29-06-2020, 11:36 AM
(29-06-2020, 11:28 AM)Berzerk Escreveu:(26-06-2020, 07:09 PM)fernandobon04 Escreveu: Não entendi essa parte.
Tinha algumas ocasiões em que eu recebia um grande cliente pra fechar uma programação foda de pedidos.
Eram reuniões tensas, pois o cara se aproveitava da situação de fechar pedido grande pra negociar descontos. Ao final (pelo menos no mercado que eu trabalho) era muito comum a gente sair pra jantar e relaxar, beber, etc. Dependendo do tipo do cliente, meu patrão me passava um cartão de sócio do Café Photô aqui de SP (dava pra entrar até 3 pessoas sem pagar entrada) e uma grana pra pagar a puta que o cara quisesse. A grana era suficiente pra pagar puta pra mim tb. Tb ia pro Bamboa, Conection, várias casas de massagem, etc. Com o tempo vc vai conhecendo a casa, seguranças, putas...
Quem trabalha na parte comercial sabe que vc tem que criar empatia com o cliente, então não dá pra deixar o cara no puteiro e sair fora. A maioria eram tiozões casados com umas gordas largadas, então aquilo era uma ocasião e tanto pra ele. Aí vc se faz de "amigo de putaria", escolhe puta tb, troca impressões, etc e tal. Ajuda pra cacete nas vendas. Nas semanas seguintes os assuntos das visitas girava sobre as putarias... algumas vezes o cara escolhia uma puta MUITO cara e ele mesmo pagava uma puta mais baratinha pra mim.
A época mais "movimentada" era das feiras que a gente realizava. Os caras que vinham de fora de SP eram os mais desesperados pra ir em puteiro...
Resumo: eu tinha uma verba pra ir pro puteiro com o cliente.
Já vi isso por aqui também. Nunca participei da festinha, mas é fato que existe.
Um homem com escolhas é um homem livre.
