05-12-2019, 01:08 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 05-12-2019, 01:10 AM por Neo Solid.)
(02-08-2019, 10:43 PM)Indomável Escreveu: Só filmaço (sci-fi):
The Zero Theorem - Um cara depressivo pancado da cabeça que trabalha tentando descobrir o motivo da existência humana em um futuro distópico. O setor administrativo da empresa manda um kit punheta futurística pro cara se acabar na bronha com uma perva virtual e ele acaba sendo marmitado.
Twelve monkeys - O protagonista tem que parar um grupo misterioso que vai ser o responsável por soltar uma doença braba que vai ferrar com a humanidade. Tem viagem no tempo e o escambau a quatro. Muito bom, fora do normal.
Faltou nessa lista você citar o Brazil (1985) que é do mesmo diretor desses (Terry Gilliam, ex-Monty Python). Esse filme é sobre futuro distópico com governo totalitarista opressor e tem bastante correlação com o livro 1984 de George Orwell. Levando em conta que no enredo do filme o protagonista é um funça todo certinho que se fode por causa de mulher e amor romântico, podemos dizer que tem um viés de conhecimento realista.
Citação:Blade Runner - Se nunca viu vá ver agora. O velho e o novo. Muito bom.
Sobre esse filme, que também acho muito bom, gostaria de comentar que difere dos demais por existirem várias versões, parece que ao todo 7.
No livro do Philip K. Dick, o Deckard é humano e passa pelo teste Voight-Kampf. Os produtores queriam que isso correspondesse e ele fosse humano no filme. Por isso a primeira versão (Theatrical) tinha aquele monólogo. E foi incluída uma cena de "final feliz" para melhorar a recepção do público, baseado em prévias.
O diretor Ridley Scott tentou sabotar isso, não filmando a cena do teste, mostrando que o Deckard tinha fotos diversas de pessoas desconhecidas em casa, o que era hábito de andróides, mostrando que ele tinha a mesma memória da aranha do implante da Rachel, e filmando uma cena do sonho com um unicórnio que prova ele ser um andróide, por estar relacionado com o unicórnio de papel deixado pelo detetive Gatt no final, indicando que aquele sonho era uma memória implantada. Mas o estúdio vetou e cortou essa cena.
Posteriormente o diretor brigou pra lançar o director's cut e o final cut onde ele inclui tudo isso, tira o monólogo e o final feliz e deixa claro que o Deckard também era um andróide.
As feminazis piram com a cena do "assédio seguido de estupro".
