02-09-2015, 10:51 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 02-09-2015, 10:52 AM por Major Lobo Honrado.)
Confirmado: PM morreu por causa de pepekas
Colega de PM morto diz que eles foram encontrar garotas na Serra, ES
Militar, de 22 anos, ficou ferido no braço e conseguiu fugir.
Em depoimento à polícia, soldado disse que foi surpreendido por tiros.
O colega de farda, um soldado de 22 anos, que estava com o policial Ítalo Bruno Pereira Rocha, quando foram alvo dos tiros na Serra, na Grande Vitória, informou em depoimento, nesta terça-feira (2), que os dois foram ao bairro para encontrar duas jovens conhecidas do soldado Ítalo. Ele disse à polícia que foram surpreendidos pelos tiros na rua onde acontecia uma festa.
![[Image: soldado.jpeg]](http://s2.glbimg.com/fqgUbODvZJmNoVeb4effuumA0bk=/300x225/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/09/01/soldado.jpeg)
O policial ferido prestou depoimento ao delegado José Lopes, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
“Ele informou que receberam os disparos ainda dentro do carro. O soldado Ítalo arrancou com o veículo e acabou batendo, por isso tiveram que fugir a pé. O carona, que sobreviveu, pulou muros de casas e conseguiu escapar. Já o soldado Ítalo correu para a rua e foi perseguido, sendo atingido por um tiro que o fez cair na rua, sendo alcançado pelos suspeitos”, descreveu.
O militar que escapou reconheceu quatro dos sete acusados. A arma dele foi encaminhada para a perícia. Ele a teria usado para revidar os disparos, segundo José Lopes.
Um revólver calibre 38 foi recolhido no veículo de Ítalo, porém a polícia vai verificar se a arma pertencia a ele.
Fora essas duas armas, nenhuma outra foi encontrada com os acusados, nem a pistola ponto 40 que deveria estar em poder de Ítalo. O colega que sobreviveu disse que desconhecia a existência do revólver, fato que será averiguado.
Investigação
Apesar da prisão dos sete suspeitos muitas dúvidas sobre o crime permanecem. De acordo com o delegado José Lopes, o caso chama a atenção não apenas pela barbárie com que a vítima foi morta.
“As supostas jovens com quem os militares iriam se encontrar ainda não foram localizadas para prestarem depoimento. Eles vinham de um churrasco, na Serra, e conheciam bem a área. Causa certa curiosidade o fato de serem policiais que atuavam naquela região, conheciam os pontos críticos, estavam apenas em dois e não estavam de serviço, irem ao local onde há presença de gangues de traficantes que eles combatem e naquele horário, em pleno domingo”, questiona José Lopes.
O secretário Estadual de Segurança Pública, André Garcia, disse que as investigações sobre o caso ainda vão continuar. A polícia acredita na participação de outras pessoas envolvidas no crime. Porém, ele não quis revelar quantos criminosos ainda estão sendo procurados. “Podem ser detidos a qualquer momento”, destacou.
Mais em: http://g1.globo.com/espirito-santo/notic...ra-es.html
Colega de PM morto diz que eles foram encontrar garotas na Serra, ES
Militar, de 22 anos, ficou ferido no braço e conseguiu fugir.
Em depoimento à polícia, soldado disse que foi surpreendido por tiros.
O colega de farda, um soldado de 22 anos, que estava com o policial Ítalo Bruno Pereira Rocha, quando foram alvo dos tiros na Serra, na Grande Vitória, informou em depoimento, nesta terça-feira (2), que os dois foram ao bairro para encontrar duas jovens conhecidas do soldado Ítalo. Ele disse à polícia que foram surpreendidos pelos tiros na rua onde acontecia uma festa.
![[Image: soldado.jpeg]](http://s2.glbimg.com/fqgUbODvZJmNoVeb4effuumA0bk=/300x225/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/09/01/soldado.jpeg)
O policial ferido prestou depoimento ao delegado José Lopes, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
“Ele informou que receberam os disparos ainda dentro do carro. O soldado Ítalo arrancou com o veículo e acabou batendo, por isso tiveram que fugir a pé. O carona, que sobreviveu, pulou muros de casas e conseguiu escapar. Já o soldado Ítalo correu para a rua e foi perseguido, sendo atingido por um tiro que o fez cair na rua, sendo alcançado pelos suspeitos”, descreveu.
O militar que escapou reconheceu quatro dos sete acusados. A arma dele foi encaminhada para a perícia. Ele a teria usado para revidar os disparos, segundo José Lopes.
Um revólver calibre 38 foi recolhido no veículo de Ítalo, porém a polícia vai verificar se a arma pertencia a ele.
Fora essas duas armas, nenhuma outra foi encontrada com os acusados, nem a pistola ponto 40 que deveria estar em poder de Ítalo. O colega que sobreviveu disse que desconhecia a existência do revólver, fato que será averiguado.
Investigação
Apesar da prisão dos sete suspeitos muitas dúvidas sobre o crime permanecem. De acordo com o delegado José Lopes, o caso chama a atenção não apenas pela barbárie com que a vítima foi morta.
“As supostas jovens com quem os militares iriam se encontrar ainda não foram localizadas para prestarem depoimento. Eles vinham de um churrasco, na Serra, e conheciam bem a área. Causa certa curiosidade o fato de serem policiais que atuavam naquela região, conheciam os pontos críticos, estavam apenas em dois e não estavam de serviço, irem ao local onde há presença de gangues de traficantes que eles combatem e naquele horário, em pleno domingo”, questiona José Lopes.
O secretário Estadual de Segurança Pública, André Garcia, disse que as investigações sobre o caso ainda vão continuar. A polícia acredita na participação de outras pessoas envolvidas no crime. Porém, ele não quis revelar quantos criminosos ainda estão sendo procurados. “Podem ser detidos a qualquer momento”, destacou.
Mais em: http://g1.globo.com/espirito-santo/notic...ra-es.html
O que me preocupa não é nem o grito dos esquerdistas, das feminazis, das mães solteiras, dos corruptos, dos maconheiros, dos cachorrentos, dos LGBTs, dos sem caráter e sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons.
