04-01-2018, 04:51 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 04-01-2018, 04:55 PM por Vinicius17.)
Na natureza de todo o homem, habita o sentimento da ganância. Também há outros sentimentos que, geram a admiração e aproximam os humanos, como o amor ao próximo, respeito pelo diferente e a consideração aos mais necessitados. De acordo com alguns homens, ter mais dinheiro que seus semelhantes é algo importante. Ao pensar assim, possuem ambição por casas luxuosas, carros 0km, viagens pelo mundo, roupas caras... Dar importância apenas para os prazeres provocados de quando se tem muito dinheiro, é atestar a falta de sensibilidade com lugares onde faltam a comida, água limpa ou médicos que cuidem das pessoas.
A desigualdade social, a pobreza e a miséria são problemas sociais que atingem a maioria dos países no mundo. O homem pobre assim como o rico, existem lado a lado em todo o ambiente de sociedade moderna, mas a desigualdade social é uma situação que se alastra fundamentalmente por países subdesenvolvidos como o Brasil. A nação brasileira compreende além da desigualdade de renda. Brasileiros são vítimas de desigualdade social de um modo geral, abrangendo o preconceito de classe, raça, cor, credo, gênero, etc. Segundo dados da ONU, em 2005 o Brasil foi eleito como a 8º nação mais desigual do mundo.
Em estudos realizados por pesquisadores, cientistas políticos e sociólogos, a desigualdade social brasileira é um reflexo da era colonial do país. A escravidão e o modus operandi para aquisição e distribuição de terras daquela época, serviram para construir o mais forte dos pilares que sustentam a miséria no nosso país.
Outrossim, as taxas de mortalidade infantil, desnutrição e abalo do conceito de noção familiar, influenciam para que a desigualdade social faça surgir novos criminosos, dia após dia.
São graves as consequências, e elas não mudarão a menos que aconteça uma união entre o poder do estado, mídias e PRINCIPALMENTE AS PESSOAS COMUNS. Cada um assumindo a sua devida responsabilidade em ajudar o próximo, este, mais necessitados não apenas de um punhado de notas com cifrão, mas de uma cama, de um teto, de toalhas limpas, um prato de comida e água para beber. Resumidamente, os abandonados. Parecem coisas tão próximas da realidade de vários brasileiros, entretanto, são muito distantes de vários seres humanos, não só do Brasil, como do mundo. Se o estado em seu caráter de responsabilidade não tomou as rédeas de cultivar os teus, o que você faria?
O texto não é paga pau de moral (algo que definitivamente não é minha praia), se você leu, encare como uma provocativa de reflexão. Afinal, me surpreendeu a quantidade de gente que meteria o pé do BR se ganhasse uma bolada.
A desigualdade social, a pobreza e a miséria são problemas sociais que atingem a maioria dos países no mundo. O homem pobre assim como o rico, existem lado a lado em todo o ambiente de sociedade moderna, mas a desigualdade social é uma situação que se alastra fundamentalmente por países subdesenvolvidos como o Brasil. A nação brasileira compreende além da desigualdade de renda. Brasileiros são vítimas de desigualdade social de um modo geral, abrangendo o preconceito de classe, raça, cor, credo, gênero, etc. Segundo dados da ONU, em 2005 o Brasil foi eleito como a 8º nação mais desigual do mundo.
Em estudos realizados por pesquisadores, cientistas políticos e sociólogos, a desigualdade social brasileira é um reflexo da era colonial do país. A escravidão e o modus operandi para aquisição e distribuição de terras daquela época, serviram para construir o mais forte dos pilares que sustentam a miséria no nosso país.
Outrossim, as taxas de mortalidade infantil, desnutrição e abalo do conceito de noção familiar, influenciam para que a desigualdade social faça surgir novos criminosos, dia após dia.
São graves as consequências, e elas não mudarão a menos que aconteça uma união entre o poder do estado, mídias e PRINCIPALMENTE AS PESSOAS COMUNS. Cada um assumindo a sua devida responsabilidade em ajudar o próximo, este, mais necessitados não apenas de um punhado de notas com cifrão, mas de uma cama, de um teto, de toalhas limpas, um prato de comida e água para beber. Resumidamente, os abandonados. Parecem coisas tão próximas da realidade de vários brasileiros, entretanto, são muito distantes de vários seres humanos, não só do Brasil, como do mundo. Se o estado em seu caráter de responsabilidade não tomou as rédeas de cultivar os teus, o que você faria?
O texto não é paga pau de moral (algo que definitivamente não é minha praia), se você leu, encare como uma provocativa de reflexão. Afinal, me surpreendeu a quantidade de gente que meteria o pé do BR se ganhasse uma bolada.
