão.
Como falei noutro tópico agora a respeito da mulher promíscua. O homem não deve trair, pois trai a si mesmo e muito menos deve aceitar uma traição, mas se aceitar, precisa de ajuda urgente a sair desse círculo corrompido.
Com relação à criança, certamente se um dia descobrisse que minha filha não fosse minha, a ruptura seria do casamento, mas jamais dos laços familiares com a criança. Já basta a mãe desta criança ser uma puta, o homem vai auxiliar a foder a vida da criança com quem teve afeto até então? Eu certamente manteria e brigaria até pela guarda, ao menos compartilhada. Já teria criado laços de afeto e amor à criança como se filho biológico fosse. Crianças precisam de exemplos.
Mas com relação ao exame de DNA, é muita paranoia em um relacionamento um dos dois pedir o exame. O caso narrado foi um caso atípico, um relacionamento de 02 semanas. Confiança é absolutamente necessário em uma vida a dois. Caso não consiga administrar a confiança, qualquer motivo será razão para ciúme e aí vira um relacionamento doentio.
Ações de pai pedindo a exclusão de paternidade já são milhares no Brasil, você não vê porque isso é ocultado dos índices e divulgação de dados, a pesquisa é bem difícil, existe a censura ideológica.
Nem todos o pais conseguem absorver o choque da descoberta da criança não ter o DNA dele, ficam emocionalmente destruídos e com a honra ferida e querem desvencilhar-se dos laços e se afastarem, porém irão ter que conviver com isso pelo resto da vida, não tem mais forças e ficam deprimidos, é uma pena perpetua e psicológica, dificulta até a constituição e manutenção de uma nova família.
São exceções aqueles que preferem lutar pelo laço afetivo, menos de 5%.
A volição do homem pouco importa para a Justiça, é no interesse da criança. A mãe não tem nenhuma obrigação no sentido de ir atrás do pai verdadeiro para que este assuma os deveres e obrigações.
No mundo dos desarranjos marxistas pai é quem paga a pensão.
Só Jesus salva, vá e não peques mais...

