09-04-2018, 01:50 PM
5° Grande Axioma: Dos padrões
"Até começar a parecer ordem, o caos não é perigoso."
O mundo do dinheiro é um caos absoluto. É sorte.
Não existe padrão de ordem nem formula certa para se ganhar dinheiro na bolsa. Duvide de quem diz que encontrou. Se existisse os melhores profissionais dos fundos mutuos já teriam achado com seus computadores de ultima geração. Mas os fundos mútuos tem um desempenho igual ou pior que a média.
A formula de alguém ter dado certo é por conta da sorte, das circunstâncias favoraveis daquele momento.
5° Axioma menor
"Cuidado com a armadilha do historiador"
Cuidado com a falácia de que a história vai se repetir exatamente igual as últimas vezes. Raramente acontece.
6° Axioma menor
"Cuidado com a ilusão do grafista"
O mercado de ações não obedece a nenhum padrão. Mas o grafista acredita que o preço futuro de uma ação pode ser determinado por meio de gráficos nos quais são registrados as oscilações de preço passadas. E que ele vai encontrar um padrão correto.
7° Axioma menor
"Cuidado com a ilusão da correlação e a ilusão da casualidade"
As pessoas percebem relações de causa e efeito onde não existem. Quando necessário, inventam uma.
A menos que você realmente possa provar a causa, vê-la funcionando, evite imaginar causas quando não pode vê-las em funcionamento, considere tudo um aspecto do caos, seja cético ao extremo.
8° Axioma menor
"Cuidado com a falácia do jogador"
É uma ilusão de ordem, dentro de si mesmo, aquela sensação de invencibilidade temporária. "Hoje eu estou pegando fogo"; "Hoje é o meu dia de sorte".
São frases que criam eufóricas expectativas no qual arriscarão seu dinheiro com menos prudência. Não tem uma maneira adequada de tirar proveito desses periodos. Não há como saber quando começam, nem como prever a sua duração. Não se deve ver ordem onde não existe.
Seus estudos na especulação em que está interessado podem aumentar as suas probabilidades mas não se deve ignorar o imenso papel que o acaso desempenha em seu projeto.
“A maior necessidade do mundo é a de homens — homens que se não comprem nem se vendam; homens que, no íntimo de seu coração, sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” Educação, Pág 57.
