07-07-2019, 11:19 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 07-07-2019, 11:28 AM por Bilidequidi.)
Meu primeiro namoro era parecido com o caso, só que ela era mais velha que eu: na época tinha 17 e ela 27 anos.
Eu era um completo imbecil, na época nem sabia da existência da Real, logo fazia tudo pela minha namorada.
Fiquei dois anos e meio na ilusão e percebi que só eu me esforçava.
Na época fazia faculdade de manhã e estagiava de tarde até as 22h, não tinha carro, ganhava pouco, enfim aquela dureza toda de início de carreira. Ela, por sua vez, pulava de emprego em emprego de telemarketing, ficava dois meses trabalhando e um semestre encostada nos pais. Estudar nem pensar.
Ela tinha uma irmã mais nova da minha idade, batalhadora que nem eu e tinha uma inveja mortal, dizendo que o pai dela dava mais privilégios pra irmã do que pra ela.
De um lado, ela me pressionando pra ficarmos noivo e ja ir vendo uma casa pra financiar e do outro lado meu velho dizendo pra terminar aquele relacionamento fadado ao fracasso, que não daria certo, que aquilo estava prejudicando a minha prioridade que era a faculdade.
Eu decidi ouvir meu pai e terminei. Foi a melhor coisa que fiz. Se tivesse continuado com aquilo, hoje não seria inscrito do blog, teria um Enzo e uma Maria Eduarda pra criar, um apto de 40 m2 financiado, andando de CG 125 e ela de Uno 2010, ambos também parcelados, ganhando metade do que ganho hoje, ainda gordo e principalmente vivendo infeliz.
Eu era um completo imbecil, na época nem sabia da existência da Real, logo fazia tudo pela minha namorada.
Fiquei dois anos e meio na ilusão e percebi que só eu me esforçava.
Na época fazia faculdade de manhã e estagiava de tarde até as 22h, não tinha carro, ganhava pouco, enfim aquela dureza toda de início de carreira. Ela, por sua vez, pulava de emprego em emprego de telemarketing, ficava dois meses trabalhando e um semestre encostada nos pais. Estudar nem pensar.
Ela tinha uma irmã mais nova da minha idade, batalhadora que nem eu e tinha uma inveja mortal, dizendo que o pai dela dava mais privilégios pra irmã do que pra ela.
De um lado, ela me pressionando pra ficarmos noivo e ja ir vendo uma casa pra financiar e do outro lado meu velho dizendo pra terminar aquele relacionamento fadado ao fracasso, que não daria certo, que aquilo estava prejudicando a minha prioridade que era a faculdade.
Eu decidi ouvir meu pai e terminei. Foi a melhor coisa que fiz. Se tivesse continuado com aquilo, hoje não seria inscrito do blog, teria um Enzo e uma Maria Eduarda pra criar, um apto de 40 m2 financiado, andando de CG 125 e ela de Uno 2010, ambos também parcelados, ganhando metade do que ganho hoje, ainda gordo e principalmente vivendo infeliz.
"Escola? E o aprendizado com os próprios erros? A experiência te faz professor de si próprio".
