21-11-2019, 07:26 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 21-11-2019, 07:28 PM por Neo Solid.)
Obviamente, além de outros quesitos, houve uma grande identificação do confrade pela moça e talvez dela por ele pelo fato de ambos tomarem remédios, como ele citou. Essa questão em comum, pode ser um laço muito forte.
A família do meu ex-cunhado saiu da roça no interior de SP, e acabou indo pra Sampa. Moraram na favela de Heliópolis. Um casal com 10 filhos, 5 meninos e 5 meninas. Ele mesmo conta que algumas vezes não havia nada pra comer em casa. Ficaram por lá até o pessoal crescer, quando conseguiram comprar uma casa e retornaram pro interior. Nenhum se tornou bandido. Das mulheres, uma se formou, e depois voltou pra capital, onde trabalha, e vive solteira e sem filhos. As outras casaram todas na igreja, mas se perderam nos relacionamentos, tendo uma 9, outra 7, outra 4 e outra 2 filhos. De vários pais, claro. Festas de final de ano na casa dos pais dele eram bem animadas. Os homens se saíram melhor que as mulheres. Todos casaram e tiveram (poucos) filhos.
Quando minha irmã estava no último mês da faculdade, ela engravidou dele, e se casaram em seguida. Ele trabalhava de ajudante de oficina sem ter carteira assinada. Depois foi estudando, fazendo cursos e prestando concurso, prestou mais de 30, até que passou para um cargo de nível médio. Depois fez faculdade de administração e foi subindo na empresa até conseguir uma função de gerência e hoje ganha um salário um pouco maior do que o meu, que sou analista de nível superior.
Dez anos após o casamento, tiveram outra filha por vontade dele. Minha irmã não queria mais filhos. O que posso falar dela:
Minha irmã fez curso de comunicação, é modernete mas não é AttWhore. Low-profile nas redes sociais. Só tem fakebook, onde não posta muito.
Apesar dele ter tido essa curva espetacular de desenvolvimento, ela pediu o divórcio após 18 anos de casamento por ter "enjoado" dele, nas próprias palavras dela, que é e sempre foi bonzinho e submisso. Nunca houve a menor suspeita de pilantragem por parte dele. Ele ficou tentando reatar com ela por mais de um ano, sem sucesso.
Ela trabalha, mas com a pensão e mais umas ajudas ela vive esfolando ele todo mês, pois o meu sobrinho está em faculdade particular e a minha sobrinha está terminando o ensino em escola particular.
Ela é baixinha, sempre foi magra e já está com outro namorado desde o divórcio. Esse outro cara é militante de partido esquerdista, um pouco mais baixo que eu, e fracote. Concursado também, mas de nível superior. Solteiro, sem filhos, e mora com a mãe ainda.
Todo mundo nessa história na faixa de 40~45 anos. Meu ex-cunhado é alto e bem aparentado, sempre jogou futebol no tempo livre. Teve uns rolos após o divórcio mas não conseguiu se firmar com nenhuma outra mulher. Os pais dele continuaram casados e juntinhos até que a mãe dele faleceu, há alguns anos. Ele queria ter tido uma família maior como os pais tiveram, falava que queria ter tido 5 filhos, e ficar casado juntinho até a velhice.
Disse pra ele que na minha visão, não merecia o que a minha irmã fez. Mas enfim, nenhum relacionamento é garantido.
Então, sobre as pessoas de favela, podemos pensar na curva normal de distribuição de probabilidade. A grande maioria vai estar orbitando perto de uma média com padrão de cultura e comportamento bem conhecido. Vai ter uma minoria muito abaixo, e uma minoria muito acima.
Lembrem-se da parábola das sementes de mostarda. A questão é observar se esse pessoal da família da moça faz algo pra melhorar, pra mudar de situação, pra sair dali. Se forem do tipo conformado, despreocupado e preguiçoso, como citaram, é péssimo sinal.
A família do meu ex-cunhado saiu da roça no interior de SP, e acabou indo pra Sampa. Moraram na favela de Heliópolis. Um casal com 10 filhos, 5 meninos e 5 meninas. Ele mesmo conta que algumas vezes não havia nada pra comer em casa. Ficaram por lá até o pessoal crescer, quando conseguiram comprar uma casa e retornaram pro interior. Nenhum se tornou bandido. Das mulheres, uma se formou, e depois voltou pra capital, onde trabalha, e vive solteira e sem filhos. As outras casaram todas na igreja, mas se perderam nos relacionamentos, tendo uma 9, outra 7, outra 4 e outra 2 filhos. De vários pais, claro. Festas de final de ano na casa dos pais dele eram bem animadas. Os homens se saíram melhor que as mulheres. Todos casaram e tiveram (poucos) filhos.
Quando minha irmã estava no último mês da faculdade, ela engravidou dele, e se casaram em seguida. Ele trabalhava de ajudante de oficina sem ter carteira assinada. Depois foi estudando, fazendo cursos e prestando concurso, prestou mais de 30, até que passou para um cargo de nível médio. Depois fez faculdade de administração e foi subindo na empresa até conseguir uma função de gerência e hoje ganha um salário um pouco maior do que o meu, que sou analista de nível superior.
Dez anos após o casamento, tiveram outra filha por vontade dele. Minha irmã não queria mais filhos. O que posso falar dela:
Minha irmã fez curso de comunicação, é modernete mas não é AttWhore. Low-profile nas redes sociais. Só tem fakebook, onde não posta muito.
Apesar dele ter tido essa curva espetacular de desenvolvimento, ela pediu o divórcio após 18 anos de casamento por ter "enjoado" dele, nas próprias palavras dela, que é e sempre foi bonzinho e submisso. Nunca houve a menor suspeita de pilantragem por parte dele. Ele ficou tentando reatar com ela por mais de um ano, sem sucesso.
Ela trabalha, mas com a pensão e mais umas ajudas ela vive esfolando ele todo mês, pois o meu sobrinho está em faculdade particular e a minha sobrinha está terminando o ensino em escola particular.
Ela é baixinha, sempre foi magra e já está com outro namorado desde o divórcio. Esse outro cara é militante de partido esquerdista, um pouco mais baixo que eu, e fracote. Concursado também, mas de nível superior. Solteiro, sem filhos, e mora com a mãe ainda.

Todo mundo nessa história na faixa de 40~45 anos. Meu ex-cunhado é alto e bem aparentado, sempre jogou futebol no tempo livre. Teve uns rolos após o divórcio mas não conseguiu se firmar com nenhuma outra mulher. Os pais dele continuaram casados e juntinhos até que a mãe dele faleceu, há alguns anos. Ele queria ter tido uma família maior como os pais tiveram, falava que queria ter tido 5 filhos, e ficar casado juntinho até a velhice.
Disse pra ele que na minha visão, não merecia o que a minha irmã fez. Mas enfim, nenhum relacionamento é garantido.
Então, sobre as pessoas de favela, podemos pensar na curva normal de distribuição de probabilidade. A grande maioria vai estar orbitando perto de uma média com padrão de cultura e comportamento bem conhecido. Vai ter uma minoria muito abaixo, e uma minoria muito acima.
Lembrem-se da parábola das sementes de mostarda. A questão é observar se esse pessoal da família da moça faz algo pra melhorar, pra mudar de situação, pra sair dali. Se forem do tipo conformado, despreocupado e preguiçoso, como citaram, é péssimo sinal.
