27-08-2015, 05:53 PM
Quem fica nesse 'não generalize' uma hora fica louco.
Isso é igual a um vórtex, suga as pessoas e leva junto todo o conteúdo da pessoa só deixando uma casca angelical encobrindo uma série de contradições, ingenuidade misturado com esperteza, calma misturado com raiva, frouxidão misturado com rigidez.
Esse tópico é a prova dessas contradições que possuem casca angelical com um interior podre.
Há critérios para tudo, você tem os seus critérios no que tange a alimentação, no que tange a sua religião, nos seus gostos pessoas, na sua moralidade. Até insetos com aqueles cérebros minúsculos possuem critérios. O simples fato de questionar se você pode tê-los ou não já é a prova cabal de que você enlouqueceu.
Outra coisa que se encaixa nessa minha ideia é aconselhar as pessoas a terem equilíbrio. É lógico que o correto é o equilíbrio, até Aristóteles definiu virtude como sendo o equilíbrio. Mas o que é equilíbrio? Aonde ele está? 99% é vadia, 60% , 20% ou 1%? Isso depende de pessoa pra pessoa, depende do critério de cada um.
É a típica ideia de falar falar e não falar nada.
Daí você se acha o equilibrado, veste a capa angelical enquanto dá dicas genéricas e óbvias para os 'desequilibrados' e ainda sai achando que fez um bom trabalho. Na verdade o simples fato de você querer colocar uma porcentagem aí no meio já é a prova cabal de que você é um imbecil teórico ao invés de ser um realista que analisa cada situação individualmente.
Tem coisa que não pode ser nem discutida, a mania de achar exceções joga toda discussão sociológica num buraco onde a verdade não existe. A afirmação X não está nem certa e nem errada, muito pelo contrário.
A capa dos anti-generalização é o equilíbrio, o interior é a confusão do parágrafo anterior
O simples conceito de mulher exceção já é uma imbecilidade sem tamanho que nem deveria ser levado a sério. Quem defender abertamente que ela não existe é louco e quem disser que ela existe também está louco porque está levando esse conceito a sério.
Isso é igual a um vórtex, suga as pessoas e leva junto todo o conteúdo da pessoa só deixando uma casca angelical encobrindo uma série de contradições, ingenuidade misturado com esperteza, calma misturado com raiva, frouxidão misturado com rigidez.
Esse tópico é a prova dessas contradições que possuem casca angelical com um interior podre.
Há critérios para tudo, você tem os seus critérios no que tange a alimentação, no que tange a sua religião, nos seus gostos pessoas, na sua moralidade. Até insetos com aqueles cérebros minúsculos possuem critérios. O simples fato de questionar se você pode tê-los ou não já é a prova cabal de que você enlouqueceu.
Outra coisa que se encaixa nessa minha ideia é aconselhar as pessoas a terem equilíbrio. É lógico que o correto é o equilíbrio, até Aristóteles definiu virtude como sendo o equilíbrio. Mas o que é equilíbrio? Aonde ele está? 99% é vadia, 60% , 20% ou 1%? Isso depende de pessoa pra pessoa, depende do critério de cada um.
É a típica ideia de falar falar e não falar nada.
Daí você se acha o equilibrado, veste a capa angelical enquanto dá dicas genéricas e óbvias para os 'desequilibrados' e ainda sai achando que fez um bom trabalho. Na verdade o simples fato de você querer colocar uma porcentagem aí no meio já é a prova cabal de que você é um imbecil teórico ao invés de ser um realista que analisa cada situação individualmente.
Tem coisa que não pode ser nem discutida, a mania de achar exceções joga toda discussão sociológica num buraco onde a verdade não existe. A afirmação X não está nem certa e nem errada, muito pelo contrário.
A capa dos anti-generalização é o equilíbrio, o interior é a confusão do parágrafo anterior
O simples conceito de mulher exceção já é uma imbecilidade sem tamanho que nem deveria ser levado a sério. Quem defender abertamente que ela não existe é louco e quem disser que ela existe também está louco porque está levando esse conceito a sério.
