17-10-2019, 04:07 PM
Às vezes - às vezes! - agradeço por ter tido uma personalidade neurótica, que ficava matutando e medindo consequências de certas decisões que ia tomar.
Namoros, ofertas de trabalho, investimentos, casamento.... decisões feitas num átimo; eu se fosse uma pessoa normal já teria feito merda, certamente.
Teria mergulhado em investimentos mal feitos, como meu irmão fez ao fechar numa mesa de bar que compraria uma loja de um "amigo".
A loja estava à beira da falência e detonou as finanças dele que tinha conseguido numa rescisão de vinte anos numa multinacional; sem pensar, ele tbm tomou a decisão de se casar pela segunda vez na vida, com uma rodada conhecida na cidade. Daí, perdeu o resto que tinha sobrado com esse divórcio.
Bom, decisões certas tem que ser tomadas idealmente por vias mais saudáveis, não por meio de transtornos obsessivo-compulsivos.
Mas acaba ajudando por vias tortas, não fui imediatista e impaciente.
Eu trabalho para que possa tomar atitudes, decisões corretas por meio de um julgamento bem feito, como Aristóteles apregoava em Ética a Nicómaco.
É difícil.
Namoros, ofertas de trabalho, investimentos, casamento.... decisões feitas num átimo; eu se fosse uma pessoa normal já teria feito merda, certamente.
Teria mergulhado em investimentos mal feitos, como meu irmão fez ao fechar numa mesa de bar que compraria uma loja de um "amigo".
A loja estava à beira da falência e detonou as finanças dele que tinha conseguido numa rescisão de vinte anos numa multinacional; sem pensar, ele tbm tomou a decisão de se casar pela segunda vez na vida, com uma rodada conhecida na cidade. Daí, perdeu o resto que tinha sobrado com esse divórcio.
Bom, decisões certas tem que ser tomadas idealmente por vias mais saudáveis, não por meio de transtornos obsessivo-compulsivos.
Mas acaba ajudando por vias tortas, não fui imediatista e impaciente.
Eu trabalho para que possa tomar atitudes, decisões corretas por meio de um julgamento bem feito, como Aristóteles apregoava em Ética a Nicómaco.
É difícil.
