22-09-2019, 06:14 PM
Quando o governo central venceu (e retomou) o estado de SP na revolução constitucionalista, se definiu o que seria o Brasil dali em diante.
O país estava migrando de um modelo já centralizado, para uma maior intervenção do Estado ainda, no governo varguista, com a criação de planos quinquenais, estatais (Petrobras, CSN) e Cepal.
Que por um lado, industrializava o Brasil (um país agrário, formado por um campesinato analfabeto em sua grande maioria, e duas cidades grandes, Rio, a capital e SP).
Mas por outro lado, aumentava as desigualdades de investimentos (com o centro-sul privilegiado nesse contexto) e endividava o país, mesmo com a abertura para indústrias estrangeiras, quando da chegada da indústria automobilística no fim da década de 50.
E o ápice do endividamento se deu com Brasília, um plano antigo que remontava ao Império, de afastar a capital central e seu funçanato dos centro de tensão social então.
Muito dinheiro pra poucos, o governo e sua burocracia, nesses tempos e nos que sobrevieram, e esmolas 'oficiais' travestidas de 'redistribuição' de renda para a plebe alienada, desde Fgts, seguro-desemprego, até BF, outrora bolsa-gás, isso em pleno 2019.
E isso sempre rende, a cada eleição, muitos votos.
O país estava migrando de um modelo já centralizado, para uma maior intervenção do Estado ainda, no governo varguista, com a criação de planos quinquenais, estatais (Petrobras, CSN) e Cepal.
Que por um lado, industrializava o Brasil (um país agrário, formado por um campesinato analfabeto em sua grande maioria, e duas cidades grandes, Rio, a capital e SP).
Mas por outro lado, aumentava as desigualdades de investimentos (com o centro-sul privilegiado nesse contexto) e endividava o país, mesmo com a abertura para indústrias estrangeiras, quando da chegada da indústria automobilística no fim da década de 50.
E o ápice do endividamento se deu com Brasília, um plano antigo que remontava ao Império, de afastar a capital central e seu funçanato dos centro de tensão social então.
Muito dinheiro pra poucos, o governo e sua burocracia, nesses tempos e nos que sobrevieram, e esmolas 'oficiais' travestidas de 'redistribuição' de renda para a plebe alienada, desde Fgts, seguro-desemprego, até BF, outrora bolsa-gás, isso em pleno 2019.
E isso sempre rende, a cada eleição, muitos votos.
"Só os canalhas precisam de uma ideologia que os absolva e justifique." (Rodrigues, Nelsson)
