24-07-2019, 01:41 PM
Percebi tbm a glamourização dos bandidos em nosso meio.
Só que não é exclusividade brasileira, de onde parece ter sido criada, mas vemos em Hollywood, cujo expoente máximo talvez seja o Coringa. Originalmente, não era um personagem glamoroso nem exemplar, a meu ver. Servia como antítese ao exemplo do Bruce Wayne, homem íntegro, americano branco, rico e heroi anônimo.
Mas com o passar dos anos, o marxismo, feminismo entre outras excrescências ideológicas permearam o meio e o que vemos é um personagem que virou ícone dos jovens, venerado pelos expedientes ilícitos e violentos que se utiliza para obter algo. Junto com a Arlequina, virou meme das novinhas e dos bandidos que matam Batmans (policiais).
Fez tanto sucesso que o próprio Batman ficou para trás; o Esquadrão Suicida, composto por criminosos, chama mais atenção. Os ladrões inteligentes de La Casa de Papel arrebatam a atenção do público. Walter White, fabricante de metanfetaminas, passa a ser ídolo. Dexter, o serial killer, vira mocinho.
Mas perceba que nenhum dos diretores criam histórias em que personagens se voltam contra a opressão estatal e os bancos centrais, que causam tantos tumultos e vítimas de ciclos econômicos que eles mesmos criam.
Ficaram no passado herois como alguns personagens de Clint Eastwood, Charles Bronson, Stallone, e arquétipos da mulher ideal como Adrian Balboa.
Thor tem uma versão feminina mais forte que ele, 007 idem e com lacração racial, e assim vão convencendo as massas e manipulando-as como fantoches, fazendo do homem honesto, batalhador o ideal de otário, e possível opressor se for branco. Perceberam a desconstrução do homem, principalmente do hétero e batalhador? Se for branco, pior ainda.
Só que não é exclusividade brasileira, de onde parece ter sido criada, mas vemos em Hollywood, cujo expoente máximo talvez seja o Coringa. Originalmente, não era um personagem glamoroso nem exemplar, a meu ver. Servia como antítese ao exemplo do Bruce Wayne, homem íntegro, americano branco, rico e heroi anônimo.
Mas com o passar dos anos, o marxismo, feminismo entre outras excrescências ideológicas permearam o meio e o que vemos é um personagem que virou ícone dos jovens, venerado pelos expedientes ilícitos e violentos que se utiliza para obter algo. Junto com a Arlequina, virou meme das novinhas e dos bandidos que matam Batmans (policiais).
Fez tanto sucesso que o próprio Batman ficou para trás; o Esquadrão Suicida, composto por criminosos, chama mais atenção. Os ladrões inteligentes de La Casa de Papel arrebatam a atenção do público. Walter White, fabricante de metanfetaminas, passa a ser ídolo. Dexter, o serial killer, vira mocinho.
Mas perceba que nenhum dos diretores criam histórias em que personagens se voltam contra a opressão estatal e os bancos centrais, que causam tantos tumultos e vítimas de ciclos econômicos que eles mesmos criam.
Ficaram no passado herois como alguns personagens de Clint Eastwood, Charles Bronson, Stallone, e arquétipos da mulher ideal como Adrian Balboa.
Thor tem uma versão feminina mais forte que ele, 007 idem e com lacração racial, e assim vão convencendo as massas e manipulando-as como fantoches, fazendo do homem honesto, batalhador o ideal de otário, e possível opressor se for branco. Perceberam a desconstrução do homem, principalmente do hétero e batalhador? Se for branco, pior ainda.
